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	<title>Guia do Viajante</title>
	<link>http://guiadoviajante.com</link>
	<description>Um Site com dicas de Viagens e lugares para Viajar</description>
	<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 21:53:12 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>APARECIDA - SP</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 21:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<category><![CDATA[Aparecida]]></category>

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		<description><![CDATA[Localizada entre as cidades de São Paulo e  Rio de Janeiro, a cidade de Aparecida, as margens da Via Dutra, é onde se localiza a Basilica Nossa Senhora Aparecida, que é o terceiro maior templo católico do mundo. A basilica foi inaugurada em 1980 pelo Papa João Paulo II. E em 1984 a basilica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Localizada entre as cidades de São Paulo e  Rio de Janeiro, a cidade de Aparecida, as margens da Via Dutra, é onde se localiza a Basilica Nossa Senhora Aparecida, que é o terceiro maior templo católico do mundo. A basilica foi inaugurada em 1980 pelo Papa João Paulo II. E em 1984 a basilica foi elevada a categoria de Santuario Nacional.<br />
Recebe cerca de 7 milhões de romeiros anualmente. É nos finais de semana que a basilica lota de fiéis de todo o Brasil. No dia de Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro), passam pela basilica aproximadamente 200 mil fieis.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-030.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-030.jpg' /></p>
<p>As missas são realizadas todos os dias da semana praticamente de hora em hora.<br />
Dentro da basilica fica a sala dos milagres local onde as pessoas, deixam algum pertence depois que alguma graça foi alcançada. Vale a pena visitar a sala dos milagres.<br />
A basilica é muito bonita tem vitrais enormes e coloridos, salões bem grandes que são capazes de comportar 75 mil pessoas. Do lado de fora da basilica tem a passarela da fé que liga a nova basilica a igreja antiga, nesta passarela é comum ver fieis subirem ajoelhados  pagando  promessas alcançadas. Do lado de fora se encontra tambem uma grande praça de alimentação e lojas que vendem santinhos entre outros objetos religiosos.Dentro da basilica é possivel comprar velas de diversos tamanhos.<br />
Para quem chega de carro ao santuario, é bom saber que existe um amplo estacionamento, que é pago (10 reais).</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-021.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-021.jpg' /><br />
Imagem de  dentro da Basilica</p>
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<p><strong>Principais Distancias Aproximadas</strong></p>
<p>São Paulo &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.185 km<br />
Rio de Janeiro &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..260 km<br />
Belo Horizonte &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.530 km<br />
Brasilia &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;1116 km<br />
Vitoria&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;700 km<br />
Curitiba&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.600 km<br />
Campinas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..230 km<br />
Pouso Alegre&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;150 km<br />
São José dos Campos &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.81 km<br />
Ubatuba &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..160 km<br />
Juiz de Fora &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;280 km<br />
Piracicaba &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..330 km<br />
Ribeirão Preto &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;465 km<br />
santos &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.250 km</p>
<p><strong><br />
Como Chegar em Aparacida de Carro</strong></p>
<p><strong>Saindo de São Paulo</strong>: pegar a Rodovia presidente Dutra, o trajeto dura em torno de 2h10min. pode se pegar tambem a rodovia Ayrton Senna e em seguida entrar na Via Dutra.</p>
<p><strong>Saindo do Rio de Janeiro</strong>: A melhor opção é pela  Via Dutra, o ppercurso de 260 km são percorridos em aproximadamente três horas.</p>
<p><strong>Saindo de Campinas</strong>: A melhor opção pra quem sai da região de Campinas, é pegar a Rodovia Dom Pedro até Jacarei, e depois entrar na Dutra até Aparecida.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-023.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-023.jpg' /></p>
<p><strong>Como Chegar em Aparecida de Onibus</strong></p>
<p><strong>Saindo de São Paulo</strong> a viação cometa tem 15 saidas diarias para a cidade de Aparecida, A viagem dura 2h30min aproximadamente. Fone da Cometa 0800 942 0030.<br />
Outra empresa que opera o trecho São Paulo até Aparecida é a viação Passaro MArron que faz inumeras saidas diarias do Terminal Rodoviario do Tiete. Fone da Passaro Marron 0800 285 3047</p>
<p><strong>Hospedagem em Aparecida</strong></p>
<p>São varias as opções de hospedagem, muitas delas na região central proxima a basilica.</p>
<p>Paradise Hotel<br />
Fone: 12 3105-2981</p>
<p>Hotel Monte Carmelo<br />
Fone: 12 3105-2771</p>
<p>Hotel Passarela<br />
Fone: 12 - 3105-1144</p>
<p>Hotel São Jorge<br />
Fone: 12 - 3105-2304</p>
<p>Hotel Princesa do Vale<br />
Fone 12 - 3105-6674    </p>
<p>Hotel Anchieta<br />
Fone: 12 - 3105-1589 </p>
<p>Hotel Avenida<br />
Fone: 12 - 3105-2747</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-028.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-028.jpg' /><br />
Igreja Antiga<br />

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<br />
<strong>Dicas do Viajante<br />
</strong><br />
Se puder evite ir de finais de semana principalmente domingo a basilica lota de fieis sempre e onde é muito lotado sempre acaba trasendo aborrecimentos. Falando em lotação sempre fique atento aos seus pertences nas aglomerações, conheci pessoas que tiveram bolsas furtadas pois estavam destraidas.  A basilica é um local de fé, muitas pessoas ficam ali horas rezando chega a emocionar. Para quem vai de carro fique atento na via Dutra a estrada tem o trafego pesado e muitas vezes para na região de São José dos Campos. Cuidado tambem com radares nas avenidas de Aparecida.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-029.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-029.jpg' /><br />
 Passarela da fé com a Basilica ao fundo</p>
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		</item>
		<item>
		<title>CAXAMBU - MG</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1275/caxambu-mg/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/1275/caxambu-mg/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 18:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>

		<category><![CDATA[Caxambu]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade de Caxambu no sul de Minas Gerais, faz parte do Circuito das Águas, tem seu parque das águas mais antigo e conhecido em relação ao parque de São Lourenço. No Parque das Aguas de Caxambu tem 12 fontes de água mineral que dizem ser boa para diversos problemas de saúde, cada fonte tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Caxambu no sul de Minas Gerais, faz parte do Circuito das Águas, tem seu parque das águas mais antigo e conhecido em relação ao parque de São Lourenço. No Parque das Aguas de Caxambu tem 12 fontes de água mineral que dizem ser boa para diversos problemas de saúde, cada fonte tem sua caracteristica propria, mesmo algumas fontes terem suas águas de gosto parecido, (geralmente gasosas), é possivel perceber gosto de água diferente entre as fontes. Além das fontes, o parque possui um espaço hidroterapico com massagens, sauna, diversos tipos de banhos, como nas piscinas hidroterapicas, ou nas banheiras de hidromassagens e banhos de duchas, tratamentos esteticos de diversos tipos.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-263.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-263.jpg' /></p>
<p>O Parque é um local muito bonito, com uma grande variedade de árvores, e um imenso lago, onde é possivel andar de pedalinho. Tem também um teleférico que sobe até o alto do morro, onde o visitante tem uma vista privilegiada do parque e de toda a cidade.<br />
Em frente ao portão principal do parque tem diversas lojinhas com lembrancinhas da cidade, ou doces e queijos de minas. Ao redor do parque se encontram os charreteiros que oferecem passeios de charrete pela cidade e tambem um trenzinho turistico. O parque fica bem ao centro da cidade e nas ruas proximas se encontram restaurantes, em geral comida farta e bons preços.<br />
Nos finais de semana a cidade enche de turistas, muitas excurções em geral de grupos da melhor idade, invadem a cidade para aproveitar a tranquilidade e conhecer o parque. há varios hoteis em torno do parque e tambem pousadas.<br />

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<p><strong>Parque das Águas</strong></p>
<p>O parque das águas de Caxambu foi inaugurado em 1912, tem uma área de 210 mil metros quadrados, a maioria das fontes tem uma costrução bem bonita, destaque para a fonte D. Pedro que tem até uma enorme coroa. As massagens devem ser marcadas com antecedencia. se voce tiver interesse apenas de conhecer o espaço hidroterapico, é possivel se você chegar ao parque cedo na parte da manhã. Os banhos, massagens e sauna são pagos o valor varia de 12 a 45 reais. Para entrar no parque paga-se 3 reais. O Teleferico para subir no alto do morro e ter uma linda vista do parque e da cidade custa 10 reais (ida e volta).<br />
Fone do Parque: 35 - 3341-3999</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-255.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-255.jpg' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-270.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-270.jpg' /><br />
Teleferico</p>
<p><strong>Hospedagem em Caxambu</strong></p>
<p>Muitos hoteis se encontram no centro bem proximo ao parque das aguas, veja alguns contatos.</p>
<p>hotel Caxambu<br />
 fone: 35 - 3341-3300</p>
<p>Hotel Gloria<br />
Fone: 35 - 3341-3000</p>
<p>Hotel União<br />
Fone: 35 - 3341-3333</p>
<p>Hotel Palace<br />
fone: 35 - 3341-3341</p>
<p>Chalés de Minas Hotel Fazenda<br />
Fone: 35 - 3341-3733</p>
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<p><strong>Como Chegar de carro em Caxambu</strong></p>
<p><strong>Saindo de São Paulo</strong>, você tem duas opções uma é pela Via Dutra: Pegar as rodovias Airton Senna e Carvalho Pinto até Taubaté onde utiliza-se a Via Dutra. Passar por Guaratinguetá, Aparecida. Entrar em Cachoeira Paulista. Passar por Passa Quatro, Itanhandu, Capivari, Pouso Alto e em seguida Caxambu.</p>
<p>a segunda Opção é: Pela Rodovia Fernão Dias, passar por Atibaia, Bragança Paulista, Extrema, Itapeva, Camanducaia, Estiva, Pouso Alegre, até a cidade de Campanha. Passar por Campanha e em seguida Caxambu.</p>
<p><strong>Para quem vem  do Rio de Janeiro</strong> - Via Dutra<br />
Entrar, 13 km após o segundo pedágio (Itatiaia), no sentido Estâncias Hidrominerais. Passar por Itamonte, Capivari, Pouso Alto e em seguida Caxambu.</p>
<p><strong>Para quem vem de Belo Horizonte</strong> - Rodovia Fernão Dias<br />
Ir até a cidade de Campanha. Passar por Campanha e em seguida Caxambu.</p>
<p><strong>Como chegar em Caxambu de Onibus</strong></p>
<p><strong>Para quem sai do Rio de Janeiro</strong><br />
Viação Cidade do Aço faz o trajeto todos os dias da semana em dois horarios as 8:15 e 22:30 horas<br />
Fones: (21) 2253-8471 - Rodoviária / (21) 2223-2197 - Garagem<br />
Caxambu: (35) 3341-1059 - Rodoviária</p>
<p><strong>Para quem sai de São Paulo</strong><br />
Quem faz o trajeto Caxambu São Paulo é a Viação Cometa: São quatro saidas diarias, ás 15:15; as 19:00 as 23:15 e as 23:30<br />
Fones: (11) 4004-9600 - Rodoviária<br />
Caxambu: (35) 3341-5566 - Rodoviária</p>
<p><strong>Para quem sai de Belo Horizonte</strong><br />
quem faz o trajeto entre Belo Horizonte e Caxambu é a empresa Viação Gardênia, tem dois horarios diarios ás 7:30 e 23:00 horas<br />
(31) 3271-8931 - Rodoviária<br />
Caxambu: (31) 3341-1691 - Rodoviária</p>
<p><strong>Para quem vem de Juiz de Fora </strong><br />
quem faz o trajeto é a empresa Viação Santa Cruz, tem qutro horarios diarios: ás 7:00; 8:00; 12:00 e as 17:45<br />
Fones: (32) 3215-4402 - Rodoviária<br />
Caxambu: (35) 3341-6889 - Rodoviária</p>
<p><strong>Principais Distancias<br />
</strong><br />
Belo Horizonte &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 376 km<br />
São Paulo &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 330 km<br />
Rio de Janeiro &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 270 km<br />
São Lourenço &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 31 km<br />
Juiz de Fora &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 195 km<br />
São João del Rei &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 162 km<br />
Resende &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 120 km<br />
Tres Corações &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 72 km<br />
Lambari &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 60 km<br />
Aparecida &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 120 km</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-267.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-267.jpg' /><br />
Uma das fontes do parque</p>
<p><strong>Dicas do Viajante</strong></p>
<p>O parque é muito bonito, não esqueça de levar garrafas, ou caneca para experimentar as diversas aguas, se esquecer, tem gente que vende garrafa pet na porta do parque. Se você estiver apenas de passagem pela cidade, saiba que é tranquilo conhecer o parque em apenas uma manhã, mesmo se estiver de onibus pode deixar suas malas no guarda volumes da rodoviaria e conhecer o parque que fica ao lado. Prepare-se para ser acediado pelos charreteiros. Proximo a Caxambu tem a cidade de Baependi, lá tem diversas cachoeiras para conhecer. Dentro do parque repare nos jardis e arvores, são muito bonitos. Do lado de fora do parque tem varias barracas com queijos e outras lembrancinhas da cidade. Evite exagerar no consumo das águas dizem que pode sofrer de desenteria. em todas as fontes tem especificado o tipo de água e para que ela serve.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-251.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-251.jpg' /><br />
As árvores secas na epoca do inverno</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Passeio de Maria Fumaça de São João del Rei até Tiradentes</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 17:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Viagem de Trem]]></category>

		<category><![CDATA[Passeio de Maria Fumaça de São João del Rei / Tirade]]></category>

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		<description><![CDATA[Um belo passeio para quem esta na região das cidades históricas de Tiradentes ou de São João del Rei. Para os mais velhos uma volta ao passado, para os jovens é algo diferente dos tempos modernos. O passeio dura em torno de 40 minutos, são cerca de 12 km de trilhos. A Maria Fumaça sai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um belo passeio para quem esta na região das cidades históricas de Tiradentes ou de São João del Rei. Para os mais velhos uma volta ao passado, para os jovens é algo diferente dos tempos modernos. O passeio dura em torno de 40 minutos, são cerca de 12 km de trilhos. A Maria Fumaça sai da estação no centro de São João del Rei tocando seu apito, e logo ja estamos vendo paisagens rurais. A Maria Fumaça vai em ritmo tranquilo, e balançando um pouco, as pessoas vão nas janelas admirando a paisagem (prefira o lado esquerdo saindo de São João e lado Direito saindo de Tiradentes).<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-098.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-098.jpg' /><br />

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<br />
 Na estação de São João del Rei, que data o ano de 1881, tem um museu, sobre a ferrovia com peças e objetos, vale chegar um pouco antes da partida da Maria Fumaça para ver o museu. Na Maria Fumaça vendem doces (pirulito de caramelo e groselha).</p>
<p>Chegando em Tiradentes, você pode optar em ir ao centro historico a pé (uns 800 metros) ou ir de charrete, muitos charreteiros esperam a Maria Fumaça chegar para oferecer o passeio. O centro historico dá tranquilamente para ser conhecido a pé.</p>
<p>Para quem vai de Tiradentes até São João, é bom saber que a estação fica proxima ao centro histórico, basta atravessar a avenida e subir algumas ruas que ja estará no centro, podendo fazer um agradavel passeio a pé pelas ruas históricas e conhecer as igrejas da cidade.</p>
<p>Veja o video que a equipe do GuiaDoViajante Fez do passeio realizado no mês de julho de 2010, época que estivemos percorrendo algumas cidades Historicas de Minas Gerais.</p>
<div id="vvq4c812def55244" class="vvqbox vvqyoutube" style="width:425px;height:335px;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=RY9W0kdwjtU">http://www.youtube.com/watch?v=RY9W0kdwjtU</a></p>
</div>
<p><strong>Atenção:</strong></p>
<p>A Maria Fumaça tem passeios apenas nos finais de semana e de sexta feira, são dois horarios durante o dia, ná época de ferias podem haver mais saidas diarias.</p>
<p><strong>Horarios de Funcionamento:</strong><br />
Sextas-feiras, sábados, domingos e feriados nacionais.<br />
Partida de São João: 10h e 15 horas<br />
Partida de Tiradentes: 13h e 17 horas</p>
<p><strong>Preços:</strong><br />
Ida e volta: R$ 30,00<br />
Um trecho: R$ 18,00</p>
<p>Estudantecom carteirinha valida, menores entre 6 e 10 anos ou maiores de 60 pagam meia entrada, menores de 5 não pagam entrada. Moradores de São João del Rei pagam 10 reais, com apresentação de documentos.</p>
<p><strong>Informações</strong><br />
(32) 3371-8485<br />

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<br />
<strong>Obs:</strong> Se preferir apenas ir de Maria Fumaça saiba que tem onibus de 1 em 1 hora entre as duas cidades que custão 2 reais.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>SÃO LOURENÇO - MG</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1222/sao-lourenco-mg/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/1222/sao-lourenco-mg/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 13:21:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>

		<category><![CDATA[São Lourenço]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade de São Lourenço, no sul de Minas Gerais, integra o Circuito das Águas, uma cidade com boa estrutura para os viajantes, ótimos hotéis, desde os hoteis completos com estrutura de  lazer ou pousadas mais simples, bancos, mercados, farmacias, tudo que você precisa encontra tranquilamente na cidade, que apesar de estar no interior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de São Lourenço, no sul de Minas Gerais, integra o Circuito das Águas, uma cidade com boa estrutura para os viajantes, ótimos hotéis, desde os hoteis completos com estrutura de  lazer ou pousadas mais simples, bancos, mercados, farmacias, tudo que você precisa encontra tranquilamente na cidade, que apesar de estar no interior longe de grandes cidades é muito bem estruturada, e muito bonita. </p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-301.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-301.jpg' /><br />
A grande atração da cidade é o Parque das Águas com suas fontes de água com propriedades minerais que são usadas para o bem estar das pessoas que as experimentão.<br />
O parque com sua area de 430 mil metros quadrados, possui além das suas diversas fontes com varios tipos de agua, um Centro Hidroterapico que possui diversos tipos de banhos, fisioterapia, sauna, massagens entre outros, atraindo pessoas de muitos locais em sua maioria familias e pessoas da melhor idade, vindos da capital paulista e principalmente do estado do Rio de Janeiro, por não ficar muito longe destes destinos.<br />
 Em uma manhã é possivel conhecer todo o parque, não esqueça de levar seu copo ou garrafinha para ir experimentando os diferentes tipos de água das diversas fontes existentes no parque. As águas que saem das fontes não são iguais, algumas tem o gosto parecido, mas se você reparar facilmente verá que não são iguais, a maioria é um pouco gasosa, em todas as fontes tem explicações sobre o tipo de água e para o que ela serve (para curar problemas intestinais por exemplo). No parque é possivel ainda fazer cooper, alugar bicicletas, e para a alegria da criançada, andar de pedalinho em um enorme lago. </p>
<p>Além do Parque das Águas, São Lourenço reserva outros passeios, como o de charrete pelo centro, o passeio de teleferico e o mais interesante deles, o passeio de Maria Fumaça até a cidade vizinha de Soledade de Minas.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-300.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-300.jpg' /><br />
Pedalinho no lago, ao fundo, os belos predios da avenida em frente ao Parque<br />

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<br />
<strong><br />
Parque das Aguas ou das Fontes</strong></p>
<p>Conheça o nome de algumas fontes e para que serve as suas aguas:</p>
<p><strong>Fonte Gasosa - Oriente</strong><br />
Utilizada em disturbios renais, digestivos e em intoxicações.</p>
<p><strong>fonte Alcalina - Vichy</strong><br />
Utilizada para problemas gastricos, da visicula biliar e renais. igual a esta aguá só na cidade de Vichy na França<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-277.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-277.jpg' /></p>
<p><strong><br />
Fonte Ferruginosa - Primavera</strong><br />
utilizada para tratamento de anorexia, anemia, astenia.</p>
<p><strong>Fonte Sulfurosa</strong><br />
Utilizada em disturbios do intestino, problemas alergicos, diabetes e doenças do colageno.</p>
<p><strong>Fonte Carbo Gasosa</strong><br />
Para o tratamento de Hipertensão, depressão e estresse.</p>
<p>O parque abre diariamente das 8:00 às 17:00<br />
Ingressos 5 reais, aposentados, ou  jovens com carteirinha de estudante pagam meia entrada, o ingresso dá direito a sair uma vez do parque e retornar sendo feito isso no mesmo dia.<br />
Fone: 035 - 3332-3066</p>
<p><strong>Passeio de Maria Fumaça</strong><br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-320.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-320.jpg' /><br />
Um belo passeio entre 10 quilometros de trilhos saindo de São Lourenço e indo até a cidade de Soledade de Minas, e voltando.<br />
SÁBADO: 10h e 14h30min<br />
DOMINGO: 10h<br />
FERIADOS: 10h e 14h30min<br />
preço das passagens:<br />
Carro normal: banco de madeira e sem degustação: R$25,00<br />
Carro especial: banco estofado e com degustação de queijos,doces e vinhos: R$35,00<br />
Informações e Reservas: (35) 3332 3011</p>
<p><strong>Como chegar de Carro em São Lourenço</strong></p>
<p>Saindo de São Paulo: pegar a via Dutra, sentido Rio,(pode-se pegar tambem a rodovia Trabalhadores e depois a Dutra). Seguir até a cidade de Cachoeira Paulista,em seguida seguir em direção a cidade de Cruzeiro, e pegar o trevo antes da cidade de Cruzeiro em direção a Passa Quatro. entrar no trevo em Santana do capivari, passando por pouso Alto e em seguida chegar em São Lourenço. Por este percurso são uns 310 km</p>
<p>Saindo do Rio de Janeiro: pegar a via Dutra em direção a SP, entrar em Engenheiro Passos, seguir em direção a Itamonte, passar em pouso Alto e em seguida chegar em São Lourenço. são aproximadamente 270 km. </p>
<p><strong>Como chegar em São Lourenço de Onibus</strong></p>
<p>Saindo de São Paulo: A Viação Cometa faz o percurso diariamente tem quatro saidas da rodoviaria do Tiete: As 15:30; 19:30; 23:15 e 23:30<br />
Fone 0800-942-0030</p>
<p>Saindo do Rio de Janeiro: A viação Bel Tour faz o trajeto Diariamente: As 7:00 e 16:00<br />
Fone: 021 2263-9790</p>
<p>Saindo de Belo Horizonte: A Empresa Gardenia faz o trajeto diariamente. As 12:30 e 23:00<br />
Fone: 031 3201-8117</p>
<p>Saindo de Caxambu: A cada 2 horas tem onibus entre as duas cidades</p>
<p>
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<strong>Principais Distancias Aproximadas para São Lourenço</strong></p>
<p>Rio de Janeiro &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 245 km<br />
São Paulo &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 275 km<br />
Belo Horizonte &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 333 km<br />
Brasilia &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 922 km<br />
Caxambu &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 30 km<br />
Tres Corações &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 90 km<br />
Juiz de Fora &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 230 km<br />
São josé dos Campos &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;215 km<br />
Volta Redonda &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;155 km<br />
Barra Mansa&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.160 km<br />
São Tomé das Letras &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..80 km</p>
<p><strong>Hospedagem em São Lourenço</strong></p>
<p>Muitos hoteis, pelo centro bem proximos ao parque das aguas, alguns com estrutura de lazer como piscinas saunas entre outras coisas. Veja algumas dicas:</p>
<p>Hotel Brasil<br />
fone: 35 - 3332-1313</p>
<p>Hotel Metropole<br />
fone:  35 - 3332-6000</p>
<p>Torre Alta<br />
fone:  35 - 3331-1655</p>
<p>Aliança<br />
fone:  35 - 3332-4300</p>
<p>Santa Rita<br />
fone:  35 - 3332-2522</p>
<p>Hotel Solaris<br />
fone:  35 - 3332-1212</p>
<p>Hotel Negreiros<br />
fone:  35 - 3332-4500</p>
<p><strong>Camping em São Lourenço</strong></p>
<p>Camping e Pousada Fazenda Recanto dos Carvalhos<br />
fone:  35 - 3332-7900</p>
<p><strong>Dicas Do Viajante</strong></p>
<p>Não esqueça de levar uma garrafa, ou caneca para experimentar as águas no parque, em uma das fontes, além da água tem um cano que sai um gás e dizem que é bom respira-lo para tratar de problemas respiratórios, realmente eu experimentei inalar este ar, e melhorou momentaneamente minha respiração. Não é recomendavel exagerar na ingestão da quantidade de aguá dentro do parque, dizem que pode dar dores de barriga. Algumas águas devem ser consumidas em menos de 24 horas, fique atento ao querer encher garrafas para levar pra casa. Dentro do parque tem restaurante e lanchonete. Fora do parque tem muita gente que vende garrafas pet de 2 litros. Na rua de entrada do parque é onde ficam as charretes, você sofrerá assedio dos charreteiros para dar uma volta pela cidade. A estação da maria fumaça fica um pouco afastada do parque mas não é longe, dá pra ir a pé tranquilamente. Em frente ao parque tem muitas lojas de artesanato, e de doces e queijos também.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-viagem-julho-2010-288.jpg' alt='fotos-viagem-julho-2010-288.jpg' /><br />
Tranquilidade no Parque</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guiadoviajante.com/1222/sao-lourenco-mg/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Cicloturismo  Campo  Grande MS até Poconé MT (pelo Pantanal)</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1233/cicloturismo-campo-grande-ms-ate-pocone-mt-pelo-pantanal/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/1233/cicloturismo-campo-grande-ms-ate-pocone-mt-pelo-pantanal/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 00:45:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>

		<category><![CDATA[Cicloturismo de Campo Grande até Poconé pelo Pantanal]]></category>

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		<description><![CDATA[Cicloviagem feita em Julho de 2010 por Hecson Martins e Jordão Yanko

Hecson e Jordão
Bom esse pedal foi uma aventura inesquecível  foram dezesseis dias bem intensos  sendo so sete primeiros com frio intenso o maior problema nesses dias era a tarde na hora do banho não tinha chuveiro era no caninho e a água [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cicloviagem feita em Julho de 2010 por Hecson Martins e Jordão Yanko</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/pantanal-4.jpg' alt='pantanal-4.jpg' /><br />
Hecson e Jordão</p>
<p>Bom esse pedal foi uma aventura inesquecível  foram dezesseis dias bem intensos  sendo so sete primeiros com frio intenso o maior problema nesses dias era a tarde na hora do banho não tinha chuveiro era no caninho e a água era gelada mega gelada ultra gelada&#8230;</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/pantanal-13.jpg' alt='pantanal-13.jpg' /><br />
As bikes carregadas</p>
<p>Saímos de Campo Grande dia 12 de julho com destino a cidade de Rio Negro 150 km so asfalto alias só esse trecho era asfalto no segundo dia saímos de Rio Negro já estávamos no portal do Pantanal  nesse dia dormimos em uma vila que é conhecida como Coloninha. La era nosso ultimo ponto de apoio dali pra frente só tinha fazendas, no terceiro dia paramos para almoçar  e aproveitamos para pescar em uma lagoa foi muito legal so que atrazamos um pouco e tivemos que acampar no mato lembrando que já estávamos no pantanal.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/pantanal-2.jpg' alt='pantanal-2.jpg' /><br />
Primeiro dia na estrada<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/pantanal-3.jpg' alt='pantanal-3.jpg' /></p>
<p>Procuramos dormir sempre nas sedes das fazendas ou nas comitivas que encontramos pelo caminho so mais duas vezes tivemos que dormir sozinhos uma no mato e outra em casinha abandonada,la acabei por acidente pisando em uma cobra, sorte que pisei bem na cabeça ufa depois deu muito medo</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/pantanal.jpg' alt='pantanal.jpg' /><br />
Por do Sol no Pantanal</p>
<p>A hospitalidade do povo pantaneiro e um negocio impressionante em todos os lugares que paramos fomos muito bem recebidos no começo com um pouco de desconfiança, depois de um tiquinho de prosa ja estava tudo bem, um povo incrível tinha muita fartura nem parece com o nosso mundo no Pantanal é diferente, se você chegar perto da hora do almoço pode ter certeza eles vão convinda-lo  para almoçar.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/pantanal-6.jpg' alt='pantanal-6.jpg' /><br />
Familia Hospitaleira</p>
<p>Eu e meu parceiro de viajem acho que pelo fato de estar muito dias juntos as vezes rolava alguns estresses mais tudo bem no final do dia estava tudo tranqüilo,pegamos muitos trechos de areia  com sol muito forte tinha dia que dava saudades do frio rssrsr empurramos muito a bike tinha trechos  muito forte de areia nos últimos dias pegamos muitos caraguatá que são espinhos típico da região, lembro que no décimo quarto dia no final da tarde nossas pernas minaram sangue literalmente tinha muitos arranhados provenientes dos espinhos porque pedalamos por caminhos que passava a bike por isso dos arranhões doía muito ainda bem que levamos kit primeiro socorros há estava esquecendo acho que e bom falar fomos os primeiros cicloturistas a passar pela ponte do rio taquari uma ponte que divide o pantanal da Nhecolandia  com o da região do Paiaguais  a ponte foi inaugurada em novembro de 2009 para facilitar o transporte das boiadas tanto que a ponte e bem  estreita com aproximadamente três metros de largura por 180m de comprimento</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/pantanal-11.jpg' alt='pantanal-11.jpg' /><br />
Atravessando a ponte</p>
<p>No décimo quinto dia chegamos no porto do recreio la não tinha barco para levar - nos até  porto Jofre MT  e não dava para ir pedalando não tinha estrada e a mata era muito fechada  e  era perigoso ficar tentando achar caminho ali nos não podíamos vacilar estou falando de perigo de vida mesmo, bom mais voltando a parte do barco&#8230; , pegamos um barco a remo e subimos o rio São Lourenço para buscar um barco a motor e o piloteiro, remamos uns dez minutos até encontrar o barqueiro ai nos desçemos  até o porto recreio e pegamos nossas bikes e subimos o rio por quarenta minutos ate o porto Jofre MT, acampamos na beira do rio Sao Lourenço e no dia seguinte pedalamos na Transpantaneira MT 060 passamos por lugares lindos, foram        145 km ate a cidade de Pocone MT, La fomos recebidos pelo nosso patricinador que nos levou ate Cuiaba MT ai no dia seguinte retornamos a Campo grande MS de ônibus foram 800km de pedal em uma região bem isolada e de difícil aceso conversamos com pessoas que a mais de um  ano não saiam da fazenda e não sentiam falta da cidade, um lugar abençoado por deus com uma atmosfera  própria so estando La para saber do que eu estou falando, Uma viajem fantásticas passamos por varias situações frio, chuva,calor,saudade de casa da família dos amigos mais no final vale apena faria tudo de novo e vou fazer 2012 tem mais. </p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/pantanal-8.jpg' alt='pantanal-8.jpg' /><br />
Encontramos muitos animais no caminho, entre eles, muitos jacarés<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/pantanal-10.jpg' alt='pantanal-10.jpg' /><br />
Encontro com outros cicloturistas</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/pantanal-7.jpg' alt='pantanal-7.jpg' /><br />
encontro com os cavaleiros</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/pantanal-9.jpg' alt='pantanal-9.jpg' /></p>
<p><strong><br />
Outras Cicloviagens do Hecson</strong><br />
De Campo grande até Cassilandia MS ida e volta.<br />
De Campo Grande até Bonito MS ida e volta.<br />
  A primeira viajem ao Pantanal foi na região da Nhecolandia sozinho saindo de Campo Grande indo até Rio Negro passando boa parte da região da Nhecolandia ate sair na BR 262 retornando a Campo Grande<br />
Hecson começou pedalar indo para a escola dai pra frente não parou mais, &#8220;alem de fazer cicloturismo participo    de competições aqui no estado sou atual tri campeão de montain bike categoria máster&#8221;.                                                                                        </p>
<p><strong>Apoio da Familia</strong></p>
<p>A minha família sempre me deu apoio em tudo que faço quando falo que vou para o pantanal ficam preocupados mais me dão força e isso ajuda porque faço a viajem Sabendo que tenho apoio delas inclusive já fiz ate uma viajem com minha esposa fomos para Bonito foi muito legal</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/pantanal-5.jpg' alt='pantanal-5.jpg' /></p>
<p>Contato do Hecson para mais dicas sobre este roteiro: email: hecson@hotmail.com</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>FESTA DE AGOSTO EM SÃO TOMÉ DAS LETRAS 2010 / PROGRAMAÇÃO</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1157/festa-de-agosto-em-sao-tome-das-letras-2010-programacao/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/1157/festa-de-agosto-em-sao-tome-das-letras-2010-programacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 01:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>

		<category><![CDATA[São Tomé das Letras]]></category>

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		<description><![CDATA[A tradicional festa da colheita que acontece em agosto em São Thomé das Letras ocorre neste ano de 2010 nos dias 20, 21 e 22 de agosto. A programação no palco 1 divulgada até o momento sera a seguinte:
DIA 20 Zé Geraldo às 23 horas
DIA 21: Zé Ramalho às 23 horas
DIA 22: Teodoro e Sampaio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tradicional festa da colheita que acontece em agosto em São Thomé das Letras ocorre neste ano de 2010 nos dias 20, 21 e 22 de agosto. A programação no palco 1 divulgada até o momento sera a seguinte:</p>
<p>DIA 20 Zé Geraldo às 23 horas</p>
<p>DIA 21: Zé Ramalho às 23 horas</p>
<p>DIA 22: Teodoro e Sampaio às 22 horas (entrada 1kg de alimento)</p>
<p><strong>Passaporte para os shows de sexta e sabado</strong></p>
<p>Atelier Pica Pedra (São Tomé das Letras) Fone: 35 - 3237-1288</p>
<p>Para mais detalhes e venda de ingressos DETUR fone: 35 - 3237-1276</p>
<p>Senhor dos Anéis (Tres Corações) 35 - 3232-5704</p>
<p>FONTE: http://www.saothomedasletras.net/</p>
<p>OBS: quando tivermos mais invformações sobre a festa divulgaremos aqui.</p>
<p>
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		</item>
		<item>
		<title>Passeio de Maria Fumaça de Ouro Preto até Mariana</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1144/passeio-de-maria-fumaca-de-ouro-preto-ate-mariana/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/1144/passeio-de-maria-fumaca-de-ouro-preto-ate-mariana/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 12:09:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Viagem de Trem]]></category>

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		<description><![CDATA[Um belo Passeio para quem esta na região de Ouro Preto e Mariana, uma verdadeira volta ao passado, como se não bastace as cosntruções antigas das duas cidades, a Maria Fumaça é mais um complemento da época antiga para quem esta conhecendo essas duas cidades Historicas. Muita historia nos 18 quilometros do passeio, entre Ouro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um belo Passeio para quem esta na região de Ouro Preto e Mariana, uma verdadeira volta ao passado, como se não bastace as cosntruções antigas das duas cidades, a Maria Fumaça é mais um complemento da época antiga para quem esta conhecendo essas duas cidades Historicas. Muita historia nos 18 quilometros do passeio, entre Ouro preto e Mariana, ou Mariana e Ouro Preto, belas paisagens e uma volta ao passado, para os que não viveram esta época e uma boa lembrança de quem viveu, a época dos trens a vapor, carinhosamente chamados de  Maria Fumaça no Brasil.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/maria_fumaca_ouro_preto001.jpg' alt='Maria Fumaça Ouro Preto à Mariana' /><br />
Maria Fumaça Ouro Preto à Mariana -  Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/carlosoliveirareis/2432232477/">Flickr</a></p>
<p>A construção do ramal de Ouro Preto foi iniciada em 1883, tendo seu prolongamento até Mariana concluído em 1914. Em 2006 a linha foi restaurada.<br />
No final do século XIX, com a chegada da ferrovia, se delineou um novo rumo no desenvolvimento econômico local, em relação tanto ao aproveitamento das riquezas minerais, após o ciclo de exploração do ouro, quanto a industrialização.<br />
A partir do século XIX, Ouro Preto e Mariana foram objetos de um movimento de preservação e valorização do patrimônio local, resultado de uma mentalidade modernista que buscou reinventar a tradição. A história recente dessas cidades se faz presente mais na memória e no testemunho de sua população do que em documentos. Os espaços das estações âncora do Trem da Vale e as ações de educação patrimonial que elas abrigam promovem um diálogo promissor entre os diferentes momentos da trajetória local. </p>
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<strong>Imformações Uteis para você fazer este passeio de Maria Fumaça</strong></p>
<p>O trem Funciona as sextas, sabados, domingos e feriados.</p>
<p>Saidas de Mariana: As 9 horas e as 14 horas<br />
Saidas de Ouro Preto: As 11 horas e as 16 horas<br />
Obs: A viagem dura em torno de uma hora.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/maria_fumaca_ouro_preto002.jpg' alt='Maria Fumaça chegando à estação' /><br />
Maria Fumaça chegando à estação -  Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/carlosoliveirareis/2432241429/">Flickr</a><br />
<strong>Preço dos Bilhetes</strong>:<br />
Adulto: ida ou volta - R$ 18,00<br />
Adulto: ida e volta - R$ 30,00<br />
Meia - entrada: ida ou volta - R$ 9,00/ ida e volta- R$ 15,00<br />
Crianças de 0 a 5 anos no colo não pagam<br />
Crianças de 6 a 10 anos pagam meia-entrada<br />
Não há descontos especiais para estudantes<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/maria_fumaca_ouro_preto003.jpg' alt='Paisagem Maria Fumaça' /><br />
Paisagem vista da Maria Fumaça - Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/betta_design/2230089563/">Flickr</a></p>
<p><strong>Horário de Funcionamento das Estações:</strong><br />
Mariana: das 08:30 às 17:30 horas (de terça a domingo)<br />
Ouro Preto: das 09:00 às 18:00 horas (de terça a domingo) </p>
<p><strong>Horário de Funcionamento das Bilheterias para Venda: </strong><br />
Mariana: das 08:00 às 17:00 horas (de quinta a domingo)<br />
Ouro Preto: das 08:00 às 17:00 horas (de quinta a domingo)<br />

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<br />
<strong>Contatos para Informações: </strong><br />
Bilheteria Mariana: (31) 3557-3844 (de quarta a domingo)<br />
Bilheteria Ouro Preto: (31) 3551-7705 (de quinta a domingo)<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/maria_fumaca_ouro_preto004.jpg' alt='Maria Fumaça partindo' /><br />
Maria Fumaça partindo - Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/carlosoliveirareis/2432234461/">Flickr</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.mariana.mg.gov.br">www.mariana.mg.gov.br</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL DE INVERNO DE AMPARO 2010</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1131/programacao-do-festival-de-inverno-de-amparo-2010/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/1131/programacao-do-festival-de-inverno-de-amparo-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 21:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<category><![CDATA[Amparo]]></category>

