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CIRCUITO SERRA DO CIPÓ DE CICLOTURISMO


Texto e fotos enviados pelo site parceiro Bem Vindo Cicloturista

Um dos Circuitos mais desafiadores do Brasil, possui 6 etapas de grande dificuldade técnica, que exigem experiência do cicloturista, um bom equipamento e pouca bagagem. Radical, o Circuito Serra do Cipó de Cicloturismo é ideal para os amantes da adrenalina. São 268 km de extensão de fortes pedaladas em um relevo acidentado onde as subidas íngremes, pedras e cursos d´ água se tornam grandes desafios.
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Todo esforço é recompensado, o cicloturista aventura-se pelo Espinhaço, uma das regiões com maior biodiversidade do planeta, atravessa trechos da Estrada Real e se surpreende com a beleza da paisagem. Sempre-vivas, canelas de ema e bromélias colorem os trajetos que levam as belas cachoeiras, como a do Tabuleiro, maior cachoeira do Estado e a cidades e vilarejos como Conceição do Mato Dentro, Lapinha da Serra e Congonhas do Norte, típicas e acolhedoras cidades do interior mineiro.
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Serra do Cipó – Lapinha
Texto: O roteiro que liga o distrito da Serra do Cipó a Lapinha da Serra tem como percurso a antiga estrada que levava a Santana do Riacho, atualmente, quase abandonada, com pouco tráfego de veículos. Margeando a Serra do Cipó o cicloturista adentra em uma vegetação de cerrado e campos rupestres com ocorrências de orquídeas e sempre-vivas em quase todo o trajeto. Após Santana do Riacho, mais 13 km de pedal até a Lapinha da Serra.
Dica: Para muitos a primeira etapa do Circuito Serra do Cipó de Cicloturismo é uma etapa com uma dificuldade técnica baixa. No entanto, não se esforce demais, pois, a etapa do dia seguinte é a mais dura de todo o circuito. Chegando em Lapinha, não deixe de tomar um banho na Cachoeira do Rapel, visitar as pinturas rupestres e se estiver com tempo, fazer um trekking até o Pico da Lapinha.
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Lapinha – Congonhas do Norte
Texto: O roteiro que parte de Lapinha da Serra em direção a Congonhas do Norte é considerado por muitos o mais bonito e o mais cansativo do Circuito. Em uma estrada de terra abandonada e solo com pedras soltas o cicloturista atravessa a Serra do Espinhaço chegando a 1460m de altitude. A paisagem é de tirar o fôlego, assim como as subidas e descidas do percurso. Prepare-se para muitas travessias de curso d´água.
Dica: Radical é o sinônimo do roteiro que liga Lapinha da Serra a Congonhas do Norte, pouco habitado, com muitas pedras no caminho, subidas e descidas cansativas. O cicloturista precisa estar prevenido. Saia cedo, viaje leve, não se esqueça do alimento. No alto da serra muito vento, portanto, leve blusa corta vento e não deixe de visitar a cachoeira do Bicame.
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Congonhas do Norte – Tapera
Texto: O roteiro que liga Congonhas do Norte a Santo Antonio do Norte (Tapera) passa por estradas rurais com pouquíssimo trânsito de veículos. Sobe a crista da Serra de Santo Antônio de onde é possível avistar os mares de morros mineiros e desce forte até o pacato povoado de Santo Antonio do Cruzeiro, mais algumas pedaladas e o cicloturista chega a Santo Antônio do Norte (Tapera).
Dica: Roteiro relativamente curto, mas com muitas subidas no início. No alto da serra muita areia, vento e um grande lajeado que dificulta a passagem e exige técnica. Não se esqueça do corta vento. Existem poucas casas no caminho, viaje leve e prevenido. Em Santo Antônio do Norte (Tapera), se ainda estiver com energia siga até Itapanhoacanga e durma lá, dessa forma você diminui a quilometragem do dia seguinte.