		<category><![CDATA[Festivais de Inverno]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu a programação do 10º Festival de Inverno de Amparo, durante o mês de julho, a cidade de Amparo que faz parte  do Circuito das Águas se transforma na capital da diversidade cultural.
O 10º Festival de Inverno, promovido pela Prefeitura Municipal de Amparo, chega com cerca de 120 atrações, entre shows musicais, apresentações teatrais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu a programação do 10º Festival de Inverno de Amparo, durante o mês de julho, a cidade de Amparo que faz parte  do Circuito das Águas se transforma na capital da diversidade cultural.<br />
O 10º Festival de Inverno, promovido pela Prefeitura Municipal de Amparo, chega com cerca de 120 atrações, entre shows musicais, apresentações teatrais e de dança, exposição de fotografias e oficinas, tudo gratuito e em praça pública, a Praça Pádua Salles.<br />
Entre os artistas que irão se apresentar no Festival estão atrações locais e regionais, além de atrações de reconhecimento nacional, como o cantor Lenini, que abre o Festival em 03/07, Sérgio Reis que se apresenta em 24/07 e Detonautas que encerra o Festival de Inverno em 31/07.</p>
<p>Dia 26/06 – Sábado<br />
Abertura de Exposição de Fotos – “Especial 10 anos de Festival de Inverno”, com o fotógrafo Reginaldo Leme Pedroso<br />
Horário: 19h30<br />
Local: Pinacoteca Municipal “Dr. Constâncio Cintra<br />
Espaço Edu Bastos – Praça Pádua Salles</p>
<p>Apresentação da Orquestra Experimental do Projeto BAMMA e Convidados<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dia 03/07 – Sábado<br />
Lançamento do livro “ A chácara da Dona Cota”, com o autor Álvaro Luiz Cardoso<br />
Horário: 18h<br />
Local: CITEC - Centro de Informações Turísticas e Culturais Praça Pádua Salles</p>
<p>Música: Martina Marana Quinteto<br />
Horário: 20h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: Show Mosaico Foto-Prosaico – Mirianês Zabot - MPB<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Lenine<br />
Horário: 21h<br />
Local: Palco do Lago</p>
<p>Lenine é muitos e um só: regional, pop, rock, samba, eletrônica, pessoal e universal. Muda para se manter o mesmo. De “Baque Solto”, de 1983, ao trabalho atual “Labiata”, sua trajetória é repleta de interseções que podem apontar para novos caminhos ou simplesmente para formas diversas de se chegar ao mesmo ponto.<br />
Compositor reconhecido pelo seu talento, Lenine escreve músicas de todos os gêneros. A primeira artista a gravar uma composição dele foi Elba Ramalho, depois vieram Fernanda Abreu, O Rappa, Milton Nascimento, Maria Rita, Maria Bethânia e muitos outros que confirmaram sua vocação para compor.<br />
Entre as composições de Lenine está a música “Aquilo que dá no coração”, tema de abertura da novela “Passione”, da TV Globo. Este artista completo você poderá ver na abertura do 10º Festival de Inverno, dia 03 de julho, no Palco do Lago.</p>
<p>Dia 04/07 – Domingo<br />
Show Camerata Darcos - Concerto Orquestral<br />
Horário: 11h<br />
Local: Palco do Lago</p>
<p>Projeto Ciranda Criança - Teatro, dança e música<br />
Horário: 15h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Teatro:  Gestus - Infantil<br />
Horário: 16h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: Marco Aguyar - Canções autorais e releituras<br />
MPB, POP ROCK Brasil<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Banda de Argila” – MPB e Rock<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Música: Daisy Cordeiro – Samba e MPB<br />
Horário: 21h<br />
Local: Palco do Lago</p>
<p>Dia 05/07 – Segunda-feira<br />
Música: “Banda Mandrak&#8217;s” (Novos Talentos)<br />
Horário: 20h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: Banda Tempo Livre – O melhor do Pop Rock<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dia 06/07 – Terça-feira<br />
Oficina: “Anjo de Sisal”<br />
Professora: Camila P. Tricárico<br />
Horário: das 14h às 17h<br />
Local: EMEF. Gasparzinho – Praça Pádua Salles</p>
<p>Música: Coral Vida Iluminada - AMU - Associação Mulher Unimediana<br />
Horário: 20h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: Coral Unimed Musical<br />
Horário: 21h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: Soul Brasil  “Trio de MPB - Samba - Groove”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Palco da Radio</p>
<p>Dia 07/07 – Quarta-feira<br />
Música: Beth Machado e Banda apresentam - “Entre Irmãos – Caetano e Bethânia”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: Quarteto Ypê Amarelo – Som Independente<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dia 08/07 – Quinta-feira<br />
Oficina: “Acessórios para Árvore de Natal em patchwork”<br />
Professora: Patrícia Marinangelo<br />
Horário: das 14h às 17h<br />
Local: EMEF. Gasparzinho – Praça Pádua Salles</p>
<p>Música: Adriana Voltan interpreta Adoniram Barbosa e Paulinho da Viola<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: Pão na Chapa – Samba, Rock &#038; Soul<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dança: “Tango Uma Pasion” - Espetáculo com Academia Ponto da Dança<br />
Direção Artística: Kátia Bueno e Heleonora Lucas<br />
Horário: 21h<br />
Local: Palco do Lago</p>
<p>Dia 09/07 – Sexta-feira<br />
Oficina: Bolas de Natal em patchwork<br />
Professora: Patrícia Marinangelo<br />
Horário: das 14h às 17h<br />
Local: EMEF. Gasparzinho – Praça Pádua Salles</p>
<p>Teatro: Banda Festa – Recreação Infantil - Cia Teatral Bote a Boca<br />
Horário: das 14h às 18h<br />
Local: Concha Acústica e Praça Pádua Salles</p>
<p>Curso Técnico e Teórico de Capoeira - Mestre Camisa - Presidente Fundador do Grupo Abada Capoeira<br />
Horário: das 18h às 22h<br />
Local: Associação Esportiva Irapuã</p>
<p>Teatro: “Heterônimos Cia Teatral” - Infantil (Novos Talentos)<br />
Horário: 16h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: Surfistas Urbanos - Com o melhor do Pop Rock<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: Intravenal Grooves S/A - Gafieira Americana<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dança: “Noite de Gala”<br />
Academia Conservatório Integrado - Direção Artística de Geni Tolloto Fernandes<br />
Horário: 21h<br />
Local: Palco do Lago</p>
<p>Dia 10/07 – Sábado<br />
1º Amparo Skate – Iniciantes - Treino Livre<br />
Participação da Equipe Crail<br />
Horário: das 14h às 19h<br />
Local: Pista de Skate do Parque Linear</p>
<p>Teatro: “Cia. Colorir” - Infantil<br />
Horário: das 13h às 17h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Curso Técnico e Teórico de Capoeira - Mestre Camisa, Presidente Fundador do Grupo Abada Capoeira<br />
Horário: das 9h às 12h e das 14h30 às 18h<br />
Local: Associação Esportiva Irapuã</p>
<p>Música: Coral Flor da Montanha e Orquestra<br />
Horário: 19h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Los Negritos”- Música Gospel (Capela)<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: Banda Freedom – Música Gospel<br />
Horário: 19h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>PG e Banda<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>O cantor PG nasceu na cidade de São Paulo e aos 6 anos de idade, sua família mudou-se para o interior do Estado, onde ele descobriu duas grandes paixões: o futebol e a música, o cantor chegou a jogar futebol defendendo o time da região, ainda na adolescência, mas foi na música que ele ganhou reconhecimento, como um dos principais artistas Gospel.<br />
A primeira banda da qual fez parte foi, a “Sanctuarim Band”, a convite de seu primo, onde começou tocando baixo, depois assumindo o vocal. Mais tarde, com alguns amigos, formou a banda Corsário.<br />
PG participou de outras Bandas, até em 1997, o ser convidado para entrar na Oficina G3. Com a banda Oficina G3 o cantor gravou quatro CDs (todos com vendagem superior a 100 mil cópias) e dois vídeos (Acústico e O Tempo).<br />
Em 2004 gravou seu meu primeiro CD solo, intitulado ADORAÇÃO (Disco de Ouro) em 2006 o CD DE UM LADO A OUTRO (Disco de Ouro e do Troféu Talento de melhor Álbum de Rock de 2006.<br />
PG e Banda se apresentam no 10º Festival de Inverno de Amparo no dia 10/07, no Palco da Rádio.Horário: 21h<br />
Local: Palco do LagoToque no AltarFundado em 2002 o Toque no Altar se destacou no cenário nacional como um grupo inovador na música gospel do Brasil, com um perfil pop rock de letras marcantes e melodias bem elaboradas.<br />
Dentre seus grandes sucessos estão os CDs: Toque no Altar, Restituição, Olha pra mim e É impossível, sendo que seu mais recente lançamento, A Vitória da Fé, está rompendo marcas em vendagens e estabelecendo novos caminhos.<br />
Em toda sua história, o grupo já vendeu mais de 500 mil cópias e seus materiais estão entre os mais vendidos, tendo se mantido, nos últimos 4 anos, no ranking dos grupos mais pesquisados em sites de curiosidades e assuntos do meio gospel. Em sites que disponibilizam letras, cifras e partituras, o grupo está no top 5 das buscas de músicas.<br />
O grupo Toque no Altar se apresenta dia 10/07, no Palco do Lago.</p>
<p>Dia 11/07 – Domingo<br />
1º Amparo Skate – Iniciantes<br />
Competição de Skate Mirim / Iniciantes e Iniciantes Aberto<br />
Participação da Equipe Crail<br />
Horário: das 8h às 18h<br />
Local: Pista de Skate do Parque Linear</p>
<p>Festival Nacional da Arte Capoeira 2010<br />
Horário: das 10h às 13h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Teatro: Bonecos de Mamulengos -“Bendito - Os Beneditos” - Infantil<br />
Horário: às 14h e às 16h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Nova Wave”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: Appellation Contrôlée, música francesa com Jucilene Buosi (voz) Delvid Santos (violão) e  convidados<br />
Horário: 20h</p>
<p>Grupo MAWACA<br />
Local: Palco RádioHorário: 21h<br />
Local: Palco do Lago</p>
<p>Com 14 anos de carreira, o Mawaca produziu 6 álbuns e o DVD “Mawaca pra todo canto”e um livro. Seu mais recente CD Ruprestes  Sonoros é voltado para os cantos indíginas da Amazônia. O grupo é referência no cenário da música do mundo no Brasil e tem participado de festivais na Europa e na América Latina. Foi selecionado para representar o Brasil na WOMEX – Feira de World Music em Sevilha em 2003 e na POPKOMM em Berlim em 2006.<br />
O grupo prepara para 2010 as comemorações dos seus 15 anos de carreira com apresentações dos shows: Inquilinos do Mundo (repertório dos povos nômades, ciganos); Rupestres Sonoros (canções dos povos da Amazônia); o espetáculo infantil de todos os Cantos do Mundo e o show Ikebanas Sonoras com repertório japonês.</p>
<p>Dia 12/07 – Segunda-feira<br />
Oficina:  “Anjo Natalino em bucha vegetal”<br />
Professora: Dora Rodrigues<br />
Horário: das 14h às 17h<br />
Local: EMEF. Gasparzinho – Praça Pádua Salles</p>
<p>Oficina: “Dança de Salão” - Forró, Samba de Gafieira, Salsa e Sertanejo Universitário<br />
Professoras Kátia Bueno e Heleonora Lucas<br />
Horário: das 19h às 20h30<br />
Local: Quadra EMEF. Gasparzinho – Praça Pádua Salles</p>
<p>Música: “Banda Influence”- Novos Talentos<br />
Horário: 20h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Banda D.I.Z. No More”- Pop Rock<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dia 13/07 – Terça-feira<br />
Oficina: “ Dança de Salão”- Forró, Samba de Gafieira, Salsa e Sertanejo Universitário<br />
Professoras Kátia Bueno e Heleonora Lucas<br />
Horário: das 19h às 20h30<br />
Local: Quadra EMEF. Gasparzinho – Praça Pádua Salles</p>
<p>Música: “Namut” – Escola de Música<br />
Horário: 20h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Banda Lethal Fear” – Heavy Metal<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dia 14/07 – Quarta-feira<br />
Oficina: “Dança de Salão”- Forró, Samba de Gafieira, Salsa e Sertanejo Universitário<br />
Professoras Kátia Bueno e Heleonora Lucas<br />
Horário: das 19h às 20h30<br />
Local: Quadra da EMEF. Gasparzinho – Praça Pádua Salles</p>
<p>Música: “The – Trio”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Banda Blackout”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dia 15/07 – Quinta-feira<br />
Oficina: “Dança de Salão”- Forró, Samba de Gafieira, Salsa e Sertanejo Universitário.<br />
Professoras Kátia Bueno e Heleonora Lucas<br />
Horário: das 19h às 20h30<br />
Local: Quadra da EMEF. Gasparzinho – Praça Pádua Salles</p>
<p>Música: Sussi Miotto e Banda Vitrola - “30 e 40 – Na Era do Rádio”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Banda Equalize” - Projeto Gramophone – Clássicos do Rock<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Música: “Paulo Gazela Blues Band”<br />
Horário: 21h<br />
Local: Palco do Lago</p>
<p>Dia 16/07 – Sexta-feira<br />
Oficina: “Dança de Salão”- Forró, Samba de Gafieira, Salsa e Sertanejo Universitário<br />
Professoras Kátia Bueno e Heleonora Lucas<br />
Horário: das 19h às 20h30<br />
Local: Quadra da EMEF. Gasparzinho – Praça Pádua Salles</p>
<p>Dança: “Divertissement” - Centro de Dança Adriana Spinelli<br />
Horário: 21h<br />
Local: Palco do Lago</p>
<p>Música: “Chorinho Pro Santo”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Casa Caiada”<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dia 17/07 – Sábado<br />
Teatro: “Cia. Colorir” - Infantil<br />
Horário: das 13h às 17h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Oficina:  “Dança de Salão”- Forró, Samba de Gafieira, Salsa e Sertanejo universitário<br />
Professoras Kátia Bueno e Heleonora Lucas<br />
Horário: das 17h às 18h30<br />
Local: Quadra da EMEF. Gasparzinho – Praça Pádua Salles</p>
<p>Teatro: A Noiva Cadáver<br />
Horário: 19h30<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Música: “A Fantástica Maddame Butterfly”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Teatro Musical: Superprodução Teatral  “Ame a Amazônia”<br />
Horário: 21h<br />
Local: Palco do Lago</p>
<p>Dia 18/07 – Domingo<br />
4º Caminhada do Leite<br />
Local: Praça Pádua Salles – em frente ao Palco da Rádio, cConcentração às 8h. Início às 9h<br />
Inscrições: de 12 a 16 de julho<br />
Informações pelo Telefone 3807-4659</p>
<p>Oficina:  “Dança de Salão”- Forró, Samba de Gafieira, Salsa e Sertanejo Universitário<br />
Professoras Kátia Bueno e Heleonora Lucas<br />
Horário: das 17h às 18h30<br />
Local: Quadra da EMEF. Gasparzinho – Praça Pádua Salles</p>
<p>Teatro: “A Turma do Foguinho”- Infantil<br />
Horário: 16h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Jogando Tango”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Café Tango” - Tango Instrumental<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Grupo Tarancón<br />
Horário: 21h<br />
Local: Palco do Lago</p>
<p>O Tarancón é precursor na pesquisa e execução de músicas populares da América Latina no Brasil e tem mais de trinta anos de história. A história do grupo se pauta pela propaganda do tipo &#8220;boca a boca&#8221;, desde a fundação do grupo, no início da década de setenta, quando recusou uma apresentação no programa Fantástico. Foi o primeiro grupo a montar sua gravadora independente. Também é pioneiro em misturar música brasileira e latinoamericana, além de ter em seus shows um pintor elaborando suas obras ao vivo.<br />
Nos anos oitenta, o Tarancón foi o único a se apresentar em todos os comícios &#8220;Diretas Já&#8221; em São Paulo, quando se apresentou para mais de 1,8 milhões de pessoas<br />
O Tarancón já se apresentou junto a artistas bolivianos, chilenos, cubanos, paquistaneses, marroquinos, espanhóis, argentinos, turcos, brasileiros, nicaraguenses, paraguaios, peruanos e uruguaios.<br />
A musicalidade latina de Tarancón estará no 10º Festival de Inverno de Amparo no dia 18 de julho.</p>
<p>Dia 19/07 – Segunda-feira<br />
Oficina: “Sino de Barro”<br />
Professora: Camila P. Tricárico<br />
Horário: das 14h às 17h<br />
Local: EMEF. Gasparzinho – Praça Pádua Salles</p>
<p>Oficina: “Dança de Salão”- Forró, Samba de Gafieira, Salsa e Sertanejo Universitário<br />
Professoras Kátia Bueno e Heleonora Lucas<br />
Horário: das 19h às 20h30<br />
Local: Quadra da EMEF. Gasparzinho – Praça Pádua Salles</p>
<p>Teatro: “Soldadores de Sonho&#8230;”- Novos Talentos<br />
Grupo de Teatro Magneti Marelli<br />
Horário: 20h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Um trem para as Estrelas” – Cazuza Tributo<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dia 20/07 – Terça - feira<br />
Oficina: Estrela e Bola de Natal em Metalóide<br />
Professora Camila Porteiro Tricárico<br />
Horário: das 14h às 17h<br />
Local: EMEF. Gasparzinho – Praça Pádua Salles</p>
<p>Música: Apresentação alunos de Guitarra<br />
Conservatório Integrado – Prof. Joel Adriano<br />
Horário: 20h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Goback” – Hits 80 e 90<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dia 21/07 – Quarta- feira<br />
Música: “Plano de Fuga”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: Orquestra Obirici de Viola Caipira<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Palco da RádioDia 22/07 – Quinta-feira</p>
<p>Música: Evelyn e Banda - A Poesia de Vinícius de Moraes em Samba e Bossa<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Dança: “Projeto R.D.R. Dança de Rua”<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Musica: “Zanza Simião e Banda Embala Eu” - Samba e MPB<br />
Horário: 21h<br />
Local: Palco do Lago</p>
<p>Dia 23/07 – Sexta-feira<br />
Música: “Choro e Etc”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: ForródiFole “O melhor do forró universitário e pé de serra”<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dança: “Mostra de Dança” - Jazz - Ballet - Dança do Ventre - Academia de Dança Grazielle Godoy<br />
Horário: 21h<br />
Local: Palco do Lago</p>
<p>Dia 24/07 – Sábado<br />
Teatro: Bonecos de Mamulengos “Bendito – Os Beneditos” Infantil<br />
Horário: às 14h e às 16h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Companhia da Seresta – Aos 100 anos de Noel Rosa”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Orquestra Mogimiriana de Viola Caipira<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Sérgio Reis e Banda<br />
Horário: 21h<br />
Local: Palco do Lago</p>
<p>Sérgio Reis é como aqueles grandes ídolos da música americana que partiram das raízes da música country para inventar um novo gênero pop(ular). Seu arrojo ficou claro em 1958, quando, aos 16 anos, já se arriscava na estréia na TV cantando a “Conceição” imortalizada por Cauby.<br />
As 16 faixas do atual trabalho de Sérgio Reis, Coração Estradeiro, mostram o cantor de volta às paixões e alegrias da vida do campo e das estradas, com convidados como Dominguinhos e Roberta Miranda.<br />
A Sérgio é familiar tanto o Brasil urbano quanto as infinitas extensões rurais, mas a sua trajetória foi inversa. Seu primeiro grande sucesso, em 1967, foi a inesquecível “Coração de Papel”, de sua própria autoria, no auge do iê-iê-iê. Foi em 1973, excursionando por todo o Brasil, que Sérgio acabou ouvindo aquela música que o marcaria – e marcaria a cultura do país – para sempre. No interior de Minas ele ouviu uma dupla local cantar “O Menino da Porteira”, que seria o carro-chefe de seu primeiro álbum sertanejo, mas também a música que levou a legítima expressão brasileira a tocar nas rádios FM.<br />
Esse é o grande papel de Sérgio Reis na música brasileira – deixar claro o bom gosto e a comunicabilidade universal que há na cultura de raiz.<br />
Sérgio Reis irá apresentar a verdadeira face do Brasil no 10º Festival de Inverno de Amparo, dia 24 de julho, no Palco do Lago.</p>
<p>Dia 25/07 – Domingo<br />
Teatro: “Banda Festa” – Recreação Infantil<br />
Cia Teatral Bote a Boca<br />
Horário: das 14h às 18h<br />
Local: Concha Acústica e Praça Pádua Salles</p>
<p>Música: Banda ZAP! – Pop Rock e Flash Back<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Música: Toninho Bossi Instrumental<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha  Acústica</p>
<p>Friziléia<br />
Horário: 21h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Espetáculo Teatral com Elizabeth SavalaFriziléia, um monólogo sobre a rotina de uma dona-de-casa, é uma oportunidade para conferir o carisma e o talento humorístico da atriz Elizabeth Savalla. Na peça, ela interpreta uma quarentona em apuros com o marido e a sogra.<br />
Para a platéia, é imediata a identificação com as queixas de uma mulher sobre o marido que só quer saber de futebol e com o louco desejo dela de voltar a ter uns quilinhos a menos. Sozinha no palco, Elizabeth Savalla contracena com projeções pré-gravadas, em situações corriqueiras e muito cômicas, escritas por Camilo Áttila, há dezoito anos casado com a atriz.<br />
Elizabeth Savalla está na TV desde 1972, quando participou do teleteatro &#8220;A Casa Fechada&#8221;, na TV Cultura, e em 1975 já ganhava o prêmio de revelação da televisão brasileira da APCA, além do Troféu Imprensa de personalidade feminina, pela atuação na novela Gabriela, quando interpretou a personagem Malvina.<br />
Seus últimos trabalhos na TV foram nas novelas Chocolate com Pimenta (2003, personagem: Jezebel Canto e Melo), Alma Gêmea (2005, personagem: Agnes Saboya), Sete Pecados (2007, personagem Rebeca Ferraz) e Caras e Bocas (2009, personagem: Socorro Batista).</p>
<p>Dia 26/07 – Segunda-feira<br />
Música: “Banda Alfradky” – Novos Talentos<br />
Horário: 20h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “O  Trio”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dia 27/07 – Terça-feira<br />
Música: “Adágio” - Escola de Música: Alunos e Professores<br />
Horário: 20h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “De Todas as Maneiras que há de amar” - Canções de Chico Buarque interpretadas por Wolf Borges (voz)<br />
Delvid Santos (violão) e convidados<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dia 28/07 – Quarta-feira<br />
Música: “Luciano Abruzez”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Pra Cantar a Batucada” – QCV e Banda<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dia 29/07 – Quinta-feira<br />
Música: “Quarteto de Cordas Arcos da Serra”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Dança: “Procura-se Elenita Queiroz II” - Grupo das Escaravelhas<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Dia 30/07 – Sexta-feira<br />
Música: “Baião de Cinco”<br />
Horário: 20h30<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “O Quinteto”<br />
Bossa Jazz Ultra Cool<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Música: Álvaro Luis Cardoso e músicos convidados<br />
Show Destaque - Prêmio Estímulo<br />
Horário: 21h<br />
Local: Palco do Lago</p>
<p>Dia 31/07 – Sábado<br />
Música:  Fator 3 – Groove e Pop Rock Nacional e Instrumental”<br />
Horário: 20h<br />
Local: Concha Acústica</p>
<p>Música: “Marcel Ziul”  – Blues, Rock e Soul<br />
Horário: 20h<br />
Local: Palco da Rádio</p>
<p>Detonautas<br />
Horário: 21h<br />
Local: Palco do Lago</p>
<p>Detonautas Roque Clube tem uma história que se mistura com o início da febre da Internet no Brasil. Em 1997, Tico Santa Cruz apareceu em uma sala de bate-papo perguntando se alguém ali tocava algum instrumento, Eduardo Simão, que também frequentava a sala, respondeu e passou a ser conhecido por seu nick das salas de bate-papo: Tchello.<br />
Após o encontro dos dois precursores no Rio de Janeiro, a banda passou por várias formações, até que mais integrantes fossem recrutados através da Internet. O fato de como a banda foi formada repercutiu no seu nome: Detonautas = detonadores + internautas.Graças à insistência principalmente de Tico Santa Cruz e à providencial ajuda de seu amigo, Gabriel, O Pensador, os Detonautas foram conseguindo seu espaço.<br />
Entre os sucessos da banda estão as músicas &#8220;Outro Lugar&#8221;, &#8220;Quando O Sol Se For&#8221;, &#8220;O Amanhã&#8221;, &#8220;Tênis Roque” &#8220;Dia Comum&#8221;, &#8220;Você Me Faz Tão Bem&#8221; e &#8220;Só Por Hoje&#8221;.<br />
Detonautas Roque Clube é a atração de encerramento do 10º Festival de Inverno de Amparo, dia 31 de julho, no Palco do Lago.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO DIÁRIA</strong></p>
<p>Exposição Fotogáfica “Especial 10 anos de Festival”<br />
Imagine 10 anos do maior evento cultural da região em um único espaço. Isso é o que você poderá conferir durante os 35 dias da Exposição Fotográfica “Especial 10 anos de Festival”, que será realizada durante todo o 10º Festival de Inverno de Amparo, na Pinacoteca Municipal Dr. Constâncio Cintra.<br />
As fotos captadas pelo fotografo oficial do evento, Reginaldo Leme Pedroso estarão ao alcance do olhar de todas as pessoas que visitarem a Praça Pádua Salles. São memórias dos grandes shows que já passaram pelos palcos do Festival, mas também, lembranças das atrações locais e regionais e dos cartazes de divulgação das edições do evento, que se consolidou com uma das grandes festas do Circuito das Águas Paulistas.<br />
Entre as mais de 420 imagens, distribuídas em 17 mosaicos no formato 60&#215;90cm, estão também flagrantes de bastidores do evento, como a montagem dos palcos, ensaios de bandas e flagrantes captados durante as edições anterios do Festival.<br />
Então não deixe de prestigiar a Exposição “Espacial 10 anos de Festival”, na Pinacoteca Municipal localizada na Praça Pádua Salles, a mesma em que será realizado o 10º Festival de Inverno de Amparo.<br />
Data: de 26 de junho a 31 de julho, das 9h às 22h<br />
Local: Pinacoteca Municipal Dr. Constâncio Cintra<br />
Espaço Cultural Edu Bastos - Praça Pádua Salles, s/nº.</p>
<p>Meditação e Qualidade de  Vida - Encontro na Praça<br />
Dias 07, 13, 19 e 21 de julho<br />
Organização Brahma Kumaris<br />
Local: Praça Pádua Salles<br />
Horário: das 11h às 16h</p>
<p>Exposição de artistas plásticos brasileiros<br />
XV Circuito Internacional de Arte Brasileira<br />
Berlim/Alemanha – Praga/Republica Tcheca e Amparo/Brasil<br />
Data: de 24 à 31 de julho de 2010<br />
Horário: das 8h às 17h<br />
Local: Hall do Paço Municipal Prefeito Carlos Piffer<br />
Endereço: Avenida Bernardino de Campos, 705</p>
<p>Escritores amparenses<br />
Os Escritores Amparenses estarão presentes na programação do Festival de Inverno. A exposição tem como objetivo difundir, nos mais diversos gêneros, a produção literária do Município.<br />
Horário: das 9h às 22h<br />
Local: Pinacoteca Municipal “Dr. Constâncio Cintra“<br />
Espaço Edu Bastos<br />
Data: de 03 à 31 de julho de 2010<br />
Praça Pádua Salles, s/nº.</p>
<p>Praça de alimentação<br />
De segunda a quinta, a partir das 18h<br />
De sexta a domingo, a partir das 14h<br />
Local: Praça Pádua Salles</p>
<p>Casa do Artesanato<br />
Diariamente, das 9h às 22h<br />
Local: Praça Pádua Salles</p>
<p>Espaço das fazendas<br />
Diariamente, das 19h às 22h<br />
Culinária típica das antigas fazendas de Amparo<br />
Local: Praça Pádua Salles<br />
<strong><br />
Todas as atrações do 10º Festival de Inverno de Amparo são gratuitas</strong></p>
<p> INFORMAÇÕES</p>
<p>CITEC - Centro de Informações Turísticas e Culturais<br />
(19) 3808-6131LOCAL DO EVENTO<br />
Praça Pádua Salles, centro</p>
<p>fonte:Prefeitura Municipal de Amparo http://www.amparo.sp.gov.br</p>
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		</item>
		<item>
		<title>PROGRAMAÇÃO - 10º FESTIVAL DE INVERNO PARANAPIACABA 2010</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1130/programacao-10%c2%ba-festival-de-inverno-paranapiacaba-2010/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 13:34:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<category><![CDATA[Paranapiacaba]]></category>

		<category><![CDATA[Festivais de Inverno]]></category>

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		<description><![CDATA[Expresso Turístico e palco no campo de futebol estão entre as novidades.
O Festival de Inverno de Paranapiacaba completa 10 anos com diversas novidades para a população da região do ABC. A principal delas é a chegada do Expresso Turístico, linha de trem que ligará a estação da Luz, na Capital, à Vila Ferroviária, com parada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Expresso Turístico e palco no campo de futebol estão entre as novidades.</em></p>
<p>O Festival de Inverno de Paranapiacaba completa 10 anos com diversas novidades para a população da região do ABC. A principal delas é a chegada do Expresso Turístico, linha de trem que ligará a estação da Luz, na Capital, à Vila Ferroviária, com parada na estação de Santo André. Durante o festival – a ser realizado nos dias 17, 18, 24 e 25 de julho –, a viagem ocorrerá aos domingos, com saída pela manhã e retorno no final da tarde.</p>
<p>Outra novidade será o palco no campo de futebol, que substituirá o do Viradouro, uma vez que o trem turístico ocupará aquele espaço. As atrações musicais são outro forte do festival. Estão confirmados shows de Léo Maia, Fernanda Porto, Ed Mota, Ana Cañas, Zeca Baleiro, Isabela Taviani, Virginia Rosa, Zélia Duncan e Maria Rita, entre outros. Todos os shows são gratuitos.</p>
<p>Neste ano, a programação do Festival de Inverno de Santo André começa sempre a partir das 11h. As principais atrações se apresentarão no palco do campo de futebol (Av. Fox, s/n) e no Clube União Lyra-Serrano (Rua Antonio Olyntho, s/n). Haverá atividades também no Antigo Mercado (Rua Campos Sales, s/n) e no Coreto do Clube ULS, além de outros espaços da Parte Baixa da Vila.</p>
<p>No primeiro dia do evento, as principais atrações são o cantor o compositor carioca Léo Maia (às 15h, no palco do campo de futebol), a cantora Lulina (16h30, no Clube União Lyra-Serrano), Fernanda Porto (18h30, no palco do Antigo Mercado) e, para fechar a programação, Ed Motta (19h30, palco do campo de futebol).</p>
<p>No domingo, a grande atração é Zeca Baleiro. Ele se apresenta com sua banda às 18h30, no palco do campo de futebol. Antes, às 15h, o mesmo palco recebe Ana Cañas, um dos principais nomes da nova Música Popular Brasileira.</p>
<p>O segundo fim de semana do 10º FIP terá como atrações centrais Zélia Duncan e Isabela Taviani, que se apresentam no sábado, às 19h30 e às 15h, respectivamente, no palco do campo de futebol. No domingo, a cantora e compositora Maria Rita encerra em grande estilo o festival com show às 19h30 no palco do campo de futebol. Outro nome de destaque deste fim de semana é Virginia Rosa, cuja apresentação será no sábado, às 18h30, no Antigo Mercado – no domingo, o local recebe às 18h30 a Irmandade do Blues.</p>
<p>Os organizadores do evento reservaram espaço para os novos talentos da música e de outras artes da região do Grande ABC. Para tanto foi criada a sessão “Revelações” do festival, a qual contará com apresentações de Juliana Lima (dia 17), Éder Palmieri (dia 18), Roberta Tiepo (dia 24) e Thais Helena (dia 25). Estes shows serão realizados sempre às 12h30 no Clube ULS, além de outros espaços e horários a serem definidos dentro da programação do festival.</p>
<p><strong>Expresso Turístico</strong><br />
Durante o festival, a viagem no Expresso Turístico funcionará aos domingos, com saída pela manhã e retorno no final da tarde. Depois do evento, os passeios serão quinzenais, também sempre aos domingos, com saída pela manhã da estação da Luz, com parada na estação de Santo André, seguindo à Vila Ferroviária, onde os visitantes poderão passear durante o dia. O retorno será no final da tarde, com parada em Santo André e chegada na estação da Luz.</p>
<p>A composição contará com locomotiva a diesel e dois carros reformados pela CPTM que transportarão 172 passageiros. Este dois carros foram reformados e cedidos pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária. A iniciativa é uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Santo André, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), o Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a MRS Logística.</p>
<p>Para receber os turistas foi construída plataforma ao lado do antigo galpão que abrigava a oficina, próxima ao Viradouro, na Parte Baixa. Após o desembarque, os visitantes serão recebidos no prédio da antiga padaria, cujo restauro foi concluído em 2009, localizada nas proximidades da plataforma. A intenção da Prefeitura é restaurar o antigo galpão, o qual funcionará como estação para a recepção dos turistas.</p>
<p>A 10ª edição do Festival de Inverno de Paranapiacaba é uma realização da Prefeitura de Santo André em parceria com o SESC. Mais informações podem ser obtidas no site da Prefeitura – www.santoandre.sp.gov.br – ou pelo telefone 0800 019 19 44. Para informações sobre o Expresso Turístico acesse a página da CPTM: www.cptm.sp.gov.br.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre a vila e opções de hospedagem</strong> <a href="http://guiadoviajante.com/149/paranapiacaba-sp/">Entre aqui</a></p>
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<p><strong>PROGRAMAÇÃO DO SABADO DIA 17 DE JULHO</strong></p>
<p>11h00<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano<br />
Coral de Santo André</p>
<p>12h30<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano<br />
Juliana Lima</p>
<p>14h00<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano<br />
A confirmar</p>
<p>14h00<br />
Sesc<br />
Antigo Mercado<br />
Projeto B</p>
<p>15h00<br />
Principal<br />
Campo de futebol<br />
Léo Maia</p>
<p>16h30<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano<br />
Lulina</p>
<p>17h00<br />
Coreto do Lyra<br />
Dança Cigana</p>
<p>18h30<br />
Sesc<br />
Antigo Mercado<br />
Fernanda Porto</p>
<p>19h30<br />
Principal<br />
Campo de futebol<br />
Ed Motta</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO DO DOMINGO DIA 18 DE JULHO</strong></p>
<p>11h00<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano<br />
Orquestra Sinfônica de Santo André</p>
<p>12h30<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano<br />
Elder Palmieri</p>
<p>14h00<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano</p>
<p>14h00<br />
Sesc<br />
Antigo Mercado<br />
Pedra Branca</p>
<p>15h00<br />
Principal<br />
Campo de Paranapiacaba<br />
Ana Cañas</p>
<p>16h30<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano<br />
Rafael Castro</p>
<p>17h00<br />
Coreto do Lyra<br />
A confirmar</p>
<p>18h30<br />
Sesc<br />
Antigo Mercado<br />
Igor Prado</p>
<p>19h30<br />
Principal<br />
Campo de Paranapiacaba<br />
Zeca Baleiro</p>
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<p><strong>PROGRAMAÇÃO DO SABADO DIA 24 DE JULHO</strong></p>
<p>11h00<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano<br />
Banda Lira de Santo André</p>
<p>12h30<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano<br />
Roberta Tiepo</p>
<p>14h00<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano<br />
Popo Vull (Escola Livre de Teatro)</p>
<p>14h00<br />
Sesc<br />
Antigo Mercado<br />
Nô Stopa</p>
<p>15h00<br />
Principal<br />
Campo de futebol<br />
Isabela Taviani</p>
<p>16h30<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano<br />
Tulipa</p>
<p>17h00<br />
Coreto do Lyra<br />
A confirmar</p>
<p>18h30<br />
Sesc<br />
Antigo Mercado<br />
Virgínia Rosa</p>
<p>19h30<br />
Principal<br />
Campo de futebol<br />
Zélia Duncan</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO DO DOMINGO DIA 25 DE JULHO</strong></p>
<p>11h00<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano<br />
New Orleans Jazz Band</p>
<p>12h30<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano<br />
Thais Helena</p>
<p>14h00<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano<br />
Dança das Mulheres (escola Livre de Dança)</p>
<p>14h00<br />
Sesc<br />
Antigo Mercado<br />
Projeto Nave</p>
<p>15h00<br />
Principal<br />
Campo de futebol<br />
Bruna Caran</p>
<p>16h30<br />
Revelações<br />
Clube União Lyra-Serrano<br />
Da Lua</p>
<p>17h00<br />
Coreto do Lyra<br />
Street Dance (Escola Livre de Dança)</p>
<p>18h30<br />
Sesc<br />
Antigo Mercado<br />
Irmandade do Blues</p>
<p>19h30<br />
Principal<br />
Campo de futebol<br />
Maria Rita</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guiadoviajante.com/1130/programacao-10%c2%ba-festival-de-inverno-paranapiacaba-2010/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>FESTIVAL DE INVERNO SERRA NEGRA 2010 - PROGRAMAÇÃO</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1129/festival-de-inverno-serra-negra-2010-programacao/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/1129/festival-de-inverno-serra-negra-2010-programacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 00:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<category><![CDATA[Serra Negra]]></category>

		<category><![CDATA[Festivais de Inverno]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://guiadoviajante.com/1129/festival-de-inverno-serra-negra-2010-programacao/</guid>
		<description><![CDATA[Divulgada a programação do festival de inverno da cidade de Serra Negra no circuito das aguas paulista. Assim como em 2009 o festival vai durar o mês inteiro de julho, e contara com apresentação de muitos artistas da região. Além dos shows musicais haverá tambem palestras, work shops e teatro, além de provas esportivas, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Divulgada a programação do festival de inverno da cidade de Serra Negra no circuito das aguas paulista. Assim como em 2009 o festival vai durar o mês inteiro de julho, e contara com apresentação de muitos artistas da região. Além dos shows musicais haverá tambem palestras, work shops e teatro, além de provas esportivas, como corrida e Bicicross.</p>
<p>Para saber mais sobre Serra Negra <a href="http://guiadoviajante.com/374/serra-negra-sp/">Entre Aqui</a></p>
<p>O festival acontecera de quarta a domingo começando no dia 01 de julho e vai até dia 01 de agosto. Confira abaixo toda a programação</p>
<p><strong>Dia 1 de julho 5ª Feira</strong></p>
<p>20h30<br />
ABERTURA QUARTETO MPB SAPUARY<br />
Palácio Primavera</p>
<p><strong>Dia 2 de julho 6° Feira</strong></p>
<p>9h00<br />
Feira de Artesanato<br />
Pça Sesquicentenário</p>
<p>10h00<br />
Duo Rogério e André<br />
Praça João Zelante</p>
<p>12h00<br />
Roberto Mariano<br />
Praça João Zelante</p>
<p>17h00<br />
Quinteto de Cordas Serra Negra<br />
Praça João Zelante</p>
<p>18h00<br />
banda virtude zero<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20h00<br />
Festa do Queijo e Vinho<br />
Centro de Convenções-</p>
<p><strong>Dia 3 de julho Sabado</strong></p>
<p>10h00<br />
Thieres Brandini  violoncelo solo<br />
Praça João Zelante</p>
<p>11h00<br />
duo de dança Lilian e André<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>12h00<br />
Bandinha itinerante acia<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>13h00<br />
Oficina de Recreação Infantil<br />
Praça João Zelante</p>
<p>14h00<br />
MADRIGAL campinas<br />
Praça João Zelante</p>
<p>15h00<br />
Coral da sociedade hipica de Campinas<br />
Praça João Zelante</p>
<p>16h00<br />
Banda industria brasileira<br />
Praça João Zelante</p>
<p>18h00<br />
BIG BAND MUNICIPAL DE BRAGANÇA<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20h00<br />
Sussi Miotto em clara nunes<br />
Praça João Zelante</p>
<p>21h00<br />
Festa do Queijo e Vinho<br />
Centro de Convenções </p>
<p>
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</p>
<p> <strong>Dia 04 de julho Domingo</strong></p>
<p>9h00<br />
1ª CORRIDA DE INVERNO DE SERRA NEGRA</p>
<p>9h00<br />
Feira de Artesanato<br />
Pça Sesquicentenário</p>
<p>10h00<br />
duo de dança lilian e andré<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
Bandinha Itinerante<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
Nosso Tom<br />
Praça João Zelante</p>
<p>12h00<br />
Duo Babilônia<br />
Praça João Zelante</p>
<p>13h00<br />
Oficina de Recreação Infantil<br />
Praça João Zelante</p>
<p>14h00<br />
SANFONIAS<br />
Praça João Zelante</p>
<p>15h00<br />
Recanto Talismã</p>
<p>16h00<br />
Marcial ROGERIO LEVORIN de mora<br />
Praça João Zelante</p>
<p>16h00<br />
Teatro Infantil cocoricó<br />
Centro de Convenções</p>
<p>17h00<br />
Banda Itinerante ACIA<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>18h00<br />
Cobras Criadas<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20h00<br />
Banda 7 Galo<br />
Praça João Zelante</p>
<p><strong><br />
Dia 7 de julho 4ª Feira</strong></p>
<p>20h00<br />
Palestra cultura  - Maestro Rogerio brito<br />
Palácio Primavera</p>
<p><strong>Dia 8 de julho 5ª Feira</strong></p>
<p>10h00<br />
Cabral e seu Violino<br />
Praça João Zelante</p>
<p>11h00<br />
PROJETO - MUSICA E PAZ BRAHMA KUMARIS<br />
Praça do Fórum</p>
<p>12h00<br />
Duo versátili<br />
Praça João Zelante</p>
<p>14h00<br />
Nosso Tom<br />
Praça João Zelante</p>
<p>16h00<br />
Grupo Realejo<br />
Praça João Zelante</p>
<p>18h00<br />
Marcos Grosi<br />
Praça João Zelante</p>
<p>21h00<br />
teatro- diálogo dos penis<br />
Centro de Convenções</p>
<p><strong>Dia 9 de julho 6ª feira<br />
	</strong></p>
<p>10h00<br />
duo de dança  lilian e andré<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
Festa Julina na Praça<br />
Praça João Zelante</p>
<p>11h00<br />
PROJETO MUSICA E PAZ BRAHMA KUMARIS<br />
Praça do Fórum</p>
<p>18h00<br />
TOM VOCE E BANDA<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20h00<br />
Marcelo e Marconi<br />
Praça João Zelante</p>
<p>24h00<br />
Cristian e Cristiano<br />
Centro de Convenções </p>
<p><strong>Dia 10 de Julho Sabado</strong></p>
<p>9h00<br />
Feira de Artesanato<br />
Pça Sesquicentenário</p>
<p>10h00<br />
duo de dança lilian e andré<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>11h00<br />
PROJETO MUSICA E PAZ BRAHMA  kUMARIS<br />
Praça do Fórum</p>
<p>10h00<br />
Feira de Antiguidades<br />
Recanto Talismã</p>
<p>15h00<br />
Bandinha Itinerante<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
Festa Julina na Praça<br />
Praça João Zelante</p>
<p>10h00<br />
Robson do Forro<br />
Praça João Zelante</p>
<p>12h00<br />
ALEX E ALESSANDRO<br />
Praça João Zelante</p>
<p>15h00<br />
Bandinha Itinerante<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>18h00<br />
ORQUESTRA MUNICIPAL DE BRAGANÇA PAULISTA<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20h00<br />
Marcelo e Marconi<br />
Praça João Zelante</p>
<p>21h00<br />
TEATRO – ETA FUMINHO BÃO<br />
Centro de Convenções Auditóri Mario Covas</p>
<p>24h00<br />
DOUBLEYOU BEER FEST<br />
Centro de Convenções </p>
<p><strong>Dia 11 de Julho Domingo</strong></p>
<p>9h00<br />
Feira de Artesanato<br />
Pça Sesquicentenário</p>
<p>10h00<br />
Feira de Antiguidades<br />
Recanto Talismã</p>
<p>10 00<br />
Bandinha Itinerante<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
Festa Julina na Praça<br />
Praça João Zelante</p>
<p>10h00<br />
duo de dança lilian e andré<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>11h00<br />
PROJETO MUSICA E PAZ BRAHMA KUMARIS<br />
Praça do Fórum</p>
<p>13h00<br />
CARICATURISTA ROMULO<br />
Praça João Zelante</p>
<p>14h00<br />
Banda MUSICAL DE JOANÓPOLIS<br />
Praça João Zelante</p>
<p>16h00<br />
Teatro Infantil  BEM 10<br />
Centro de Convenções</p>
<p>16h00<br />
Paulinho Santos<br />
Praça João Zelante</p>
<p>17h00<br />
Bandinha Itinerante<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>18h00<br />
Cobras Criadas<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20h00<br />
aguinaldo e pinhá<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20h00<br />
Banda Me Gusta<br />
Avenida Laudo Natel</p>
<p>21h00<br />
banda show apocalipse<br />
Avenida Laudo Natel</p>
<p><strong>dia 14 de julho 4ª Feira</strong></p>
<p>20h00<br />
Work Shop Fabiano Pires - chorinho<br />
Palácio Primavera</p>
<p><strong>Dia 15 de julho 5ª feira</strong></p>
<p>11h00<br />
PROJETO MUSICA E PAZ BRAHMA KUMARIS<br />
Praça do Fórum</p>
<p>10h00<br />
Roberto Mariano<br />
Praça João Zelante</p>
<p>12h00<br />
Cabral e seu Violino<br />
Praça João Zelante</p>
<p>14h00<br />
Roger Acústico<br />
Praça João Zelante</p>
<p>16h00<br />
Grupo Realejo<br />
Praça João Zelante</p>
<p>18h00<br />
Tributo a Chico Buarque – Carla Toseto<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20h00<br />
work shop “baterizando”  oficina de bateria<br />
Palácio Primavera</p>
<p>22h00<br />
Ballet   noite de gala<br />
Centro de Convenções Auditóri Mario Covas</p>
<p><strong>Dia 16 de julho 6ª feira</strong></p>
<p>10h00<br />
Duo Rogério e André<br />
Praça João Zelante</p>
<p>11h00<br />
PROJETO MUSICA E PAZ BRAHMA KUMARIS<br />
Praça do Fórum</p>
<p>12h00<br />
Marcos Maceió<br />
Praça João Zelante</p>
<p>16h00<br />
Quinteto de Cordas Serra Negra<br />
Praça João Zelante</p>
<p>18h00<br />
POEMAS EM BRANCO E PRETO<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20h00<br />
IRMANDADE DO BLUES<br />
Praça João Zelante</p>
<p>22h00<br />
ARMANDINHO E BANDA<br />
Centro de Convenções</p>
<p><strong>Dia 17 de Julho Sábado</strong></p>
<p> 9h00<br />
Feira de Artesanato<br />
Pça Sesquicentenário</p>
<p>10h00<br />
duo de dança lilian e andré<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
Bandinha Itinerante<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
Grupo Expressão e arte – hip hop<br />
Praça João Zelante</p>
<p>11h00<br />
PROJETO MUSICA E PAZ BRAHMA KUMARIS<br />
Praça do Fórum</p>
<p>11h00<br />
tributo a chico buarque – carla toseto<br />
Praça João Zelante</p>
<p>13h00<br />
Oficina de Recreação Infantil<br />
Praça João Zelante</p>
<p>13h00<br />
Duo Choro Flauta e Violão<br />
Praça João Zelante</p>
<p>15h00<br />
banda familia pires<br />
Praça João Zelante</p>
<p>17h00<br />
Duo Babilônia<br />
Praça João Zelante</p>
<p>19h00<br />
Michel Acioli<br />
Praça João Zelante</p>
<p>21h00<br />
Samba de Roda PERUCHE - bernadete<br />
Praça João Zelante</p>
<p>21h00<br />
Café com Bobagem<br />
Centro de Convenções</p>
<p><strong>Dia 18 de julho Domingo</strong></p>
<p>9h00<br />
torneio bicicross<br />
Casco de Ouro</p>
<p>9h00<br />
Feira de Artesanato<br />
Pça Sesquicentenário</p>
<p>10h00<br />
duo de dança lilian e andré<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
Quitutes da Vovó<br />
Praça João Zelante</p>
<p>10h00<br />
Bandinha Itinerante<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
Coral Shemá<br />
Praça João Zelante</p>
<p>11h00<br />
PROJETO MUSICA E PAZ BRAHMA KUMARIS<br />
Praça do Fórum</p>
<p>12h00<br />
QUARTETO MPB SAPUARY<br />
Praça João Zelante</p>
<p>13h00<br />
Oficina de Recreação Infantil<br />
Praça João Zelante</p>
<p>14h00<br />
ORQUESTRA DE METAIS LIRA DE BRAGANÇA<br />
Praça João Zelante</p>
<p>16h00<br />
Teatro Infantil os BACKyaRDIGANS<br />
Centro de Convenções</p>
<p>16h00<br />
CONGO BRAZIL BAND<br />
Praça João Zelante</p>
<p>17h00<br />
Projeto Viola na Praça<br />
Pça Sesquicentenário</p>
<p>18h00<br />
POEMAS EM BRANCO E PRETO<br />
Praça João Zelante</p>
<p>19h00<br />
Banda lets rock<br />
Avenida Laudo Natel</p>
<p>20h00<br />
banda Endles Dark<br />
Praça João Zelante</p>
<p>21h00<br />
Banda INDÚSTRIA BRASILEIRA<br />
Avenida Laudo Natel</p>
<p>22h00<br />
banda show apocalipse<br />
Avenida Laudo Natel</p>
<p><strong>Dia 21 de julho 4ª Feira</strong></p>
<p>20h00<br />
Palestra Cultural Cultural – solange bichara - mocidade alegre<br />
Palácio Primavera</p>
<p><strong>dia 22 de julho 5ª feira</strong></p>
<p>10h00<br />
Marcos Maceió<br />
Praça João Zelante</p>
<p>11h00<br />
PROJETO MUSICA E PAZ BRAHMA KUMARIS<br />
Praça do Fórum</p>
<p>12:00<br />
Adilson e Jô<br />
Praça João Zelante</p>
<p>14h00<br />
Duo versátili<br />
Praça João Zelante</p>
<p>16h00<br />
Marco Moreira Acústico<br />
Praça João Zelante</p>
<p>18h00<br />
stella e banda<br />
Praça João Zelante</p>
<p>21h00<br />
Teatro  - O Alto da Compadecida<br />
Centro de Convenções</p>
<p><strong>dia 23de julho 6ª feira</strong></p>
<p>10h00<br />
Duo Rogério e André<br />
Praça João Zelante</p>
<p>11h00<br />
PROJETO MUSICA E PAZ BRAHMA KUMARIS<br />
Praça do Fórum</p>
<p>12h00<br />
Cabral e seu Violino<br />
Praça João Zelante</p>
<p>14h00<br />
Grupo Realejo<br />
Praça João Zelante</p>
<p>16h00<br />
DUO EDI E ROSANA<br />
Praça João Zelante</p>
<p>18h00<br />
Quinteto de Cordas Serra Negra<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20h00<br />
ADRIANO GRINENBERG BLUES<br />
Praça João Zelante</p>
<p>21h00<br />
banda sinfonica do estado de sp<br />
Centro de Convenções Auditóri Mario Covas</p>
<p><strong>Dia 24 de julho Sábado</strong></p>
<p> 9h00<br />
Feira de Artesanato<br />
Pça Sesquicentenário</p>
<p>10h00<br />
duo de dança  lilian e andré<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
Bandinha Itinerante<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
BANDA COLMEIA<br />
Praça João Zelante</p>
<p>11h00<br />
PROJETO MUSICA E PAZ BRAHMA KUMARIS<br />
Praça do Fórum</p>
<p>12h00<br />
Duo Choro Flauta e Violão<br />
Praça João Zelante</p>
<p>13h00<br />
Oficina de Recreação Infantil<br />
Praça João Zelante</p>
<p>14h00<br />
DANIEL AMATO CONCERTO<br />
Praça João Zelante</p>
<p>16h00<br />
POEMAS EM BRANCO E PRETO<br />
Praça João Zelante</p>
<p>17h00<br />
BANDA ITINERANTE ACIA<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>18h00<br />
sandra pires e joão teixeira<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20h00<br />
show do mágico bertoni<br />
Praça João Zelante</p>
<p>21h00<br />
mauricio gasperini e banda<br />
(ex-radio taxi)<br />
Praça João Zelante</p>
<p>21h00<br />
teatro – stand up com vitor blanco<br />
Centro de Convenções</p>
<p><strong>Dia 25 de julho Domingo</strong></p>
<p> 9h00<br />
Feira de Artesanato<br />
Pça Sesquicentenário</p>
<p>10h00<br />
duo de dança lilian e andré<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10 00<br />
Bandinha Itinerante<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
FUZUÊ NA ROÇA<br />
Praça João Zelante</p>
<p>12h00<br />
Grupo de Dança do Cras  serra negra<br />
Praça João Zelante</p>
<p>13h00<br />
QUARTO CHORO<br />
Praça João Zelante</p>
<p>13h00<br />
Oficina de Recreação Infantil<br />
Praça João Zelante</p>
<p>14h00<br />
CARICATURISTA<br />
Praça João Zelante</p>
<p>15h00<br />
Duo Babilônia<br />
Praça João Zelante</p>
<p>15h00<br />
PROJETO MUSICA E PAZ BRAHMA KUMARIS<br />
Alto da Serra</p>
<p>16h00<br />
Teatro Infantil – HI 5<br />
Centro de Convenções Auditóri Mario Covas</p>
<p>18h00<br />
Teatro Infantil – Clara a menina q caiu da lua<br />
Centro de Convenções Auditóri Mario Covas</p>
<p>17h00<br />
J.F. BIG BAND SHOW<br />
Praça João Zelante</p>
<p>17h00<br />
BANDA ITINERANTE ACIA<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>19h00<br />
Banda 7 Galo<br />
Praça João Zelante</p>
<p>21h00<br />
Dixie Swingers jazz band<br />
Praça João Zelante</p>
<p>21h00<br />
banda fuzz funk<br />
Avenida Laudo Natel</p>
<p>22h00<br />
banda show apocalipse<br />
Avenida Laudo Natel</p>
<p><strong><br />
Dia 28 de julho 4ª Feira</strong></p>
<p>20h00<br />
Oficina de dança  com Lilian Souza<br />
Palácio Primavera</p>
<p><strong>Dia 29 de julho  5ª Feira</strong></p>
<p>10h00<br />
Roberto Mariano<br />
Praça João Zelante</p>
<p>12h00<br />
Adilson e Jô<br />
Praça João Zelante</p>
<p>14h00<br />
Duo versátili<br />
Praça João Zelante</p>
<p>16h00<br />
Marcos Maceió<br />
Praça João Zelante</p>
<p>18h00<br />
ORQUESTRA DE VIOLAS SERRA NEGRA<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20h00<br />
Teatro – stan dup fuzarca com luiz salem<br />
Centro de Convenções Auditóri Mario Covas</p>
<p><strong>Dia 30 de julho  6ª feira</strong></p>
<p>10h00<br />
Roger Acústico<br />
Praça João Zelante</p>
<p>12h00<br />
DUO EDI E ROSANA<br />
Praça João Zelante</p>
<p>14h00<br />
BANDA COLMEIA<br />
Praça João Zelante</p>
<p>16h00<br />
Marcelo Giachetto<br />
Praça João Zelante</p>
<p>18h00<br />
Duo Choro Flauta e Violão<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20h00<br />
MARESIAS BLUES<br />
Praça João Zelante</p>
<p>21h00<br />
teatro – o analista de bagé e a sexologa<br />
Centro de Convenções Auditóri Mario Covas</p>
<p><strong>dia 31 de julho Sabado</strong></p>
<p> 9h00<br />
Feira de Artesanato<br />
Pça Sesquicentenário</p>
<p>10 00<br />
duo de dança lilian e andré<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
Bandinha Itinerante<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
JAZZ SERGIO<br />
Praça João Zelante</p>
<p>12h00<br />
Paulinho Santos<br />
Praça João Zelante</p>
<p>13h00<br />
Oficina de Recreação Infantil<br />
Praça João Zelante</p>
<p>14h00<br />
orquestra boas novas de bragança paulista<br />
Praça João Zelante</p>
<p>16h00<br />
BANDA INDUSTRIA BRASILEIRA<br />
Praça João Zelante</p>
<p>18h00<br />
Banda Me Gusta<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20h00<br />
banda de jazz de  campinas<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20 00<br />
teatro = nosso lar a morada da esperança<br />
Centro de Convenções Auditóri Mario Covas</p>
<p><strong>Dia 01 de Agosto Domingo</strong></p>
<p> 9h00<br />
Feira de Artesanato<br />
Pça Sesquicentenário</p>
<p>10h00<br />
duo de dança lilian e andré<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
Bandinha Itinerante<br />
Ruas do Centro da cidade</p>
<p>10h00<br />
RAFAEL SCHIMIDT Violista<br />
Praça João Zelante</p>
<p>12h00<br />
Quinteto de Cordas Serra Negra<br />
Praça João Zelante</p>
<p>14h00<br />
BANDA SINFONICA DE PIRACAIA<br />
Praça João Zelante</p>
<p>15h00<br />
BANDA CHEVY 69<br />
Praça João Zelante</p>
<p>15h00<br />
Projeto Viola na Praça<br />
Pça Sesquicentenário</p>
<p>16h00<br />
Teatro Infantil - lazy tonw<br />
Centro de Convenções Auditóri Mario Covas</p>
<p>16h00<br />
Orquestra Experimental Prò Morato<br />
Praça João Zelante</p>
<p>18h00<br />
grupo eloquencia<br />
Praça João Zelante</p>
<p>20h00<br />
BATERIA ELITE DRAGÃO IMPERIAL<br />
Praça João Zelante</p>
<p>21h00<br />
GRUPO DUNDUÊ<br />
Avenida Laudo Natel</p>
<p>22h00<br />
banda show apocalipse<br />
Avenida Laudo Natel</p>
<p>fonte: http://www.serranegraviva.com.br/noticia.htm#</p>
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		<title>Foz do Iguaçu - PR</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1100/foz-do-iguacu-pr/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/1100/foz-do-iguacu-pr/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 13:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Paraná]]></category>