Santo Antônio do Norte (Tapera) – Dom Joaquim
Texto: Roteiro mais longo do Circuito Serra do Cipó de Cicloturismo, inicia-se em um dos trechos mais bonitos da Estrada Real e atravessa a serra que atinge 1000m de altitude até chegar a Itaponhoacanga, antigo pouso de tropeiros e refúgio de escravos. O cicloturista continua o trajeto pedalando por estradas de terra que parecem terem sido feitas para bicicletas até a chegada a Dom Joaquim.
Dica: O primeiro trecho do roteiro até Itaponhoacanga é marcado por muitas subidas e descidas. Leve um corta vento para usar no alto da serra. Após Itapanhoacanga uma subida forte e, depois o trajeto fica mais tranqüilo. Prepare-se para atravessar fazendas e tocar bois e vacas do caminho. Chegando a Dom Joaquim hidrate-se no Chafariz de Caiana.
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Dom Joaquim – Conceição do Mato Dentro
Texto: O Roteiro que liga Dom Joaquim a Conceição do Mato Dentro é marcado por plantações de eucalipto. O percurso é feito por uma estrada secundária com vários mirantes incluindo o Mirante da Ferrugem com visão privilegiada do município de Conceição e do enorme paredão da onde surge a mais alta cachoeira de Minas Gerais, a Cachoeira do Tabuleiro com 273m de queda.
Dica: Roteiro curto e rápido. Se estiver com tempo dê uma passada no Mirante da Ferrugem. Chegando a Conceição do Mato Dentro se informe sobre o circuito de cicloturismo que leva a cachoeira do Tabuleiro e depois retorna à Conceição em caminho diferente, que inclui a Cachoeira do Tabuleiro e a Cachoeira de Três Barras ao todo aprox. 50 km. Não deixe de tomar um banho em um dos ofurôs naturais do balneário do Baú nem de visitar a Salão de Pedras e contemplar o pôr-do-sol.
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Conceição do Mato Dentro – Serra do Cipó
Texto: O Roteiro é todo asfaltado e serpenteia a Serra do Espinhaço. No roteiro é possível observar marcas esculpidas pelas marés que atestam que a região da Serra já foi fundo de oceano. Locais como o Alto dos Palácios próximo a Estátua do Juquinha proporcionam uma visão dos mergulhos das rochas sempre voltadas para oeste. Já as Duas Pontes, ruínas relembram o antigo pavimento da estrada.
Dica: Venta muito no alto da Serra, a temperatura é baixa o ano todo e a neblina é uma constante, portanto, vá prevenido. Atente-se também, quanto a água. Não deixe de tirar uma bela foto na Estátua do Juquinha, símbolo da Serra do Cipó. Na descida após o Juquinha, cuidado com as curvas fechadas. Não se esqueça de contemplar a bela vista do Mirante da Serra, já próximo ao Distrito da Serra do Cipó. Se sobrar um tempo faça o roteiro Cipó Velho.
Roteiro não sinalizado.
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:
http://www.bemvindocicloturista.com.br/destino/21/Circuito_Serra_do_Cipó_de_CicloturismoROTEIROS DE AVENTURA DA SERRA DO CIPÓ
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Cachoeira da Farofa (cicloturista)
Texto: O roteiro que liga a portaria do Parque Nacional da Serra do Cipó a Cachoeira da Farofa é feito por trilha estreita em meio a uma vegetação de cerrado. Já no início da trilha, é possível avistar o paredão onde se encontra a cachoeira. No caminho, o ciclista enfrentará obstáculos como a travessia de riachos e rios com água na cintura, muita areia e descidas emocionantes.
Dica: Roteiro imperdível dentro do Parque Nacional da Serra do Cipó. Reserve um bom tempo para aproveitar a Cachoeira da Farofa, leve uma tranca para prender sua bike em uma das arvores existentes no final do roteiro. Atenção ao nível das águas, pois para chegar a Cachoeira da Farofa é preciso atravessar o Ribeirão Mascates que pode estar cheio no caso de chuvas.
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:
http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/58/Cachoeira_da_Farofa
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Cachoeira da Farofa (caminhante)
Texto Caminhante: O roteiro que liga a portaria do Parque Nacional da Serra do Cipó à Cachoeira da Farofa é feito por trilha estreita em meio a uma vegetação de cerrado. Já no início da trilha, é possível avistar o paredão onde se encontra a cachoeira. No trajeto, o caminhante enfrentará obstáculos como a travessia de riachos e rios com água na cintura e muita areia. Ao final, um refrescante banho no poço formado pela cachoeira da Farofa.
Dica Caminhante: Prepare-se para muita areia e nesse roteiro com certeza você irá molhar os pés. Reserve um bom tempo para aproveitar a Cachoeira da Farofa e cuidado com o nível das águas, pois para chegar à cachoeira é preciso atravessar o Ribeirão Mascates que pode estar cheio no caso de chuvas. Se o fôlego permitir não deixe de fazer uma visita a Cachoeira da Taioba.
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:
http://www.bemvindocaminhante.com.br/roteiro/44/Cachoeira_da_Farofa
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Cânion das Bandeirinhas (cicloturista)
Texto: O roteiro que leva a um dos atrativos mais visitados do Parque Nacional da Serra do Cipó é plano, apresenta flora singular simbolizada por sempre-vivas, repleto de singles traks; e travessia de riachos, o ribeirão mascates é um deles, onde é preciso colocar a bike nas costas e meter o pé na água. Depois da travessia, uma subida técnica em meio a raízes de árvores que leva ao Cânion das Bandeirinhas.
Dica: Não é a toa que o Parque Nacional da Serra do Cipó é considerado um paraíso do Mountain Bike, se você tiver que escolher um roteiro para fazer na Serra do Cipó, escolha o Cânion das Bandeirinhas. Leve uma tranca e prenda sua bike em uma das árvores do final do roteiro e não deixe de adentrar pelo menos uns 200 metros no Cânion atravessando poços a nado e escalando algumas pedras, mas cuidado com as chuvas. Na volta aproveite e visite a Cachoeira da Farofa.
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:
http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/59/Cânion_das_Bandeirinhas
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Cânion das Bandeirinhas (caminhante)
Texto Caminhante: O roteiro que leva a um dos atrativos mais visitados do Parque Nacional da Serra do Cipó é plano, apresenta flora singular simbolizada por sempre-vivas, cheio de singles traks, e travessia de riachos, o ribeirão mascates é um deles. Depois da travessia, uma subida em meio a raízes de árvores leva ao Cânion das Bandeirinhas. O Caminhante ainda pode esticar o roteiro avançando por dentro do Cânion, enfrentando travessias de poços e pequenas escaladas.
Dica Caminhante: Para fazer o roteiro é preciso pagar uma pequena taxa de entrada no PN Serra do Cipó. A Caminhada é longa, portanto, não podemos nos esquecer da volta, saia cedo e leve um lanche. Adentre pelo menos uns 200 metros no Cânion, atravessando poços a nado e escalando algumas pedras. Mas, cuidado com as chuvas elas podem atrapalhar a travessia do Ribeirão Mascates ou colocar você em perigo dentro do Cânion devido às trombas d´agua.
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:
http://www.bemvindocaminhante.com.br/roteiro/45/Cânion_das_Bandeirinhas
canyon_das_bandeirinhas_caminhada.jpg