		<category><![CDATA[Foz do Iguaçu]]></category>

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		<description><![CDATA[Foz do Iguaçu é uma cidade única. Denominada por muitos como a &#8220;A Terra das Cataratas&#8221;, ela simplesmente emociona quando apresenta as Cataratas do Iguaçu. Formada por uma combinação de 275 quedas de quedas d’ àguas, com mais de 150 metros de largura e quase 80 metros de altura, as Cataratas é sem dúvidas uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foz do Iguaçu é uma cidade única. Denominada por muitos como a &#8220;A Terra das Cataratas&#8221;, ela simplesmente emociona quando apresenta as Cataratas do Iguaçu. Formada por uma combinação de 275 quedas de quedas d’ àguas, com mais de 150 metros de largura e quase 80 metros de altura, as Cataratas é sem dúvidas uma das mais belas paisagens do  planeta. Está vista fica ainda mais grandiosa quando o turista experimenta o voo de helicóptero sobrevoando o local. Aqui também é possível o acesso às Cataratas da Argentina que fica ao lado das cataratas brasileiras.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/cataratas_01.jpg' alt='Cataratas do Iguaçu' /><br />
Cataratas do Iguaçu</p>
<p>A cidade também pode ser definida como uma plataforma da tecnologia moderna e inovação. A Itaipu é mais que uma obra, ela é a ousadia e a inteligência do homem capaz de dominar o nono maior rio do planeta em uma região de destinos turísticos surpreendes, onde a natureza exibe toda a amplitude do seu esplendor. Somente aqui você conhece este espetáculo tecnológico da maior usina hidrelétrica do mundo em produção de energia. O seu lago tem 170 km de comprimento, e a sua barragem tem oito quilômetros de comprimento por 167 metros de altura<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/itaipu_binacional_01.jpg' alt='itaipu_binacional_01.jpg' /><br />
Usina de Itaipu</p>
<p>Foz também é sinônimo de aventura! O passeio eletrizante do Macuco Safari mostra de perto a exuberante beleza, e a adrenalina de se aproximar da Garganta do Diabo das Cataratas do Iguaçu. Temos também temos a prática de Rapel em uma descida com 50 metros de altura, e a energia intensificada pelas Cataratas do Iguaçu como plano de fundo. E o que dizer do Rafting nas Cataratas? Com muita segurança você irá percorrer de bote a correnteza do Rio Iguaçu. Aqui também encontrará muros de escaladas com 30 metros de altura, e o passeio do arvorismo com 30 opções de aventura.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/macuco_13.jpg' alt='macuco_13.jpg' /><br />
Macuco Safari</p>
<p>O Parque das Aves é considerado o maior espaço de preservação de aves da América Latina, mantém sob seus cuidados quase mil aves de 150 espécies do mundo inteiro. Ao andar pelas trilhas você será conduzido aos viveiros de jacarés, iguanas, jibóias e sucuris. Outra atração é o borboletário com espécies raras de lindas borboletas. A cidade também apresenta o Refúgio Biológico Bela Vista, que se resume em um passeio biológico com diversas espécies de animais silvestres que são reproduzidos em cativeiro. Este refúgio que faz parte do circuito turístico de Itaipu, é um maiores exemplos de conservação ambiental utilizando fontes alternativas de energia em  todas as edificações que foram construídas com princípios de arquitetura sustentável.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/parque_das_aves_08.jpg' alt='parque_das_aves_08.jpg' /><br />
Parque das Aves</p>
<p>Foz é a única cidade que permite o acesso ao Paraguai e a Argentina pelo lado brasileiro, e por isso oferece a oportunidade de compras em ambos os países de forma rápida e fácil. O Paraguai é conhecido como um dos maiores centros de compras do mundo! Aqui você encontra produtos de informática, eletrônicos, bebidas, perfumes e etc, e tudo com um excelente preços! Na Argentina o turista será atraído pelos couros e vinhos, além de bares e restaurantes. E se a sua busca é entretenimento, você irá se deliciar com os cassinos desses países. Cerca de  500 metros da fronteira com o Brasil o turista tem livre acesso ao Cassino Iguazú na Argentina, ou se preferir pode conhecer os cassinos do Paraguai: o Gran Cassino Parana e o Gran Cassino Itaipu. A bordo do barco do Iguassu Explorer o turista tem acesso ao museu do famoso botânico e escritor suiço Bertoni, uma residência que revela pesquisas registradas em livros e fotografias sobre triplice fronteira. Aliás em Foz está presente o Marco das Três Fronteiras, um símbolo de cordialidade e respeito entre o Brasil, Paraguai e Argentina. Foz também é uma das cidades com maiores diversidades culturais do mundo, e isso é refletido no Templo Budista e na  Mesquita Muçulmana presentes na região. Venha conhecer Foz do Iguaçu e descubra porque mais de 1 milhão de turista passam por aqui todos os anos. Se hospede no <a href="http://www.hoteltaroba.com.br" target="_new">Hotel Tarobá Express</a> em Foz do Iguaçu! O Hotel é definido como um hotel barato na cidade, e oferece aos hóspedes uma estrutura moderna com: academia, internet wifi, 81 apartamentos de luxo, piscina, área de lazer, restaurante, ar condicionado e etc. Conheça os pacotes turísticos do Hotel, e escolha aquela que mais combinar com você.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/hoteltaroba032.jpg' alt='hoteltaroba032.jpg' /><br />
Hotel Tarobá<br />
<a href="http://www.hoteltaroba.com.br" target="_new">www.hoteltaroba.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>GUARATUBA - PR</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1061/guaratuba-pr/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/1061/guaratuba-pr/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 19:50:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Paraná]]></category>

		<category><![CDATA[Guaratuba]]></category>

		<category><![CDATA[Guaratuba]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade de Guaratuba a cerca de 130 km de Curitiba é uma cidade com varias opções de praia para você curtir uma viagem e relaxar. Com cerca de 22 quilometros de orla, a cidade tem varias praias de variados tipos, algumas badaladas outras mais tranquilas, algumas são colonia de pescadores, com aguas calmas, outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Guaratuba a cerca de 130 km de Curitiba é uma cidade com varias opções de praia para você curtir uma viagem e relaxar. Com cerca de 22 quilometros de orla, a cidade tem varias praias de variados tipos, algumas badaladas outras mais tranquilas, algumas são colonia de pescadores, com aguas calmas, outras ja dá para curtir boas ondas e praticar surf. A cidade com facil acesso, fica ao Sul do estado, não muito longe da divisa com o estado de Santa Catarina, assim paranaenses e catarinenses dividem as praias de Guaratuba em feriados e principalmente na temporada de verão.</p>
<p><strong>Principais Praias</strong></p>
<p><strong>Baía de Guaratuba</strong>: Segunda maior baia do estado,  possui manguezais, ilhas e rios que nela deságuam. Rica fauna e flora, é área de proteção ambiental.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/cananeia-guaratuba-155.JPG' alt='cananeia-guaratuba-155.JPG' /></p>
<p><strong>Caieiras</strong>: é uma colonia de pescadores, fica mais proxima do ferry boat, tem cerca de 1 km e aguas calmas, tem alguns quiosques, e quase sempre é uma praia tranquila.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/cananeia-guaratuba-160.JPG' alt='cananeia-guaratuba-160.JPG' /></p>
<p><strong>Praia do Centro</strong>: extensa e urbana, tem uma bonita avenida, no verão fica bastante agitada, e do lado direito encontra-se com o Morro do Cristo.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/cananeia-guaratuba-166.JPG' alt='cananeia-guaratuba-166.JPG' /></p>
<p><strong>Praia do Brejatuba</strong>: Está ao sul do Morro do Cristo e por sua extensão recebe muitos nomes. Ela é boa para banho, surfe e pesca.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/cananeia-guaratuba-168.JPG' alt='cananeia-guaratuba-168.JPG' /></p>
<p><strong>Barra do Sai</strong>: fica bem ao sul da cidade, quase na divisa com SC, é uma praia bem extensa e deserta em alguns pontos, proximo a ela encontra-se peixarias.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/cananeia-guaratuba-177.JPG' alt='cananeia-guaratuba-177.JPG' /></p>
<p>Outra atração na cidade é a Igreja Nossa Senhora do Bunsucesso que data o ano de 1769<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/cananeia-guaratuba-152.JPG' alt='cananeia-guaratuba-152.JPG' /></p>
<p>
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<strong>Como Chegar em Guaratuba</strong></p>
<p><strong>de Carro:</strong><br />
Saindo de Curitiba pode-se pegar a Br 277 até a cidade  de Alexandra, então seguir pela estrada Alexandra-Matinhos até Matinhos e depois é necessário cruzar a baía de Guaratuba com o Ferry-Boat.</p>
<p>ou pode optar pela BR-376  que é a continuação da BR-101 no estado do Paraná ao Sul de Curitiba. É só ir pela BR-376/101, até Garuva em Santa Catarina e então continuar a viajem pela PR-412, que liga Garuva a Guaratuba. </p>
<p><strong>de onibus</strong>:</p>
<p><strong>Onibus de Curitiba para Guaratuba</strong>:A empresa Expresso Maringa faz o trajeto entre Curitiba e Guaratuba, tem varios horarios por dia a viagem dura em media 2:30 minutos. Para informações ligue: (41) 3222-6060. Outra empresa que faz a linha é a Viação Graciosa para saber mais detalhes ligue Tel: (41) 3442-1785<br />
<strong><br />
Onibus de Joinvile para Guaratuba</strong>: quem faz o itinerario é a empresa Graciosa, com três horarios diarios. As 7:00; as 15;45 e as 18:00. Mais informações ligue Tel: (41) 3442-1785.</p>
<p><strong>Principais Distancias</strong></p>
<p>Curitiba &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 130 km<br />
Matinhos &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 10 km<br />
Paranagua &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 54 km<br />
Joinvile &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 85 km<br />
Maringa &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 550 km<br />
Jaragua do Sul &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 120 km<br />
São Paulo &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 478 km<br />
Florianopolis &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 260 km<br />
São Francisco do Sul &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 122 km</p>
<p><strong>Pousadas em Guaratuba</strong></p>
<p>Pousada Porto da Lua<br />
fone: 41 - 3442-2103</p>
<p>Rota do Sol<br />
fone: 41 - 3443-1313</p>
<p>Guaramar Hotel<br />
fone: 41 - 3442-7508</p>
<p>Hotel Nautico<br />
fone: 41 - 3442-1204</p>
<p>Hotel Santa Paula<br />
fone: 41 - 3443-1299</p>
<p>Pousada Marbella<br />
Fone: 41 - 3443-1830 </p>
<p><strong>Camping em Guaratuba</strong></p>
<p>Camping do Sindicato dos Empregados do Comércio<br />
Fone: 41 - 3443-1918</p>
<p>Camping Municipal<br />
Fone: 41 - 3472-6115</p>
<p>Camping Central<br />
 Fone: 41 - 3472-2830</p>
<p>Pousada e Camping Valle do Sol<br />
fone: 41 - 3472-2300<br />

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		</item>
		<item>
		<title>Cicloturismo pelo Brasil</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1070/cicloturismo-pelo-brasil/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/1070/cicloturismo-pelo-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 18:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>

		<category><![CDATA[Cicloturismo Pelo Brasil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://guiadoviajante.com/1070/cicloturismo-pelo-brasil/</guid>
		<description><![CDATA[Por: Marcelo Lemos
Porto Alegre - sexta-feira - 21-05-10
Certa vez li em uns dos livros do Amyr Klink que o maior risco de uma aventura é não partir&#8230;
            Acredito que toda a aventura já inicia no exato momento que concebemos aquela ‘’idéia muito louca’’ tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Marcelo Lemos</p>
<p><strong>Porto Alegre - sexta-feira - 21-05-10</strong></p>
<p>Certa vez li em uns dos livros do Amyr Klink que o maior risco de uma aventura é não partir&#8230;</p>
<p>            Acredito que toda a aventura já inicia no exato momento que concebemos aquela ‘’idéia muito louca’’ tipo a que nos levou a percorrer de bike os 220 km da praia do Cassino e que posteriormente se desdobrou em outra idéia mais louca ainda, quando repetimos o percurso a pé&#8230;mas com certeza é somente quando pegamos a estrada que o sonho se materializa, o que torna a partida o mometo mais crítico. E isto acaba conferindo a este ao primeiro passo, um caráter simbólico, um marco, pois expressa toda a expectativa, ansiedade e esforço demandado no desenrolar do projeto, e por si só já representa um grande feito. Já o risco do não realizar, do fracasso, é diretamente proporcional a nossa capacidade de sonhar, de ousar e de se expor, cabe a cada um de nós decidirmos em que acreditar e o quanto apostar.</p>
<p>Feito está consideração, gostaria de comunicá-los que hoje é um destes dias simbólico, pois depois de muito planejamento, avanços e retrocessos, iniciei um antigo projeto, que une a paixão pela bicicleta, o gosto pela aventura e a pretensão de conhecer um pouco do nosso Brasil. Digo pretensão visto a vastidão territorial e a diversidade cultural do nosso país e o escasso tempo que disponho, estimado em não mais que 90 dias na estrada. É estimado porque não tenho comprometimento com metas pré-estipuladas ou recordes. O meu objetivo principal é deliberar sobre o tempo e espaço que disponho, respeitando é claro as dificuldades do caminho e as minhas próprias limitações, assim, dentro do possível, ao longo da viagem vou decidir aonde ficar, o quanto ficar e pra onde seguir&#8230; Isto não quer dizer que não tenho um rumo, tracei um esboço que se divide em três etapas, sendo:</p>
<p>1º Etapa – Saída de Porto Alegre-RS, com destino a serra gaucha, mais específico pra Cambará do Sul. Visitar os cânions e depois descer para Torres - RS. Sempre pelo litoral cruzar os Estados de SC, PR, SP até a cidade de Parati-RJ. Este deslocamento em torno de 1300 km deverá ser percorrido de bicicleta, via estradas secundárias, estimado em 45 dias, incluindo dias de descanso e visitação. </p>
<p>2º Etapa – Basicamente esta etapa se concentra na antiga rota colonial das minas gerais, ‘’Estrada Real’’, hoje rota turística, que parte de Parati-RJ até Diamantina-MG, em torno de 700 km. Este percurso será realizado com vários deslocamentos de ônibus, o foco principal é conhecer as cidades históricas e não passar tanto tempo na estrada. Estou prevendo em torno de 20 dias.</p>
<p>3º Etapa – Rumo ao sertão da Bahia. Ainda não estudei esta rota de deslocamento que será quase toda de ônibus até a região da Chapada Diamantina, onde vou concentrar o tour de bike. Para esta etapa estou prevendo mais 20 dias, finalizando a viagem junto ao Rio São Francisco, 800 km. </p>
<p> É claro que viajar sozinho tem as suas desvantagens, exige muito mais atenção, pois o radar está sempre ligado e isto consome muita energia, também não é possível dividir simples tarefas diárias e por ai vai. Mas o positivo é que uma pessoa desacompanhada interage e se insere bem mais ao meio, também é vista como menor risco. Outra questão relevante é a magia do cicloturismo, sendo a bike uma forma de deslocamento tão popular e acessível, acaba instigando aquela vontade de sair por ai despretensiosamente, e assim o ciclista ganha notoriedade e transcende a condição de mero forasteiro, angariando admiradores e apoio por onde passa. Outra questão relevante é a possiblidade de comunicação via email que me proporcionará compartilhar  esta experiênca com todos vocês, bem diferente da vez que pedalei pelo Uruguai, que apesar de ter sido um passeio incrivel, ficou somente na minha mente, e hoje as recordações sem um monólogo meio sem graça, mas agora convido a todos a acompanharem essa trajetória e automaticamente vamos construindo esta  história.</p>
<p>Em linhas gerais este e o projeto da viagem, será um misto de aventura, turismo e peregrinação, pois o que não faltará é tempo para contemplação e reflexão neste vôo solo. Mas como falei, tudo ainda não passa de uma pretensão, vamos deixar o tempo se encarregar do resto.</p>
<p> Um grande abraço a todos.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-15-bike.jpg' alt='05-15-bike.jpg' /><br />
a Bike<br />
<strong>Cambara do Sul- RS - Sabado  22-05-10</strong></p>
<p> Aqui está chovendo e muito frio. A noite acordei e peguei a garrafa pra tomar agua e parecia que tinha saido da geladeira. Como estou sozinho no camping me instalei na área coberta da cozina com luz e tudo mais a minha disposição.<br />
Acordei com um pouco de frio e almocei as 9.3h, miojo com seleta..hehehe!<br />
Agora ao meio dia vou de bike visitar o canion do itaimbezinho.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-21-b-camping.jpg' alt='05-21-b-camping.jpg' /><br />
Area de Camping em Cambará do Sul<br />
<strong><br />
Cambara do Sul- RS - Domingo  23-05-10</strong></p>
<p>Sai antes do meio dia da cidade em direção ao Caniôn do Itaimbezinho, a chuva continua, vento forte e um pouco de frio, mas vamos lá. Logo começou o sobe e desce, estimei levar em torno de duas horas&#8230;nas subidas fortes eu descia da bike e nas ladeiras não dava pra embalar pois é muito cascalho e barro&#8230;parei pra fazer um lanche e segui em frente&#8230;encontrei um gaucho a cavalo que me infomou que faltava 5km, depois disso encarei as piores subidas, algumas com mais de 2lm, a chuva apertou e estava com os pés molhados, a capa estava segurando bem a agua, então me mantinha quente&#8230;.pensei em parar mas estava perto, cheguei a portaria as 2.15h&#8230;o pessoal me informou o caminho da trilha mais próxima e que deveria ir rápido pois a agua estava quase interditando um pontihão&#8230;.resolvi ir a pé pra descançar da bike, me arrependi, foram meia hora de marcha acelerada até o mirante&#8230;o lugar é incrivel, parecia que estava nas nuvens, sobe muita agua do penhasco, devido a diferença de pressão, e mais a chuva forte, não pude ver muta coisa, mas foi muito legal. Mal deu tempo pra ajustar os freios e comecei o retorno, sabia que a volta seria mais cansativa&#8230;.no caminho tentei pensar em algumas coisas pra destrair, fiquei refletido o quanto a natureza é perfeita e o quanto nos seres humanos somos parte desta natureza, pois parece que estamos muito separados desta harmonia, os lugares ainda preservados são justamente os restritos ao homem, áreas ambientais e coisa do gênero&#8230;.talvez sejamos todos nós um virus que veio do espaço pra detonar contudo, segundo a teoria do Ruberto&#8230;<br />
Passava um pouco das 6h e já estava de volta, foi uma boa pedalada, testei o equipamento e o condicionamento físico que não esta nada mal.<br />
 Hoje domingo é folga pra descançar, passear pela cidade e comer um bom churrasco, amanha de manhã sigo de onibus até Praia Grande.<br />
 <img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-21-a-rodov-cambara.jpg' alt='05-21-a-rodov-cambara.jpg' /><br />
Bike em Frente a Rodoviaria de Cambará</p>
<p><strong>Cambará do Sul-RS  até  Sombrio-SC - Segunda Feira dia  24-05-10 </strong></p>
<p>Deixei Cambará as 10h da manha, chove as quatro dias. Acabou que vou pela rota que havia pensado, serra do faxinal, só que ônibus. Passei novamente pela portaria do parque do itaimbezinho, e depois disso ainda teve várias subidas muito longas e ingrimes&#8230;E um lugar muito bonito, e perigoso sem nenhuma margem de erro, sem área de escape, e de uma hora pra outra a neblina toma conta e a visibilidade é pouco mais que alguns metros.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-24-cambara.jpg' alt='05-24-cambara.jpg' /><br />
Marcelo na saida de Cambara do Sul</p>
<p>            Conversei com um pessoal que estava na rodoviária sobre as condições da estrada de Praia Grande até o litoral, e me informaram que não tem acostamento, e foi isso que confirmei, resolvi ir de ônibus até Sombrio. Este pessoal estavam visitando parentes pois foram para outra região procurar trabalho, o que percebi da cidade é que a vida aqui não é nada fácil, pra quem tem grana e investiu no turismo é uma boa, mas são várias as casas modestas, e sem grande conforto pra enfrentar esse rigoroso inverno.</p>
<p>            Na Serra do Faxinal é só descida mesmo, com certeza de bike iria faltar freio, naquele dia no itaimbezinho desgastou as balacas do freio traseiro&#8230;</p>
<p>            Já chegando em Praia Grande já é possível notar um ar de mais prosperidade, boas casas e um comércio agitado.</p>
<p>            Cheguei em Sombrio ao meio dia, encarei um prato feito e comecei a montar a bike, que desta vez está bem menos desmontado, pois descobri que os onibus pequenos tem um bagageiro bem lá no fundo que atravessa de lado a lado o ônibus e acomoda bem uma bike&#8230;</p>
<p>            Notei que tinha um senhor que falava sozinho, mas eu também falo sozinho de vez enquando, então não dei bola, logo ele puxou assunto, com as perguntas básicas, pra onde vai, da onde veio&#8230;conversamos bastante durante eu desenvolvia o serviço de montagem e amarração da bagagem, por fim ele falou pra que eu aproveitasse bastante a vida, e que daqui a uns 10 anos me lembraria com saudade do passado, e quando isto acontecesse que eu rezasse uma prece pra ele pois poderia ele não estar mais nesse mundo&#8230;vou anotar pra fazer isto daqui uns dez anos&#8230;</p>
<p>            Me dirigi para o Balneário da Gaivota, uns 10 km, tudo plano. Custei a achar o camping que estava fechado, conversei com um vizinho que informou a casa do dono, achado o local, não vi ninguém, resolvi esperar até as 4h&#8230;.mais tarde chegou o seu Paulo, que de pronto me disponibilizou o local e não cobrou nada pela estadia&#8230;. mais uma vez me instalei na área coberta.<br />
 <img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-25-bal-gaivota.jpg' alt='05-25-bal-gaivota.jpg' /><br />
Balneario Gaivotas</p>
<p><strong>Sombrio-SC &#8212;&#8212;&#8211;Morro dos Conventos-SC terça feira 25-05-10<br />
</strong></p>
<p> Logo que amanheceu o seu Paulo apareceu com um pedreiro para pegar umas portas de vidro, ajudei a colocar no carro e fui até a sua casa pra ajudar a descarregar,  me apresentou a sua família como o aventureiro, nos despedimos e por fim me disse que poderia ficar lá na volta novamente&#8230;é a magia do cicloturismo e do espírito de quem gosta da prática de acampar, sempre bem mais solidário.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-25-m-convento-farol.jpg' alt='05-25-m-convento-farol.jpg' /><br />
Morro do Convento </p>
<p>            Depois de pegar várias informações, pois é sempre bom perguntar várias vezes, pois tem gente que se engana e outras que fazem questão de informar errado mesmo, resolvi encarar a estrada de chão que via em direção a Morro dos Conventos&#8230;Rodei uns 8 km e a estrada cada vez ficava pior, o câmbio trancou e fiquei só nas marchas pesadas, então parti em direção ao mar. A praia estava um pouca alta, mas ainda firme, o vento começa a mudar pra sul e logo daria viração. Lembrei das bikes carregadas na paria do cassino e o nordeste nos empurrando&#8230;Cheguei em Conventos depois da 1h, e me dirigi ao único camping, enorme, até com piscina, fui muito bem recebido e logo me instalei e sai pra visitar o farol e arredores. Aqui tudo é muito organizado e limpo, as casas são todas ótimas construções, é um padrão mais alto. Convesei com o pessoal da limpeza da rua, que me falaram que trabalham para um cara que empreita o serviço da prefeitura, e que contrata eles terceirizados&#8230;,é a velha história de fazer mais com menos e repassar o custo para outros, geralmente quem paga o pato é menos favorecidos&#8230;.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-25-lagoinha.jpg' alt='05-25-lagoinha.jpg' /></p>
<p>Já havia feito a janta e me aprontava pra dormir quando apareceu o vigia que estranhou achar alguém acampado nesta época, conversamos um bocado, ele foi bom ter um pouco de companhia , era uma pessoa muito simples e de bom papo, lembrei do pessoal lá da Barra do Ribeiro-RS,  lugar que muito me agrada justamente pela simplicidade&#8230;</p>
<p><strong>Morro dos Conventos até Cabeçudas, Trevo de Laguna quarta Feira 26-05-10<br />
</strong><br />
            Hoje decidi encarar a temida BR-101, precisava imprimir um ritmo de pedalada, uma cadencia, e a estrada de chão não permitias isto, e a bike está muito pesada e gera um esforço a cada arrancada&#8230;.Parti as 9h. Logo estava na br, que embora algumas obras está com bom acostamento e quase toda duplicada&#8230;Calibrei os pneus e regulei o banco, e logo estava em Araranguá, cruzei pelo centro, fui ao banco e voltei a br, é uma cidade muito organizada, sinalizada e sem perguntar nada entrai e sai facilmente. Na br o vento estava a favor e imprimia uma boa velocidade, o clima estava muito agradável, e não quis parar pra almoçar.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-26-c.jpg' alt='05-26-c.jpg' /><br />
            Num dos viadutos um cara que vinha a  pé me perguntou se tinha visto algum restaurante no meu caminho&#8230;logo percebi que eram dois, tinham uma aparência de andarilhos, mas parei pra conversar&#8230;.falaram que estavam descendo pro Sul, estavam no trecho a um bom tempo, não carregavam quase nada, e um deles me disse que foi de Joenville ao RJ a pé em 61 dias&#8230;isto é que é peregrinação!</p>
<p>Perguntei o que eles comiam, um respondeu:</p>
<p>- Pedimos nos restaurante, ninguém nega comida no trecho&#8230;</p>
<p>Conversamos mais um pouco, dei a eles um pacote de bolacha e um pouco de atenção e creio que ficaram muito contentes&#8230;.São estes alguns das várias pessoas invisíveis que lotam as grandes cidades e andam por este mundão a fora, é por estas e outras que me sinto um privilegiado&#8230;</p>
<p>            Segui meu caminho, alguns carros e vários caminhões buzinavam com um tipo de saudação, assim como os caras que encontrei que se intitularam ‘’trecheros’’ acho que de certa forma eles me identificam como parte desta categoria.</p>
<p>            Passei por dentro da cidade de Tubarão, ou parte dela, ruas estreitas e pouca sinalização. Quando cruzei um viaduto, percebi dois malandros a espreita e um veio bem na minha direção, apertei o passo e empurrei a bike na direção de um deles, e logo os deixei pra trás, tratei de ir embora e pegar a br novamente&#8230;.</p>
<p>            O sol já estava indo embora e precisava achar um lugar pra parar, me informaram dos posto da ‘Cabeçudas’ ou algo do gênero, estava muito cansado mas tinha que seguir em frente. A estrada piorou muito, não mais duplicada. Conversei com o pessoal da manutenção da estrada que me deram algumas laranjas e informaram que as pontes estavam próximas&#8230;.escureceu rápido, e logo avistei a lagoa e uma enorme ponte sem acostamento&#8230;fiquei com receio de passar, mas não tinha jeito, passei pela área da linha dói trem é dividida da ponte apenas pela mureta, estava escuro mas seguro&#8230; Chegando ao posto, notei muito movimentação urbana, e não quis arriscar acampar ali, fui até o Hotel e depois de chorar um pouco ocnsegui me hospedar por 40 reais com café&#8230;</p>
<p>Devo ter pedalado em torno de 90 km ou mais, ontem forma só 45 km, será muito bom uma noite numa cama pra repor as energias.</p>
<p><strong>Cabeçudas, Trevo de Laguna até Garopaba-SC quinta feira 27-05-10<br />
</strong></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-27-amanhecer-hotel-trevo-laguna.jpg' alt='05-27-amanhecer-hotel-trevo-laguna.jpg' /><br />
Amanhecer no Hotel Trevo de Laguna<br />
Quando sai do Hotel, notei que estava a poucos metros do trevo de laguna, mas seriam mais uns 6km até a praia, e rodar a noite é um risco grande e desnecessário.</p>
<p>Como o trecho para este dia seria curto sai sem pressa, o dia continuava agradável e a bike muito redonda&#8230;.Cheguei ao trevo de Imbituba mas não quis chaegar, pra poupar energia e aproveitar a praia&#8230;Passava do meio dia quando alcancei o trevo de Garopaba, mais 15km e estava na cidade, uma linda enseada, rodeada por morros, um forte comércio. Avistei o mar, e entendi o porque o pessoal se desloca de Poá pra estas bandas, aqui é muito bonito mesmo&#8230;descansei um pouco e tratei de garimpar um camping , depois de várias tentativas achei o camping Garopaba, e o Sidnei me recebeu muito bem, cobrou 15 reais, esperando um choro, mas achei justo visto que estava tudo fechado na cidade&#8230;conversamos um pouco por enquanto me mostrava o local, então me ofereceu um pequeno quarto, pelo mesmo preço, aceitei e agradeci a oferta, mais uma vez a solidariedade em ação&#8230;.Rapidamente me instalei e fui conhecer a cidade, pretendo sair bem cedo amanhã&#8230;pois o tempo está mudando&#8230;</p>
<p>  <img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-27-br-101.jpg' alt='05-27-br-101.jpg' /><br />
Na BR 101</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-27-praia-garopaba.jpg' alt='05-27-praia-garopaba.jpg' /><br />
A Bike na bela Garopaba</p>
<p><strong>Garopaba-SC - Sexta Feira 28-05-10<br />
</strong><br />
Amanheceu chovendo muito, e senti esta noite dores nas penas, resolvi ficar um dia mais por aqui, descançar, ajustar a bike e atualizar os emails, amanhã pretendo chegar bem próximo a Floripa, pois não quero entrar na cidade a noite. </p>
<p><strong>Garopaba até Floripa 29-05-10</strong></p>
<p>Ontem aproveitei o tempo livre e conversei  com o pessoal  que está  aqui camping.</p>
<p>Um deles é um senhor que vive por aqui já a um ano e meio, me contou um pouco sobre uma das suas viagens pela Eurpo, quando alugou um carro em Portugal e rodou pela Espanha e França&#8230;falamos sobre o meu roteiro e ele fez  ótimos comentários e deu algumas dicas. Também falou que atualmente possui um fiorino adaptada e faz desde seu motor-home, e que já esteve no deserto do Atacama mas que ainda gostaria de pegar a Panamerica, mas reconhece que é perigoso e que lhe falta um bom companheiro visto que já está chegando as 80 anos mas aparente bem menos.</p>
<p>Está última noite cheveu bastante, resolvi ir para Floripa de onibus, visto que a BR-101 está com várias obras neste trecho. Arrumei as coisas com calma e medespedi do pessoal. Peguei o onibus das 9:30h, o motorista alegou que o bagageiro traseiro estava ocupado, mas sem problemas acomodei toda a bagagem nas laterais. Realamente seria difícil rodar neste trecho da BR 101, ainda tem uma pequena serra sem nenhum espaço no acostamento.</p>
<p>Chegando na rodoviária, acessei a internet e pesquisei sobre os campings abertos, um no Campeche e outro na Conceição, como não conheço nada por aqui rumei pra o Campeche.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-29-floripa.jpg' alt='05-29-floripa.jpg' /><br />
Em Floripa<br />
Não quis passar pelo túnel, e assim que contornei o morro um biker me avisou que havia uma ciclovia na beira mar. Perguntou se eu estava em Floripa para a corrida, ficamos quase uma hora conversando, contou da sua viagem de Araranguá-SC  até Tres Coroas-RS, nas suas palavras, &#8220;comi o pão que o diabo amassou em certo trecho em Osório, pneu furado, pista sem acostamento, mas viajar de bike é muito legal&#8221;. Nos despedimos e segui pela ciclovia que logo acabou.  Me senti  então em Porto Alegre, disputando espaço com os carros e foi difícil achar o tal camping, que não era ruim mas não havia nada por perto e fiquei bastante isolado.</p>
<p><strong>Florianopolis - 30-05-10</strong></p>
<p>                Quando amanheceu já estava decidido a levantar acampamento, rumei para a lagoa da conceição, foi fácil o deslocamento pois era domingo muito cedo. No caminho não sei bem em que local, vi um cara saindo de um mato num a atitude meio suspeita, fiz que notei e segui em frente, logo ouvi um barulho e um macaco daqueles bem pequeos caiu de um posto bem perto de mim, já havia visto um destes no Campeche&#8230;fiquei curioso pra saber o que iria fazer com o pobre animal mas segui o meu caminho. Facilmente achei o campoing, Florianopolis é uma cidade fácil de se orientar, me instalei rapidamente e fui aproveitar a mnha na praia da Joaquina, que tinha ótimas ondas, e os surfistas pareciam um bando de focos na aguá.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-30-praia-joaquina.jpg' alt='05-30-praia-joaquina.jpg' /><br />
Praia da Joaquina<br />
Na tarde circulei bastante de onibus, fui até o norte da ilha e a noite aproveitei o movimento do comércio da lagoa e voltei para o camping, que estava sem luz. Achei a minha pequena lanterna e me recolhi. Lembrei da vez que fiz uma incursão a remo pelo rio guaiba, durante quase uma semana fiquei  isolado de tudo acampando aonde bem intendia , numa destas estava na praia da faxina, e a minha lanterna quebrou então fui dormir na baira da praia, estava uma noite muito escura, e conseguia sentir o cheiro da urina das capivaras que rodevam o local, nesta viagem ainda vi uma lontra e um tipo de pequena rapousa, é difícil de acreditar que existe este tipo de coisa perto de uma cidade tão grande.  </p>
<p><strong>Floripa até Bombinhas - 31-05-10  </strong></p>
<p>Último dia do mês e onze dias na estrada, o tempo está passando depressa.</p>
<p>Parti do camping da Conceição e peguei o mesmo caminho, contornando o morro que vai direto para o centro. Esse trecho foi bem demorado, pois havia muito movimento.</p>
<p>Atravessei a ponte com facilidade, um cara me pediu um real,  disse que não tinha de pronto, pois não quis demonstrar intimidação, ele se virou para ir embora, então disse que tinha umas moedas. Estava em dúvida por que lado sair para a BR, então esse mesmo cara voltou e me mostrou o caminho, advertindo para que eu não saísse na contramão pois havia um posto da polícia. Desse trecho até uns 5 km sofri muito com a falta de acostamento.</p>
<p>Logo que peguei a BR avistei outro viajante de bike, era um Senhor com uma barba amarrado com um elástico e com uma barra circular sem marcha. Nos apresentamos e começamos um longo papo. Contou que estava em Floripa para tentar arrumar a aposentadoria. Vive de artesanato, e está no trecho há 32 anos, já foi dono de um circo, mas segundo ele fez um casamento errado e perdeu tudo. Estima já ter andado mais de 80.000 km, já foi até o México, talvez por isso que se apresentou como o Mexicano. Contou que na época da ditadura foi muito perseguido, apanhou muito dos milicos, pois era visto como desordeiro e vagabundo, ainda mais que passou alguns anos no Uruguai onde a repressão era ainda maior. Deu algumas dicas e recomendações, uma delas era para não usar barraca, pois é coisa de turista e chama muito a atenção dos malandros, outra para tomar café com limão contra a gripe, bem que eu acho que ele toma limão é com outra coisa.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-31-el-mexicano.jpg' alt='05-31-el-mexicano.jpg' /><br />
El Mexicano<br />
                Segui o meu caminho e mais adiantei encontrei outro andarilho, parei para conversar enquanto comíamos umas bananas. Falou que estava indo para BH, pois brigou com a família em Quintão-RS. O que notei é que assim como os outros dois que falei dias atrás, são pessoas jovens, que já estão com o presente e futuro comprometido frente a falta de oportunidade e demais circunstâncias da vida.</p>
<p>                Estava me deslocando muito rápido, o vento era forte e totalmente a favor, tinha que me policiar para não acelerar demais e queimar muito energia desnecessária. Parei no trevo de Tijucas e logo se apresentou a entrada para Porto Belo e Bombas, olhei no mapa e conferi que era perto, se caso não achasse um lugar para ficar poderia ir até Itapema. Triste engano, o mapa é planta baixa e não mostra o relevo, passando Porto Belo tem um enorme morro que separa Bombas e Bombinhas do mundo. É um acesso só para veículos motorizados. Mas optei por encarar a escalada, empurrando é claro. Para piorar a descida também foi difícil, os freios da bike não estão bons e não tem acostamento algum&#8230;umas fez do outro lado descobri  que o tal camping era no fim do fim da praia, e tive que escalar outro morro, menor mas mais íngreme. Foi o local de mais difícil acesso que estive, embora a praia seja linda, não é recomendado para pedestres ou bicicleta&#8230;o pior foi penar que teria que fazer todo o trajeto novamente para voltar a Br. Novamente fiquei muito Isolado e não sai nem para jantar. Amanha vou sair mais tarde, pretendo ficar em Camburiu que está bem perto.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-31-el-viajante.jpg' alt='05-31-el-viajante.jpg' /><br />
El Viajante<br />
 <img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/05-31-saindo-floripa.jpg' alt='05-31-saindo-floripa.jpg' /><br />
saindo de Floripa<br />
<strong><br />
Bombinhas até Piçarras - 01-06-10</strong></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-01-morro-bombas.jpg' alt='06-01-morro-bombas.jpg' /><br />
morro em Bombas</p>
<p>Sai do camping quase 9h,  levei quase duas horas para chegar a BR.  O vento continua a favor, mas estou me sentindo com menos gás. Fui em direção a Itapema, o trajeto é sem acostamento e muito esburacado. Uma vez em Itapema a coisa mudou. Ruas asfaltadas e uma ciclovia ao longo da avenida principal. Era 11h e estava com fome, pois não havia feito uma refeição de peso no dia anterior. Passei por vários grandes restaurantes e parei já no final da avenida. Cheguei no balcão, pois não avistei nenhuma atendente. O única pessoa que estava preparando umas viandas gritou lá de dentro:</p>
<p>- O que tu que!</p>
<p>Num tom de voz nada amigável, creio que o cara me viu chegando com a bike cheia de tralha com uma barba já crescida e pensou que eu iria pedir algo. Nisto chegou uma atendente que me serviu com muita gentileza. Acho que vou ter que fazer a barba mesmo, caso contrário vão me confundir com o Mexicano.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-01-praia-bombinhas.jpg' alt='06-01-praia-bombinhas.jpg' /><br />
Praia de Bombinhas</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-01-praia-itapema.jpg' alt='06-01-praia-itapema.jpg' /><br />
Bike na Praia de Itapema<br />
Depois de abusar do almoço fui até a praia para giboiar. Logo peguei a estrada e cheguei ao trevo de Camburiu. Parecia o centro de Poa, enormes prédios, não quis nem entrar. Tinha uma placa indicando Interpraias, mas não estava afim de surpresas. As placas indicavam 30 km para Penha e Piçarras, resolvi esticar até lá. Cheguei a Piçarras às 5h da tarde, procurei o camping, mas era muito longe e possivelmente fechado. Depois de pesquisar algum hotel, achei uma pousada com preço promocional de 25 reais e quando fui pagar o Dono deixou por 20, beleza. Vou descansar e pesquisar algum camping perto de São Francisco.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-01-trecho.jpg' alt='06-01-trecho.jpg' /><br />
Na BR 101</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-01-tunel-1000m-antes-de-camboriu.jpg' alt='06-01-tunel-1000m-antes-de-camboriu.jpg' /><br />
Tunel de 1 km Antes de Camboriu</p>
<p><strong>Piçarras - Quarta - 02-06-10</strong></p>
<p>Amanheceu chovendo e eu bem deitado num bom colchão de molas, resolvi ficar mais um dia em Piçarras que é uma cidade muito organizada, limpa e plana, com uma boa ciclovia.</p>
<p>A  minha estratégia de viagem é simples, rodar quando bastante quando o tempo ajuda e quando encontrar um bom lugar ficar alguns dias para descansar, e isto está dando certo.</p>
<p>Ganhei o mesmo desconto nessa outra diária, e o Adilson da pousada Recanto das Paimeiras ainda me presenteou com um guia do Vale Europeu.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-03-trecho.jpg' alt='06-03-trecho.jpg' /></p>
<p><strong><br />
Piçarras até Barra Sul - Quinta- 03-06-10</strong></p>
<p>Mais uma noite de muita chuva, mas hoje não tem jeito, vou pegar estrada.</p>
<p>Sai as 8h da pousada, achei que acordar cedo todos os  dias  seria  algo difícil pois em casa tenho habito de ficar acordado até tarde e custo a sair da  cama, mas na viagem a  rotina é diferente, deito mais cedo e durmo no máximo 6h, e já é o suficiente, assim aproveito a  luz do dia.  </p>
<p>            Pela manha ainda não chovia, fui até a praia e tirei umas  fotos, nas para a  direção que eu iria estava se formando um temporal, esperei as nuvens se dissiparem e parti em direção  a  Barra do Sul, e caso o tempo melhorasse poderia  esticar até São Francisco.  Faz frio e o vento é contra, e logo começa a  chover, pedalar com a capa é muito desconfortável, e para  muitas vezes nos postos para me abrigar um pouco.</p>
<p>Levei algumas horas até a estrada de chão em direção ao Balneário de Barra do Sul. Nos primeiros 10 km pedalei com certo esforço, mas depois não teve jeito, muito barro e areia solta, foram mais 2h empurrando a bike. Mas estava mais disposto mesmo para caminhar, a  pedalada neste dia  não estava  redonda&#8230;</p>
<p>Logo na entrada encontrei o camping, uns dos mais simples que fiquei, mas fui muito bem recebido, o pessoal aqui é muito simpático e me senti em casa. O deslocamento hoje foi curto, não mais que 50 km, mas foi o dia mais cansativo.</p>
<p><strong>Barra do Sul até São Francisco do Sul- Sexta - 04-06-10<br />
</strong><br />
A chuva marca presença novamente, noite dormi mal, muito barulho do vento e da lona fina que coloco encima da barraca. Resolvi seguir viagem, arrumei tudo depressa e cheguei na rodoviária  de assalto, de chinelo , capa e bermuda. De cara o cobrador pediu a nota da bike, por isso que sempre desmonto um pouco a bike e cubro com a lona. Apresentei um simples cartão de visita que fiz, com a idéia  da viagem e o endereço do site e email, poupou demais  explicações e embarquei tudo em menos de  minutos. Meu destino era São Francisco, teria que descer em Araquari e pegar outro ônibus, mas o cobrador não me avisou que não havia  rodoviária e eu não perguntei,  acabei parando quase em Joenville, que é uma  cidade muito legal, já estive lá certa vez visitando o museu da bicicleta (MUBI). Resultou que fiquei 3h na estrada até embarcar para S. Chico.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-05-centro-historico-s-chico.jpg' alt='06-05-centro-historico-s-chico.jpg' /><br />
chegando no Centro Histórico de São Francisco</p>
<p>                O camping ficava a  quase 20 km da  cidade e para  o lado contrária que eu iria no próximo dia. Chovia muito, dei um tour na cidade e avistei a  Corporação dos Bombeiros, lembrei do relato do cara que encontrei em Floripa que falou que só se hospedava nos bombeiros e que era muito bem recebido.  Contei a minha história várias fezes e pediram para que eu esperasse para falar com o comandante. Um dos bombeiros perguntou se eu queria  tomar um café, aceitei pois já  era 3h e ainda não havia  almoçado. Quando estávamos na  mesa, o telefone tocou e logo após o alarme, saíram  todos eles correndo,  em poucos minutos o caminhão  partiu e  eu fiquei só olhando toda aquela movimentação, e finalizei o café sozinho. Por voltas das 5h o Comandante chegou e deu o ok, então sai eu correndo na  chuva  em direção  ao  museu do  mar, pois  queria  conferir o acervo que possui uns dos barcos  do  Almir Klink e várias canoas antigas. Chequei lá lavado de suor e todo molhado, mas valeu a  pena. Na volta fiz um lanche no centro, mas quando retornei aos Bombeiros fui convidado para  a janta  que estava muito boa. O turno havia mudado, mas todos sem exceção me  trataram  com muita atenção e ficaram  curiosos com a  minha viagem, deixie o meu cartão com eles e  facilmente conferiram o relato no site. No meio da noite acordei com alarme novamente. Realmente a rotina deste pessoal não é nada fácil, parabéns a todos pelo trabalho de dedicação a  comunidade e muito obrigado pela acolhida.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/bombeiros.jpg' alt='bombeiros.jpg' /><br />
Coorporação dos Bombeiros de São Francisco do Sul</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-04-muse.jpg' alt='06-04-muse.jpg' /><br />
Vista da janela no museu do mar</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-04-museu-mar-barco-ak.jpg' alt='06-04-museu-mar-barco-ak.jpg' /><br />
Barco a remo que Amyr Klink usou na travessia do Atlântico</p>
<p><strong>São Francisco do Sul até Guaratuba - Sabado - 05-06-10 </strong></p>
<p>Acordei cedo, antes da chamada  geral das 6.30h. Fui em direção ao centro histórico, aproveitei para  tirar algumas  fotos pois o tempo estava  bom. São Francisco é uma  cidade muito interessante, principalmente para quem se dedica  ao estudo da  história. Gostaria  de ter ficado mais  tempo. Atravessei numa pequena lancha de  madeira, o mar estava  muito mexido devido o vento forte, o motor gemia para vencer as ondas, confesso que foquei um pouco apreensivo, mas logo estávamos no outro lado, vila da Glória. Seria novamente um trecho de estrada  de chão, mas não foi tão ruim, logo cheguei em Itapoá onde começa o asfalto até Guaratuba. Almocei e fiquei na praia algumas horas, secando o material e contemplando a  natureza.  </p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/vila-do-gloria.jpg' alt='vila-do-gloria.jpg' /><br />
Vila do Gloria</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/itapoa-serrinha.jpg' alt='itapoa-serrinha.jpg' /><br />
trecho Serrinha - Itapoa</p>
<p>Por volta das 5h cheguei à casa do amigo Cicloturista Nelson, conforme contato prévio. Fui muito bem recebido, à noite fomos jantar na casa de amigos e familiares, apreciei um dos pratos típicos da região e tomamos um bom vinho. Conversamos sobre as viagens, e por fim descobri que era ele que  iria pedalar com o Valdo no Canadá, visto que conhece muito bem a região pois  atravessou todo o País de bike.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-05-guaratuba.jpg' alt='06-05-guaratuba.jpg' /></p>
<p>Lembro que certa vez conversei com o Valdo sobre a minha idéia de formar uma rede no Brasil de pessoas interessadas a acolher os cicloturistas, idéia que vinha de encontro com o projeto do Valdo de fazer a casa do cicloturista, pois existem várias na  América e nenhuma no Brasil. Concordamos que falta está cultura no nosso País, e como o Valdo me respondeu ‘’somos nós que temos criar isto’’, fica aqui está observação sobre a questão que talvez possa evoluir e ser discutida  em outro momento.</p>
<p><strong>Guaratuba até Balneario do Leste Domingo 06-06-10</strong></p>
<p> Acordei um pouco mais tarde, e depois do café parti em direção Caiobá e Natinhos, não tinha um lugar específico para chegar, estou próximo a  Paranaguá, e preciso reforçar os  suprimentos para fazer a travessia da  ilha  do Superagui e Cardoso, alcançando em alguns dias Cananéia, litoral sul de São Paulo.</p>
<p>Hoje o dia estava muito lindo, de um lado o mar, de outro enormes morros, passei a tarde pedalando devagar e sem pressa. Passava das 3h e resolvi parar, estou no balneário de Leste, e amanha talvez vá à ilha do Mel.</p>
<p>Hoje finalizo o meu dia muito contente com o andamento da viagem, com a oportunidade de  interagir com pessoas  com as mais diferentes histórias  de vida, o que reforça a convicção que sou uma pessoa privilegiada, pois sempre encontro no meu caminho pessoas que fazem a diferença na minha vida. Muito obrigado ao Nelson Muller e Família que me receberam de braços abertos.  </p>
<p> <img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-06-travessia-guaratuba-matinhos.jpg' alt='06-06-travessia-guaratuba-matinhos.jpg' /><br />
Balsa de Guaratuba para Matinhos</p>
<p><strong>07-06-10  Praia de Leste  – Ilha do Mel - PR<br />
</strong></p>
<p>Esta noite lembrei da Serra Gaúcha, fez muito frio, tive que usar toda a roupa da mala. Logo que sai da barraca cumprimentei um Senhor que esta instalado em um dos quartos do camping  já havíamos conversado ontem, me ofereceu uma xícara de café, e ficamos algumas horas conversando. Contou das suas andanças pelo Brasil, e me confessou  que nunca  teve vontade de conhecer o Rio Grande do Sul, visto que oriundo de uma família de pescadores de SC e que deste pequeno foi influenciado por uma certa rivalidade entre os pescadores catarinenses, denominados ‘’barriga verde’’ e os Gaúchos. Sempre gostei de conversar com pessoas de mais idade, além da experiência de vida, em geral são pessoas que não mais fazem da guerra de vaidade tão comum principalmente em ambientes de trabalho, que representa nada ais que a insegurança e dificuldade de afirmação do indivíduo dentro do seu âmbito social.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-07-ilha-mel-praia-de-fora.jpg' alt='06-07-ilha-mel-praia-de-fora.jpg' /><br />
Praia Mar de Fora - Ilha do Mel<br />
                O dia estava ensolarado e o percurso até a travessia para ilha do Mel era curto. Logo depois do almoço embarquei para a ilha, travessia de pouco mais de 30 min. A ilha é muito bonita, o que chama mais a atenção é que não existe ruas, e muito menos veículos automotores. As pequenas pousadas nasceram de casas modestas de morados que ficam todas dentro da mata, formando um labirinto de trilhas. Mais tarde instalado no camping que  no geral não oferecem grande infra-estrutura, conversei bastante com um dos moradores que está engajado na associação dos moradores e busca algumas melhorias para ilha. Conversamos sobre várias coisas, mas principalmente sobre a questão de organização da ilha, que está subordinada a Paranaguá, e segundo ele carece de uma política mais atuante local, visto que a cultura caiçara e desprovida historicamente desta consciência política. Não é preciso procurar muito para constatar que existe alguns problemas básicos no local, na chagada da onde se situa o vilarejo, pois é a área mais protegida, as placas indicam impróprias para banho, e em certos locais e evidente o cheiro de esgoto. Já no lado contrário, de frente para o mar é realmente um paraíso. Fiquei contente em estar ali na baixa temporada, pois não gosto de locais de grande aglomeração e creio que o controle de 5000 visitantes por dia na ilha deve causar um congestionamento nas pequenas vielas. Não quero com estas considerações desestimular ninguém de conhecer o local, bem pelo contrário.  Aproveitei o final da tarde e fui até a praia da gruta e subia um enorme morro.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-07-ilha-do-mel-ruas.jpg' alt='06-07-ilha-do-mel-ruas.jpg' /></p>
<p><strong>08-06-10  Ilha do Mel – PR<br />
</strong><br />
Acordei cedo resolvido em fazer a trilha até o outro vilarejo chamado Brasília, pois estava na praia Encantada. O pessoal do camping me aconselhou ir de bike, deveria transpor apenas um morro e depois logo chagaria no vilarejo de bike&#8230;eu iria a pé, mas aceitei a dica, mas não foi nada disso, depois de subir o morro do sabão com a bike nas costas e passar pela praia do Miguel, havia um paredão de pedras de difícil acesso.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/morro-do-sabao.jpg' alt='morro-do-sabao.jpg' /><br />
com a Bike no Morro do Sabão</p>
<p>Deixei a bike e fui conferir a passagem, depois de meia hora resolvi voltar, a maré estava muito cheia, e o retorno foi mais difícil ainda, o que me custou uns dois tombos nas pedras e tive que passar com ondas já na altura da cintura&#8230;fiquei um pouco chateado por não conseguir explorar a outra vila. Descansei a tarde todo, e aproveitei a noite para fazer um tour pela praia da gruta a noite, o céu estava muito estrelado e ao longe avistei mais de dez navios, fiquei um tempo por lá e retornei  tateando o caminho de um pouco mais de 1 km.</p>
<p><strong>09-06-10  Ilha do Mel – Paranaguá – Ilha de Superagui – PR</strong></p>
<p>Acordei cedo e aprontei tudo para partir no barco da 7.30h para Paranaguá, escutei o opito do barco e me apresei. A travessia durou em torno de 2.30h. Não existe barco coletivo entre a ilha do Mel e Superagui,  e por receio e grana não quis atravessar esse trecho de mar aberto nas ‘’voadeiras’’, barcos de alumínio com motor de popa.</p>
<p>Logo que sai de ilha o barco balança bastante, mas logo entra na baia de Paranaguá e estabiliza. O barco para Superagui sairia somente as 2.30h, aproveitei para almoçar e descansar, pois Paranaguá é uma cidade que não me chama muito atenção.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/paranagua.jpg' alt='paranagua.jpg' /></p>
<p>Já fazia alguns dias que estava pensando em mudar o meu roteiro e não mais atravessar pelas ilhas, pois por experiência de trilhar pela beira do mar, sei que um simples córrego no verão, no inverno facilmente  se transforma numa barra intransponível.  </p>
<p>Fiquei mais de uma hora aguardando a saída do barco e observando a movimentação de carga. Era um barco pequeno,  e neste decorrer de tempo foi atulhado com o mais variado tipo de material, deste material de construção a compra de super e bagagem. Isto me deixou com certo receio, pois havia uma carga excessiva, e saberia que o trecho  final seria bem difícil devido o vento que aumentava e a chuva que se formava ao longe.</p>
<p>Fiquei bem na popa do barco, parte traseira, me sentei numa sacaria e me escorei no saco de dormir, dormi um pouco na primeira hora, graças ao protetor auricular que sempre carrego comigo. Depois que o barco passou a linha da Ilha do Mel que facilmente reconheci  pelo farol, o vento aumentou muito e com ele a ondulação. O mar estava grosso, termo náutico que significa forte agitação. Estávamos já costeando a ilha das Peças. Um dos Senhores que estava ao meu lado comentou com outro morador da vila que o barco não estava sendo guiado de maneira correta e que a velocidade estava alta. Não demorou muito e ouvimos e sentimos uma pancada muito forte no casco do barco, havíamos abalroado um banco de areia. Rapidamente o barco girou em seu eixo, ficando exposto a uma série de ondas que lamberam o costado e molhou muita gente. O barqueiro engatou a marcha ré, mas o barco seguia girando, pensei que tínhamos perdido o leme, alguém cogitou que a corda havia rebentado, perguntei que corda era esta, estavam falando do acionamento do leme&#8230;.a situação era muito delicada, percebi que estava ali todos o ingredientes para acontecer um acidente,  sobrecarga e imperícia. Olhei para a praia, estávamos não mais que 300m, por fora da rebentação,  sabia que  se mantivesse a calma poderia chegar em terra, mas olhei para aqueles pessoas enfiadas no casario, mulheres e crianças e por um instante fiquei o muito preocupado, pois seriam estas as primeiras vítimas. O barco fez 360 graus e se livrou do banco, isto tudo não passou de alguns minutos, mas bastou para que todos ficassem agitados, e algumas pessoas se aglomeraram perto onde eu estava, pois em caso de emergência seria o local mais fácil de pular no mar. Os 40 mim que se passaram até chegar a barra foi muito tenso, o pessoal da vila estava preocupado. De um lado era as ondas e de outro um mar muito agitado  com vagas de mais de 3m. A entrada na barra foi um silêncio só, e logo que entramos em local protegido todos respiraram aliviados. Mais tarde e ao longo dos dias conversei com vários pescadores que disseram que fazia semanas que a barra estava fechada e que ninguém saia para pescar devido o mal tempo, e que vários barcos já viraram neste trecho que um baixio, ou seja, uma diferença brusca de profundidade na costa que causa  ondulação mais perigosa que em alto mar.</p>
<p> <img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-10-ilha-superagui.jpg' alt='06-10-ilha-superagui.jpg' /></p>
<p><strong>10-06-10  Ilha de Superagui – PR</strong></p>
<p>Mais um dia que amanhece chovendo, sai do camping já passava das 10h. Forcei a pedalada pois a praia rapidamente ficava curta, com a maré subindo. Pedalei por uma hora, depois não teve jeito, amarrei um pequeno cabo(corda) no canote do banco e em volta da cintura e vinha tracionando arrastando a bike do jeito que dava. Caminhei mais duas horas e encontrei um barraco de pescador junto a praia. A notícia boa foi que estava perto da barra da Ararapira, final da ilha do Superagui, ponto de travessia para ilha do Cardoso, local onde queria pernoitar. O ruim é que o rapaz me falou que eu não conseguiria passar, visto que o mar invadiu o mato e havia água pelo pescoço. Nem perdi o tempo indo lá para conferir, me instalei ali mesmo, junto as canos e material de pesca. Logo veio  da casa que ficava uns 100m para dentro do mato uma Senhora e algumas crianças, conversamos bastante, eram verdadeiros caiçaras, pessoas que ainda vivem exclusivamente da pesca. Não possuem energia, nem gás, e assim que anoiteceu não vi e não ouvi mais sinal de ninguém. Fiquei pensando sobre a questão que conversei com o morador na ilhado Mel, e refletindo sobre a história de vida daquela pessoas, que a cada final de dia de pesca se deslocam ao longo da praia por mais de 20 km para vender alguns sacos de peixe, ou trocar por mercadorias.  Descobri então que o que apontava no mapa como praia deserta, não era tão deserta assim.</p>
<p> <img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-11-pernoite-praia-deserta-superagui.jpg' alt='06-11-pernoite-praia-deserta-superagui.jpg' /><br />
Casa onde pernoitei na praia deserta</p>
<p><strong>11-06-10  Ilha de Superagui –  Ilha do Cardoso – Cananéia - SP</strong></p>
<p>Havia feito  uma marca na areia para comparar a altura da maré, estava mais baixa. Cheguei no trecho invadido pelo mato, não mais que 2km, o problema seria ser pego no meu  do cominho pela  maré alta. Conversei com dois pescadores numa pequena canoa e confirmaram que estava mais baixa a água mas que haveria duas saídas de riacho. Pedi para que na hora que voltassem observassem se eu não precisava de ajuda, pois em último caso teria que deixar o material para trás.  Segui em frente, a princípio pela beira dágua, mas o local é um mangue, e a bike atolava no lodo, com água quase na cintura, o jeito foi ir junto ao mato e alçar os 45 kg da bike e bagagem por cima da vegetação caída. Demorei um pouco mais de uma hora para vencer esta travessia,  em seguida atravessei a barra da Ararapira para ilha do Cardoso.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-11-praia-barra-ararapira.jpg' alt='06-11-praia-barra-ararapira.jpg' /><br />
Proximo a Barra do Ararapira</p>
<p>Peguei várias informações sobre o caminho a percorrer,  o vento era favorável e a praia bem firme. Depois de rodar cerca de 2h cheguei no final da praia. Existe ali um paredão de pedra, sem espaço junto a areia. Percebi que havia uma trilha aberta no mato subindo um enorme morro. Fui explorar a possível passagem, caminhei por mais de  meia hora numa muma mata muito fechada, que hora parecia um túnel verde. A trilha era escorregadia entre as raízes, num sobe e desce constante. Cheguei numa pequena bifurcação e, percebi que não conseguiria passar ali com a bagagem, e seria fácil ficar perdido ali, e ninguém iria me procurar em caso de emergência. Na dúvida é sempre bom retornar que seguir em frente, logo apareceria alguém para indicar a melhor saída.</p>
<p>O vento apertou e totalmente contra,  passava de meio dia e avistei uma casa dentro do mato, seria um bom lugar para me abrigar. Quando venci as dunas tive uma grande surpresa,  havia um enorme gramado e várias casas que margeavam um rio de água calma e ao fundo enormes morros. Estava na vila do Marujá. Encontrei um restaurante aberto, e depois de mandar ver, pedi para a senhora preparar uma vianda paraq levar, pois não saberia o desfecho daquele dia.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/ilha-do-cardoso-maruja.jpg' alt='ilha-do-cardoso-maruja.jpg' /></p>
<p>Fiquei sabendo que o próximo barco de linha viria somente daqui quatro dias, a única opção era esperar algum particular aparecer por lá. Quando já estava me aprontando para acampar chegou um garoto perguntando se era eu que queria ir a Cananéia, disse que  o seu iria numa voadeira e me cobraria 40 reais. Passava das 4h, mas aceitei a oferta. Pegamos um tromba de chuva, por quase meia hora,  se não fosse os morros eu poderia jurar que estávamos no Amazonas, é incrível os inúmeros braços de rios e mata fechada ao longo do caminho.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/vila-do-maruja-ilha-do-cardoso.jpg' alt='vila-do-maruja-ilha-do-cardoso.jpg' /></p>
<p>Cheguei em Cananéia e logo arrumei as coisas e fui procurar um lugar para pernoitar. Depois de rodar muito, achei um quarto junto a estrada na saída da cidade.</p>
<p><strong><br />
12-06-10  Cananéia – SP</strong></p>
<p>Passei o dia secando o material, fui até a cidade e organizei as coisas para o dia seguinte.</p>
<p>A cidade me desapontou na questão histórica. Quase não se vê casas ou marcos conservados, bem diferente de São Francisco-PR.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/cananeia.jpg' alt='cananeia.jpg' /></p>
<p><strong>13-06-10  Cananéia –  Ilha Comprida-SP</strong></p>
<p>Antes das 8h já estava na estrada. Passei na balsa para a Ilha Comprida, que como sugere o nome é uma longa praia, cerca de 60 km, muito parecida com a praia do Cassino-RS,  com mar mais escuro e revolto. Nas primeiras duas horas forcei bastante, para aproveitar a Mara baixa. Acabou que a praia se manteve boa, mas exagerei no esforço, e as pernas pareciam de pedra e me arrastei por vários quilômetros.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-13-arco-iris-ilha-comprida.jpg' alt='06-13-arco-iris-ilha-comprida.jpg' /></p>
<p>Nos últimos 20 km inicia o asfalto que corre  paralelo ao mar. Parei para almoçar e descansar.</p>
<p>Nisto passou um ciclista numa speed para o sentido contrário e logo retornou. Parou para conversar e me convidou para ir até a sua casa na ilha que passaria alguns informações sobre o caminho. Acabou que conversamos por horas, e como já estava no meio da tarde resolvi ficar no balneário. Me instalei num quarto junto a um restaurante e a noite fui jantar na casa do meu novo amigo biker, o Claudio, conhecido como Magaiver, inventor, campeão Brasileiro de carro a vela, motociclista, canoísta e sanfoneiro&#8230;.ficamos até a madrugada falando de tudo um pouco, é gente muito boa, mas é daqueles que o cara desconfia que o dedo dele ascende na ponta igual o do ET. </p>
<p><strong>14-06-10 Ilha Comprida-SP</strong></p>
<p>Ontem fui dormir bem tarde e hoje amanheceu um dia ensolarado. Resolvi  sair da cama mais tarde e ficar mais um dia por aqui, assim aproveito pra dar um geral na bike. Passei a tarde nesta função, e no final da tarde passei na casa do Claudio que estava saindo para pedalar. Foi mais uma noite de longa conversa e mais algumas histórias incríveis&#8230;e pra quem o conhece pessoalmente não fica dúvida sobre a veracidade. Uma dessas histórias achei muito engraçada,  ele e um amigo foram remando até a ilha do Cardoso, logo que  chegaram com muito custo o guarda florestal mandou eles  retornarem no mesmo pé, como era noite conseguiram ficar até amanhecer&#8230; lá pelas tantas avistaram uns olhos brilhando no escuro e foram conferir&#8230;quando iluminaram com a lanterna o bicho atrás deles&#8230;era uma onça parda!  Saíram em disparada&#8230;ele lembrou do tempo que era guia no pantanal e que ouviu os causos de ataque de onças, então enrolaram a rede de dormir no pescoço, já que  o bicho morde direto o pescoço da caça,  e assim ficaram até amanhecer&#8230; </p>
<p><strong>15-06-10 Ilha Comprida- Iguape – Peruíbe-SP</strong></p>
<p>É a manha mais frio desde que estou na estrada. Lentamente peguei o rumo em direção a ponte que leva a Iguape. De longe avistei a grande Igreja. Lembrei do vilarejo pobre da barra da Ararapira, a única construção de alvenaria era a Igreja, e isto é muito comum nas pequenas cidades. Pena é que este esforço conjunto da comunidade na maioria das vezes não vá adiante, e as demais obras de infra-estrutura básica acabam entravando na burocracia Estatal.</p>
<p> <img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-15-iguape-sp.jpg' alt='06-15-iguape-sp.jpg' /></p>
<p>Logo que cheguei na cidade um Senhor de bicicleta puxou assunto e me mostrou os principais pontos. A cidade possui um Grande número de casas ainda bem conservadas, embora muitas sejam utilizadas para comércio.</p>
<p>Estava me sentindo um pouco indisposto, e teria que voltar a BR, visto que não é permitido passar pela reserva da Juréia. Embarquei no ônibus ao meio para Peruíbe. Cheguei na rodoviária bastante perdido pois dormi toda a viagem. Estava tudo fechado, em função Da estréia do Brasil na copa. Fui em direção a praia e liguei para o único caming aberto, estava do outro lado do morro, praia do Guaraú&#8230;lembrei de Bombinhas, mas este foi mais fácil de transpor.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-16-praia-guarau-peruibe-sp-ao-fundo-reserva-jureia.jpg' alt='06-16-praia-guarau-peruibe-sp-ao-fundo-reserva-jureia.jpg' /><br />
Praia do Guarau. Ao fundo reserva da Jureia</p>
<p><strong>16-06-10 Peruíbe – Mongaguá -SP</strong></p>
<p>Outra noite fria, mas montei a barraca dentro da cozinha e fiquei bem protegido. Sai sem presa, pois a intenção é ficar perto de Santos e entrar na cidade somente pela manhã, em centros maiores é uma estratégia que funciona bem.</p>
<p> Encarei o morro novamente sem grande dificuldade. Mais ao fim da cidade e da praia parei num quiosque para pedir informação, conversei um pouco com o dono que me ofereceu um café, me despedi e segui viagem. O vento era médio, mas a pedalada rendia muito. Passei pelo trevo de Itanhaem perto da uma hora, foi uma pena não ter visto o recado do Marco me oferecendo hospedagem, de qualquer forma fica o meu muito obrigado pelo convite. Mais adiante estava a cidade de Mongaguá, fui até o camping, mas estava fechado, me hospedei num pequeno quarto de uma pensão, que mais parecia uma sela de presídio, com apenas uma pequena janela quase no forro, no meio da noite abri a porta, pois não já estou acostumado a dormir em locais abertos.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-16-praia-guarau-peruibe-sp.jpg' alt='06-16-praia-guarau-peruibe-sp.jpg' /><br />
Praia do Guarau</p>
<p><strong> 17-06-10 Mongaguá – São Vicente – Santos – Bertioga -SP</strong></p>
<p>Dormi muito mal, acordei com um cachorro latindo várias vezes e 7.3h já estava na estrada. O vento era quente, contra e forte, mas mais um dia que estava bem para pedalar. Rapidamente cheguei em Praia Grande, deste ponto até Guarujá, passando por São Vicente e Santos existe ciclo vias interligadas, é um diferencial no que trata de solução de deslocamento.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-17-sao-vicente-sp.jpg' alt='06-17-sao-vicente-sp.jpg' /><br />
Ponte de São Vicente</p>
<p>Quando cheguei a Santos o relógio marcava ao meio dia 31 graus. O litoral Santista é um local que gosto muito, muito espaço para andar de bike e um mar convidativo para esportes náuticos.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-17-santos-tributo-ao-trabalhador-ciclista.jpg' alt='06-17-santos-tributo-ao-trabalhador-ciclista.jpg' /><br />
Tributo ao trabalhador ciclista em Santos</p>
<p>Minha intenção era pernoitar no Guarujá, mas não achei camping. Segundo as informações. O melhor caminho seria pegar a Rio-Santos, desviando inúmeros morros pelo litoral. Neste trecho também existe serra, mas bem menos íngreme.</p>
<p>Por voltas das 3h cheguei em Bertioga. É um balneário com duas avenidas asfaltadas, e todas as demais ruas de areia. Alguns enormes prédios que destoam no meio de casas modestas e mal acabadas. Não achei nenhuma placa indicando nome das ruas, nem das principais avenidas. Quando achei o camping a Senhora cobrou 25 reais, me recusei a pagar, o local não tinha uma boa área. Achei uma acomodação em pequeno hotel por 30 reais.  Mesmo com o vento contra pedalei cerca de 80 km.  </p>
<p> <strong>18-06-10 Bertioga – divisa com São Sebastião-SP</strong></p>
<p>Conheci no hotel um Sr. Muito simpático que me alertou sobre a serra do Boiçucanga, que é 3.5km subindo&#8230;sai mais tarde, pois iria rodar pouco e ficar antes da serra. Parei uns 5 km depois da cidade, e observei operários cortando o mato, pensei, isto é que é loucura, e não pedalar de bike&#8230;Também estranhei o porque limpavam esta área, já que na cidade carece muito mais&#8230;mais adiante passei por uma grande base da polícia militar, junto a um supermercado  e de lanches&#8230;pensei então, quem sustenta este comércio&#8230;logo achei a resposta, existe ali um enorme condomínio, e mais adiante vários outros, mas este a portaria parece uma área militar de tanto reforço, Riviera de São lourenço. Como é comum condomínios adotarem nomes europeus para dar mais glamour para o local&#8230;inconscientemente acabamos sempre idolatrando a cultura branca européia, e neste eurocentrismo a verdadeira identidade do Brasil vai ficando no acostamento, e o que vemos é o nacionalismo aflorar somente na época de copa ou carnaval&#8230;queria eu ser norte-americano para me orgulhar do meu País todos os dias a ponto de ter uma bandeira no meu quintal&#8230;</p>
<p>Neste dia tive meu primeiro pneu furado, arrumei e no primeiro posto fui calibrar, e encontrei uma placa: calibrador somente para carro e moto, e isto que na região a bike é muito utilizada por trabalhadores&#8230;esta cidade é muito estranha mesmo.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-20-serra-do-mar-sao-sebastiao-sp.jpg' alt='06-20-serra-do-mar-sao-sebastiao-sp.jpg' /><br />
Visual da Rodovia Rio - Santos</p>
<p>Fiquei num caping junto a estrada, quase na divisa com Saão Sebastião, fui muito bem recebido pela dona, e mais tarde um pessoal que estava passando o dia por lá, me convidaram para participar do churrasco. Por fim a dona foi ficar na casa de parentes em outra cidade próxima e disse que eu ficasse de dono&#8230;</p>
<p><strong><br />
 19-06-10 Bertioga –    Boiçucanga – Maresias (São Sebastião-SP)</strong></p>
<p>Logo que passei a fronteira para São Vicente encarei a subida de 3.5km, foi bastante difícil, mas sinto que estou bem condicionado. Na subida havia um acidente, um motociclista saiu pela tangente em uma das curvas fechadas e por sorte não caiu na ribanceira&#8230;parei para ver se conseguia água e logo segui, levei uma hora para vencer este trecho. Avista lá de cima é muito bonita, a praia de Maresias lá embaixo. É uma praia de surfistas e um padrão mais elevado, as onda quebram junto a praia o que não convida muito ao banho, aproveitei a tarde e fiquei até o sol se por na praia. Mais uma vez fui muito bem recebido num pequeno camping .</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/praia-boicucanga-sao-sebastiao.jpg' alt='praia-boicucanga-sao-sebastiao.jpg' /><br />
Praia de Boiçucanga</p>
<p> <strong></p>
<p>20-06-10   Praia de Maresias - Centro de São Sebastião-SP</strong></p>
<p>Hoje é domingo e o pessoal me convidou para assistir o jogo por aqui, mas tinha uma travessia de serra com mais de 25 km. Novamente estava bem disposto para pedalar. A serra do mar é muito bonita, quase todo o percurso peguei  sombra e fui fazendo pequenas paradas e vencendo as grandes subidas seguidas de alguns minutos de descida. Levei quatro horas para fazer este trecho, cheguei  a um grande camping sem acomodação para uma pequena barraca. Não quis ficar, não me preocupo mais onde parar, fico confiante que no final do dia encontrarei um bom lugar para pernoitar, e assim se não me agrado do lugar sigo em frente.</p>
<p>Logo que cheguei no centro, avistei uma placa de uma pequeno hotel com diária de 25 reais e café da manha, fiquei ali mesmo. Conversei com um rapaz na chegada, e depois das perguntas básicas, ele falou da dificuldade do povo pobre encontra em viver num local que é projetado para o turista, São Sebastião é uma cidade de muito recurso em função da Petrobras, mas existe apenas uma praia pública, e a Ilhabela, assim com todas as outras ilhas forma tomadas por mansões. </p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-19-praia-maresias-s-sebastiao-sp.jpg' alt='06-19-praia-maresias-s-sebastiao-sp.jpg' /><br />
Praia de Maresias</p>
<p><strong>21-06-10  São Sebastião   –   Ubatuba-SP</strong></p>
<p>Acabei desistindo de visitar a Ilhabela, o tempo está mudando e o local que tenho interesse de conhecer é o pouco que resta da vila dos pescadores e é de difícil acesso. Peguei a estrada e rapidamente deixei São Sebastião para trás. </p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-21-praia-sfrancisco-ssebastiao.jpg' alt='06-21-praia-sfrancisco-ssebastiao.jpg' /><br />
Praia São Francisco</p>
<p>Quando passava por Caraguatatuba, lembrei do Sr. Que conheci no hotel em Bertioga, que falou o seguinte;  Não deixa de conhecer a minha praia&#8230;Estava trafegando numa rodovia que corta a cidade e sem acostamento,  então entrei para conhecer o local. Na praia existe uma grande ciclovia e logo que cheguei um ciclista puxou assunto, era o Freddy, conversamos bastante enquanto pedalávamos, e ele ainda me acompanhou até a saída da cidade indicando o caminho e deu algumas dicas sobre a praia de Trindade.</p>
<p>Subi uma pequena serra e parei para almoçar, até agora o meu apetite é de leão, mas a comida estava muito ruim e deixei a metade no prato. O tempo estava fechado para chuva, e logo começou a chover fino e fazer frio, faltavam ainda uns 40 km para Ubatuba, e para piorar começou uma série de subidas. O que me deixou animado é que foi a primeira placa que indica a proximidade de Paraty, estou perto de fechar a primeira etapa da minha viagem.</p>
<p>Por volta das 5h cheguei a cidade de Ubatuba, que é de fácil orientação e bem organizada. Consegui boas informações rapidamente, e me instalei num sossegado quarto na área central.</p>
<p> <img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-23-homenagem-ao-caicara-ubatuba-sp.jpg' alt='06-23-homenagem-ao-caicara-ubatuba-sp.jpg' /><br />
Homenagem ao Caiçara</p>
<p><strong>22-06-10  Ubatuba-SP</strong></p>
<p>Amanheceu chovendo muito, resolvi  ficar mais um dia e conhecer mais a cidade, pois o trecho até Paraty será de mais de 70km e já estou prevendo as várias subidas. Em Ubatuba junto a praia existe uma grande ciclovia e também nas principais ruas, embora não tão bem sinalizada. O pessoal com quem falei desde que cheguei  me pareceu muito hospitaleiro e simpático. Pena que a chuva não deu trégua gostaria de ter andando mais, mas fiquei mais recluso e aproveitei para descansar . Associando a região de Ubatuba com algumas questões históricas e indígenas, lembrei  do livro que li de um autor europeu, Hans Staden. Ele ficou cativo por anos numa das tribos mais temidas da época, os tupinambás, adeptos da antropofagia, sabe-se lá o porque ele foi poupado, quando retornou a Europa relatou os costumes dessa tribo, sendo este uns dos primeiros livros a cerca dos indígenas do Brasil,  este episódio se deu na região onde está localizada hoje Ubatuba&#8230;durante todos este tempo viajando pelo  litoral de SP, reparei  que os nomes de cidades, rios e praias, são em maioria de origem indígena, muito legal que tenham preservado isto pelo menos, já que os índios estão em numero bem reduzido, mas de qualquer forma aqui dizem que eles ainda estão em reservas, já lá no Rio Grande do Sul vivem esquecidos as margens das rodovias.</p>
<p><strong>23-06-10  Ubatuba-SP -   Paraty-RJ (menos 20 km)</strong></p>
<p>Foi  outra noite de chuva e pela manha ainda chovia muito, esperei até as 8h e resolvi  seguir viagem. Logo que peguei a estrada estranhei um pouco, depois o corpo aqueceu e a roupa de chuva me manteve aquecido. As placas indicavam a quilometragem até as divisa dos estados de SP e RJ, 48 km&#8230;pensei em vencer este trecho e arrumar um lugar para pernoitar, pois a chuva estava segurando muito a bike, e as placas de inicio da terceira faixa de rodagem apareciam  cada vez mais seguido, o que significava súbita forte e ausência de acostamento.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-23-serra-do-mar-br-101.jpg' alt='06-23-serra-do-mar-br-101.jpg' /><br />
BR - 101</p>
<p>Nos últimos 10 km antes da divisa, enfrentei duas subidas que se unem, parei várias vezes e já estava bastante cansado. Logo depois da divisa parei para tomar um café e me informaram que o trecho agora seria quase sempre descendo. Poderia esticar até Paraty, mas não queria chegar a noite na cidade. Avistei junta a estrada uma banca de venda de caldo de cana, e mais ao fundo uma pequena casa. Cheguei devagar e perguntando sobre uma possível hospedagem pelo caminho, a Senhora que me atendeu disse que se eu quisesse poderia ficar ali mesmo pois é local que já abrigou muitos viajantes. Havia alguns bancos, estava limpo e tinha telhado, e não é passagem de pedestre, visto que não há vilarejo por perto, era tudo o que eu precisava. Mais tarde chegou o seu José, o dono da casa, me ofereceu   um tapete para colocar em baixo da barraca e trouxe um café. Ficamos conversando bastante, me contou que veio ainda pequeno do Espírito Santo com a família  em busca de terra. Falou que os primeiros anos foi uma vida dura, abrindo clareira na mata, e depois compraram mulas que transportavam o excedente do que produziam para Paraty, principalmente banana. Depois falou do que cultivava e de animais que vivem por lá, a maioria eu não faço nem idéia do que são&#8230;lá pelas tantas ele disse; tu ouviu o piado do tucutuco? &#8230;esse canto é que amanhã vai fazer sol&#8230;</p>
<p>Logo que anoiteceu fiquei ouvindo o barulho da mata, fiquei até tarde acordado&#8230;</p>
<p><strong>24-06-10  Paraty (menos 20 km)  - Paraty -RJ</strong></p>
<p>Levantei cedo e já estava pronto para ir embora, quando o seu José me chamou, havia preparado um café com pão feito em casa&#8230;as vezes as pessoas que aparentemente menos tem para oferecer são as mais generosas&#8230;ainda conversamos mais um pouco e por fim quis pagar um taxa pela estadia, ele não aceitou, então dei de presente umas das minhas pequenas lanternas que não usam pilha, são a fricção&#8230;nos despedimos e peguei a estrada ensolarada, conforme havia anunciado o tal bicho.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-24-antes-de-paraty.jpg' alt='06-24-antes-de-paraty.jpg' /><br />
Local do Acampamento</p>
<p>Deste trecho em diante o acostamento piorou muito, mas segui devagar e curtindo a chegada a Paraty.  Logo que cheguei no trevo da cidade parei para tirar uma foto. Avistei uma biker que se parou para conversar. Era a Sandra, local da Cidade,  conversamos bastante, sobre a minha viagem e sobre as suas viagens de moto e de mochileiro pelo Brasil, e agora ela está se preparando para fazer a caminha de Santiago na Espanha.</p>
<p> <img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-24-paraty-rj.jpg' alt='06-24-paraty-rj.jpg' /><br />
Trevo de Paraty</p>
<p><strong>25-06-10  Paraty –RJ</strong></p>
<p>Me Instalei numa boa pousada no centro da cidade. Consegui um bom preço, poderia ter ficado num Hostel, que é  um albergue, tipo o que fiquei quando viajei de bike para o Uruguai, mas o propósito agora é ficar alguns dias num lugar mais sossegado, descansar , fazer  a manutenção na bike e providenciar outros preparativos para subir a serra rumo a MG.</p>
<p>Ontem a noite sai para conhecer a cidade que é muito bonita, o centro histórico é bem maior do que eu imaginava e existe muita agitação por todos os lados.  Hoje a tarde fui de ônibus até a  praia de Trindade , realmente de bike não seria uma boa pedida, tem uma serra enorme. O local é espetacular, fiquei horas somente contemplando a paisagem, faltou só o chimarrão no final de tarde&#8230;</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-25-paraty-rj.jpg' alt='06-25-paraty-rj.jpg' /><br />
Uma das Igrejas do centro Historico</p>
<p>Havia estimado 40 dias de viagem para chegar a Paraty, levei  em 35 dias. É sempre bom ter uma previsão bastante folgada,  principalmente dos três principais itens determinantes; tempo; dinheiro e disposição, seja lá o tamanho da empreitada, pois assim ganhasse confiança e não  existe a maldita pressa . Alguém poderá  dizer que é possível fazer este roteiro numa férias de  30 dias&#8230;.com certeza não seria a mesma coisa, viajar com a agenda em aberto, deliberando sobre o tempo é o que tem de mais válido nesse tipo de aventura.</p>
<p><strong>26-06-10  Paraty –RJ</strong></p>
<p>Hoje vou rumar para Cunha via a antiga rota do ouro, que interliga Minas Gerais, SP e RJ, que na época do cilco do ouro trouxe grande desenvolvimento para Paraty que por sua vez era a porta  de saida das riquezas extraidas do nosso solo. </p>
<p>O que mais me chamou atenção aqui é a questão geográfica, para todos os lados se avista uma cadeia de montanhas, o que faz da baia uma área muito abrigada&#8230;Com a abertura de outras rotas via trem e outroas fatores, Paraty repousou por muito tempo numa condição de estagnação, aqui a patrola da modernidade custou a chegar, e por ironia do destino foi isto que conservou o rico patrimonio histórico da cidade, caso contrário hoje Paraty seria mais uma subdesenvolvida cidade esquecida no litoral do Brasil&#8230;</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/06/06-26-paraty.jpg' alt='06-26-paraty.jpg' /><br />
Rua do Centro Historico de Paraty<br />
<strong><br />
26-06-10        Paraty-RJ    –    Cunha - SP (menos 10 km)</strong></p>
<p>Acordei cedo neste dia, cozinhei e deixei o almoço pronto e fui até o centro histórico tirar mais algumas fotos. Por volta das 10h rumei para o sentido contrário ao mar. A próxima cidade seria Cunha - SP, mas já estava prevendo que não chegaria antes do anoitecer, mas isto não me preocupava, pois tinha mantimentos e no caminho não faltaria um bom lugar para acampar. A serra da bocaina seria um dos maiores desafios, e isto realmente se confirmou.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/06-26-paraty-estrada-real.jpg' alt='06-26-paraty-estrada-real.jpg' /><br />
Inicio da Estrada Real </p>
<p>Logo iniciou a subida, leve e contínua, na medida que vou avançando no vilarejo notei que as pessoas me olham de maneira espantada, e um motorista de uma picape perguntou se eu iria subir a serra, quando confirmei, ele me aconselhou a pegar outro caminho. O trecho de asfalto é de 12 km, depois mais 8 km de estrada de chão. Subia devagar, sempre empurrando a bike, parei várias vezes para descansar e almoçar. Onde o sol não incidia a temperatura baixava drasticamente.  Quando já havia vencido uns 10 km, cheguei num ponto mais aberto da serra, e quando olhei para trás tive uma grata surpresa, era possível enxergar toda a baia de Paraty, e a cadeia de montanhas e morros em sua volta, tendo clara noção da gigantesca ‘’panela’’ onde está abrigada a cidade. Foi uma das paisagens mais bonitas da viagem. </p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/06-26-serra-baia-de-paraty-ao-fundo.jpg' alt='06-26-serra-baia-de-paraty-ao-fundo.jpg' /><br />
Visual da Baia de Paraty</p>
<p>Depois de algumas horas alcancei a estrada de chão, o trecho de 8 km parece um leito de um riacho, de tanta pedra e erosão, demandava muita força nos braços e o esforço extra, pois caminhava nas pontas dos pés visto o elevado grau de inclinação de alguns locais. Foram 5h de caminhada, subindo, sem nenhum trecho em declive, esforço que me levou quase a exaustão, foi uma das travessias de maior dificuldade que já realizei até hoje.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/06-26-serra-estrada-real.jpg' alt='06-26-serra-estrada-real.jpg' /></p>
<p>Uma vez chegando ao topo da serra está a placa da divisa dos estados de RJ-SP, a paisagem muda bastante, a mata dá lugar a uma vegetação mais  aberta, muitos morros e uma vista mais ampla da região. Seguindo a frente, passei por uma pequena cachoeira junto a estrada, parei e tomei um banho ultra rápido e parei numa grande pousada, conversei com o caseiro que falou pelo rádio com alguém que não me autorizou acampar no pátio que mais parecia um campo de golfe de tão grande. Já estava escurecendo, e perguntei ao caseiro que me atendeu com muita atenção se poderia ficar em frente à pousada, pois havia uma boa área, ele respondeu que era um local que eles cuidavam, mas que era público e que poderia ficar ali mesmo.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/06-26-topo-serra.jpg' alt='06-26-topo-serra.jpg' /><br />
Enfim no Topo da serra</p>
<p><strong><br />
27-06-10      Cunha - SP (menos 10 km)  - Guaratinguetá-SP</strong></p>
<p>Foi a primeira vez nesta viagem que durmo em um local descoberto. Aqui parece muito com a serra gaúcha, algumas araucárias e muito frio. Acordei às 5h congelando, ao amanhecer a grama estava branca, tratei de pegar a estrada para aquecer o corpo.</p>
<p>Antes de chegar a Cunha  enfrentei uma grande descida, passei por dentro da cidade e rumei para Guaratinguetá, 50 km de distância, foi uma pedalada fácil.</p>
<p>Passava um pouco das 2h quando cheguei ao trevo de acesso a cidade junto à via Dutra.</p>
<p>Um casal num carro me chamou e conversamos um pouco, segui em frente.</p>
<p>Quando entrei na Dutra avistei uma figura que parecia ter saído do filme do Mad Max II, aquele filme que uma gangue de desordeiros cercava uma área de extração de petróleo&#8230;era uma bicicleta que mais parecia uma moto, com alforjes de couro na frente e atrás, com um enorme chifre bem na frente da bike, e outro par de chifre menor atrás, uma carga que era o dobro da minha, havia ainda um pequeno bebê de plástico e um frango de borracha pendurado nas tralhas&#8230;o cara vestia um roupa de militar com um colete e capacete de clube de motociclista e botas de couro. A bike tinha bateria, piscas, farol e espelhos.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/06-27-parana.jpg' alt='06-27-parana.jpg' /><br />
Paraná e sua bike cheia de estilo</p>
<p> Paramos as bikes uma de um lado da rodovia, atravessei a pista nos cumprimentamos e perguntei para onde ele iria, me respondeu que seu destino era MG, resolvemos pedalar até o próximo posto. Como já era um pouco tarde, pensamos em ficar ali mesmo, eu sugeri que deveríamos falar com o responsável para solicitar autorização para montar acampamento&#8230;o meu novo companheiro de viagem, o Patrick, que gostava que o chama-se de ‘’Paraná’’, disse que ainda era cedo, mais tarde quando abordou o gerente, recebeu um não e então seguimos no escuro até o próximo posto.  Combinei com ele que eu falaria com o pessoal, chegamos a um mega posto, tal de posto 500, junto a Dutra, conservei com o atendente, que me direcionou ao gerente que por sua vez me levou até o gerente geral do local. Sem demora ele me indicou o local que poderíamos pernoitar. Era bem seguro, coberto, parecia ser uma loja de conveniência desativada. O problema foi o barulho da rodovia, do estacionamento dos caminhões e carros e para completar o ensurdecedor ruído dos ventiladores do sistema de resfriamento do abastecimento de gás. Antes mesmo de eu conseguir baixar a bagagem, o Paraná foi dar uma volta e logo retornou com duas mamitex que havia pedido no restaurante&#8230;jantamos ali mesmo, sentados no chão, ele me falou que não montaria barraca, lembrei do que o Mexicano havia me falado, que barraca é coisa de turista e chama perigo. Estiquei a barraca no chão e o saco de dormir em cima, cobri a bike com a lona e deitei ao lado. O banho ficou para o outro dia e custei a pegar no sono, que era interrompido a todo o momento. As pessoas passavam e nos viam, mas rapidamente disfarçavam&#8230;poderia ter seguido viagem sozinho, mas talvez pelo fato de ter achado mais que coincidência ter esbarrado neste entroncamento com uma figura tão  diferente, resolvi experimentar este estilo de aventura. De um dia para outro havia passado do status de cicloturista para a condição de ‘’invisível’’.</p>
<p><strong>28-06-10            Guaratinguetá-SP – Cruzeiro-SP<br />
</strong><br />
Foi uma noite terrível, acordei quebrado e com poucas horas de sono. Pegamos a estrada e no primeiro posto o Paraná parou para tomar um café. Combinamos que pararíamos em Lorena, e que compraríamos algo  para comer no caminho. Sabia que a pedalada não iria render muitos km, mas estava curtindo o passeio e rindo muito das incríveis histórias que o Paraná me contava&#8230; Na Dutra as longas subidas não me incomodavam, mas a bike do meu companheiro devia pesar mais de 80kg, pois tentei levantá-la e não saiu um centímetro do chão. Passamos num açougue, pegamos franco e lingüiça e paramos mais a frente na estrada, pois estava muito calor, o acostamento estava horrível e já havíamos passado a cidade Cachoeira Paulista. O Paraná foi pedir água, demorou bastante e depois voltou com meia dúzia de tijolos nas costas que conseguiu emprestado para improvisarmos uma churrasqueira, ficamos ali até as 3h da tarde e seguimos em direção a cidade de Cruzeiro.</p>
<p>A tarde estava linda e eu curtia cada trecho do caminho apreciando a paisagem. Parei várias vezes para esperar o Paraná. Avistei um conjunto de pequenos morros, e falei para ele, vê se não parece que foi feito com a mão, tamanho a perfeição, o Paraná falo, pior é que foi mesmo com a mão, de Deus&#8230;</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/06-27-biker.jpg' alt='06-27-biker.jpg' /><br />
Paraná mais um aventureiro na estrada</p>
<p>Chegamos ao acesso principal no final da tarde, eu sugeri que seguíssemos pela rodovia e que não deveríamos entrar na cidade naquele horário. Quando chegamos ao centro, o povo estava em plena comemoração da vitória da seleção. Percorremos vários postos de gasolina, o Paraná insistia em conseguir pernoitar em algum posto dentro da cidade, eu não estava levando fé, pois o espaço nestes locais é muito restrito. Finalmente rumamos para fora da cidade, já era noite, eu não estava nem um pouco preocupado com a condição de ainda não ter arrumado um local para pernoitar, depois de algum tempo na estrada, a questão de alojamento não mais me aflige, pois tenho confiança que tudo se ajeitará conforme a necessidade. O pneu da bike do Paraná furou, empurramos as bikes até o último posto. Solicitei permissão ao atendente para fazer o reparo num canto do posto, de pronto o pessoal ficou curioso e nos atendeu com muita educação. Logo viramos de certa forma atração, muitas perguntas e respostas, cada um relatando a sua viagem. Não sei bem como foi, mas logo recebemos o convite para montar acampamento numa área coberta. Passei um dos meus cartões para o pessoal do posto que acessaram quase de imediato o site e fizeram vários comentários sobre a minha viagem. O Paraná começou a contar ao pessoal, uma história que já havia me relatado, sobre tal acidente de moto, quando sofreu várias intervenções cirúrgicas e que teve os ossos das canelas trocados por uma liga de titânio&#8230; mais adiante sofreu outro acidente de avião e ai aproveitaram e trocaram mais um ossos por esta liga de titânio e que junto a coluna cervical possuía uma fiação para comandar as pernas,  por isso eu o apelidei de ‘’homem biônico.</p>
<p>Mais tarde quando estávamos montando o acampamento o Rodrigo nos trouxe um belo prato com frango assado e também conversei mais um pouco com o Guti que foi quem nos autorizou a ficar no local. Fica aqui o meu muito obrigado a todos do posto Rocha da cidade de Cruzeiro por ter nos recebido tão bem, valeu mesmo. </p>
<p> <img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/06-28-cachoeira-paulista.jpg' alt='06-28-cachoeira-paulista.jpg' /><br />
Em Cachoeira Paulista</p>
<p><strong>29-06-10    Cruzeiro-SP – Pouso Alto-MG  </strong></p>
<p>Foi uma noite mais calma que a anterior, mas acordei às 5h, comecei a arrumar as coisas e estava decidido a enfrentar a serra da Mantiqueira, e seguir sozinho, retomando o meu estilo de pedalada e de viagem. . Não fiz questão de saber detalhes da travessia, tipo quilometragem, altitude, etc. Resolvi curtir o caminho e fazer o ritmo que fosse permitido. Me despedi do Paraná e do pessoal do posto, a estrada ainda estava com muita neblina, passava um pouco das 7h.</p>