Cipó Velho
Texto Caminhada e Cicloturismo: Um roteiro consagrado que percorre belas paisagens repletas de histórias e cultura mineira. O percurso passa pelo Rio Cipó, um dos principais atrativos naturais do lugar. Em seguida, um passeio pelo tempo na Fazenda Cipó Velho, um importante conjunto arquitetônico remanescente do período colonial. Por fim visita um antigo moinho d’água e a famosa venda do Zeca, armazém tipicamente mineiro.
Dica Caminhada: Percurso feito, em sua grande maioria, por estrada de terra, com muita sombra na parte da manhã, pode ser realizado por toda família, com bicicletas, a cavalo ou até mesmo de carro. Tente reservar uma visita ao Conjunto Arquitetônico Cipó Velho com a presença de um guia local. Não deixe de visitar também a Cachoeira Grande e a Cachoeira do Véu da Noiva.
Roteiro não sinalizado
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:
Cicloturista: http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/60/Cipó_Velho
Caminhante: http://www.bemvindocaminhante.com.br/roteiro/46/Cipó_Velho
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Subida do Juquinha
Texto: Um dos roteiros mais desafiantes da Serra do Cipó e palco de competições de ciclismo, a Subida do Juquinha exige grande esforço físico e proporciona uma bela paisagem. No caminho o ciclista encontrará o Mirante da Serra com vista privilegiada do Morro da Pedreira, um dos maiores destinos de escalada do Brasil, as Duas Pontes, herança histórica, a Pedra do Elefante e o ícone da Serra do Cipó: A Estátua do Juquinha que coroa o esforço do ciclista.
Roteiro não sinalizado
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:
http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/62/Subida_do_Juquinha
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Trilha dos Escravos
Texto: A estrada de pedra remanescente construída por escravos no período colonial para escoamento das riquezas minerais, hoje, denominada Trilha dos Escravos, convida o caminhante a vivenciar um pouco da história daquele tempo e ainda apreciar de um mirante, a bela paisagem do distrito da Serra do Cipó. Ao final da trilha, o caminhante se depara com as águas do Ribeirão Soberbo cuja queda forma a conhecida cachoeira Véu da Noiva.