<p>Fui subindo devagar, aqui não existe a terceira pista e os caminhões não invadem o bom acostamento. Parei muitas vezes, mas desta vez não foi muito pelo cansaço, mas sim para apreciar a vista, é um lugar incrível, creio que poucas pessoas tiveram o privilégio de observar de forma tão detalhada esse caminho. Percebi que estava próximo do topo, pois nestas áreas o sol é mais intenso, neste trecho é possível ter uma visão do todo do vale. Neste local um ciclista apareceu, era o Rosini também de Cruzeiro, amigo do Guti, conversamos um bom tempo. Por volta das 11h cheguei na divisa dos Estados de SP-MG, então pense em parar e fazer o primeiro contato com os Mineiros&#8230;parei num restaurante e pedi um café, junto ao balcão iniciei uma conversa com um cara que pelo visto era um dos proprietários, logo ele trouxe uma grande cuia de chimarrão e descobri que era do RS, e que há muitos anos estava em MG, pelo menos matei a vontade e tomei uma cuia de chimarrão. Segui viagem e logo me estranhei a falta de acostamento, seriam 60km até São Lourenço que facilmente alcançaria em 3h. Mas descobri que estradas em geral aqui em Minas não contam com acostamento e foi à maior dificuldade para chegar à cidade de Pouso Alto. Passei pela cidade e conversei com o pessoal do posto, que era pequeno, resolvi ir adiante, quase no final da cidade encontrei um estabelecimento com o nome de cachaçaria paraíso, cheio de estatuas de pessoas bebendo cachaça, falei com a atendente que logo me permitiu pernoitei no pátio do local. Acabei pernoitando bem antes do almejado. O armazém ficou completamente vazio, não quis ficar na varando do estabelecimento, pois estaria muito exposto, quando se acampa em lugares sem grande segurança, a melhor estratégia é ficar o mais camuflado possível, e foi o que eu fiz, montando a minha barraca junto ao mato. Antes voltei à cidade e tomei um bom banho no posto de gasolina, foi muito bom, pois nestes últimos três dias só havia tomado banho de cachoeira e em córregos pelo caminho. </p>
<p> <img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/06-29-serra-mantiqueira.jpg' alt='06-29-serra-mantiqueira.jpg' /><br />
Na subida da Serra Da Mantiqueira</p>
<p><strong>30-06-10  Pouso Alto-MG  -  Caxambu-MG </strong></p>
<p>Queria sair mais cedo, mas a neblina estava forte. Havia recebido uma mensagem do Wagner, me aconselhando passar em São Lourenço, que está um pouco desviado do caminho para Caxambu. A partir deste trecho a estrada é um pouco melhor e mais calma, sem maiores problemas cheguei a São Lourenço.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/06-30-pouso-alto.jpg' alt='06-30-pouso-alto.jpg' /><br />
Em Pouso Alto</p>
<p>Bem na entrada da cidade tem um monumento, que consiste num grande triangulo com o símbolo da maçonaria, e estampado em cada lado na parte superior os seguintes disseres; Liberdade; Igualdade e Fraternidade&#8230; lema da revolução francesa e ideário de da nascente burguesia que  na época usou o povo descontente com o reinado falido para gerar uma mudança na estrutura social. Pena que a Liberdade tenha ficado só no nível do direito a propriedade privada e do livre comércio (capitalismo), a Igualdade se referia a direitos iguais perante a lei, e o fim do poder supremo dos Reis, já a Fraternidade até hoje não se concretizou&#8230;</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/06-30-sao-lourenco-mg.jpg' alt='06-30-sao-lourenco-mg.jpg' /><br />
São Lourenço MG</p>
<p>Fui até o centro e depois do almoço sentei na praça para atualizar o diário e secar o equipamento. Lá pelas 3h retornei para a estrada, parei no posto para pegar água, e quando estava saindo acabei conversando com o Emerson, da cidade de Soledade de  Minas, falamos sobre a minha viagem, e rapidamente ele me contou sobre uma travessia que realizou em vários dias de caiaque pelos rios da região. Foi uma pena não termos muito tempo para desenvolver a conversa, por fim ele me convidou para ir até a sua cidade e me hospedar na sua pousada, mas eu ainda queria aproveitar o dia para chegar a Caxambu. A estrada melhorou um pouco, havia uns 80 cm de acostamento, e quase chegando a Caxambu um ciclista parou e conversou um pouco, mas estava anoitecendo e segui caminho até um restaurante na entrada da cidade. Tomei um café e iniciei uma conversa com o pessoal, respondi as perguntas rotineiras e perguntei se havia outro posto no caminho, mais para confirmar, pois já haviam me informado que não. Passado uma meia hora conversei com o gerente que me autorizou acampar, tomei um bom banho e jantei no restaurante. Por volta das 11h, me instalei na varando do local e dormi bem abrigado do sereno.  Neste meio tempo entre a janta e a hora de fechar o restaurante fiquei de conversa com o Lucas, um negociante de gado e dono de um caminhão boiadeiro que me explicou em detalhes o trajeto que eu  iria percorrer no dia seguinte, me aconselhando a seguir pelo asfalto que seria mais deserto e com predominância de descidas, fato que realmente se confirmou.</p>
<p><strong>01-07-10      Caxambu -  São Vicente – MG </strong></p>
<p>Dormir em posto tem a vantagem de ser uma opção muito barata, gastei menos de 15 reais e me alimentei muito bem, mas é sinônimo de dormir tarde e acordar muito cedo, novamente peguei a estrada antes das 7:30. O acostamento era muito estreito mas dava alguma segurança, e o movimento muito fraco, consegui vencer várias subidas no pedal, que eram longas e não muito íngremes, estava gostando muito do ritmo da pedalada. O André havia me falado da cidade de Carrancas e suas belas cachoeiras. Mas para percorrer o caminho da estrada real que contempla a trecho de chão, neste caso mais de 50 km, é necessário muito mais tempo. Refleti um pouco sobre o caminho a pegar, asfalto ou terra, e facilmente reconheci as minhas limitações, embora estando com bom condicionamento físico e com a bike mais leve o meu foco estava em chegar em São João Del Rei, e aproveitar a área urbana, sendo assim segui com um bom desempenho pelo asfalto.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-01-marco-estrada-real.jpg' alt='07-01-marco-estrada-real.jpg' /><br />
Totem da Estrada Real</p>
<p>Passei pelo trevo da cidade de Cruzília e conversei com um motociclista, era o Leonardo, falamos um bom tempo sobre alguns roteiros de viagens. ,Mais adiantei entrei na Cidade de Minduri, parei para tomar um café e logo segui viagem para São Vicente de Minas. A tarde estava muito bonita, estava com vontade de parar e ficar observando o sol se por atrás dos montes&#8230;passava das 5h, e mais uma vez pensei de forma positiva quanto a achar um bom lugar para ficar, e logo cheguei a entrada da cidade. Antes de entrar avistei a seguinte placa; restaurante Macoco a 100m.  Voltei um pequeno trecho e fui em direção ao restaurante que fica logo no final do asfalto. Conversei com os proprietários e segui o procedimento de sempre, mantendo uma conversa amigável. Em menos de 1h já havia conseguido aonde tomar banho e a permissão para montar acampamento por ali mesmo. O restaurante possui musica ao vivo todas as sextas e sábados e o local é muito aconchegante, sem falar no ótimo atendimento e comida caseira. Já estava pronto para me recolher após a janta quanto  um pessoal que estava numa mesa próxima me convidou para se juntar a eles, eram empresários da região, ficamos quase até a meia noite junto ao fogão a lenha conversando sobre várias assuntos. Acabou que fiquei numa área bem fechada e abrigada anexa ao restaurante.</p>
<p>Antes de dormir fiquei refletindo sobre os acontecimentos destes últimos dias. A viagem acabou tomando um caráter diferente. Desde que sai de Paraty não paguei nenhuma hospedagem, encontrei pessoas com diferentes histórias de vida, percorri uma grande quilometragem, uns dias atrás estava deitado no chão de um posto de gasolina, enquadrado no rol dos indigentes e hoje já havia retomado certo destaque em função de estar realizando este cicloturismo.   </p>
<p> <img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-01-por-do-sol.jpg' alt='07-01-por-do-sol.jpg' /><br />
Por do Sol</p>
<p><strong>02-07-10   São Vicente – São João Del Rei - MG</strong></p>
<p>Acordei às 7h e preparei um bom café, as 8h pequei a estrada. Senti um pouco a pedalada do dia anterior, havia percorrido em torno de 70 km, para esta região é uma boa média. Até S.J.D Rei, seriam mais 90 km, estava inclinado em pernoitar no meio do caminho.</p>
<p>Por volta das 11h cheguei a cidade de Madre de Deus, que fica quase na metade do cominho, a local é muito pequeno e estava deserto pois havia iniciado o jogo da seleção. Resolvi seguir em frente, como não entrei na cidade não fui ao mercado comprar bolacha e mais frutas. Mais a frente passei por um pequena restaurante, mas se parasse para almoçar minha disposição para pedalar seria drasticamente afetada, segui em frente. Deste trecho em diante a estrada é muito sinuosa, com algumas curvas quase de 180 graus, um sobe e desce constante, estava já sem grande energia e essa condição da estrada estava me desanimando, sem falar que estava com pouca água, os sítios mais próximas ficavam a km da estrada&#8230;<br />
O final da tarde estava próximo quando cheguei ao entroncamento com a BR que leva a S.J.D.R, a placa indicava 16 km, havia recebido outra mensagem do Wagner que me esperava na cidade e avisei que chegaria por volta das 7h. Mas neste pequeno trecho o acostamento sumiu, havia apenas cascalho e o movimento de caminhões era intenso. Parei num bar que só vendia basicamente pinga, tomei um refri e comi a última rapadurinha de  doce de leite&#8230; quando me preparava pra subir um enorme trecho percebi que um motociclista havia parado, era novamente o Leonardo que retornava para casa, conversamos rapidamente e de certa forma fiquei animado por ter o reencontrado novamente. Rodava pela contra mão, era a única maneira de avançar, logo cheguei à cidade. Não estava acreditando que havia chegado naquele ponto que estava marcado no meu mapa como ponto de referência em MG. A energia havia voltado, entrei na cidade e fui direto ao centro histórico, pedi algumas informações e logo avistei as enormes igrejas. Parei na frente de uma delas, parecia ser um ponto bem central, um grande largo com várias mesas na frente dos bares. Posicionei a bike e tirei umas fotos, quando me virei tentando localizar um telefone público, para entrar em contato com o Wagner, vi um cara vindo na minha direção já rindo, era o próprio Wagner que imaginou que eu chegaria por aquela imediação. Foi muito legal o nosso encontro, que de certa forma foi muita coincidência, pois não havíamos combinado nenhum ponto e horário em específico.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-01-sjoao-del-rei-chegada.jpg' alt='07-01-sjoao-del-rei-chegada.jpg' /><br />
Chegada em São João Del Rei</p>
<p><strong>03-07-10   e   04-07-10      São João Del Rei – MG<br />
</strong></p>
<p>No sábado sai com o Wagner para conhecer a cidade, percorremos o centro histórico e andamos bastante. O pessoal aqui é extremamente simples e muito acolhedor.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-03-sjdrei.jpg' alt='07-03-sjdrei.jpg' /><br />
Com Wagner na estação de trem</p>
<p>Nossa conversa girava em torno das viagens, bikes e assuntos afins. O Wagner possui  bastante experiência como mochileiro, rodou por dois meses o nordeste e outras regiões do Brasil, acabei pegando várias dicas legais. A maior curiosidade dele era quanto ao meu equipamento, principalmente os meus ‘’alforjes’’, que gosto mais de chamar de mala de garupa, pois  é uma simples lona que envolve dois grandes potes plásticos presos pelas cordas elásticas. Eu já usava este sistema simples e barato na moto, mantem a bagagem seca e limpa, e  o que mais gosto é que a tampa permite fácil manuseio sem dessarumar todo o resto das tralhas.</p>
<p>A tarde abrimos o mapa e ficamos estudando uma rota alternativa para chegar até a chapada da Diamentina, o Wagner que já conhece a região e o seu pai me deram várias sugestões, estou pensando em não ir mais em direção a cidade de Diamantina, pois aqui como já mencionei as estradas não tem acostamento.</p>
<p> No domingo fomos até estação pegar o trem que vai até Tiradentes, foram 40 min de viagem. Tiradenrtes é  um centro menor  mais muito bem conservado, retornamos já no final da tarde.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-04-sjdrei.jpg' alt='07-04-sjdrei.jpg' /><br />
Maria Fumaça de São João del Rei</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-04-tiradentes.jpg' alt='07-04-tiradentes.jpg' /><br />
Nas ruas historicas de Tiradentes</p>
<p>Nossa conversa estava longe de se esgotar, creio que poderia ficar semanas por aqui, os pais do Wagner e o resto da famíla fizeram de tudo para me agradar, e eu estava verdadeiramente me sentindo em casa. Foi muito bom ser recebido com tanta atenção, o Wagner já recebeu várias pessoas em sua casa, de diferentes estados, creio que é uma prática muito gratificante  para ambos os lados. Conversamos bastante sobre está questão, e a um tempo atras  quando sugeri que poderia haver uma rede de pessoas interessadas em receber os viajantes, não quis me referir necesssáriamente a hospedagem. Para quem está na estrada, principalmente viajando sozinho, é muito confortante chegar numa cidade e  encontrar alguém para dar uma orientação sobre um hotel barato, um ponto turistico, ou que seja um simples olá, sem compromisso.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-04-tiradentes01.jpg' alt='07-04-tiradentes01.jpg' /><br />
Na frente da Matris de Tiradentes</p>
<p>Amanhã, segunda-feira, bem cedo vou partir em direção a Ouro Preto. Já estou sentindo saudade desta bela cidade de São João Del Rei, e principalmente dos meus novos amigos, não tenho palavras para descrever o tamanho contentamento de ter conhecido pessoas tão legais. Um enorme abraço a meu amigo  Wagner e família, e espero em recebe-lo lá no Sul. </p>
<p><strong>05-07-10   São João Del Rei   –   Entre Rios - MG</strong></p>
<p>Hoje  completei 45 dias na estrada, minha previsão era chegar em S.J.D. Rei  em 45 dias, estou com um boa folga de tempo, isto é muito bom.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-05-sjdel-rei.jpg' alt='07-05-sjdel-rei.jpg' /><br />
Com Wagner em São João Del Rei</p>
<p>Hoje me despedi desta bela cidade e dos amigos que fiz por aqui, O Wagner me acompanhou até um  trecho da estrada. Nunca gostei de despedidas, é sempre um momento delicado, prefiro sempre sair sem avisar.</p>
<p>Mais uma vez sigo o meu caminho sozinho, alguns dias de boa companhia já bastam para acostumar, assim foi quando estive no Nelson em Guaratuba, na ilha comprida com o Claudio e agora aqui em Del Rei, espero rever o Wagner em breve, pois no verão ele pretende fazer um tour lá pelo Sul.</p>
<p>Mais uma vez resolvi seguir pelo asfalto, cheguei a entrar num pequeno trecho de estrada de chão, mas já estava um pouco tarde e acabaria pegando estrada à noite. Nestes locais afastados a noite é bem complicada, escuro e sem falar dos cães que não respeitam as cercas&#8230; por falar nisso, o maior perigo de acidente que corri até agora foi o de mordida de cachorro, em Cananéia entrei num pátio com a porteira aberta, dois pastor alemão me cercaram, sai conforme entrei, de costa, pé por pé, fica a dica, porteira aberta é sinônimo de cães&#8230;no sábado quando passeávamos pela linha do trem um grande cachorro do nada avançou em mim e quase me mordeu, foi por pouco, e hoje um outro cão correu quase um km tentando morder os meus pés&#8230;</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-05-sjdrei-partida.jpg' alt='07-05-sjdrei-partida.jpg' /><br />
Partida de S.J.Del Rei</p>
<p>Ao meio dia passeia pela cidade de Lagoa Dourada, parei para almoçar, o dono muito simpático sentou e almoçou comigo, fazendo várias perguntas sobre a viagem. Segui em direção a Entre Rios de Minas. O Vento estava contra e as subidas eram mais constantes. Mais uma vez ao forçar o cambio a palanca quebrou, arrumei rapidamente, mais o cabo prendeu na coroa e partiu, levei um bom tempo pra consertar. Logo anoiteceu, parei e liguei a lâmpada de pisca traseira e coloquei uns refletores que tirei de um triangulo quebrado na estrada, em cima do bagageiro dianteiro coloquei a pequena lanterna.   Faltavam ainda uns 10 km para o próximo posto, mais a frente parei num restaurante e conversei com a atendente, nisto uma camionete chegou. Antes de o motorista descer cheguei junto à porta, minha intenção era pedir uma carona, quem estava dirigindo era uma moça que falou que iria descer e logo seguiria viagem. Era a Vivian e a Vanessa e seu fiel cão Bill da cidade de Entre Rios. Coloquei a bike na caçamba e peguei uma carona até o posto, foi uma grande ajuda, eu levaria mais de uma hora para fazer este trecho, e o desgaste a noite é muito grande. Obrigado as Gurias de Entre Rios de Minas. Logo que cheguei no posto já havia conseguido a permissão para ficar na área coberta, tomei um bom banho e fiz uma bela refeição.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-05-lagoa-dourada-mg.jpg' alt='07-05-lagoa-dourada-mg.jpg' /><br />
Igreja de Lagoa Dourada</p>
<p><strong> 06-07-10   Entre Rios – MG – Ouro Branco - MG</strong></p>
<p>Esta noite não dormi mais que uma hora sem ser interrompido, lá pelas 3h alguém ligou um som alto num carro, antes de dormir o posto estava quase vazio, achei que seria uma noite tranqüila.</p>
<p>Logo que peguei a estrada senti o cansaço em função da noite mal dormida. O trecho é quase a maioria subida, e o sol esquentou bastante, desde que cheguei em Paraty não vi mais chuva, o clima aqui em MG é muito seco neste época.</p>
<p>Resolvi parar para almoçar um pouco depois da cidade de São Brás, precisava repor um pouco de energia. Parei por quase uma hora numa sombra e segui em direção a Congonhas, via estrada de chão, uns 6 km aproximadamente. Visitei a basílica e o centro histórico e sem muita demora segui para Ouro Branco.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-06-basilica-congonhas-mg.jpg' alt='07-06-basilica-congonhas-mg.jpg' /><br />
Igreja em Congonhas com as obras de Aleijadinho</p>
<p>Custei a sair da cidade, mais adiante rodei por um pequeno trecho pela BR 040,  muito movimentada e sem nenhum acostamento, andava por dentro do mato e pelas canaletas.</p>
<p>Na estrada para Ouro Branco o acostamento apareceu, assim como várias subidas, cheguei na cidade ao anoitecer. Os postos que passei eram pequenos e dentro da cidade, como estava muito cansado me hospedei numa pequena pousada. A cidade tem muito movimento de trabalhadores na área da mineração e siderurgia. Na pousada conversei com um pessoal que pelo jeito trabalham na mesma empresa. Um deles me fez algumas perguntas e estava intrigado com o caráter da minha viagem, sugeriu que eu viajasse de  ônibus, desconversei e não quis esticar o assunto, mas na seqüência ele perguntou o porque eu estava viajando? Então pedi que ele me desse o seu endereço, que assim que eu descobrisse o porque estou viajando eu lhe escreveria</p>
<p><strong>07-07-10   Ouro Branco – Ouro Preto - MG</strong></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-07-est-real-ponte-do-calixto.jpg' alt='07-07-est-real-ponte-do-calixto.jpg' /><br />
Estrada Real - Ponte do Calixto</p>
<p>Hoje acordei bem tarde e sai do hotel lá pelas 10h, a próxima cidade estava perto e sei bem tranqüilo. No café da manha conversei com o Allen que é de MG e já fez um ciclotour até Paraty.</p>
<p>Logo saindo da cidade avistei um pequeno posto e uma empresa de construção, ambos os lugares seriam bons para acampar, ontem ninguém soube me informar sobre este posto. Sabia que o dia seria quase todo subindo, cerca de 30 km. Creio que mais de 20 km foram empurrando a bike. Parei várias vezes, a estrada é estreita e muito perigosa, sem nenhum acostamento, mas com menos fluxo de veículos pesados. Neste trecho a paisagem é muito linda, a serra é enorme e passei por várias antigas pontes de pedras. Pensei em acampar pelo caminho, mas era muito cedo e estiquei até Ouro Preto.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-07-estr-real.jpg' alt='07-07-estr-real.jpg' /><br />
Estrada Real</p>
<p>Parei na entrada da cidade num posto de ajuda ao turista, peguei um mapa e a informação onde ficava o hostel. Pela estrada de acesso consegui ter uma ampla visão da cidade, que é toda em ladeiras. Parei na praça principal e conversei com algumas pessoas. Quando tentava achar o hostel parei para pedir informação e conversei com um cara de SP, meu xará, Marcelo, Professor de Geografia, está fazendo um pós graduação em na cidade. Cheguei no hostel e logo fiz amizade com o José Maria, Argentino  de Córdoba , também é professor, de História, e está a passeio, saímos pra conversar e tomar uma cerveja. A cidade está muito movimentada, está acontecendo o festival de inverno e comemorações do aniversário de Ouro Preto.</p>
<p> <img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-07-ouro-branco-mg.jpg' alt='07-07-ouro-branco-mg.jpg' /><br />
Em Ouro Branco</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-07-opreto.jpg' alt='07-07-opreto.jpg' /><br />
Chegada em Ouro Preto</p>
<p><strong>08-07-10   Ouro Preto – MG</strong></p>
<p>Acordei antes das 6h, pois o Jose Maria iria pegar o ônibus para São João Del Rei as 7h. A vantagem de ficar no hostel é que é mais barato, mas acaba sendo bem cansativo, é muito barulho e horas um pouco tumultuado.</p>
<p>Depois de tomar café fui para o centro, poderia sair para fazer vários passeios, mas estava afim de ficar no sol, sentado na praça principal só observando o movimento, creio que esta seja uma boa maneira para conhecer algum lugar, parar e observar atentamente detalhes do cotidiano&#8230;</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-07-op.jpg' alt='07-07-op.jpg' /><br />
Praça Tiradentes - Ouro Preto</p>
<p>O feriado atrasou algumas providencias que tinha deixado pra resolver, então resolvi ficar mais um dia. À noite fui ao show do Alceu Valença, estava muito bom, ele até tocou um pedaço de uma musica muito maluca que gosto muito, As Caiopora, gravada nos anos 70.</p>
<p><strong>09-07-10   Ouro Preto – Antonio Pereira – MG</strong></p>
<p>Hoje estava disposta a seguir viagem. Pela manha conversei bastante com a Diana, que é Chilena, e está na estrada a mais de 2 anos, partiu com um pequeno grupo de bike, andou por Manaus, Roraima e desceu até Minas sozinha de carona. Em breve pretende seguir para o Sul e via Argentina retornar ao seu país. Ela faz algumas musicas,  toca violão e canta em bares. Trocamos endereço de email e quem sabe nos falamos lá por Poa. O mais legal de ficar em hostel é que é possível conhecer pessoas legais geralmente com uma visão de mundo bem diferente.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-09-ouro-preto.jpg' alt='07-09-ouro-preto.jpg' /><br />
Vista parcial de Ouro Preto</p>
<p>Logo depois do almoço me despedi do pessoal e voltei à estrada em direção a Mariana, que é outra cidade histórica, porém bem menor.  São 10 km só descendo. Na entrada da cidade parei numa bicicletaria e fui muito bem recebido pelo Andreson e por sua namorada, que correm de mount bike. Aproveitei para trocar o cubo traseiro, que embora sendo rolamentado a carcaça não agüentou o peso. Levei um pneu reserva e ganhei umas manetes, grande abraço a essa turma animada de Mariana.</p>
<p>Já passava das 5h, mas não queria ficar na cidade, resolvi seguir em frente e procurar um posto. Foram uns 10 km agora subindo, e já no escuro. Foi um trecho bem difícil. Já estava pensando em ficar acampado pelo acostamento, mas ao longe avistei luzes e logo cheguei no posto Ciclo do Ouro, cidade de Antonio Pereira. Conversei com o pessoal, e por sorte falei com o dono que estava só de passagem, que prontamente me disponibilizou uma área para ficar e local para banho.</p>
<p>Ainda era cedo para me recolher, então coloquei a bike na lateral do posto e fiquei comendo umas bolachas, havia almoçado muito bem e não estava afim de cozinhar. Não demorou muito apareceu um dos atendentes, o Fabio,  trouxe uma mamitex que haviam comprado no restaurante do outro lado da rodovia, agradeci a gentileza e mandei ver&#8230;</p>
<p>Mais tarde chegou o vigia, um camarada muito simpático, seu Elson, conhecido com ‘’Fuscão’’, me falou que ele e outro vigia do prédio em construção ao lado ficam dentro de um ônibus de linha que chega as 11h, pois o local aqui é um pouco perigoso. Ficamos de conversa e mais tarde fomos para o ônibus. Eu levei só o saco de dormir e o colchão inflável, mas como havia esquecido o tampão acabei não enchendo. Deitei logo na entrada da porta traseira, e antes de dormir fiquei pensando quantas em pessoas passariam por aqui amanha e nem imaginariam que alguém esteve dormindo neste local&#8230;Antes de nos recolhermos ao ônibus o carro da patrulha da polícia parou no posto, o pessoal me apresentou ao policias, um eles o Sargento Alfredo é ciclista e ficamos por quase uma hora falando das bikes e da viagem. Me contou que viu um ciclista que andava em BH com um apito, quando os carros se aproximavam muito ele apitava, gostou da idéia e hoje usa a mesma técnica,  por fim me deu de presente um apito para que eu use na viagem&#8230;realmente o apito chama a tenção e lembra o motorista da presença do guarda de transito.  </p>
<p><strong><br />
10-07-10   Antonio Pereira – Barão dos Cocais - MG</strong></p>
<p>A noite foi muita fria, mas dentro do ônibus estava bem confortável. As 6h fomos até a cozinha do posto e tomamos um café. Não demorei muito e peguei a estrada me despedindo do pessoal muito legal do posto do Ciclo do Ouro.</p>
<p>A estrada voltou a ficar muito estreita, e para piorar com tartarugas dividindo a pista, o que não deixa espaço para os veículos desviarem. Estava um pouco cansado, pois acabei dormindo pouco, mas mesmo assim percorri mais de 65 km, o que aqui em Minas é uma boa média, visto o sobe e desce.</p>
<p>Almocei na cidade de Catas Altas. A cidade está localizada no pé de uma serra muito linda, uma cadeia de montanhas. Pena é que um pedaço, mais abaixo, já foi fatiado pela mão do homem, e pelo jeito as mineradoras querem continuar a exploração, pois vi várias faixas de protesto contra a prefeitura, exigindo a preservação da serra, durante o almoço percebi que o assunto virou polêmica na cidade. Espero passar aqui novamente no futuro e ver a mesma paisagem ainda intacta. Nestes momentos de reflexão é que percebo como o discurso de proteção ao meio ambiente é vazio&#8230;</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-10-catas-altas-mg.jpg' alt='07-10-catas-altas-mg.jpg' /><br />
Catas Altas, ao fundo serra do Caraça</p>
<p>A partir deste ponto passando pela cidade de Santa Barbara foi um dia de bastante isolamento, estudando o mapa estava prevendo que até Diamantina seria uma região pouco povoada e que ficaria mais isolado. No final da tarde cheguei à cidade de barão dos Cocais. Parei num posto e fui até a cidade a pé acessar os emails. Tinha que decidir se continuava com a rota original rumo a Diamantina ou se pegava o trem para Governador Valadares, o que iria encurtar bastante o tour de bike.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-10-posto-ciclo-ouro-passando-mariana.jpg' alt='07-10-posto-ciclo-ouro-passando-mariana.jpg' /><br />
Posto Ciclo do Ouro</p>
<p><strong>11-07-10   Barão dos Cocais – Governador Valadares - MG (de trem) </strong></p>
<p>Quando amanheceu fui direto a estação ferroviária, fui o primeiro a chegar. O Trem passaria as 9h, comecei então a arrumar a bagagem para embarcar. Desmontei bastante a bike, e foi bem acertado, no trem o espaço é reduzido e acomodei a minha bagagem atrás dos bancos junto a parede do vagão. Embora viajando na classe econômica a viagem foi agradável, no verão é recomendável viajar nos vagões com ar condicionado.</p>
<p>Da  metade do caminho em diante até Gov. Valadares a linha do trem corre por um enorme vale, margeando um grande rio, é a região do vale do rio doce. Fiquei imaginando passear por este rio de caíque, lembrei das nossas incursões pelo rio Guaíba.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-11-barao-cocais-mg.jpg' alt='07-11-barao-cocais-mg.jpg' /><br />
Esperando o trem em Barão dos Cocais</p>
<p>As 2h da tarde cheguei a Valadares, o clima é de verão, me instalei num pequeno hotel perto da estação, a recepcionista parece mais uma carcereira de tão emburrada, mas o hotel é barato e é tudo o que preciso é um local sossegado para descansar, recuperar o fôlego para seguir viagem.</p>
<p><strong>12-07-10  e 13-07-10    Governador Valadares – MG<br />
</strong></p>
<p>A noite foi muito quente, e os mosquitos me atacaram, vou reforçar o repelente. Aproveitei o dia para resolver assuntos pendentes e conhecer o centro da cidade. E uma cidade muito movimentada, com muitas bikes, e algumas ciclovias. A noite o clima é muito agradável e até tarde pessoas passeiam pelas ruas. Estava já com saudade de uma cidade mais urbanizada, embora goste de sair para locais mais desertos, me identifico mais com a grande cidade.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-13-gval.jpg' alt='07-13-gval.jpg' /><br />
Chegando em Governador Valadares<br />
Decidi fazer um deslocamento de ônibus até Vitória da Conquista, que está distante uns 500 km. Assim evito a estrada pesada e sobrará mais tempo para rodar de bike rumo a chapada da Diamantina e pelo próprio parque.</p>
<p>As 21.40h desta terça–feira pego o ônibus que chegará a Vitória da Conquista-BA por volta das 6h da manha da quarta feira. Será mais uma cidade que não conheço, outro Estado, outra cultura, outro sotaque, rumo a última etapa da minha pequena grande viagem.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-13-govval.jpg' alt='07-13-govval.jpg' /></p>
<p><strong>14-07-10    Governador Valadares – MG  -  Vitória da Conquista-BA</strong></p>
<p>Ontem no final da tarde ainda em Valadares aproveitei para conhecer mais a cidade, o clima estava muito agradável e muito convidativo para passear de bike.</p>
<p>As 9h já estava na rodoviária, logo que entrei no ônibus fiquei procurando com o cinto de segurança, pois  não havia, o ônibus balançava muito e antes da meia noite o cheiro parecia de um banheiro do mercado publico&#8230;</p>
<p>Consegui dormir quase todo a noite, as 6.3h estava na rodoviária de Vitória da Conquista, que fica bem na entrada da cidade. Deste local consegui ter uma idéia da cidade que fica distribuída por um grande morro, não muito alto mais extenso, não se distingue as ruas, só um aglomerado de casas. Fiz um tempo na rodoviária e arrumei as coisas na bike bem devagar, fui em direção ao centro. O transito é bem complicado, os motoristas não respeitam nada, e a buzina é o sinal  mais utilizado por aqui. O centro parece um feira livre, tem camelodromo para todos os lados, e muitos vendedores caminhando pelas ruas, oferecendo o mais diverso tipo de produtos.</p>
<p>A poluição é total, auditiva, visual, e o lixo é jogado sem pena em qualquer lugar&#8230;</p>
<p>Foi muito bom ter me deslocado de ônibus, seria muito decepcionante ralr uma semana toda de pedal pra chegar num lugar tão tumultuado e  inóspito para a bicicleta.</p>
<p>Custei para conseguir um hotel, num deles o dono disse pra que eu voltasse as meio dia, fiquei mais de uma hora na praça, quando retornei a meia hora ele falou que eu havia demorado e cedeu a vaga para outra pessoa&#8230;</p>
<p>Já estava pensando em seguir viagem, mas estava muito cansado pra pedalar. Consegui um hotel em frente d uma praça cheia de barracas de venda de vestuário.</p>
<p>Os caros de som de publicidade e de particulares chegam a fazer fila pelas ruas.</p>
<p>Logo que anoiteceu fui ao banco e ao supermercado e não achei interesse em caminhar para conhecer mais nada, só queria esperar amanhecer para pegar a estrada.</p>
<p>Depois de 15 dias em Minas, foi inevitável a comparação, a boa comida, o povo amigável e tudo mais que faz de MG um bom lugar para viver.</p>
<p><strong>15-07-10    Vitória da Conquista   -   Anagé  -BA</strong></p>
<p>O bom de estar na estrada é que quando não se gosta de algum lugar no outro dia podemos ir embora. As 9h deixei Conquista para trás, depois de 15 dias em Minas é difícil não fazer comparação, a boa comida e o povo muito gentil hospitaleiro&#8230;</p>
<p>A estrada aqui na Bahia é bem ruim, mas pelo menos existe acostamento. O calor é intenso, o clima mudou muito, o deslocamento de mais 500 km de ônibus foi muito rápido e ainda não acostumei com a diferença da temperatura. Perto da 1h já havia chegado em Anagé, estudei o mapa e sabia que não chegaria na próxima cidade e já estava prevendo que não haveria nada pelo caminho. Fui até o centro da cidade e descansei um pouco, resolvi procurar um posto de combustível para pernoitar. Logo na saída da cidade após passar uma ponte avistei um pequeno bar e restaurante, cheguei e conversei com a Dona que prontamente me autorizou a montar acampamento na margem do rio junto ao estabelecimento.</p>
<p>Deixei a bike no bar e voltei na cidade para acessar os emails. No final da tarde tomei um banho no rio , jantei, conversei um pouco com o pessoal, e por fim montei a barraca numa área abrigada próximo ao bar.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/anage-15-7.JPG' alt='anage-15-7.JPG' /><br />
Proximo de Anagé</p>
<p><strong>16-07-10    Anagé  -  Ituaçu - BA</strong></p>
<p>Acordei  antes das 5h,  as galinhas e galos aqui não esperam o amanhecer pra começar a cantar. Passava um pouco das 7h é já estava na estrada. O caminho é mais plano e reto, a vegetação semi-árida e desoladora, vários açudes com o solo rachado, pontos sobre rios sem um pingo d’água, animais mortos e poucas casas habitadas,  que na maioria possuem um cisterna com captação da água da chuva. Ao meio dia parei para almoçar num vilarejo chamado Sussuarana. Depois de descansar por uma hora segui viagem.</p>
<p>Voltou a parecer longas subidas, numa delas parei para conversar com um senhor, que estava esperando o ônibus, seu Dimas, motorista aposentado, conhece muito do Brasil e é natural de Vitória da Conquista, disse que lá é uma cidade muito violenta e que tem muita gente de fora perigosa.  </p>
<p>Embora o caminho apresentasse várias subidas estava gostando da pedalada, e subi várias deles sem descer da bike, mas no cicloturismo é necessário economizar energia, pois não é muito raro ter que pedalar uns 15 ou 20 km além do esperado.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/_07-16-sertao.JPG' alt='_07-16-sertao.JPG' /><br />
Imagens do Sertão</p>
<p>Passei pelo centro da cidade de Tanhaçu e resolvi seguir em frente, a próxima cidade estava a 25 km e já passava das 4h. Acelerei bastante e venci algumas subidas pendulando de pé nos pedais, o bagageiro rangia mais que um caro de boi mas agüentou o esforço. As 6h cheguei ao posto de gasolina na cidade de Ituaçu onde pernoitei, mesmo tendo parado para almoçar percorri cerca de 100 km.</p>
<p><strong>17-07-10    Ituaçu – Cascavel – BA</strong></p>
<p>Acordei muito cedo novamente. Conversei com um pessoal que também havia dormido no posto. Um cara estava numa fiorino furgão, é de Feira de Santana, falei pra ele que tenho um projeto de transformar um furgão destes num ‘’motor-home’’ para viajar e acampar, ele me mostrou por dentro e onde dormia e outros equipamentos de camping. Outros pessoas que conversei estavam numa camionete e também montaram um barraca, estão participando de feiras que acontecem pela região.</p>
<p>Parti do posto logo depois das  7h, o trecho pela frente é de 25 km de serra muito dura, na primeira grande subida senti o cansaço da quilometragem alta do dia anterior e da noite mal dormida. Quando estava quase no topo desta primeiro trecho um camionete antiga com carroceria de madeira reduziu a marcha e buzinou, o carona gritou algo e eu fiz sinal de positivo, ele desceu e me ajudou a embarcar a bike e eu rapidamente pulei na boleia. O clima mudou rapidamente, uma neblina fria cobria a serra, a estrada sinuosa e estreita se mostrou muito perigosa e difícil de percorrer de bicicleta. Foi muito bom conseguir esta carona, mas confesso que senti medo, parecia que estava numa montanha russa sem sinto de segurança de tanto que balançava aquela velha camionete.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-17.jpg' alt='07-17.jpg' /></p>
<p>Aqui é muito comum caminhões pequenos transportarem passageiros em bancos de madeira improvisados.</p>
<p>Rapidamente chegamos a Barra da Estiva, cidade muito tumultuada. Segui em frente em direção a Mucugê, embora soubesse que teria que ficar pelo caminho. Passei por diversas plantações de café, a paisagem é bem mais verde. Depois de rodar 25 km cheguei ao trevo de Ibicoara, as subidas lembravam Minas, resolvi seguir em frente. Logo adiante os morros deram lugar a uma grande área plana cultivada em grandes círculos, é o que eles chamam de pivô, áreas irrigadas, mais ao longe já avistava uma cadeia de montanhas, a chapada, isto me animou bastante. Parei numa indústria de beneficiamento de batata e conversei um pouco com o motorista que esperava a saída do pessoal. Mais a frente entrei no trevo da cidade de Cascavel e logo que cheguei no posto de combustível encontrei o mesmo pessoal que havia conversado pela manha, se admiraram com o quanto eu tinha pedalado, pois não sabiam que eu tinha adiantado o percurso com a carona.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-17-barra-da-estiva-ba-secagem-de-cafe.jpg' alt='07-17-barra-da-estiva-ba-secagem-de-cafe.jpg' /><br />
Barra da Estiva - Secagem do Café</p>
<p>A noite fiquei numa boa área coberta do posto, mas estava um tanto isolado, aqui esta área da Bahia o pessoal passa por muitas dificuldades, e estão muito preocupados em satisfazer necessidades básicas, creio que o turismo é algo que está muito longe da realidade da maioria destas pessoas, é mais do que normal que ninguém se interesse em saber o que eu estou fazendo por aqui ainda mais de bicicleta.  </p>
<p><strong>18-07-10    Cascavel –  Mucugê -  BA </strong></p>
<p>Esta noite foi bem tranqüila, consegui dormir bastante e descansar. Sai devagar o trecho a ser percorrido é curto, 45 km até a cidade de Mucugê.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-18-chegando-na-chapada.jpg' alt='07-18-chegando-na-chapada.jpg' /><br />
Chegando na Chapada Diamantina</p>
<p>A estrada continua em linha reta, poucas subidas íngremes. De um lado ao longe a Chapada e do outro mais plantação, assim se manteve a mesma e bela paisagem. Nos últimos 15 km a estrada começa a ficar sinuosa e bem próximo aos serros parece acabar pois não é possível  enxergar passagem. Mucugê é realmente a porta de entrada para a Chapada para quem vem do Sul, a estrada contorna os paredões e aos poucos vai mostrando o caminho no meio das  formações rochosas. A  paisagem difere das serras de Minas Gerais, aqui são bem abruptas e parece que brotaram do solo, vizinhas a áreas totalmente planas.  </p>
<p>O vento aumentou bastante e o último trecho foi bem puxado. Antes da 1h chegeui ao trevo e almocei no posto e restaurante. Após descansar um pouco me dirigi a cidade que é bem limpa e organizada, mantém um ar bem antigo, com calçamento de pedra e pequenas casas antigas. Pedi algumas informações e fui procurar um mapa da região. Mais uma vez por acaso falei com a pessoa certa, encontrei o Roberto que é proprietário da Trilha e Caminhos,  ecoturismo em áreas preservadas, ele mesmo é quem produziu o mapa e me passou várias dicas. Ele é ciclista e já fez várias incursões pela região, por fim me presenteou com o mapa e ficamos de manter contato por email. Muito obrigado ao Roberto pela atenção e pelo presente.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-18-mucuge-chapada.jpg' alt='07-18-mucuge-chapada.jpg' /><br />
Mucuge</p>
<p>Uma vez com o mapa consegui ter uma visão mais ampla da Chapada. Eu poderia ter entrado em Ibicoara e ter vindo a Mucugê por uma estrada de chão que corre pelo pé da serra. Existe neste local uma enorme represa que alimenta as plantações irrigadas e um numero muito grande de rios.    </p>
<p>Amanha vou comprar mais previsões e vou seguir para Andaraí por estrada de chão, passarei pela vila de Igatu que era um antigo garimpo, pretendo acampar pelo caminho e em alguns dias chegarei a Lençóis.  </p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-18-mucuge-ba.jpg' alt='07-18-mucuge-ba.jpg' /></p>
<p><strong>19-07-10 Mucugê – Igatu-BA</strong></p>
<p>Embora tenha acordado cedo não consegui sair de Mucuge na parte da manha. O Banco não abasteceu o caixa eletrônico e a lotérica não tinha ainda dinheiro. Também demorei em comprar os suprimentos, havia muito movimento na cidade. Foi bom porque encontrei novamente o Roberto Sapucaia e conversamos sobre as rotas do mapa.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-19-estrada-igatu.jpg' alt='07-19-estrada-igatu.jpg' /><br />
Estrada para Igatu</p>
<p>Quando estava saindo no trevo da cidade avistei um andarilho que já havia passado duas vezes na estrada, na primeira vez eu parei pra conversar mas o vivente se mostrou muito arredio, já ontem quando eu passei por ele conversamos um pouco e lhe ofereci umas maças. Hoje ele ja foi bem amigável e paramos em frente de uma casa e conversamos por mais de uma hora. Segui caminho e almocei no posto e quando retornei a estrada o encontrei novamente, então caminhamos um bom pedaço em direção a Andaraí juntos.<br />
Desde que entrei em Minas não havia mais visto o pessoal que anda se rumo pelas estradas, pois são estradas de difícil caminhada. O seu nome é Francisco, me contou que depois da decadência do garimpo da serra pelada ele deixou a família e caiu no mundo. Relatou várias rotas com muitos detalhes, conhece até o RS, me contou que ano passado esteve no Acre e fez um grande trecho da antiga transamazônica. Neste trecho disse que existem grandes torres, talvez de comunicação de 40 em 40 km, que serve de abrigo para quem por lá esteja. Numa destas travessias ele encarou a noite e duas onças andaram nas suas pegadas por horas, até que uma entrou no seu caminho e teve que enfrentá-la com um pedaço de pau e até latidos de cachorro para espantá-la&#8230;eu fiquei impressionado com a história, e não tenho dúvida que o homem realmente passou por está difícil prova&#8230;<br />
As pessoas passavam e nos olhavam meio desconfiadas, o que estariamos fazendo  naquela estrada&#8230;mais uma vez eu consegui transitar nestes vários estratos sócias desse no mundo e o nosso assunto fluía naturalmente&#8230; Numa das fortes descidas eu montei na bike e não o vi mais&#8230;</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-19-igatu.jpg' alt='07-19-igatu.jpg' /></p>
<p>Depois de vencer várias subidas bem íngremes cheguei na entrada para Igatu,  . Foram  6 km de chão e pedra. A chuva e o frio trouxe recordação da serra gaucha.<br />
Já estava escurecendo quando cheguei na Vila de Igatu. Já de longe a vista é impressionante. Um pequeno vale e todas as casas em pedra.  </p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-20-igatu-ruinas-garimpo.jpg' alt='07-20-igatu-ruinas-garimpo.jpg' /><br />
Ruinas do Garimpo Proximo a Igatu</p>
<p>Igatu,  é um distrito de Andarai, o vilarejo foi um dos principais áreas de garimpo desde de 1850, no alge teve mais de 6000 habitantes, e depois de 100 anos de exploração do diamante foi abandonada e hoje esta se reerguendo pelo turismo e possui pouco mais de 300 moradores.<br />
Logo na entrada vi uma placa; pousada e camping, entrei para conhecer. Fui recebido com muita atenção pelos proprietários, o Alain e a Juscilene da pousada Flor de Açucena (www.igatur.com), o lugar é muito aconchegante. Fiquei instalado na área de camping numa pequena toca com vista para a montanha. O Alain é natural da França e foi por muito tempo navegador e construtor de barcos, hoje está fixada aqui em Igatu. Tivemos um longo papo sobre o iatismo que é um dos meus assuntos preferidos, o qual tenho um pouco de experiência adquirida  lá com o pessoal do clube Sava de Porto Alegre, velejando no nosso tão poluído e lindo rio Guaíba.   </p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-20-igatu-camping.jpg' alt='07-20-igatu-camping.jpg' /><br />
Camping em Igatu</p>
<p><strong>20-07-10 a 25-07-10  Igatu-BA<br />
</strong></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-20-igatu-andarai-estrada-real-marcas-na-pedra.jpg' alt='07-20-igatu-andarai-estrada-real-marcas-na-pedra.jpg' /><br />
Igatu - Andarai estrada real</p>
<p>Já faz uma semana que estou em Igatu, estou com a barraca montada dentro de uma toca que fica nos fundos da pousada, tenho uma bela vista para o rio e serra.<br />
Deste que cheguei percebi um clima diferente por aqui, o que eu chamo de magia&#8230;parece algo meio maluco, mas é coisa que foge mesmo do entendimento lógico e não tem explicação&#8230;<br />
No primeiro dia que fiquei aqui, sai pra conhecer a cidade logo depois do café e da costumeira e boa conversa com o pessoal aqui da pousada. Passei pelo centro do vilarejo e pela igreja, indo mais a frente existe algumas das várias ruínas do tempo do garimpo. Quando eu percebi já estava no meio da trilha que leva em direção a cidade Andaraí. Esta trilha é um pedaço da antiga estrada real, o que me chamou a atenção foi as marcas, trilhos, nas pedras. No final da trilha acessei o asfalto e como estava já sem dinheiro resolvi ir até Andaraí, sai no asfalto e facilmente consegui uma carona de moto até a cidade que já é bem mais agitada que Mucugê.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-20-voltando-da-trilha.jpg' alt='07-20-voltando-da-trilha.jpg' /><br />
Voltando da Trilha</p>
<p> Não quis me demorar por lá, perguntei ao motorista de um ônibus escolar se havia alguém indo pra Igatu, ele de pronto respondeu;<br />
- Suba que eu te deixo lá.<br />
Era o transporte dos estudantes&#8230; e isto aconteceu na exata hora que o ônibus estava partindo&#8230;<br />
Neste mesmo dia, na parte da tarde, fui conhecer o caminho para a trilha do Cain que possui uma vista do vale do Paty, mas estava tarde e aproveitei para passear pelo entorno da cidade&#8230;. A noite fui até ao bar do Chiquinho que é um dos guias mais experientes da região&#8230;o cara é daquelas figuras que parece existir somente nos documentários, de uma simplicidade extrema, acaba  cativando a todos&#8230;</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-21-batata-da-serra-chiquinho-guia.jpg' alt='07-21-batata-da-serra-chiquinho-guia.jpg' /><br />
O Guia Chiquinho mostrando batatas da serra</p>
<p>&#8230;em menos de uma hora de conversa parecia que já nos conhecíamos ha anos, me  mostrou vários livros e trabalhos científicos sobre a Chapada realizados por pessoas que ele guiou, inclusive uma edição da revista terra, todos com dedicatórias. Neste mesmo dia marcamos uma trilha para uma rota nova, onde segundo ele foi feita somente por duas pessoas. Estas trilhas são antigas rotas de garimpo que volta e meia ele redescobre. No final da noite pra fechar a minha ronda pela cidade, passei novamente na recepção da pousada e fiquei horas conversando com o Alain e a Juscilene que são pessoas com uma rica história de vida e que também foram contagiados pela magia de Igatu. Agora que estou ha mais tempo aqui, vejo que é muito comum encontrar pessoas que vieram para passear e firmaram moradia.<br />
No outro dia saímos bem cedo para a trilha do Pico da Serra Alta, eu o Chiquinho e quatro cães, dois deles bem novos ainda em treinamento na mata. Passamos em umas das casas que o Chiquinho cuida a maioria delas de pessoas que moram em outros estados e até fora do Brasil. Logo nos embrenhamos no mato e começamos a subir, o Chiquinho me apresentou várias plantas e ervas, explicando a utilização de cada uma, arrancou do pé de um arbusto que aparentemente parecia sem fruto enormes batatas, que costumam fazer salada sem cozinhá-las. Depois de quase 2 h de caminhada chegamos perto do topo, o platô estava um 30 m acima, duas águias pairavam em nossas cabeças, eram enormes. A vista era de tirar o fôlego, com facilidade enxergava todo o vale de Igatu, a cidade de Andaraí e ao longe, talvez uns 30 km em linha reta um pequeno ponto, Lençóis.   Neste local dois cães não conseguiram subir, Chiquinho me perguntou se eu estava disposto a abrir um caminho até o topo por uma fenda lateral. Passamos por uma pequena abertura entre as rochas, os cães ficaram para trás&#8230;lá em cima a vista era ainda mais bela&#8230;a empolgação não era só minha, embora Chiquinho viva aqui pude perceber a euforia dele em ter acessado aquele local, tanto que na hora de descer ele ficou uns 5 min procurando a saída, como conhece muito o seu oficio achou o nosso rastro na vegetação amassada, se eu estivesse sozinho teria me perdido em poucos metros da trilha principal, isto é muito fácil de acontecer. </p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-21-pico-da-sera-alta-topo.JPEG' alt='07-21-pico-da-sera-alta-topo.JPEG' /><br />
Pico no Alto da Serra</p>
<p>A descida já foi bem mais rápida, retornamos por um caminho diferente e no final tomei um bom banho na cachoeira.<br />
Foi um passeio totalmente novo pra mim, a sensação de liberdade é fascinante, aqui não existem cercas ou porteiras, e é possível acampar aonde bem entender. Ao longo da trilha as marcas do garimpo estão por todos os lados, grandes rochas totalmente trituradas e tocas de garimpo que serviam de moradia, vestígios de quem viveu ha muito tempo por estas paragens. </p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-21-pico-da-serra-alta.JPEG' alt='07-21-pico-da-serra-alta.JPEG' /><br />
Mais um belo visual da região</p>
<p>Fiz uma viagem no tempo e refleti sobre a realidade destes homens que aqui chegaram em busca dos diamantes, um local inóspito, selvagem de difícil permanência&#8230;além da oportunidade de acumular riqueza o que mais passava pela cabeça destas pessoas&#8230;haveria espaço para contemplação da natureza, ou melhor, qual era o conceito de natureza na época&#8230;</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-21-sempre-viva.jpg' alt='07-21-sempre-viva.jpg' /><br />
Sempre Viva</p>
<p>Na quinta-feira pela manhã não mais passava pela cabeça ir embora tão cedo. Resolvi voltar a Mucugê e conversar mais um pouco com o Roberto Sapucaia sobre possíveis rotas da região. Depois do café avisei o pessoal sobre a rota que seguiria, por segurança é sempre bom deixar alguém a par do seu paradeiro e previsão de retorno. O pessoal me contou que certa vez uma estrangeira saiu para a mata e passava das 10h da noite e ainda não havia retornado, o pessoal fez uma força tarefa e começaram a percorrer as trilhas dos arredores, lá pelas tantas ela apareceu bem tranqüila e se surpreendeu com a preocupação de todos com a sua segurança, pois pra quem é de fora chega ser estranho o tratamento tão acolhedor do pessoal daqui. Outra preocupação por aqui são as onças que seguido atacam animais no campo e pouco tempo atrás foram vistas bem perto do vilarejo.<br />
A Trilha para Mucugê  foi fácil de achar e o trajeto passa por dois vales. Forma duas horas de caminhada forte, embora tenha parado algumas vezes para contemplar o visual.<br />
No topo do vale quase no final da trilha existe um enorme platô onde dizem ter ocorrido avistamentos de discos voadores, isto realmente foi bastante falado pela mídia.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-22-t-mucuge.jpg' alt='07-22-t-mucuge.jpg' /><br />
Trilha em Mucuge</p>
<p>Quando cheguei no asfalto restava ainda 12 km até a cidade, na terceira tentativa pedindo carona parou o Rogério que trabalho no Banco em Mucugê, por coincidência ele já morou em Porto Alegre. Uma vez na cidade almocei e depois encontrei com o Roberto Sapucaia, que me indicou o melhor caminho para o vale do  Paty, partindo de Andaraí,  me recomendou não descer o cânion do Cain que é muito bonito, selvagem e um tanto perigoso de seguir sozinho sem um guia experiente. São dois dias viagem até o vale do Paty, com um acampamento no mato, é necessário fazer fogo para passar a noite, cruza pelo rio da onças e não é por acaso que tem este nome&#8230;o Chiquinho me falou que quando guia por este lugar dorme com um olho aberto alimentando o fogo e com a  facão na mão&#8230;<br />
Na volta para Igatu novamente consegui uma carona numa velha bandeirante só na prancha, e na entrada para igatu logo no começo da estrada de chão peguei carona com um pessoal da vila.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-22-t-mucuge-voltando.jpg' alt='07-22-t-mucuge-voltando.jpg' /><br />
Cheguei bem cansado, mas não deixei de fazer a minha ronda. No bar do Chiquinho, encontrei um casal muito simpático de Salvador, o Pedro e a Espença,  depois que passaram dois meses aqui em Igatu voltam sempre que possível ao vilarejo. Eles fazem cinema e trabalharam no filme ‘’o homem que não dormia’’ filmando aqui na vila, o Pedro é gaucho e nos achamos muito na conversa sobre musica, pois ele foi baterista de algumas bandas dos anos 80 as quais gosto e acompanho até hoje.<br />
Embora tenha dormido mais tarde e tenha tomado alguns remédios que são vendidos no bar do Chiquinho , na sexta-feira acordei bem cedo e fui falar com o Rafael que tem uma escola de escalada, pois havíamos combinado uma brincadeira de escalada com um grupo que esta aqui também a passeio. Acabou ficando para a tarde a escalada, foi muito legal, eu nunca havia feito escalada, somente descidas de pedreiras com corda, rapel, que uma das técnicas utilizadas na escalada. Fizemos o exercício aqui perto do vilarejo, local chamado labirinto, que hoje já tem mais de 100 vias de escalada. Consegui fazer o nível 4 e 5 , já no 6 faltou técnica e energia, mais foi muito legal a experiência, e talvez outra hora eu faço um aprofundamento nesta modalidade esportiva, que agrega muita determinação, controle psicológico e vontade de superar obstáculos.<br />
Na noite fui até a pizzaria que haveria uma apresentação de musica. Acabou que o publico foi pequeno e não houve musica, quem iria tocar é o Lula Gazineu, musico de Salvador que tem casa por aqui, fiquei conversando com ele bastante me contou que em Igatu existia a pouco tempo atrás o festival de inverno e que muitos cantores famosos em nível nacional já estiveram por aqui, por fim ele me presenteou com o seu novo cd.<br />
No sábado foi o primeiro dia que não fiz nenhuma atividade física, foi bom para repor as energias, fiquei pela cidade conversando fiado com o pessoal da vila e um casal que está aqui na pousada pra praticar escalada na região.</p>
<p>Hoje, domingo, não havia terminado o café e o Chiquinho apareceu me convidando para acompanhar um grupo que ele iria guiar até a nascente do rio laranjeiras. Desci rápido pequei a bolsa e os encontrei no caminho. Uma turma bem animada, são biólogos da faculdade da feira de Santana, estavam conferindo os pontos da nascente e coletando amostras. Conversamos bastante, aprendi muitas coisas com o pessoal e fiz novas amizades, assim são as coisas por aqui, cada dia uma nova história. </p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/07/07-23-escalada-5-grau.JPG' alt='07-23-escalada-5-grau.JPG' /><br />
Escalada</p>
<p><strong>Em Igatu - BA dias 26 - 07 até 05 - 08</strong></p>
<p>Faz três semanas que cheguei a Igatu, a sensação é que já moro no local a muito tempo, conheço várias pessoas pelo nome, fiz grandes amigos, e de certa forma a minha história já faz parte do dia a dia da cidade, muitas pessoas me chamam de ‘’o ciclista’’&#8230;</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/07-29-acampamento.jpg' alt='07-29-acampamento.jpg' /><br />
Local do Acampamento</p>
<p>Nestes últimos dias rolou vários eventos, vou relatar alguns, mas não tenho mais condições de precisar o dia ou data, não diferencio mais o domingo da segunda-feira, aqui simplesmente acordo e vivo intensamente um dia de cada vez, sem planejamento ou preocupações.<br />
Como onde estou instalado aqui na pousada e camping acabei conhecendo várias pessoas que chegam aqui com o mesmo espírito de curtir a boa energia da Chapada. Outra questão que me segurou aqui é a amizade que firmei com os donos da pousada e com o Chiquinho que é uns dos guias de Igatu. Acabou que sempre que ele guiava turistas me convidava para acompanhar o grupo e auxiliá-lo na limpeza de algumas trilhas que são velhos caminhos de garimpo na mata.<br />
Numa destas saídas passamos dois dias fora, na primeira tarde nosso objetivo foi abrir  uma nova rota até a boca de uma gruna, que é uma caverna trabalhada pela mão dos garimpeiros.  Esta gruna é uma das várias cavernas que estão sendo estudas pelo pessoal da universidade Federal de São Carlos, que já descobriram novas espécies de peixes e escorpiões. Iríamos pernoitar numa toca no final da trilha perto da entrada da caverna, mas quando chegamos na parte baixa do vale  junto a uma córrego , já no final da  tarde, não havia nem um pingo d’água&#8230;tínhamos duas opções, voltar para Igatu, ou seguir até uma outra trilha e acampar na margem do rio Piaba. Resolvemos ir até o rio, mas não havia uma trilha definida, como o Chiquinho conhece muito o local pegamos um atalho por cima de um lajedo&#8230;teve um momento que tivemos que escalar algumas rochas e pular uma fenda entre as pedras de um pouco mais de um metro de largura, mas com vários metros de profundidade, quando eu me preparava para tirar a mochila para aliviar peso o Chiquinho já estava do outro lado, o cara é muito ágil e rápido, mesmo eu estando num ótimo condicionamento físico tive que apurar o passo para acompanhá-lo.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/07-29-rio-piaba.jpg' alt='07-29-rio-piaba.jpg' /><br />
Rio Piaba</p>
<p>O sol estava se pondo entre as montanhas e seguíamos pela mata fechada, entre ruínas de garimpo e antigos pomares&#8230;já estava escuro quando chegamos as margens do rio com muita correnteza. Nos Instalamos debaixo de uma enorme pedra e fizemos fogo e tratamos de fazer comida e catar mais lenha para manter o fogo à noite. Aqui nesta região é imprescindível  manter a fogueira acesa para espantar visitas indesejáveis, cobras, lagartos, sem falar nas onças que já comeram vários animais ao redor do vilarejo&#8230;<br />
Foi uma noite incrível, fiquei horas olhando o céu estrelado, mais tarde a lua apareceu e deixou o paredão de pedra todo iluminado&#8230;<br />
Acordei várias vezes na noite, estranhei a falta do meu colchão, mas acordei bem disposto.</p>
<p>Deixamos as mochilas no acampamento e fomos em direção a trilha do dia anterior mas por um caminho diferente com a intenção de interligar as rotas. Passamos por um lugar com várias ruínas, casas de pedras ainda bem conservadas, montes de cascalho por todos os lados. Quando subi no topo de uma rocha consegui ter uma idéia mais ampla da devastação que o garimpo fez naquele local&#8230;mais adiante entramos na mata e encontramos um grande amigo do Chiquinho, o Rafael, ambos foram garimpeiros e me contaram várias histórias, e eu brincando falei para o Rafael que queria passar alguns dias ali revirando o cascalho em busca de um pequeno diamante, ele respondeu;</p>
<p>- Moço, o diamante tem vida, quem meche com ele não dorme, não come, não tem mais sossego&#8230;</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/07-29-chiquinho-e-rafael.jpg' alt='07-29-chiquinho-e-rafael.jpg' /><br />
Chiqueinho e Rafael</p>
<p>Estes dois dias no meio das ruínas na companhia do Rafael e do Chiquinho, foram o bastante para me deixarem impressionado com a história de vida deles que se funde na história do próprio garimpo. A exploração pelo patrão do garimpo, que financiava a atividade e que no final das contas se apropriava da maior parte da riqueza.</p>
<p> <img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/07-29-garimpo-degredo.jpg' alt='07-29-garimpo-degredo.jpg' /><br />
Garimpo</p>
<p>Quando retornamos deste acampamento o pessoal da universidade de São Carlos já estava na pousada. No outro dia bem cedo lá fomos nós em direção a trilha aberta que dava acesso a gruna. A princípio eu não iria entrar, tenho fobia de lugares fechados e evito até mesmo andar de elevador&#8230;.mas a curiosidade foi maior que o medo.</p>
<p>O trabalho de estudo nestas cavernas envolve um risco bastante grande, são cavernas que não são mapeadas e de difícil acesso. Entramos num grupo de seis pessoas, o Chiquinho e o Rafael eram os guias, eu fiquei surpreso com a facilidade com que eles se deslocavam lá dentro. Passamos por fendas bem pequenas, muitas vezes com várias pedras soltas e amontoadas sobre a passagem.  Passamos por áreas amplas, salões enormes, interligados a outras áreas por vias de teto baixo, onde passamos gatilhando. A umidade e o calor é muito forte, mas o que mais impressiona é a escuridão, uma vez sem a luz das lanternas não se dá um passo a frente. Passamos das 10h até quase as 3h da tarde no subsolo, o Chiquinho depois me falou que chegou a voltar na entrada da gruna para verificar o tempo, pois uma forte chuva poderia inundar o local com muita rapidez. O Rafael nos contou que ficou preso  neste mesmo local numas das galerias superiores, no tempo que era garimpeiro, passou fome e ficou no escuro por quase um dia esperando a água baixar &#8230;</p>
<p>Foi uma experiência nova para mim, venci o medo de locais fechados, mas confesso que não fiquei com vontade de repetir o passeio.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/07-29-pintura-rupestre.jpg' alt='07-29-pintura-rupestre.jpg' /><br />
Pinturas Rupestres</p>
<p>Neste meio tempo entre passeios perto da cidade e alguns mais longos, conheci na pousada a Isabela e o Victor que são de Campinas e vieram escalar alguns pontos na Chapada. Aprendi várias coisas sobre escalada com eles, passamos vários dias conversando e fazendo algumas trilhas juntos.</p>
<p>Já nestes últimos dias fiz um passeio de carro pela Chapada, saímos para ir até Mucugê, e acabamos indo até o Guiné, que fica do outro lado do parque&#8230; visitamos uma enorme fazenda de um amigo do Lula, mas não encontramos o dono&#8230;resolvemos esticar até o vale do Capão que depois de Lençóis é um dos lugares mais badalados. Acabamos pernoitando por lá&#8230;é um lugar totalmente diferente de Igatu, na verdade todas as vilas e cidades que compõem a Chapada são muitos distintos, cada um tem a sua peculiaridade.</p>
<p>Capão é bem maior, e o acesso é por estradas de chão, tem muito estrangeiro lá, a maioria dos moradores vieram de fora, é possível encontrar pessoas do mundo todo&#8230;tem um galera alternativa estilo rippe&#8230;recentemente  teve um festival de jazz na vila que atraiu muita gente da região.</p>
<p> Na noite que estivemos por lá choveu bastante, ficamos passando de bar e bar tomando vinho. Fizemos amizade com um casal que estavam trabalhando num romance que teria a vila com pano de fundo&#8230; depois aconteceu uma cena muito engraçada, chegou no bar dois caras a cavalo, um deles discutiu com alguém, já estava bastante alterado&#8230;antes de haver mais confusão o seu amigo o pegou com quem pegava um saco de batata e passou com ele nas costas por dentro do bar descendo a escada e o jogou no lombo do cavalo&#8230;.lá pelas tantas ele voltou&#8230;o dono do bar amenizou a situação e resolveu fechar a porta principal, nos ficamos escorados no balcão dando risada&#8230;novamente esse cara que estava criando confusão entrou pela porta lateral e ficou aquele entrevero lá dentro&#8230;mas no final da brincadeira já estavam até bebendo novamente e tudo se resolveu.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/08-04-vale-rio-paraguacu.jpg' alt='08-04-vale-rio-paraguacu.jpg' /><br />
Vale do rio Paraguaçu</p>
<p>Foi bem esse tour, tive a oportunidade de conhecer um pouco mais da Chapada sem sair de Igatu.</p>
<p>Como o meu tempo está se esgotando, vou finalizar A minha viagem pela região indo até o vale do Paty, que é o centro do parque, região ainda muito isolada, sem estradas, somente trilhas.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/08-04-vale-do-rio-paty.jpg' alt='08-04-vale-do-rio-paty.jpg' /><br />
Vale do Rio Paty</p>
<p>Minha vontade era ir pelo cânion do rio paraguaçu e paty, mas nesta época não é aconselhável devido as chuvas que acorrem na cabeceira dos rios e que podem aumentar rapidamente o nível da água no meio do vale&#8230;</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/07-29-rio-piaba.jpg' alt='07-29-rio-piaba.jpg' /><br />
Marcelo nas Margens do rio Piaba</p>
<p>Pra fechar as trilhas por aqui fui até um dos locais mais visitados aqui em Igatu, a rampa do Caim, onde é possível ver todo o vale do paty,e a junção do rio paraguaçu e paty, fui eu e o Adrian que estava aqui na pousada. Até lá forma duas horas de caminhada, subindo&#8230;resolvemos descer o cânion, foi mais uma hora de descida muito forte pela a encosta&#8230;a água do rio é extremamente fria e a correnteza muito forte&#8230;ficamos lá embaixo por uma hora e voltamos pelo mesmo caminho, foi uma subida muito difícil, que durou mais de uma hora&#8230;mas a vista foi recompensadora, o local parece muito com o cânion do Itaimbezinho&#8230;chegamos em Igatu já escurecendo depois de mais de 6h de caminhada. </p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/08-02-igatu-lula-chiquinho-e-marcelo.jpg' alt='08-02-igatu-lula-chiquinho-e-marcelo.jpg' /><br />
Em Igatu Lula, Chiquinho e Marcelo</p>
<p><strong>Igatu – Vale do Paty – Vale do Capão – Lençóis - BA    de 06/08 a 18/08</strong></p>
<p>Os dias foram passando e eu me sentia cada vez mais em casa em Igatu, mas se aproximava a hora de partir. Resolvi pegar uma carona com o meu amigo Lula que estava indo para Salvador, aproveitei para despachar um pouco da minha bagagem e me desfiz de várias outras coisas, inclusive a minha bike que ficou com o Chiquinho em Igatu. O objetivo agora era conhecer o vale do Paty levando somente o necessário, basicamente a mochila e o saco de dormir.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/1-trilha-andarai-paty.jpg' alt='1-trilha-andarai-paty.jpg' /><br />
Na Trilha entre Andarai e Vale do Paty</p>
<p>No domingo dia 8 de agosto parti para Andaraí, depois de 20 dias percebi o quanto havia me identificado com várias pessoas no vilarejo. Foi difícil me despedir dos meus novos grandes amigos. A última pessoa com quem falei naquele dia foi justamente o Alain da pousada Flor de Açucena, meu primeiro contato em Igatu, me desejou felicidade na continuidade da minha viagem rumo ao Sul, segundo ele não existe o retorno, pois seguimos sempre em frente na jornada da vida.  Vou sentir saudade de toda a turma, expresso aqui o meu muito obrigado pela acolhida e pela atenção, um grande abraço a todos, levo comigo um grande aprendizado e um pouco da magia de Igatu.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/3-vale-paty.jpg' alt='3-vale-paty.jpg' /><br />
Vale do Paty</p>
<p>À noite em Andaraí foi muito ruim, a cidade tem um forte movimento noturno e estava muito quente sem falar nos mosquitos que tiraram o meu sono. Logo que amanheceu fui procurar o pessoal do Paty, que chegam para a feira em Andaraí. Conversei com o seu Jóia, que é um dos nativos do vale que estão preparados para receberem visitantes. Ele retornaria ao Paty somente na terça feira. Resolvi seguir sozinho para o vale. Parti logo depois das 9h, segundo me informaram a trilha estava muito batida, seria uma caminhada em torno de 5h. Estava um dia bastante quente e estranhei o peso da mochila, tomei então como estratégia apurar o passo e evitar o incômodo da mochila. O trajeto é todo em subida, bem gradual, mas bastante desgastante. Fiz apenas uma parada de não mais de 10 minutos, depois de duas horas e meia de caminhada já avistava o vale do Paty, iniciando a forte descida da ladeira do império. Foi mais uma hora de caminhada descendo a encosta do vale, a descida acaba sendo muito mais desgastante que a subida, força muito a articulação dos joelhos. Facilmente encontrei a primeira casa, a do seu Jóia. Conversei com a sua esposa, mas como era muito cedo não passava da 1h da tarde, resolvi seguir em frente em direção a casa do seu Eduardo. Passei pelo rio Paty, cruzando por pontes improvisadas com tronos de arvores que as cheias do rio volta e meia arrastam. Parei em frente a uma casa com um belo gramado no pátio, a porta estava semi aberta, bati palmas, mas ninguém apareceu. Deitei no gramado para descansar e acabei adormecendo. Passava das 3h e ainda não havia feito contato com os moradores. Consultei o mapa e fui rumo ao ponto chamado de Prefeitura. Na continuidade da trilha havia dois cães com uma cara nada amigável, voltei um trecho e atravessei um, riacho cortando caminho na mata, com um pouco de atenção logo achei a trilha na outra margem. Mais a frente se apresentou várias bifurcações e pequenas porteiras. Aleatoriamente escolhi um dos caminhos e percebi que havia movimento de moradores. Chegando a uma pequena casa encontrei um casal de turistas a dona da casa e um guia que vinha do Paty de cima, região mais alta do vale. Perguntei a ele sobre o caminho até a prefeitura, informou que estava retornando para casa e que passaria por lá, e que eu poderia acompanhá-lo. Era o João, filho da dona Raquel que também recebem visitantes. Em menos de uma hora de caminhada muito forte chegamos a Prefeitura, que é uma pequena casa, a referencia talvez seja do tempo que o vale abrigava mais de dois mil moradores, hoje não passa de cinqüenta. Neste local avistasse de frente o morro do Castelo, ou morro das cabras que é o nome mais antigo. Resolvi seguir até a casa da Dona Raquel, forma mais 45 min de caminhada, neste trecho nos deparamos com uma pequena mais venenosa jararaca, que estava bem no meio da trilha e dali não arredou, passamos ao largo desviando caminho. Aqui é necessário mais atenção e cuidado aonde pisar.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/7-morro-branco-e-morro-do-cartelo.jpg' alt='7-morro-branco-e-morro-do-cartelo.jpg' /<br />
Ao Fundo Morro Branco e Morro do Castelo</p>
<p>Antes das 5h já havíamos chegado à Dona Raquel, logo feito as apresentações ela tratou de me mostrar a sua ‘’televisão’’, que é uma pequena janela com uma vista privilegiava  para o morro do Castelo e morro Branco, algo incrível.  A casa é uma moradia muito simples, com apenas energia solar para iluminação, a água do banho é encanada direto do riacho, muito fria, mas revigorante. Além da ótima comida caseira o diferencial é o próprio contato com os nativos, que são muitos atenciosos e de extrema simplicidade. Neste primeiro dia de caminhada quase atravessei o parque, fiquei bastante cansado, então no segundo dia aproveitei o sossego do local e fiquei pela casa com o pessoal e curtindo a rotina do dia a dia deles. Passei horas na cozinha da casa conversando com a Dona Raquel que é uma Senhora muito inteligente e com uma história de vida muito rica, mãe de doze filhos em arredar o pé do vale do paty, tem como lema a seguinte frase: ‘’pensamento vira coisa’’ , ou seja, devemos terpensamentos positivos e fé em Deus, que tudo acontecerá ao eu devido temo. Também aprendi uma boa receita de doce de banana, que um dos produtos cultivados por eles. Na varanda da cozinha são pendurados vários cachos de bananas, que são consumidos a vontade pelos visitantes. A Dona Raquel diz que faz questão de fazer está cortesia, pois relembra os dias difíceis de quando tinha que ir até Andaraí vender alguns quilos de banana para trazer mantimentos para casa.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/6-dona-raquel-e-familia.jpg' alt='6-dona-raquel-e-familia.jpg' /><br />
Dona Raquel e Familia</p>
<p>No meu terceiro dia no Paty chegou um grupo de turistas franceses, o fluxo no vale é muito grande e nas trilhas era muito comum encontrar grupos principalmente estrangeiros. Fiz amizade com o guia deste grupo, o Waldemar. Ele me  convidou para acompanhá-los em algumas trilhas e, mais para o meio da semana fiz amizade com dois rapazes que também chegaram ao Vale sem guia, coisa que causava bastante espanto aos nativos e aos turistas. Fizemos algumas trilhas no decorrer da semana e no final da noite sempre sobrava disposição para fazer um forró, com o João na Sanfona e um violão que passava de mão em mão. Numa das noites acompanhei o Guilherme até a mata para buscar um caixa de abelha, foi uma passeio muito legal, o céu estava branco de tanta estrela. O Guilherme é de Salvador, morou um tempo numa comunidade alternativa no Vale do Capão e hoje mora com a Dona Raquel ajudando nos diversos afazeres.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/8-morro-castelo.jpg' alt='8-morro-castelo.jpg' /><br />
Morro do Castelo</p>
<p>A semana transcorreu muito rápido no Paty, já estava muito ambientado e havia me integrado a rotina da casa, sentia mais uma vez que recebia um tratamento diferenciado, pois não me tratavam como turista, creio que isto se dá em função do caráter aventureiro da minha viagem. A vontade foi de ficar mais uma semana por lá, mas o meu tempo esta se esgotando, aproveitei o embalo dois grupos de turistas e segui rumo ao vale do Capão, via a trilha dos gerais do rio preto, caminho pela parte de cima do Vale, com uma vista incrível das montanhas, uma vez vencida a maior subida, a rampa, o caminho é todo plano até a entrada do vale do Capão. Foi outra despedida difícil, o vale é muito envolvente e as pessoas que lá moram mais ainda. Todos que chegam por lá se sentem de certa forma vitoriosos por terem encarado uma trilha tão pesada, seja lá o caminho escolhido, por Andaraí, Capão ou Guiné, é um dia de caminhada até o centro do Vale. Mas refletindo um pouco sobre a realidade local, percebi que os verdadeiros heróis são os próprios nativos que resistiram há vários anos de isolamento, enfrentando uma serie de dificuldades, principalmente a questão do deslocamento, pois como falei para a Dona Raquel, as pessoas não param para pensar como todos aqueles utensílios da casa foram parar lá&#8230;panelas; móveis; porta; etc&#8230; Nesta conversa ela me relatou que para trazer uma geladeira que hoje funciona graças à energia solar foi necessário dois dias e 15 homens. Não há duvida que o turismo trouxe uma grande melhoria na qualidade de vida dos moradores do Vale, mas o impacto desta atividade ao meio ambiente é algo inevitável e visível, uma prova disto é que em vários locais de parada os pássaros literalmente comem na mão dos turistas que teimam em alimentar os animais, comprometendo o equilíbrio natural do parque.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/10-trilha-do-cachoeirao.jpg' alt='10-trilha-do-cachoeirao.jpg' /><br />
Na Trilha do Cachoeirão</p>
<p>O caminho do Paty até o vale do Capão somado aos dias de trilha dentro do vale foi muito pesado para a maioria dos turistas. O último grupo finalizou a trilha já no escurecer do dia, o que eu percebi que em função do pacote que é previamente estabelecido entre as partes, agencia e turista, as pessoas se sentem escravas deste roteiro e ficam esgotadas com o ritmo das caminhadas, ou seja, se deixam levar pelo consumismo, seja de um bem ou serviço prestado, ao passo que poderiam fazer um programa bem mais adequado as suas condições físicas e disposição de tempo.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/10a-gerais-do-rio-preto.jpg' alt='10a-gerais-do-rio-preto.jpg' /><br />
Gerais do Rio Preto</p>
<p>No sábado já no vale do Capão reencontrei os meus amigos trilheiros do Paty, o Jader e o Luandro, que também haviam chegado por lá por conta própria, eles estão na estrada a mais de um mês e andaram bastante pelo nordeste. Fomos juntos até a cachoeira da fumaça, uma caminhada prevista para 2h,mas que fizemos voando em pouco mais de 1h. Encontramos por lá um dos grupos que estavam na Dona Raquel, estavam seguindo para a  trilha chamada fumaça por baixo, são três dias de caminhada que levam ao pé da cachoeira, que tem 380 m de queda, passando por outras quedas d’água, a cachoeira do Palmital, que é bem menor mas não menos linda e por fim a trilha chega a cidade de Lençóis. Passamos à tarde do sábado na parte de cima da cachoeira, como iríamos também para Lençóis, o Luandro teve a idéia de fazermos a mesma trilha do grupo, mas teríamos um dia a menos.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/15-cachoeira-fumaca-por-baixo.jpg' alt='15-cachoeira-fumaca-por-baixo.jpg' /><br />
Cachoeira da Fumaça vista por baixo</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/14-cachoeira-da-fumaca.jpg' alt='14-cachoeira-da-fumaca.jpg' /><br />
Cachoeira da Fumaça vista por cima.</p>
<p>No final da tarde descemos para o Capão e preparamos o material pra encarar a trilha. Na descida da fumaça levamos um grande susto, eu puxada a frente, caminhávamos muito rápido e conversando, estávamos ainda na parte plana bem no começo da trilha, área que é chamada de lajedo, percebi algo se mexendo atrás de uma pequena moita, quando fui levar a perna a frente travei a passada e meio desajeitado dei um pulo pro lado, tentei falar algo mas a voz não saiu&#8230;nos deparamos com uma enorme cascavel&#8230;estava enrolada e elevada do chão uns 30 cm pronta para o bote&#8230;chegou a esboçar o ataque&#8230;devia ter em torno de 1,5 m, linda e perigosa, com um chocalho de mais 10 cm&#8230;senti o coração querendo sair pela boca&#8230;.nos afastamos um pouco, e passado o susto inicial ela foi aos poucos se embrenhando na rala vegetação.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/9-trilha-cachoeirao-por-cima.jpg' alt='9-trilha-cachoeirao-por-cima.jpg' /><br />
Trilha Cachoeirão por Cima</p>
<p>No domingo partimos do Vale do Capão assim que amanheceu, passava um pouco das 6h. Subimos novamente a cachoeira da fumaça, baseado em informações que colhemos com os guias locais e consultas no mapa fomos seguindo a trilha descendo o vale. Acabamos nos perdendo da trilha principal. Entramos numa antiga trilha que não levava a lugar algum, devia ser alguma trilha antiga de garimpo. O local era de lajedo, onde é fácil perder a trilha, pois deixa pouca evidencia do caminho a seguir. Demarcamos o local com as mochilas no alto de uma pedra, assim não perderíamos a referencia. Ficamos por mais de uma hora vasculhando o local e não achamos o caminho. Tínhamos duas opções, seguir um córrego que parecia ser o caminho pela fenda que leva para dentro do vale, mas seguindo nos informarão é muito perigoso e de difícil acesso ou retornaríamos ao Capão. Resolvemos descer o córrego e analisar o grau de dificuldade. Andamos por volta de mais 1h e percebemos que havíamos retomado a trilha principal, pois o fluxo por lá é bem intenso o que deixa a trilha muito batida. Descemos a ladeira do macaco escorregando pelas pedras, num dos trechos um grupo que vinha no sentido contrário achou que estávamos participando de uma corrida de aventura, visto a rapidez que descíamos. Antes do meio dia alcançamos o primeiro acampamento onde o grupo havia pernoitado. Neste ponto deixamos as mochilas e nos dirigimos ao pé da cachoeira da fumaça. A mata é bem fechada, andávamos como uns macacos, pulando ganhos e pedras, o tempo que trilhei em Igatu acompanhando o Chiquinho me deu um grande noção na ‘’leitura das trilhas’’, às vezes necessário analisar pequenos detalhes, como um corte antigo nos arbustos, ou um rebaixo no terreno para assim determinar o melhor caminho. Como estávamos entre dois ficou mais fácil se orientar e rapidamente achávamos o caminho certo quando a  trilha se apagava ou desviava.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/11-cachoeira-vale-do-paty.jpg' alt='11-cachoeira-vale-do-paty.jpg' /><br />
cachoeira Vale do Paty</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/13-vista-da-trilha-no-vale-paty.jpg' alt='13-vista-da-trilha-no-vale-paty.jpg' /><br />
Visual da Trilha no Vale do Paty</p>
<p>O local onde a cachoeira deságua é muito bonito, formasse um grande poço alimentado pela água que se dissipa  na decida, parecendo uma fumaça&#8230;Nofinal da tarde curtimos um bom banho no rio e acampamos junto com o grupo. Logo que amanheceu resolvemos seguir  caminho e deixamos o grupo para trás. Por volta das 9.3h avistamos a cidade de Lençóis, mais uma hora de caminhada estávamos na cachoeira do Ribeirão onde aproveitamos um bom banho.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/12-cachoeira-do-funil-vale-do-paty.jpg' alt='12-cachoeira-do-funil-vale-do-paty.jpg' /><br />
Cachoeira do Funil</p>
<p>Bem próximo a cidade de Lençóis existe várias trilas, mas a minha energia estava esgotada, decide ficar mais dois dias na cidade descansando e curtindo passeios urbanos. Na terça feira as 11.3 h da noite peguei o ônibus para Salvador, me despedindo da Chapada da Diamantina.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/08/16-cachoeira-palmital.jpg' alt='16-cachoeira-palmital.jpg' /><br />
Cachoeira Palmital</p>
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		<title>TRANCOSO - BA</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 23:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Trancoso é um distrito da cidade de Porto Seguro, já foi uma vila hippie nos anos 70. Hoje em dia Trancoso é um lugar bastante tranquilo, com pousadas e restaurantes charmosos. Com belas praias, é um ótimo lugar para quem está em busca de belezas naturais, sossego e aventura. As praias de trancoso são bastante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trancoso é um distrito da cidade de Porto Seguro, já foi uma vila hippie nos anos 70. Hoje em dia Trancoso é um lugar bastante tranquilo, com pousadas e restaurantes charmosos. Com belas praias, é um ótimo lugar para quem está em busca de belezas naturais, sossego e aventura. As praias de trancoso são bastante variadas, com um ecosistema rico e aguas limpidas, muitas são desertas (principalmente as em direção sul) outras praias atraem surfistas. O publico jovem se encontra no agito noturno da vila durante o verão, pois nos bares costuma rolar musica ao vivo nesta época.<br />

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<strong>Principais Praias de Trancoso</strong></p>
<p><strong>Praia dos Coqueiros</strong>: praia fica a uns 15 minutos do centrinho de Trancoso, é uma boa praia para caminhar, com recifes, aguas calmas e muitos coqueiros. Tem barracas com petiscos.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/05/trancoso_001.jpg' alt='trancoso_001.jpg' /><br />
Trancoso - Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/leoquintino/4349602912/">Flickr</a><br />
<strong>Nativos</strong>: geralmente a praia mais agitada de Trancoso, provavelmente devido ao numero de bares, restaurantes, hoteis e pousadas proxima a esta praia. Tem aguas calmas, recifes e coqueiros, para quem gosta geralmente alugam-se cavalos para andar.  </p>
<p><strong>Praia do Curuipe</strong>: uma das mais famosas é uma linda praia a 20 km de Trancoso em direção a Caraiva, com bares, pousadas e restaurante.</p>
<p><strong>Praia do Espelho</strong>: uma das mais belas praias de Trancoso, fica em direção sul. para chegar nela somente a pé, os carros são deixados na praia do Curuipe, depois uma caminhada de 1 km para encontrar esta bela praia. São uns 20 km do centrinho até ela.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/05/trancoso_002.jpg' alt='trancoso_002.jpg' /><br />
Trancoso - Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/carolcastro/2981930767/">Flickr</a><br />
<strong>Praia de Taípe</strong>: cercada por falesias vermelhas, é um belo cartão postal, Fica a 8 km de Trancoso, por estrada de terra em direção a Arraial  D&#8217; Ajudauda.</p>
<p><strong>Praia do Rio</strong>: Verde: praia bonita com um rio atrás onde é possivel nadar, na praia tem barracas com petiscos, esta praia fica entre a praia dos Coqueiros e Itapororoca.</p>
<p><strong>Ponta de Itapororoca</strong>: tem piscinas naturais, é uma praia  muito tranquila, fica ao sul de Trancoso em frente tem um condominio fechado, para chegar é preciso caminhar 45 minutos.</p>
<p><strong>Passeios em Trancoso</strong></p>
<p>Para quem gosta de passeios de bicicleta tem em trancoso uma agencia que faz passeios guiados pela região, até mesmo em noites de lua cheia você pode se aventurar de bike pelas praias. Fone para mais informações: 73 - 3668-1955.</p>
<p>Outro passeio bacana é o a Cavalo, que pode ser feito pelas praias da região. Na praia dos Nativos geralmente tem cavalos para alugar.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/05/trancoso_003.jpg' alt='trancoso_003.jpg' /><br />
Trancoso - Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/michellzappa/3660186801/">Flickr</a></p>
<p><strong>Como Chegar em Trancoso</strong></p>
<p><strong>De Carro:</strong><br />
Para quem vem do Sul ou mesmo para quem vem do norte, o principal acesso é a BR 101. na cidade de Eunápolis-BA, você deve seguir pela BR-367 depois no Km 33 desta rodovia seguir mais 47 km até Trancoso. Ou pode ir direto para Porto Seguro, pegar a balsa para Arraial d&#8217;Ajuda (funciona 24h e leva menos de 30 minutos para atravessar). A partir de Arraial d&#8217;Ajuda são 26Km até Trancoso em estrada asfaltada.</p>
<p><strong>De Onibus:</strong><br />
As principais empresas de onibus que fazem as rotas na região é a São Geraldo 0800-311-312 ou a Aguia Branca 0800-725-1211 os onibus saem de diversas cidades inclusive das capitais, Vitoria, São Paulo, BH, Rio de Janeiro e Salvador.</p>
<p><strong>de Avião:</strong><br />
Para chegar de avião é necessario ir para Porto seguro, as empresas Gol 0300 789 2121 e a TAM 4002-5700 tem vôos regulares saindo de diversas cidades do Brasil.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/05/trancoso_004.jpg' alt='trancoso_004.jpg' /><br />
Trancoso - Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/gtavares/2809745670/">Flickr</a></p>
<p><strong>Principais Distancias</strong></p>
<p>Porto Seguro &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..25 km<br />
Salvador &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.740 km<br />
Sâo Paulo &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.1340 km<br />
Vitória &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.550 km<br />
Belo Horizonte &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 772 km<br />
Rio de Janeiro &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..1000 km</p>
<p><strong>Pousadas em Trancoso</strong></p>
<p>Pousada do Bosque<br />
fone: 73 - 3668-1040</p>
<p>Pousada Som do Mar<br />
fone: 73 - 3668-1812</p>
<p>Pousada Quarto Crescente<br />
Fone: 73 - 3668-1014</p>
<p>Albergue Casa Esmeralda<br />
Fone: 73 - 3668-1527</p>
<p>
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		<title>CUMURUXATIBA - BA</title>
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		<comments>http://guiadoviajante.com/1059/cumuruxatiba-ba/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 May 2010 20:47:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Bahia]]></category>