Dica: Trilha curta, porém difícil, com alto grau de inclinação. A Trilha dos Escravos exige um bom preparo físico do caminhante. Reserve um tempo para banho, uma vez lá em cima, desça nos poços do Ribeirão Soberbo, o segundo é o maior e o mais fundo dos três. Se gostou da Trilha dos Escravos, visite também o atrativo Duas Pontes no caminho para Estátua do Juquinha.
Roteiro não sinalizado
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:
http://www.bemvindocaminhante.com.br/roteiro/47/Trilha_dos_Escravos
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Pico da Lapinha
Texto: Próximo ao pequeno vilarejo de Lapinha da Serra, distrito de Santana do Riacho, o Pico da Lapinha é uma excelente opção para a prática do trekking. A começar pela subida majestosa que chega a 1676m de altitude, segundo ponto mais alto da região. Durante a caminhada vale a pena conhecer a Cachoeira do Rapel com queda de 75m de altura.
Dica: Não se engane com a pequena quilometragem desse percurso. Técnico e difícil a subida ao Pico da Lapinha exige um grande preparo físico do Caminhante. Leve corta vento e lanche. Se der sorte o tempo vai estar limpo para uma foto panorâmica da região. Algumas pessoas começam o trekking às 3h da manhã para ver o sol nascer lá de cima, uma opção para os mais aventureiros.
Roteiro não sinalizado
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:
http://www.bemvindocaminhante.com.br/roteiro/48/Pico_da_Lapinha
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2 Respostas para " CIRCUITO SERRA DO CIPÓ DE CICLOTURISMO "

  1. #1 - Maria das Graças says:

    Estou apaixonada praconhecer a serra do cipó, está bem proximo de onde moro, ñ muito longe e ainda ñ conheço.Moro em SS. do Maranhão, morei anos em Guanhães, mas ñ vai demorar pra eu ir ai conhecer esta famosa e maravilhosa serra do ciipó.

    • #2 - Flor says:

      Conhecí a Serra do Cipó a menos de um ano, embora esteja morango em uma cidade próxima. Eu recomendo, local com vistas maravilhosas, mirantes, paisagens deslumbrandes a perder de vista, e o mais incrível é a ar puro que se respira nesse lugar, é um local para meditar, onde se houve somente o canto dos pássaros e o som da mais completa paz e tranquilidade, é realmente indescritível. Vale muito a pena! Recomendo.

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