		<category><![CDATA[Cumuruxatiba]]></category>

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		<description><![CDATA[Cumuruxatiba é  um distrito de Prado, localizado no litoral sul da Bahia, há 235 quilometros ao sul da cidade de Porto Seguro, Cumuruxatiba, é uma vila de pescadores com cerca de 4 mil moradores, o local preserva praias lindíssimas, muita paz e tranquilidade. Comuruxatiba é um bom destino para os amantes da natureza e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cumuruxatiba é  um distrito de Prado, localizado no litoral sul da Bahia, há 235 quilometros ao sul da cidade de Porto Seguro, Cumuruxatiba, é uma vila de pescadores com cerca de 4 mil moradores, o local preserva praias lindíssimas, muita paz e tranquilidade. Comuruxatiba é um bom destino para os amantes da natureza e vale a pena ser conhecido.<br />
O lugar tem também seu valor historico pois foi pela região que a esquadra de Pedro Alvares Cabral desembarcou no Brasil em 1500 encontrando pela primeira vez os habitantes naturais do local (os indios).<br />

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</p>
<p><strong>Atrações em Cumuruxatiba</strong></p>
<p>Praias: são muitas as praias na região vamos aqui citar as consideradas mais belas.</p>
<p><strong>Barra do cai</strong>: um belo lugar, a praia é deserta  com falesias e coqueiros, fica a 18 km da vila.</p>
<p><strong>Praia do Moreira</strong>: praia de areias brancas, acesso por fazendas a três quilometros da vila.</p>
<p><strong>Peixe Grande</strong>: praia extensa com falesias, e aguas temperadas o ano todo. 2 quilometros.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/05/cumuruxatiba_001.jpg' alt='cumuruxatiba_001.jpg' /><br />
Cumuruxatiba - Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/lumbra/2084657833/">Flickr</a><br />
<strong>Ponta do Corumbau</strong>: é uma praia deserta, com ereias brancas e mar bem azul, tem piscinas naturais. Fica a 57 km do centro de Cumuruxatiba, pode se chegar nela de carro ou barco.</p>
<p><strong>Japara</strong>: fica a 9 quilometros da vila, tem falesias, coqueiros e manguesais, tem um rio que sesemboca no mar.</p>
<p><strong>Imbassuaba</strong>: Bela praia com falesias e coqueiros, fica a 5 quilometros acesso a pé.</p>
<p><strong>Passeios em Cumuruxatiba</strong></p>
<p>Em Cumuruxativa tem varios passeios de barco. Até a Ponta do Corumbau, por exemplo os barcos passam por varias praias desertas, que não tem acesso por terra, Os barcos fazem parada para mergulho. Sai as 9 horas da manhã e volta as 5 da tarde.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/05/cumuruxatiba_002.jpg' alt='cumuruxatiba_002.jpg' /><br />
Cumuruxatiba - Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/kawaiimika/373367505/">Flickr</a></p>
<p>Passeio de barco para observar as baleias: Outro passeio de barco imperdivel na região, São os passeios que ocorrem entre julho e outubro para observar as baleias Jubartes que passam pela região nesta época do ano. O passeio dura em torno de 4 horas e tem frutas e binoculos a disposição.</p>
<p>Telefone da agencia de turismo Aquamar: 73 - 3573-1360</p>
<p><strong>Pousadas em Cumuruxatiba</strong></p>
<p>Pousada das Cores<br />
fone: 73 - 3573-1180</p>
<p>Pousada É<br />
Fone: 73 - 3573 1007</p>
<p>Pousada Aquarela<br />
Fone: 73 - 3573-1002</p>
<p>Pousada Axé<br />
Fone: 73 - 3573-1030</p>
<p>Pousada Pedra do Polvo<br />
Fone: 73 - 3573-1251</p>
<p>Pousada Zen<br />
Fone: 73 - 3573 1303</p>
<p>Pousada Clara<br />
Fone: 73 - 3573-1112</p>
<p><strong>Camping em Cumuruxatiba</strong></p>
<p>Camping e pousada Aldeia da Lua<br />
fone: (73) 3573-1168<br />

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<strong>Como chegar em Cumuruxatiba </strong></p>
<p>De Carro:</p>
<p>Para quem vem do Sul, pegar a BR 101 e siguir até Teixeira de Freitas. Lá, seguir em direção a Alcobaça, e depois siguir até Prado. De Prado, são 30 Km por terra até Cumuruxatiba. Para quem vem  do norte, siguir pela BR 101 até Itamaraju, e lá seguir em direção a Prado. Antes de chegar em Prado, no Km 42 da rodovia Itamaraju-Prado, pegar a esquerda em uma estrada de terra bem sinalizada. São só mais de 32 Km até Cumuraxatiba.</p>
<p>De onibus:</p>
<p>Muitos onibus da empresa São Geraldo Telefone: 0800 728 0044. Saem de são Paulo, Vitoria, Rio de Janeiro, BH e passam pela cidade de Itamaraju - BA a 77 km de Cumuruxatiba. De Itamaraju, saem onibus  da empresa Expresso Brasileiro até a Vila de Cumuruxatiba, (São 3 saidas diarias de Itamaraju, com destino a Cumuruxatiba. Este onibus passa antes por Prado).<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/05/cumuruxatiba_003.jpg' alt='cumuruxatiba_003.jpg' /><br />
Cumuruxatiba - Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/crisleme/363884465/">Flickr</a></p>
<p><strong>Principais Distancias</strong></p>
<p>Prado &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.33 km<br />
Itamaraju &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 77 km<br />
Porto Seguro &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;236 km<br />
Vitoria da Conquista &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 440 km<br />
Salvador &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 828 km<br />
Caravelas &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..80 km<br />
Vitoria &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;518 km<br />
Rio de Janeiro &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 1040 km<br />
São Paulo &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 1400 km<br />
Belo Horizonte &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 850 km<br />
Brasilia &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 1600 km</p>
<p><strong>Dicas do Viajante</strong></p>
<p>Esteja preparado para boas caminhadas, muitas praias são desertas é bom levar agua e algo para comer, na vila você pode encortrar artesanato, as praias são lindas em especial a Barra do Cai e a Ponta do Corumbau, as duas são longe, mas dá pra ir de barco até lá. Estando em Comuruxatiba aproveite para conhecer outros locais da região Sul da Bahia como Abrolhos e Trancoso.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/05/cumuruxatiba_004.jpg' alt='cumuruxatiba_004.jpg' /><br />
Cumuruxatiba - Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/crisleme/363884463/in/set-72157594285616367/">Flickr</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>CANION FORTALEZA - CAMBARA DO SUL - RS</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1054/canion-fortaleza-cambara-do-sul-rs/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/1054/canion-fortaleza-cambara-do-sul-rs/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 May 2010 18:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

		<category><![CDATA[Cânion Fortaleza]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: André Alécio
O Cânion Fortaleza é um dos mais belos do Rio Grande do Sul, possui cerca de 7,5 quilometros e paredões que chegam a até 900 metros de altura, é de uma beleza impar e só quem já esteve lá sabe o quanto é belo o lugar.

Estive visitando o Cânion Fortaleza em Janeiro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: André Alécio<br />
O Cânion Fortaleza é um dos mais belos do Rio Grande do Sul, possui cerca de 7,5 quilometros e paredões que chegam a até 900 metros de altura, é de uma beleza impar e só quem já esteve lá sabe o quanto é belo o lugar.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/05/dsc01304a.JPG' alt='Canion Fortaleza' /></p>
<p>Estive visitando o Cânion Fortaleza em Janeiro de 2010 e reparei o quanto é belo o seu visual, os chapadões, as cachoeiras, seu tamanho, tudo impressiona o visitante. O cânion faz parte do Parque Nacional da Serra Geral, e se localiza a 23 quilometros do centro da cidade de Cambará do Sul, estando na região aproveite para visitar o cânion, de preferencia a dias de céu claro, pois no Canion é comum ter serração e sua visibilidade ser prejudicada.<br />
Estando no Cânion Fortaleza você pode conhecer a pedra do Segredo e a Cachoeira Tigre Preto, e  também o local mais visitado e com um visual incrivel que é o Mirante do Canion Fortaleza, que alem de uma bela vista de boa parde do canion, você em dias de céu claro pode ver ao longe cidades como Torres e o Litoral do Rio Grande do Sul.<br />
Para os mais aventureiros é possivel conhecer o Cânion Fortaleza por baixo, mas para este passeio é preciso além de ter um bom preparo, marcar com as agencias da cidade.<br />

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<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/05/dsc01280a.JPG' alt='Canion Fortaleza' /><br />
Vista do Cânion Fortaleza proximo a cachoeira Tigre Preto</p>
<p>Para sua maior comodidade e segurança contrate um guia na cidade de Cambara do sul, você pode ir com o seu carro, ou de Jipe com os guias da cidade, só indo com o guia você vai aproveitar melhor o Canion, pois tem algumas trilhas escondidas, por exemplo a que leva a Cachoeira do Tigre Preto e também a Pedra do Segredo, sozinho provavelmente você vai acabar não conhecendo estes locais.</p>
<p>Telefone da associação dos condutores de Cambara do Sul: 54 - 3251-1320</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/05/dsc01291a.JPG' alt='dsc01291a.JPG' /></p>
<p> <strong>Canions da Região</strong></p>
<p>A região de Cambara do Sul tem vários outros cânions, alguns tão grandiosos como o Fortaleza,  podemos citar o Cânion Itambezinho, (no Parque Aparados da Serra) o mais conhecido da região e também com estrutura para atender os turistas.</p>
<p>Além dele: Cânion Malacara, Cânion Churriado, são bastante visitados.</p>
<p><strong>Localização<br />
</strong></p>
<p>O Cânion Fortaleza fica a 23 km da cidade de Cambará do Sul, para chegar ao cânion você vai pegar 20 km de estrada de terra com muitas pedras, se estiver com um carro comum terá que ir devagar e ter cuidado para não danificar o seu veiculo, por isso ir de jipe com os guias das agencias locais pode ser uma boa ideia. Ou então se for adepto do montain bike, você pode chegar ao canion com a sua bicicleta.</p>
<div id="vvq4c812df125bb9" class="vvqbox vvqyoutube" style="width:425px;height:335px;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=-o3UwVfwvXI">http://www.youtube.com/watch?v=-o3UwVfwvXI</a></p>
</div>
<p>A cidade de Cambará do Sul esta a Nordeste do estado do Rio Grande do Sul, Proximo a divisa com Santa Catarina, Prochimo a cidade de São José dos Ausentes, (onde tambem tem alguns Cânions), Proximo a São Francisco de Paula, (40 km) e a 120 Kms de Gramado e Canela.</p>
<p><strong>Hospedagem</strong></p>
<p>Em Cambará do Sul, existem muitas pousadas para você se hospedar, mesmo pousadas e hotéis rurais são encontrados proximo ao Canion. Mas é no centro que você encontra inumeras pousadas, pesquisando você vai encontrar uma que lhe agrada, e que esta dentro do seu orçamento. (encontramos pousadas simples no centrode Cambará  entre 15 e 30 reais).</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/05/dsc01298a.JPG' alt='Canion Fortaleza' /></p>
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<p><strong>Dicas do Viajante</strong></p>
<p>O Cânion Fortaleza é realmente impressionante, mas sempre é bom alguns cuidados. O cânion não possui nenhuma infra estrutura , tem apenas uma pequena portaria. O horário de visitação é das 8 da manhã até as 18 Horas da tarde. Leve sua água e seu lanche, protetor solar e repelente também são bem vindos. Como ja dito, faça sua visita ao cânion em dias de céu claro (de preferencia a parte da manhã), ir com um guia local fará seu passeio mais proveitoso. No canion todo cuidado é pouco, tem muitos abismos, tenha cautela para tirar aquela foto maneira a beira do penhasco, cair de 900 metros de altura não será boa ideia. Tenha cuidado principalmente se estiver com crianças pequenas, no mirante é bom segurar pelas mãos o tempo todo. Roupas e tenis confortavel para as trilhas também é essencial.</p>
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		<item>
		<title>DICAS DE COMO ECONOMIZAR EM UMA VIAGEM</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1053/dicas-de-como-economizar-em-uma-viagem/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 17:54:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Mochileiros]]></category>

		<category><![CDATA[dicas de como economizar na viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazer uma viagem sempre é claro acarretará em gastos, gastos com transporte, gastos com hospedagem, alimentação e entrada em determinados locais turisticos. Para economizar em uma viagem, principalmente em viagens grandes, para curtir muito e gastar menos você pode tomar algumas medidas, como por exemplo:
 Fazer a carteirinha mundial de estudante, são aceitas em mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer uma viagem sempre é claro acarretará em gastos, gastos com transporte, gastos com hospedagem, alimentação e entrada em determinados locais turisticos. Para economizar em uma viagem, principalmente em viagens grandes, para curtir muito e gastar menos você pode tomar algumas medidas, como por exemplo:</p>
<p><strong> Fazer a carteirinha mundial de estudante</strong>, são aceitas em mais de 100 paises e se você é um estudante de ensino fundamental, medio, esta na faculdade, fazendo pós,  mestrado ou doutorado ou mesmo fazendo um curso com mais de tres meses de duração poderá fazer esta carteirinha, e com ela ganhar desconto em muitos locais como museus, teatros, alugueis de carro, cinemas, passagens aereas, parques, exposições, redes de lanchonete entre outros. Lembre-se se você estiver fazendo uma viagem que ficará um bom tempo fora, vale a pena, qualquer 5 reais por dia que você economizar no final das contas fará uma boa diferença.</p>
<p><strong><br />
carteirinha de alberguista</strong> Outra carteirinha interessante a se fazer antes de pegar a mochila é a dos albergues da juventude, se for fazer apenas uma viagem pelo Brasil, a carteirinha nacional já esta bom, mas se for fazer uma viagem internacional é claro que tera que fazer a carteirinha internacional. As duas valem por um ano e você terá descontos nos albergues da juventude, (rede mundial de hospedagem) conhecida como HI HOSTEL ou melhor Hostelling International, são cerda de 4000 locais de hospedagem por todo o mundo que você tera descontos, no Brasil tem hoje em dia 80 unidades em diversos estados, geralmente é claro em cidades com grande rotatividade de turistas. Os albergues geralmente tem publico jovem e mochileiro, você podera conhecer gente do mundo todo se hospedando nestes locais mesmo sendo aqui no Brasil, dorme-se em quartos compartilhados, e tambem tem cozinha comunitaria na qual você poderá fazer seu almoço ou janta e economizar bons trocados.</p>
<p><strong>Carteirinha Mundial do Professor</strong>: se você é professor saiba que existe a carteirinha mundial do professor onde você poderá ter desconto em 106 paises inclusive no Brasil. a validade desta carteirinha também é de 1 ano.</p>
<p><strong>Para saber sobre e ou fazer a sua carteirinha de Professor e ou Alberguista visite: </strong>http://www.alberguesp.com.br/</p>
<p>Para organizar seus gastos diarios nas viagens sempre é bom anotar tudo o que esta gastando por dia. Alimentação, Hospedagem, passeios, aquela cervejinha, transporte, entrada em museus, entre outros, e ir calculando, e não tentar passar da sua meta diaria de gastos.</p>
<p>Uma viagem no Brasil podemos tentar marcar entre 50 e 70 reais diarios, mais ou menos, para você não passar vontade e não ter grandes perrengues. Se você optar em acampar por exemplo esta media poderá cair bastante dependendo o lugar que você estiver, pois ja vi Camping no litoral cobrar mais de 25 reais só para você armar sua barraca e dormir. Mas também ja vi campings cobrarem 5 reais, por isso uma boa pesquisa antes de sair de casa é importante para você não ter surpresas desagradaveis e calcular uma media de gastos diarios. os Albergues da juventude no Brasil, cobram uma media entre 25 e 35 reais, isso para quartos compartilhados com outros viajantes, tem tambem quartos para casal e familia que geralmente saem um pouco mais caros.</p>
<p>Se Hospedando de graça na casa de outras pessoas</p>
<p>Outra maneira de economizar e muito nas viagens é entrar nas redes sociais da internet http://www.couchsurfing.org/ e também http://por.hospitalityclub.org/indexpor.htm nestes dois sites você poderá encontrar pessoas que estejam interessadas em te hospedar de graça em suas casa, alem de conseguir hospedagem você pode encontrar alguem que possa ser seu guia, na cidade fazendo passeios com você e televando aos pontos turisticos. Entrar nessas redes e se cadastrar poderá te ajudar muito na hora de encarar uma viagem, não é preciso hospedar nimguem na sua casa posteriormente para conseguir este tipo de hospedagem, quem ja se hospedou na casa de alguem através desses sites diz que é bem seguro, e uma experiencia cultural muito enriquecedora. Meses antes de fazer sua viagem pode ser uma boa dica se cadastrar nesses sites onde tem pessoas do mundo inteiro que podem lhe oferecer uma cama e um banho quente sem cobrarem nada.</p>
<p><strong>Como levar o seu Dinheiro</strong></p>
<p>Para qualquer lugar que esteja indo, sempre levar dolares, exeto se estiver indo  para a Europa que é mais viavel levar Euros, levar apenas uma pequena quantia de dinheiro local para gastar em sua chegada, (para pegar um taxi e comer algo em sua chegada ao pais). O cartão Visa Travel Money pode ser uma boa opção, principalmente para quem vai ficar viajando por muito tempo, pois é possivel carregar este cartão no brasil ou no exterior e ser sacado no exterior. outra opção é levar um cartão de credito internacional.</p>
<p><strong>Dicas de Segurança com o seu Dinheiro</strong></p>
<p>Levar sempre seu dinheiro separado em diversos bolsos, mesmo se estiver andando com pequenas quantidades, tem uma pochete q gruda no corpo onde pode ser levado o grosso do dinheiro, e tambem o seu passaporte. Travel chek também é uma ótima ideia para não ficar com muito dinheiro em mãos e trocalo nos bancos assim que precisar. Em albergues ou hoteis sempre guardar seu dinheiro nos cofres, se for acampar sempre levar coisas de valor com você em pochete ou em uma mochila pequena, evite deixar maquinas fotograficas e outras coisas de valor em sua barraca, mesmo que vá voltar em pouco tempo. Lembre-se &#8220;a ocasião faz o ladrão&#8221; mesmo que estiver em locais com pouca gente sempre é bom ter cuidado com seus pertences, ter um pouco a mais de cuidado fará sua viagem mais segura, e com menos riscos de acabar antes do tempo.</p>
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		<title>COMO MONTAR UM ROTEIRO PARA FAZER UM MOCHILÃO</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1052/como-montar-um-roteiro-para-fazer-um-mochilao/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 17:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Mochileiros]]></category>

		<category><![CDATA[montando roteiro para fazer um Mochilão]]></category>

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		<description><![CDATA[Montando o Roteiro para o Mochilão
Primeiro passo é saber o que realmente você gosta de fazer, e conhecer, se você é adepto ao ecoturismo por exemplo, vai curtir e preferir regiões com atrativos naturais, ou se você for alguém que goste de história dos povos ou arquitetura, vai querer conhecer igrejas, museus entre outras coisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Montando o Roteiro para o Mochilão</strong><br />
Primeiro passo é saber o que realmente você gosta de fazer, e conhecer, se você é adepto ao ecoturismo por exemplo, vai curtir e preferir regiões com atrativos naturais, ou se você for alguém que goste de história dos povos ou arquitetura, vai querer conhecer igrejas, museus entre outras coisas que tem em inumeras cidades historicas espalhadas pelo mundo, e devera focar seu mochilão nestes locais. Então tente traçar uma rota com o que mais lhe interessar, descubra se entre as cidades que você pretende percorrer tem facil acesso de onibus entre elas, ou trem, avião ou qual for o meio de trasporte que escolher. lembre-se que em cidades pequenas as vezes só tem um onibus por dia, ou você terá que dar uma grande volta para pegar um onibus que chegue até ela por exemplo. Tente descobrir o que tem na cidade e o que mais lhe interessa, procure saber se as atrações são proximas do centro por exemplo e se estiver a pé, é facil chegar a elas, ou tera que pegar onibusou taxi entre o que pretende visitar. No caso do ecoturismo, muitas atrações ficam longe do centro, e tera que pegar uma carona se não tiver condução, ou pagar um passeio com outros viajantes, ou até mesmo alugar uma bike pode ser uma boa ideia.<br />

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<br />
Pesquizar muito e fazer um bom planejamento fara seu mochilão ter sucesso para planejar, muitos livros e mapas irão te ajudar na hora de fazer o seu roteiro e também a internet é claro. No Brasil sempre usei o guia 4 rodas pois contém mapas e ja tem alguns roteiros nas primeiras paginas de cidades interessantes por regiões. Usei tambem muito a internet para saber locais de hospedagem, alimentações atrações das cidades, quanto se gasta em determinada região entre outras coisas. Se você pretende conhecer a America do sul por exemplo pode seguir varias dicas de mochileiros que estiveram por lá, existem muitos blog e sites na internet, ou também comprar um guia como por exemplo o GTB (guia do Turista Brasileiro) tem sobre o Peru e Bolivia, Argentina e Chile. Vá a uma livraria e pesquise para comprar o qual acha mais interessante, com certeza um livro guia vai te ajudar muito na hora de montar seu roteiro. Se vai para outras partes do mundo um guia muito usado é o Lonely Planet ( http://www.lonelyplanet.com/ ) com certeza vale a pena. Mas o que é muito bom sempre é conversar com quem ja foi a cidade que você pretende conhecer, com certeza pegara dicas preciozas com outros viajantes que ja foram onde você pretende ir também. Ao chegar a determinada cidade sempre é bom passar nas informações turisticas e pegar o mapa da cidade ele ajuda muito, e também sempre peça dicas com viajantes que estão a mais dias na cidade ou na recepção do local onde você esta hospedado.<br />

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		<title>COMO ORGANIZAR UM MOCHILÃO</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 17:17:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Como Organizar Um Mochilão]]></category>

		<category><![CDATA[Mochileiros]]></category>

		<category><![CDATA[Como Organizar um Mochilão]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: André Alécio
olá amigos
Vou deixar aqui algumas dicas para quem pretende organizar um mochilão, dicas basicas para aqueles mochileiros de primeira viagem, para os que sonham em fazer uma viagem independente mas ainda não a fizeram por algum motivo. Não quero deixar aqui uma cartilha, nem estou querendo dizer o que é certo e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: André Alécio</p>
<p>olá amigos</p>
<p>Vou deixar aqui algumas dicas para quem pretende organizar um mochilão, dicas basicas para aqueles mochileiros de primeira viagem, para os que sonham em fazer uma viagem independente mas ainda não a fizeram por algum motivo. Não quero deixar aqui uma cartilha, nem estou querendo dizer o que é certo e que sigam a risca o que vou colocar aqui, cada um se programa e monta seu mochilão do jeito que achar mais conveniente para si. Se você é um mochileiro e gostaria de deixar suas dicas aqui também para ajudar outros colegas pode se sentir avontade, e escrever nos comentarios lá embaixo da pagina. Toda sugestão e critica sempre é bem vinda, é assim que nós crescemos e aprendemos coisas novas sempre.<br />

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<p><strong>O que é um mochilão?</strong></p>
<p>Bom a primeira coisa que quero tentar explicar aqui é sobre o que é um mochilão.  Já li em alguns lugares pessoas dizerem que vão fazer um mochilão para determinado local. Tipo: &#8221; vou fazer um mochilão por 10 dias em Ubatuba&#8221;. Eu sinceramente não considero sair da minha casa e ir para outra cidade e ficar lá uns dias um mochilão. Cada um é cada um. Não precisamos ficar 10 anos fora rodar o mundo inteiro pare ser considerado um mochileiro, mas acredito que um mochilão seja: Sair da minha casa, percorrer e conhecer diversas cidades de uma ou mais regiões, e depois voltar. Pode ser um mochilão de 15 dias ou mais e tambem menos porque não? Um Mochilão se diferencias de outras viagens nesses aspectos e também devido ao mochileiro geralmente fazer uma viagem economica. A ideia da maioria dos mochileiros é conhecer o maximo de coisas possiveis de um determinado local, para isso é preciso ficar alguns dias  na cidade, e quanto mais economizar, mais poderá ficar e conhecer os atrativos da cidade. Para iniciar sua pesquisa você deve primeiro montar um roteiro, depois saber o quanto gastara (geralmente planejar gastos diarios) do tipo gastar 50 reais por dia por exemplo. O que vai conhecer nas cidade e quantos dias vai ficar nelas. Se terá condução facil desta cidade para a proxima cidade do seu roteiro. Bom isso são algumas coisas que vou tentar  colocar aqui em diversas pequenas materias de experiencias que tive e tentar ajudar aos que estão com duvidas.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>DICAS PARA FAZER INTERCAMBIO</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 18:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

		<category><![CDATA[Dicas para fazer Intercambio]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazer uma viagem de intercambio hoje em dia é bem mais simples e mais barato do que a anos atráz. É uma ótima maneira de conhecer outro pais, lingua e cultura. Geralmente quem faz intercambio fica hospedado em casas de familias. Você não precisa posteriormente receber pessoas de outros paises em sua casa. E pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer uma viagem de intercambio hoje em dia é bem mais simples e mais barato do que a anos atráz. É uma ótima maneira de conhecer outro pais, lingua e cultura. Geralmente quem faz intercambio fica hospedado em casas de familias. Você não precisa posteriormente receber pessoas de outros paises em sua casa. E pode permanecer por mais tempo no pais caso seu visto permita.</p>
<p>Existem varios tipos de intercambio entre eles:</p>
<p><strong>High School:</strong> é o mais comum quando o estudante faz o colegial (ensino medio) no exterior e fica hospedado em casa de familia.</p>
<p><strong>Curso de Idioma</strong>: são cursos rapidos de 2 a 16 semanas</p>
<p><strong>Cursos Combinados</strong>: Onde além do curso de idioma se faz outro curso como esqui, ou de dança. Estes  cursos geralmente são curtos até 4 semanas.</p>
<p><strong>Estudo e Trabalho</strong>: este tipo de intercambio tambem são bastante populares, mesclam estudo de idiomas e trabalho como au-pair (babá), garçom, entre outros. variam de 8 semanas até 1 ano ou mais.</p>
<p><strong>Curso de Pós Graduação</strong>: Podem durar de 6 meses a 3 anos, cursos em diversas areas.</p>
<p><strong>Trabalho Voluntario</strong>: São varias as redes para trabalhar como voluntario, geralmente o unico custo que se tem é com a passagem de ida e volta, uma boa opção para conhecer pessoas do mundo inteiro, conhecer novos lugares, uma nova lingua e principalmente ganhar experiencia proficional. você pode trabalhar em hospitais, igrejas, trabalhar com deficientes, crianças e idosos, entre outras coisas.</p>
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</p>
<p>Se você se interessa em fazer um intercambio saiba que tem varias operadoras de intercambio que atuam no Brasil. Abaixo conheça algumas delas e entre encontato para saber mais sobre intercambio.</p>
<p><strong>Site de Operadoras de Intercambio</strong></p>
<p>Australia Center<br />
www.estudenaaustralia.com.br</p>
<p>AFS Intercultura Brasil<br />
www.afs.org.br</p>
<p>Belta<br />
www.belta.org.br</p>
<p>Camphill<br />
www.camphill.org.uk</p>
<p>CI - Central de Intercambio<br />
www.ci.com.br</p>
<p>Connection Line<br />
www.connectionline.com.br</p>
<p>Experimento<br />
www.experimento.org.br</p>
<p>Portal do Voluntario<br />
www.portaldovoluntario.org.br</p>
<p>Yazigi Travel<br />
www.yazigitravel.com.br</p>
<p>
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		</item>
		<item>
		<title>BOMBINHAS - SC</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 20:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

		<category><![CDATA[Bombinhas]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade de Bombinhas a cerca de 70 km da Capital Florianópolis, é um belo local para quem quer curtir boas praias, e agito na temporada de verão. Bombinhas é um dos melhores locais para a pratica de mergulho no sul do Brasil, tem cerca de 26 praias em sua maioria de aguas calmas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Bombinhas a cerca de 70 km da Capital Florianópolis, é um belo local para quem quer curtir boas praias, e agito na temporada de verão. Bombinhas é um dos melhores locais para a pratica de mergulho no sul do Brasil, tem cerca de 26 praias em sua maioria de aguas calmas que atraem familias para curtir não só o verão mas tambem finais de semana e feriados na cidade.<br />
Bombinhas é uma boa pedida para quem busca agito, e praias badaladas, mas se você não gosta de praias lotadas, tambem encontra-ra o seu lugar na cidade, pois muitas praias são isoladas, e só os mais aventureiros chegam a elas. Fora de temporada o agito é deixado de lado, e a tranquilidade predomina, em maio e abril é uma das melhores épocas para mergulho, entre maio e julho é temporada da pesca da tainha e os pescadores fazem a festa. É bom lembrar tambem que fora da temporada os preços ficam mais baixos por toda a cidade.<br />

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<br />
<strong>Principais Distancias</strong></p>
<p>Porto Belo &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;5 km<br />
Itapema &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 12 km<br />
Florianópolis &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 70 km<br />
Joinvile &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 130 km<br />
Blumenau &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 90 km<br />
Curitiba &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.260 km<br />
São Paulo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 660 km<br />
Balneario Camboriu &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;40 km</p>
<p><strong>As principais praias de Bombinhas</strong></p>
<p><strong>Bombas</strong>: badalada, com muitas familias, onde se encontra muita gente bonita, com barracas, caiaque para alugar, muitos hoteis, bares e restaurantes se encontram na avenida central, onde de noite tem movimento, se você estiver hospedado proximo a esta praia, procure ir a pé, pois na temporada é dificil arrumar um bom local para estacionar o carro.</p>
<p><strong>Bombinhas</strong>: a mais frequentada, assim como a praia de Bombas, muitas familias buscam esta praia para o lazer, na avenida se encontram restaurantes, bares e hoteis, de noite é o lugar mais agitado da cidade com barzinhos com musica ao vivo.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/guaratuba-floripa-305.jpg' alt='BOMBINHAS - SC' /></p>
<p><strong>Quatro Ilhas</strong>: uma das mais belas da cidade, não tem muita construção proxima da praia, uma boa praia para a pratica de surfe, atrai publico jovem e gente bonita.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/guaratuba-floripa-353.jpg' alt='praia 4 ilhas bombinhas' /></p>
<p><strong>Mariscal</strong>: uma praia bastante procurada por surfistas, tem uns 4 km de extensão, mesmo em temporada sempre se encontra um lugar bom para ficar. Proximo tem varias pousadas.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/guaratuba-floripa-350.jpg' alt='Praia do Mariscal Bombinhas' /></p>
<p><strong>Tainha</strong>: praia escondida entre dois morros, no caminho para esta praia tem um mirante 360 graus que dá pra ver boa parte das praias da cidade. Para chegar tem que pegar uma estrada de terra, mas a beleza do lugar vale a pena.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/guaratuba-floripa-337.jpg' alt='bombinhas' /><br />
Vista do mirante de 360 graus</p>
<p><strong>Zimbros</strong>: muitos barcos de pesca e praia extensa, varias casas de varaneio mas pouca infra estrutura na praia.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/guaratuba-floripa-319.jpg' alt='praia de zimbros bombinhas' /></p>
<p><strong>Canto Grande</strong>: praia dividida em duas, uma parte com aguas calmas e outra para o mar de fora, com aguas mais agitadas.</p>
<p><strong>Passeios em Bombinhas</strong></p>
<p>Mergulho na Ilha do Arvoredo: São 9 pontos de desembarque, grande variedade de peixes. é considerado o melhor lugar de mergulho do sul do Brasil. Tem duas agencias que operam na cidade levam desde os mais experientes e até dão curso de mergulho para os novatos. Patadacobra fone 47 - 3369-2119 e a Acquatrek fone 47 3369-2137</p>
<p>Trekking: para conhecer as praias isoladas você pode optar em fazer um trekking com 7 horas de caminhada, que se inicia na praia do Zimbros, passa pela praia do Cardoso,da Lagoa, praia triste, vermelha e Ponta Grande. quem leva os aventureiros é a Caminhos e Trilhas: 47 9973-0584.<br />

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</p>
<p><strong>Como Chegar em Bombinhas</strong></p>
<p><strong>de carro:</strong><br />
 Bombinhas fica proxima a BR 101 que esta sendo totalmente duplicada e muito melhor que a anos atras. Vindo do Sul, ( florianopolis 70 km) entre outras localidades, deve-se entrar na cidade de Porto Belo e não demora muito para chegar em Bombinhas ( cerca de 5 km entre as duas cidades).<br />
Para quem vem da região de Curitiba ( 260 km) ou São Paulo (660 km) o acesso também é feito pela BR 101 na cidade de Porto Belo.</p>
<p><strong>de Onibus:</strong><br />
 de Curitiba para Bombinhas a empresa Catarinense (fone: (48) 4002 4700) faz saidas diarias as 8:30 da manhã para Bombinhas a viagem dura em torno de 4 horas.</p>
<p> de São Paulo: Não tem onibus direto, o negocio é ir pela viação Pluma (onibus com saida as 20h15min) até Balneario camboriu e depois pegar outro onibus da Viação Praiana para a cidade de Bombinhas.</p>
<p>de Florianopolis, pode se pegar o onibus da empresa Catarinense até a cidade de Porto Belo (18:00) e depois outro onibus de Porto belo para Bombinhas.<br />
telefone da Viação Catarinense (48) 4002 4700.</p>
<p><strong>Hospedagem em Bombinhas</strong></p>
<p>São muitas as hospedagens em Bombinhas, muitas pousadas bem estruturadas e bem localizadas. Aqui deixaremos algumas dicas.</p>
<p>Pousada Aquarela do Mar (praia de Bombinhas)<br />
fone: 47 - 3369-0056 </p>
<p>Pousada do Holandes (praia de Bombas)<br />
fone:47 - 33691281</p>
<p>Morada Baden Baden (praia Mariscal)<br />
fone: 47 - 3393 44 08</p>
<p>Pousada Elfos (praia de Bombas)<br />
fone: 47 - 3369-1433</p>
<p><strong>Camping em Bombinhas</strong></p>
<p>Paraiso Tropical (canto Grande)<br />
fone: 47 - 3393 3143</p>
<p> Camping &#038; Paddle  (Praia de Bombas)<br />
 fone: 47 - 3369-1602</p>
<p>Camping 4 Ilhas<br />
fone:  47 - 3369 2124</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/guaratuba-floripa-312.jpg' alt='bombinhas' /><br />
Prainha proxima a praia de Bombinhas</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Balneario Camboriu - SC</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1035/balneario-camboriu-sc/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/1035/balneario-camboriu-sc/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 14:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

		<category><![CDATA[Balneario Camboriu]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade de Balneario Camboriu, é uma das mais visitadas do sul do pais, em Santa Catarina ela é a segunda cidade que mais atrai turistas por ano, só perdendo para a capital Florianopolis. com uma população de mais de 130 mil pessoas, a cidade vive do turismo, chegando a ter nos meses de janeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Balneario Camboriu, é uma das mais visitadas do sul do pais, em Santa Catarina ela é a segunda cidade que mais atrai turistas por ano, só perdendo para a capital Florianopolis. com uma população de mais de 130 mil pessoas, a cidade vive do turismo, chegando a ter nos meses de janeiro e fevereiro uma população de quase 1 milhão de pessoas. Na orla do centro da cidade tem muito agito, restaurantes com musica ao vivo, gente bonita para todos os lados. Balneario Camburiu chama atenção não só dos brasileiros, muitos turistas estrangeiros principalmente argentinos são vistos nas praias da cidade na temporada de verão. </p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/guaratuba-floripa-191.jpg' alt='Balneario Camboriu' /><br />
Balneario Camboriu praia do centro</p>
<p>A cidade é bem alto astral no centro tem uma ótima infra estrutura para atender a população e os turistas, bares, restaurantes e baladas. Tem um calçadão onde nas noites de verão é bem agitado, vale a pena caminhar por ele. Além da praia central que é a mais urbanizada, com grandes predios em sua orla, outras praias mais desertas e com rara beleza são encontradas na cidade, ficam na Rodovia Interpraias, são cerca de 14 km de belos visuais e praias bonitas e mais tranquilas que a do centro.</p>
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</p>
<p><strong>Principais Praias</strong></p>
<p><strong>Praia Central</strong>: a mais agitada e urbanizada da cidade, onde tudo acontece, shows, eventos esportivos entre outros, muita gente bonita caminha pelos 7 km de extensão, quiosques, bancos para descanso, são encontrados no calçadão.</p>
<p><strong>Praia de Laranjeiras</strong>:<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/guaratuba-floripa-202.jpg' alt='Praia de Laranjeiras Balneario Camboriu' /> uma linda praia com menos de 1 km de extensão, suas aguas tranquilas, são boas para nadar, tem varios restaurantes e lojinhas, é possivel chegar a esta´praia de teleferico, ou de carro pela Unipraias.</p>
<p><strong>Praia de Taquarinhas</strong>: praia deserta fica a beira da rodovia Interpraias, com mar agitado e areia grossa. não tem nenhuma infra estrutura para atender os visitantes. Localiza-se a 8 km do centro.</p>
<p><strong>Praia de Taquaras</strong>:<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/guaratuba-floripa-208.jpg' alt='Praia de Taquaras' /> fica proxima a taquarinhas, é uma praia bem tranquila  possui infra estrutura como bares, restaurante, pousadas e casas de veraneio. Fica aproximadamente 8,5 km do centro.</p>
<p><strong>Praia do Pinho</strong>:<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/guaratuba-floripa-214.jpg' alt='Praia do Pinho Balneario Camboriu' /> é considerada a primeira praia regular de naturismo do Brasil, possui bares, pousada e camping. è uma das mais belas praias de Balneario Cambouriu. Tem acesso controlado e estacionamento. Na areia tem uma separação, e em um certo local só quem esta sem roupa pode entrar, é possivel ficar na praia de roupa sem maiores problemas.</p>
<p><strong>Praia do Estaleiro</strong>: uma bela praia com  aguas tranquilas no canto esquerdo, onde tem tambem um pequeno riacho, é uma boa praia para quem gosta de praticar pescaria, proximo tem pousadas,  restaurantes e area de camping.</p>
<p><strong>Passeios em Balneario Camboriu</strong></p>
<p><strong>Teleferico</strong>: No parque Unipraias um belo passeio de teleferico com duas paradas, a primeira é em cima do morro para na estação mata atlantica, onde tem lojas, arvorismo e um radical passeio em um carrinho tipo trenó. Do Alto do morro se tem uma vista fantastica para toda a cidade de Balneario Cambouriu e também para a Praia de Laranjeiras. A segunda parada é na praia das laranjeiras que é um lugar muito bonito, depois de curtir a praia é só pegar o Teleferico de volta com a passagem ja inclusa.<br />
Acesso pela  praia do centro Barra Sul.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/guaratuba-floripa-262.jpg' alt='praia de laranjeiras' /><br />
Praia de Laranjeiras vista de cima do parque Unipraias</p>
<p><strong>Passeio de Barco</strong>: para a praia de Laranjeiras, passando pela Ilha das Cabras. Tem Barcos com tripulação vestida de pirata.<br />
Os Barcos saem no final da avenida beira rio, o tempo do passeio é aproximadamente 1h30min. Na temporada os passeios saem de uma em uma hora.</p>
<p>Cristo Luz: um dos passeios mais conhecidos da cidade, é a ida ao Cristo que fica no alto do morro, de noite o Cristo fica iluminado por luzes coloridas.<br />
Localiza-se na rua Indonesia numero 800.</p>
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<p><strong>Principais Distancias</strong></p>
<p>Florianópolis &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 80 km<br />
Aeroporto de Navegantes&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 15 km<br />
Penha &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 30 km<br />
Bombinhas &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 35 km<br />
Brusque &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 45 km<br />
Blumenau &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 70 km<br />
Joinvile &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 85 km<br />
Jaragua do Sul &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 130 km<br />
Curitiba &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 225 km<br />
Porto Alegre &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 560 km<br />
São Paulo &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 625 km<br />
Belo Horizonte &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.1215 km</p>
<p><strong>Como chegar em Balneario Camboriu</strong></p>
<p>de Carro: a cidade de Balneario Camboriu é cortada pela BR 101 então é muito facil de chegar na cidade. Vindo de Florianopolis são cerca de 80 km no sentido norte da BR 101.</p>
<p>Para chegar vindo de Curitiba ou de São Paulo basta seguir para o sul e pegar a BR 101, que apresenta trechos duplicados e boas condições.</p>
<p>como chegar de onibus: muitas linhas de onibus, saindo de diversas cidades do Brasil que passam por Balneario Camboriu são feita pela Viação Catarinense http://www.catarinense.net/pt/<br />
inclusive onibus saindo de São Paulo, Curitiba, Joinvile, Florianopolis, Jaragua do Sul entre muitas outras cidades confira no site acima se tem onibus partindo da sua cidade.</p>
<p><strong>Hospedagem em Balneario Camboriu</strong></p>
<p>Pousada Reimar<br />
fone: 47 - 3360-6410</p>
<p>Gênova<br />
fone: 47 - 3361-8892</p>
<p>Hotel João de Barro<br />
fone: 47 - 3360-6759</p>
<p>Hotel Topázio<br />
fone: 47 - 3367-1022</p>
<p>Hotel Rezende (credenciado pela Hi Hostel)<br />
Fone: 47 - 3361-1008</p>
<p><strong>Camping em Balneario Camboriu</strong></p>
<p>Camping Estaleirinho<br />
fone: 47 - 3263-2464</p>
<p>Camping Camboriú Barra Sul<br />
fone: 47 - 3361-1497</p>
<p>Camping Parque Camboriú<br />
fone: 47 - 3344-2409</p>
<p><strong>Dicas Do Viajante</strong></p>
<p>Balneario Camboriu é uma cidade bacana de se conhecer, passear pelas praias da Rodovia Interpraias, vale muito a pena, em um unico dia dá pra conhecer todas as praias da região se estiver de carro. Andar no teleferico e conhecer o parque Unipraias também é indispensavel para quem vai a cidade. De noite no calçadão tem muito movimento, tomar uma caipirinha ou alguma outra batida nas barraquinhas vale a pena. Para quem vai ficar varios dias em Balneario Camboriu, saiba que vale a pena uma esticada na cidade de Bombinhas para conhecer as praias, e também para quem não conhece é uma boa oportunidade de conhecer o parque do Beto Carreiro na cidade de Penha.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/guaratuba-floripa-204a.JPG' alt='guaratuba-floripa-204a.JPG' /><br />
Praia de Taquarinhas, bicicleta da expedição Cananeia / Gramado</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>SOCORRO - SP</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1031/socorro-sp/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/1031/socorro-sp/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 16:03:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<category><![CDATA[Socorro]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade de Socorro, fica a cerca de 130 quilometros da capital paulista, esta localizada no circuito das aguas paulista e atrai visitantes em busca de esporte de aventura, contato com a natureza e pessoas que estão a procura de roupas de malha, pois, assim como as cidades de Jacutinga e Monte Sião, a cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Socorro, fica a cerca de 130 quilometros da capital paulista, esta localizada no circuito das aguas paulista e atrai visitantes em busca de esporte de aventura, contato com a natureza e pessoas que estão a procura de roupas de malha, pois, assim como as cidades de Jacutinga e Monte Sião, a cidade de Socorro é uma grande produtora de roupas em malhas.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-058.jpg' alt='Montanhas em Socorro' /><br />
Montanhas na cidade de Socorro</p>
<p>Com uma população de pouco mais de 33 mil habitantes e ha mais de 700 metros do nivel do mar, a cidade de Socorro, é muito tranquila, com muitas montanhas, em meio ao verde, propicia caminhadas e cavalgadas em meio a natureza.<br />
Já na região do Rio do Peixe, que se localiza nas margens da estrada que vai para a cidade de Munhoz, conhecida como Corredor Turistico, a adrenalina toma o lugar da tranquilidade, com as atividades como o rafting, acquaride, boiacross e ducking, além disso encontram-se nesta região alguns parques particulares, onde além de fazer estes esportes no rio, é possivel, praticar tirolesa e arvorismo. Mas se você não tem um espirito muito radical, saiba que mesmo sem praticar os esportes, conhecer os parques e estar em contato com a natureza já vale a ida a cidade. </p>
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</p>
<p><strong>Principais Atrações</strong></p>
<p><strong>Gruta dos Anjos</strong>: é uma gruta com um lago onde tem pedalinho para andar.<br />
Endereço: Corredor Turistico fica a 2 km do centro.</p>
<p><strong>Pedra da Bela Vista</strong>: Local onde se pratica voo livre, além é claro de curtir a bela paisagem que a pedra porporciona.<br />
Endereço: Fica no Bairro Bela Vista, tem placas indicando o caminho</p>
<p><strong>Pedra Pico da Cascavel</strong>: O local mais alto da cidade, se tem uma vista fantastica de toda a região. Também é procurada pelos praticantes de voo livre. É um bom local para ver o por do sol.<br />
Endereço: Bairro dos Marianos</p>
<p><strong>Parque Monjolinho</strong>: é um local particular a beira do rio do Peixe, lá é possivel praticar esportes aquaticos como o  rafting e o acquaride, alem de tirolesa e arvorismo. tem lanchonete e toda a estrutura para atender os turistas.<br />
Endereço: corredor turistico (estrada para Munhos) a 6 km do centro.</p>
<p><strong>Mirante do Cristo</strong>: como não poderia deixar de ser, fica em um ponto alto da cidade, lugar proximo ao centro que dá para ter um belo visual da região. Tem placas indicadoras se localiza proximo ao portal Lyons.</p>
<p><strong>Feira de Malhas Permanente</strong>: muitas malhas feitas nas confecções de socorro são vendidas a bons preços na feira de malhas, são mais de 50 lojas a disposição.<br />
endereço Av. Deputado S. Cunha Bueno 3320 fone: (19) 3895-3347</p>
<p><strong>Operadoras de esportes de Aventura na cidade de  Socorro</strong></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-050.jpg' alt='fotos-viagem-2010-050.jpg' /><br />
Acqua Ride no Rio do Peixe</p>
<p>São varias operadoras que prestam serviço para os aventureiros que querem se divertir nas inumeras atividades de aventura que são realizadas na cidade, sempre é bom realizar estes esportes com operadoras serias que usam equipamentos adequados, e que tenham monitores especializados.</p>
<p>fone de algumas operadoras, e locais onde são feitas as atividades.</p>
<p> Parque dos Sonhos<br />
Tel. (19) 3955 2870 </p>
<p> Parque Ecologico Cachoeira Monjolinho<br />
Tel. (19) 3895-7346</p>
<p> Aui Mauê Rafting<br />
Tel. (19) 3855-7646</p>
<p> Rios de Aventura<br />
Tel. (19) 3895 6255</p>
<p>Base 55<br />
Tel. (19) 3855 2050</p>
<p>Kango Jango<br />
Tel. (19) 3855 7507 </p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-045.jpg' alt='Rafitng em Socorro' /><br />
Rafting em Socorro</p>
<p><strong>Como Chegar em Socorro </strong></p>
<p>de carro:</p>
<p>Saindo de São Paulo, seguir pela rodovia Fernão Dias estrada até Bragança Paulista. Entre nesta cidade e siga as placas que indicam as cidades de Socorro. Saindo de São Paulo são aproximadamente 135 km até Socorro.</p>
<p>Saindo de Campinas: Pegar a rodovia Adhemar de Barros e entrar para Itapira na rodovia SP-147, depois seguir em direção a Lindoia e chegar na cidade de Socorro. A distancia aproximada entre Campinas e Socorro é de 115 km.</p>
<p>Para quem vem de Minas Gerais, pode pegar a Fernão Dias até a cidade de Bragança Paulista e em seguida chegar em Socorro. ou  entrar em pouso alegre, em seguida Ouro fino, Bueno Brandão e chegar em Socorro.</p>
<p><strong>Como chegar em Socorro de Onibus</strong></p>
<p>partindo de São Paulo: quem faz o percurso é a viação Bragança, são varios horarios diarios:7:00; 8:00; 10:00; 12:00; 14:00 16:30 18:15; 20:30; 21:00.<br />
para mais detalhes ligue (11) 4481-9200</p>
<p>onibus saindo de Bragança paulista para Socorrotembém é feito pela Viação Bragança em varios horarios diarios, mais detalhes ligue (11) 4481-9200<br />
06:00; 07:30; 07:45; 08:30  	09:30; 10:00; 10:40; 11:30; 13:00; 13:30; 14:30; 15:30 	17:00; 17:30; 18:30; 18:45; 19:45; 22:00</p>
<p><strong>Para mais detalhes e saber mais itinerarios de onibus ligue para rodoviaria de Socorro  (19) 3895 1746</strong></p>
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<p>Principais Distancias</p>
<p>São Paulo &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..135 km<br />
Campinas &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;115 km<br />
Bragança Paulista &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;45 km<br />
Jundiaí &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.105 km<br />
Osasco &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.148 km<br />
Belo Horizonte &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.560 km<br />
Pouso Alegre &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;130 km</p>
<p><strong>Hospedagem em Socorro Hoteis / Pousadas</strong></p>
<p>Hotel Aventura Parque dos Sonhos<br />
Tel. (19) 3955 2870 </p>
<p>Hotel Recanto da Cachoeira<br />
Tel. (19) 3895 2626</p>
<p>Hotel Fazenda Floresta do Lago<br />
Tel. (19) 3855 1331</p>
<p>Hotel Fazenda Village Montana<br />
Tel. (19) 3895 4211</p>
<p>Pousada Doce Cabana<br />
Tel. (19) 3895 1283</p>
<p><strong>Camping em Socorro</strong></p>
<p>Camping Pedra Bela Vista<br />
Tel. (19) 8142 4201</p>
<p>Camping e Pousada Monjolinho<br />
Tel. (19) 3895-7346</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guiadoviajante.com/1031/socorro-sp/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>CICLOTURISMO: CAMINHO DOS ANJOS</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/1027/cicloturismo-caminho-dos-anjos/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/1027/cicloturismo-caminho-dos-anjos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 12:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>

		<category><![CDATA[Caminho dos Anjos]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto e fotos enviados pelo site parceiro Bem Vindo Cicloturista
São três dias de pedalada na Serra da Mantiqueira. O trajeto de 104 km com início em Baependi e término na cidade de Alagoa é feito por estradas de terra e trilhas estreitas. O cicloturista serpenteia por vales, rios e vegetação nativa em um percurso com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Texto e fotos enviados pelo site parceiro <a href="http://www.bemvindocicloturista.com.br/">Bem Vindo Cicloturista</a></p></blockquote>
<p>São três dias de pedalada na Serra da Mantiqueira. O trajeto de 104 km com início em Baependi e término na cidade de Alagoa é feito por estradas de terra e trilhas estreitas. O cicloturista serpenteia por vales, rios e vegetação nativa em um percurso com diferentes elevações. Após subida íngreme, a recompensa de uma bela vista. Para aliviar o cansaço, banhos de cachoeira que revigoram a alma. O pico do Papagaio avistado em quase todo o Caminho, proporciona uma das mais belas paisagens de Minas Gerais. O ar puro e a tranquilidade estimulam a pedalada.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/caminhodosanjos.jpg' alt='caminhodosanjos.jpg' /><br />
Caminho dos Anjos</p>
<p>O Caminho dos Anjos está repleto de cores, sons e magia! Ao longo do percurso, percebe-se o dia a dia do campo e vale à pena parar nas pequenas localidades cheias de histórias, nada melhor que ouvi-las dos próprios moradores e é claro tentar explicar o porque de viajar de bicicleta. Após o dia de pedalada, o descanso é em um dos quatro diferentes abrigos, localizados ao longo do percurso, onde a recepção é calorosa e o cicloturista se delicia com as maravilhas da culinária mineira. São diferentes vivências que permitem a reflexão, a integração, a cooperação e a solidariedade. Ao fim, uma experiência única e a descoberta do porque do nome Caminho dos Anjos</p>
<p><strong>1º Etapa – 39.8 km</strong><br />
O trecho de boas-vindas liga a cidade de Baependi ao Sitio 3 Pinheiros, acompanhando o Rio Baependi é hora de entregar-se a um ritmo mais lento, mais natural. Aos poucos, em meio às serras surgem as primeiras casas típicas da roça e o modo de vida rural, trechos de subidas íngremes levam ao ponto mais alto do caminho, o Mirante Rego d´água. No caminho, um Bom Dia caloroso ao cicloturista, afinal, estamos em Minas Gerais!<br />
Baixe as cartas de navegação e o arquivo de GPS<br />
<a href="http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/7/Etapa_1">http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/7/Etapa_1</a><br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/1_etapa.jpg' alt='1_etapa.jpg' /></p>
<p><strong>2º Etapa - 39,2 km</strong><br />
Vales repletos de araucárias, cercam o trecho que liga o Sítio 3 Pinheiros ao Vale do Matutu. No meio do percurso está a cidade de Aiuruoca, “casa de papagaio” nome dado pelos antigos indígenas, devido à quantidade dessas aves na região. No trajeto sobressaí a paisagem o Pico do Papagaio, proporcionando uma das mais belas paisagens do Caminho. Seguindo pela arborizada estrada, o caminhante avista o paredão rochoso que integra o Vale do Matutu e nesse, a cachoeira das Três Marias.<br />
Baixe as cartas de navegação e o arquivo de GPS<br />
<a href="http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/8/Etapa_2">http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/8/Etapa_2</a><br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/2_etapa.jpg' alt='2_etapa.jpg' /></p>
<p><strong>3º Etapa – 26,6 km</strong><br />
O ultimo trecho do Caminho é feito em parte por trilha rústica e estreita, o percurso entre o Vale do Matutu a cidade de Alagoa proporciona ao cicloturista boa sombra e um clima agradável. A trilha se abre a um conjunto de serras, incrustada em uma delas está a localidade de Nogueira. Durante a pedalada, um banho revigorante na cachoeira do Eusébio e outro na cachoeira de Ouro Fala! É comum encontrar durante o trajeto bois e vacas, estamos em meio a sítios e fazendas.<br />
Baixe as cartas de navegação e o arquivo de GPS<br />
<a href="http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/9/Etapa_3">http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/9/Etapa_3</a><br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/3_etapa.jpg' alt='3_etapa.jpg' /><br />

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		<title>EMBU DAS ARTES - SP</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 16:22:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<category><![CDATA[Embu das Artes]]></category>

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		<description><![CDATA[A estancia turistica  de Embu, conhecida tambem como Embu das Artes, esta situada apenas 30 km da capital paulista chama atenção pelos seus inumeros artistas que fazem da cidade um grande atelie ao ar livre. Nos finais de semana é quando nas ruas do centro historico muitos artesãos expõem suas obras. Quadros, madeira entalhada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A estancia turistica  de Embu, conhecida tambem como Embu das Artes, esta situada apenas 30 km da capital paulista chama atenção pelos seus inumeros artistas que fazem da cidade um grande atelie ao ar livre. Nos finais de semana é quando nas ruas do centro historico muitos artesãos expõem suas obras. Quadros, madeira entalhada, tecidos, objetos antigos, moveis rusticos, objetos em prata, roupas, ente outros são a atração nas ruascentrais. Muitas coisas bonitas e a bons preços podem ser encontradas, basta uma boa pesquisa para encontrar o que procura. Na parte de alimentação a cidade não fica a dever nem aos exigentes paladares, com bons restaurantes de cozinha internacionais, e nacionais.</p>
<p><a href='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-016.jpg' title='quadros Embu das Artes'><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-016.jpg' alt='quadros Embu das Artes' /></a><br />
Quadros no Largo 21 de abril</p>
<p><strong>Um Pouco da Historia de Embu das Artes</strong></p>
<p>A vocação das artes na cidade se iniciaram por volta dos anos 30 quando Cassio M Boy de Embu, ganhou o Primeiro Grande Prêmio na Exposição Internacional de Artes Técnicas em Paris. Cassio antes de ter ganho este premio, foi professor de artistas de renome como Tarsila do Amaral, Oswald de Andrad, Alfredo Volpi entre outros. Outro artista que comtribuiu com a vocação das artes na cidade foi o ceramista Sakai de Embu, que ficou conhecido internacionalmente. Em 1964 aconteceu em Embu o 1º Salão das Artes, dando projeçào internacional as artes na cidade. Foi nos finais dos anos 60 que a cidade passa a ser pólo de atração para hippies, que expõem os seus trabalhos de artesanato nos finais de semana, dando origem à Feira de Artes e Artesanato, que desde 1969  é realizada todos os fins de semana  e  é a principal atração turística da cidade. Sendo assim em 2010 a feira completa 41 anos de existencia.</p>
<p><a href='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-020.jpg' title='casario colonial em embu'><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-020.jpg' alt='casario colonial em embu' /></a><br />
casa antiga</p>
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<p><strong>Principais atrações de Embu das Artes</strong></p>
<p>A grande atração da cidade sem duvida é o centro historico, com suas galerias, lojas e barracas de artesanato. Você encontra todo o tipo de artesanato pelas ruas da cidade, muitos quadros de todos os tipos, e um mais belo que o outro,trabalhos em madeira, trabalhos em tecido, pães caseiros, estofados, moveis rusticos, antiquario entre outras coisas. Além da venda de artesanato repare também nas construções antigas que há pelo centro historico, algumas lojas ficam em casas antigas e vale a pena ao entrar reparar nos comodos da casa e como foi construida. No centro historico encontran-se restaurantes com cosinha internacional, japones entre outros, e tambem comida tipica brasileira inclusive barracas de acarajé, vale a pena experimentar.</p>
<p><a href='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-001.jpg' title='objetos de ceramica'><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-001.jpg' alt='objetos de ceramica' /></a><br />
objetos em ceramica</p>
<p><strong>Confira no centro historico:</strong></p>
<p>Museu da Arte Sacra</p>
<p>Museu do Indio</p>
<p>Memorial Sakai</p>
<p>Largo 21 de abril (onde tem exposições de quadros)</p>
<p>Casa do artesão (com diversos tipos de artesanato)</p>
<p>Centro Cultural ( em frente ao Largo 21 de abril)</p>
<p>Igreja Nossa Senhora do Rosario<br />
<a href='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-022.jpg' title='igreja Nossa Senhora do Rosario'><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-022.jpg' alt='igreja Nossa Senhora do Rosario' /></a></p>
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<p><strong>Como chegar em Embu das Artes</strong></p>
<p>Saindo de São Paulo<br />
De Carro: a melhor maneira de chegar a Embu das Artes saindo de São Paulo de carro é pela a Rodovia Régis Bittencourt (BR 116) pelos quilômetros 279 e 282, que pode-se pegar a partir da marginal pinheiros ou Raposo Tavares, e também pelo Rodoanel.</p>
<p>Do Interior</p>
<p>Para quem vem das cidades do interior pode-se pegar a Anhanguera ou Bandeirantes e pelo rodoanel Mario Covas chegar a Regis Bitencour (BR 116) e chegar a cidade de Embu.</p>
<p><strong>De Metrô ou ônibus</strong></p>
<p>Na estação Campo Limpo, da linha 5 - Lilás (Capão redondo – Santo Amaro) do metrô, sai o ônibus intermunicipal com o letreiro (Embu Centro)que vai até o centro de Embu das Artes.<br />
Já na Avenida Cruzeira do Sul, ao lado da Rodoviária do Tietê, sai o ônibus executivo.(Embu/Engenho Velho)<br />
De Pinheiros, no Largo da Batata, saem os ônibus da companhia Soamin (EMTU/SP) com o letreiro (Embu Engenho Velho).</p>
<p>O ônibus executivo da Soamin (EMTU/SP) que sai do Anhangabaú no Centro de São Paulo, com o letreiro (Embu das Artes), também leva você ao ponto mais próximo da Feira de Artes.</p>
<p><strong>Fones Uteis </strong></p>
<p>DIVTRAN Embu: (11) 4785-3639 - 4781-1841<br />
Metrô - Estação Campo Limpo: 0800 055 0121<br />
Empresa Soamin: (11) 4667 1423<br />
Rodoviária Tietê: (11) 3235-0322</p>
<p><strong>Principais distancias</strong></p>
<p>São Paulo &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..28 km<br />
Itapecirica da Serra &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;12 km<br />
Jundiai &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..65 km<br />
Campinas &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 106 km<br />
Osasco &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 23 km<br />
Jacarei &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.120 km<br />
Santos &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 93 km<br />
Rio De Janeiro &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 475 km<br />
Curitiba &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 376 km</p>
<p><strong>Dicas do Viajante</strong><br />
Faça todo o roteiro central a pé, nos finais de semana é proibida a circulação de automoveis nas ruas centrais, tem varios estacionamentos perto do centro (10 reais em media), atenção com os radares no Rodoanel (são vários). Vá com um calçado confortavel (tem algumas ladeiras), aproveite as lojas e barraquinhas de comida artesanal, entre elas uma de bebida com cachaça e vinhos da região e a barraquinha de raspadinha. Leve protetor solar para se proteger do sol nos dias quentes. Se procura moveis logo na entrada da cidade voce vai passar por varias lojas na avenida Elias Yasbek.</p>
<p><a href='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-017.jpg' title='Quiosque com trabalhos em madeira'><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-017.jpg' alt='Quiosque com trabalhos em madeira' /></a><br />
Quiosque com trabalhos em madeira </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>JACUTINGA - MG</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 15:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Alécio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>

		<category><![CDATA[Jacutinga]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade de Jacutinga no sul de Minas Gerais, é um ótimo local para quem esta interessado em comprar roupas de malha. Jacutinga é conhecida como a capital nacional das malhas, e não é para menos, na cidade o visitante encontra centenas de lojas de malhas de tricot com fabricação própria. Tem roupas de malha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Jacutinga no sul de Minas Gerais, é um ótimo local para quem esta interessado em comprar roupas de malha. Jacutinga é conhecida como a capital nacional das malhas, e não é para menos, na cidade o visitante encontra centenas de lojas de malhas de tricot com fabricação própria. Tem roupas de malha para todos os gostos, algumas bem simples, outras muito sofisticadas. O visitante terá que ter paciência para encontrar a roupa que mais lhe agrada e também com o melhor preço, perambular pelas ruas, e conhecer varias lojas, fará parte do passeio, para encontrar o que procura. Os preços, são bem mais baratos ao compararmos com os shoppings das grandes cidades, por isso vale a pena fazer compras na cidade.</p>
<p><strong>Obs:</strong> As lojas de malha em Jacutinga abrem aos sábados até à tarde e também aos domingos pela manhã e dependendo o movimento ficam até à tarde.<br />
Para maiores informações ligue no telefone de associação comercial de Jacutinga  (35) 3443-2007</p>
<p><a href='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-069.jpg' title='lojas de malha em jacutinga'><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-069.jpg' alt='lojas de malha em jacutinga' /></a><br />
Lojas em estilo chalé</p>
<p>A industria de malhas de Jacutinga é responsável por 25% da fabricação nacional, a cidade fabrica 2 milhões de peças de tricot ao mês. Por isto a fama da cidade em relação ao turismo de compras.</p>
<p><a href='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-061.jpg' title='cidade de jacutinga'><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-061.jpg' alt='cidade de jacutinga' /></a><br />
Cidade de Jacutinga</p>
<p>Em Jacutinga além das compras é possível curtir o clima interiorano, apreciar as montanhas que cercam a cidade, aproveitar para comer uma boa comida caseira nos restaurantes da cidade muitas feitas no fogão a lenha. Os moradores são pessoas simples e tratam muito bem os visitantes, nas lojas fazem questão de mostrar muitas roupas para que você escolha a que mais lhe agrada. </p>
<p><strong>Eventos:</strong></p>
<p><strong>FestMalhas Jacutinga 2010</strong> : Já tem data marcada, acontecerá de 22 de maio até 6 de junho, das 8:00 até as 20:00 horas, com desfiles, apresentação da nova coleção outono/inverno. Com cerca de 60 expositores, a feira que está na sua trigesima terceira edição promete ser um grande evento.<br />
Endereço: Rua Augusto Felipe Wolf, Centro<br />
Informações: (35) 3443-2007 / (35) 3443-1795</p>
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<p><strong>Principais Distancias</strong></p>
<p>Belo Horizonte &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 490Km<br />
Pouso Alegre &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 90Km<br />
Brasília &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 1.148Km<br />
São Paulo &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 190Km<br />
Campinas &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..90Km<br />
Rio de Janeiro &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..520Km<br />
Curitiba &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;556Km<br />
Monte Sião &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;21Km<br />
Ouro Fino &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 26Km<br />
Mogi Mirim &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..48Km<br />
Andradas &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.38Km<br />
Itapira &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 28Km<br />
Jundiaí &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.133km<br />
Osasco &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.198km</p>
<p><strong>Como chegar em Jacutinga de carro<br />
</strong><br />
Saindo de Belo Horizonte</p>
<p>Pegar a rodovia Fernão Dias em direção a São Paulo, entrar na cidade de pouso Alegre e seguir pela MG 290 até a cidade de Jacutinga, passando antes por Ouro Fino.</p>
<p>Saindo de São Paulo:</p>
<p>Tem duas rotas com praticamente a mesma Quilometragem.</p>
<p> A primeira é: pegar a rodovia dos Bandeirantes até a cidade de Campinas em seguida pegar a rodovia Adhemar de Barros até próximo a cidade de Mogi Mirim antes de chegar em Mogi Mirim seguir em direção a cidade de  Itapira, onde pega-se a SP 147, depois a SP-352  e entra no estado de Minas Gerais pela MG – 290. De Itapira até Jacutinga são 28 km. (esta rota as estradas são boas porem tem alguns pedágios 210 km no total)</p>
<p>Segunda rota: é pegar a rodovia Fernão Dias, passando por Bragança Paulista, ai entrar na cidade e pegar a estrada que vai para a cidade de Socorro, depois de socorro seguir para a cidade de Lindoia e depois Itapira até pegar a estrada para Jacutinga. ( esta rota tem menos pedágios, e estradas mais sinuosas 210 km no total. Atenção aos radares, principalmente na cidade de Bragança, conhecer a cidade de Socorro e as cidades serranas de Lindóia e Serra Negra é uma boa opção(para Serra Negra terá que desviar da rota Original)).</p>
<p>Saindo de Campinas</p>
<p>Saindo de Campinas pegar a Rodovia Adhemar de Barros, depois pegar a saída para SP 147 passando por Itapira, e depois seguir  a rodovia Antonio Cazalini (SP-352) e chegar em Minas Gerais pela rodovia MG-290.</p>
<p><strong>Como chegar em Jacutinga de Ônibus</strong></p>
<p>Saindo de São Paulo:<br />
 São três saídas diárias pela Empresa Expresso Gardênia:<br />
Horários: 6:30, 14:30 e as 18:30 a viagem dura em torno de 3h20min.<br />
Saindo de Campinas:<br />
São dez saídas diárias, feita pela empresa Expresso Gardênia<br />
Horários: 6:00; 7:15; 8:00; 8:45; 10:30; 12:30; 14:00; 16:00; 18:20; 20:00. a viagem dura em torno de1h50min.</p>
<p>Saindo de Pouso Alegre:<br />
São dez saídas diárias, feitas pela Expresso Gardênia<br />
Horários: 5:45; 7:30; 8:30; 9:00; 12:00; 13:35; 14:45; 15:30; 17:00; 20:00</p>
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<p>Telefone da empresa Gardênia: 0300 313 20 20<br />
Telefone da rodoviária de Jacutinga: (35) 3443-1046</p>
<p><strong>Hospedagem em Jacutinga<br />
</strong><br />
Hotel Filhos de Gandhi (centro)<br />
Fone: 35 – 3443-2544</p>
<p>Dias Hotel (centro)<br />
Fone: 35 – 3443-3239</p>
<p>Hotel Q.Sono (centro)<br />
Fone: 35 – 3443-5497</p>
<p>Hotel Colonial (centro)<br />
Fone: 35 – 3443-2155</p>
<p><strong>Dicas do Viajante</strong></p>
<p>A cidade de Jacutinga é muito tranqüila, tem cerca de 20 mil habitantes, um ótimo lugar para além de fazer compras, relaxar em meio a tranqüilidade. As lojas abrem nos finais de semana inclusive aos domingos. As lojas vendem no atacado e varejo. Algumas lojas vendem roupas modernas e sofisticadas, basta reparar nas vitrines. Para quem chega a cidade vindo de Itapira, entrando na Primeira entrada vai se deparar com lojas grandes e bastante chiques com lindas roupas, mais para o centro algumas lojas apresentam roupas mais simples mas também com ótima qualidade, quem visitar as lojas nas galerias também encontrará boas opções. Faça uma pesquisa pois os preços apesar de mais em conta do que em outras cidades, variam de loja para loja, as vezes a diferença é grande. Visitar a igreja e levar as crianças a andar de trenzinho pode fazer seu passeio mais completo.</p>
<p><a href='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-062.jpg' title='galeria com lojas de malhas em Jacutinga'><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/fotos-viagem-2010-062.jpg' alt='galeria com lojas de malhas em Jacutinga' /></a><br />
galeria com lojas de malhas</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>CIRCUITO SERRA DO CIPÓ DE CICLOTURISMO</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/986/circuito-serra-do-cipo-de-cicloturismo/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/986/circuito-serra-do-cipo-de-cicloturismo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Apr 2010 05:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Serra do Cipó]]></category>

		<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://guiadoviajante.com/986/circuito-serra-do-cipo-de-cicloturismo/</guid>
		<description><![CDATA[Texto e fotos enviados pelo site parceiro Bem Vindo Cicloturista
Um dos Circuitos mais desafiadores do Brasil, possui 6 etapas de grande dificuldade técnica, que exigem experiência do cicloturista, um bom equipamento e pouca bagagem. Radical, o Circuito Serra do Cipó de Cicloturismo é ideal para os amantes da adrenalina. São 268 km de extensão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Texto e fotos enviados pelo site parceiro <a href="http://www.bemvindocicloturista.com.br/">Bem Vindo Cicloturista</a></p></blockquote>
<p>Um dos Circuitos mais desafiadores do Brasil, possui 6 etapas de grande dificuldade técnica, que exigem experiência do cicloturista, um bom equipamento e pouca bagagem. Radical, o Circuito Serra do Cipó de Cicloturismo é ideal para os amantes da adrenalina. São 268 km de extensão de fortes pedaladas em um relevo acidentado onde as subidas íngremes, pedras e cursos d´ água se tornam grandes desafios.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/cmd-serra_do_cipo_cicloturismo.jpg' alt='cmd-serra_do_cipo_cicloturismo.jpg' /><br />
Todo esforço é recompensado, o cicloturista aventura-se pelo Espinhaço, uma das regiões com maior biodiversidade do planeta, atravessa trechos da Estrada Real e se surpreende com a beleza da paisagem. Sempre-vivas, canelas de ema e bromélias colorem os trajetos que levam as belas cachoeiras, como a do Tabuleiro, maior cachoeira do Estado e a cidades e vilarejos como Conceição do Mato Dentro, Lapinha da Serra e Congonhas do Norte, típicas e acolhedoras cidades do interior mineiro.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/circuito_serra_cipo_cicloturismo.jpg' alt='circuito_serra_cipo_cicloturismo.jpg' /><br />
<strong>Serra do Cipó – Lapinha</strong><br />
Texto: O roteiro que liga o distrito da Serra do Cipó a Lapinha da Serra tem como percurso a antiga estrada que levava a Santana do Riacho, atualmente, quase abandonada, com pouco tráfego de veículos. Margeando a Serra do Cipó o cicloturista adentra em uma vegetação de cerrado e campos rupestres com ocorrências de orquídeas e sempre-vivas em quase todo o trajeto. Após Santana do Riacho, mais 13 km de pedal até a Lapinha da Serra.<br />
Dica: Para muitos a primeira etapa do Circuito Serra do Cipó de Cicloturismo é uma etapa com uma dificuldade técnica baixa. No entanto, não se esforce demais, pois, a etapa do dia seguinte é a mais dura de todo o circuito. Chegando em Lapinha, não deixe de tomar um banho na Cachoeira do Rapel, visitar as pinturas rupestres e se estiver com tempo, fazer um trekking até o Pico da Lapinha.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/serra_do_cipo-lapinha_cicloturismo.jpg' alt='serra_do_cipo-lapinha_cicloturismo.jpg' /></p>
<p><strong>Lapinha – Congonhas do Norte</strong><br />
Texto: O roteiro que parte de Lapinha da Serra em direção a Congonhas do Norte é considerado por muitos o mais bonito e o mais cansativo do Circuito. Em uma estrada de terra abandonada e solo com pedras soltas o cicloturista atravessa a Serra do Espinhaço chegando a 1460m de altitude. A paisagem é de tirar o fôlego, assim como as subidas e descidas do percurso. Prepare-se para muitas travessias de curso d´água.<br />
Dica: Radical é o sinônimo do roteiro que liga Lapinha da Serra a Congonhas do Norte, pouco habitado, com muitas pedras no caminho, subidas e descidas cansativas. O cicloturista precisa estar prevenido. Saia cedo, viaje leve, não se esqueça do alimento. No alto da serra muito vento, portanto, leve blusa corta vento e não deixe de visitar a cachoeira do Bicame.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/lapinha-congonhas_do_norte_cicloturismo.jpg' alt='lapinha-congonhas_do_norte_cicloturismo.jpg' /></p>
<p><strong>Congonhas do Norte – Tapera</strong><br />
Texto: O roteiro que liga Congonhas do Norte a Santo Antonio do Norte (Tapera) passa por estradas rurais com pouquíssimo trânsito de veículos.  Sobe a crista da Serra de Santo Antônio de onde é possível avistar os mares de morros mineiros e desce forte até o pacato povoado de Santo Antonio do Cruzeiro, mais algumas pedaladas e o cicloturista chega a Santo Antônio do Norte (Tapera).<br />
Dica: Roteiro relativamente curto, mas com muitas subidas no início. No alto da serra muita areia, vento e um grande lajeado que dificulta a passagem e exige técnica. Não se esqueça do corta vento. Existem poucas casas no caminho, viaje leve e prevenido. Em Santo Antônio do Norte (Tapera), se ainda estiver com energia siga até Itapanhoacanga e durma lá, dessa forma você diminui a quilometragem do dia seguinte.</p>
<p>Santo Antônio do Norte (Tapera) – Dom Joaquim<br />
Texto: Roteiro mais longo do Circuito Serra do Cipó de Cicloturismo, inicia-se em um dos trechos mais bonitos da Estrada Real e atravessa a serra que atinge 1000m de altitude até chegar a Itaponhoacanga, antigo pouso de tropeiros e refúgio de escravos. O cicloturista continua o trajeto pedalando por estradas de terra que parecem terem sido feitas para bicicletas até a chegada a Dom Joaquim.<br />
Dica: O primeiro trecho do roteiro até Itaponhoacanga é marcado por muitas subidas e descidas. Leve um corta vento para usar no alto da serra. Após Itapanhoacanga uma subida forte e, depois o trajeto fica mais tranqüilo. Prepare-se para atravessar fazendas e tocar bois e vacas do caminho. Chegando a Dom Joaquim hidrate-se no Chafariz de Caiana.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/congonhas_do_norte-tapera_cicloturismo.jpg' alt='congonhas_do_norte-tapera_cicloturismo.jpg' /></p>
<p><strong>Dom Joaquim – Conceição do Mato Dentro</strong><br />
Texto: O Roteiro que liga Dom Joaquim a Conceição do Mato Dentro é marcado por plantações de eucalipto. O percurso é feito por uma estrada secundária com vários mirantes incluindo o Mirante da Ferrugem com visão privilegiada do município de Conceição e do enorme paredão da onde surge a mais alta cachoeira de Minas Gerais, a Cachoeira do Tabuleiro com 273m de queda.<br />
Dica: Roteiro curto e rápido. Se estiver com tempo dê uma passada no Mirante da Ferrugem. Chegando a Conceição do Mato Dentro se informe sobre o circuito de cicloturismo que leva a cachoeira do Tabuleiro e depois retorna à Conceição em caminho diferente, que inclui a Cachoeira do Tabuleiro e a Cachoeira de Três Barras ao todo aprox. 50 km. Não deixe de tomar um banho em um dos ofurôs naturais do balneário do Baú nem de visitar a Salão de Pedras e contemplar o pôr-do-sol.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/dom-joaquim-_cmd.jpg' alt='dom-joaquim-_cmd.jpg' /></p>
<p><strong>Conceição do Mato Dentro – Serra do Cipó</strong><br />
Texto: O Roteiro é todo asfaltado e serpenteia a Serra do Espinhaço. No roteiro é possível observar marcas esculpidas pelas marés que atestam que a região da Serra já foi fundo de oceano. Locais como o Alto dos Palácios próximo a Estátua do Juquinha proporcionam uma visão dos mergulhos das rochas sempre voltadas para oeste. Já as Duas Pontes, ruínas relembram o antigo pavimento da estrada.<br />
Dica: Venta muito no alto da Serra, a temperatura é baixa o ano todo e a neblina é uma constante, portanto, vá prevenido. Atente-se também, quanto a água. Não deixe de tirar uma bela foto na Estátua do Juquinha, símbolo da Serra do Cipó. Na descida após o Juquinha, cuidado com as curvas fechadas. Não se esqueça de contemplar a bela vista do Mirante da Serra, já próximo ao Distrito da Serra do Cipó. Se sobrar um tempo faça o roteiro Cipó Velho.<br />
Roteiro não sinalizado.<br />
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:<br />
<a href="http://www.bemvindocicloturista.com.br/destino/21/Circuito_Serra_do_Cipó_de_Cicloturismo">http://www.bemvindocicloturista.com.br/destino/21/Circuito_Serra_do_Cipó_de_Cicloturismo</a</p>
<p><strong>ROTEIROS DE AVENTURA DA SERRA DO CIPÓ</strong><br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/roteiros_de_aventura_serra_do_cipo.jpg' alt='roteiros_de_aventura_serra_do_cipo.jpg' /><br />
<strong>Cachoeira da Farofa (cicloturista)</strong><br />
Texto: O roteiro que liga a portaria do Parque Nacional da Serra do Cipó a Cachoeira da Farofa é feito por trilha estreita em meio a uma vegetação de cerrado. Já no início da trilha, é possível avistar o paredão onde se encontra a cachoeira. No caminho, o ciclista enfrentará obstáculos como a travessia de riachos e rios com água na cintura, muita areia e descidas emocionantes.<br />
Dica: Roteiro imperdível dentro do Parque Nacional da Serra do Cipó. Reserve um bom tempo para aproveitar a Cachoeira da Farofa, leve uma tranca para prender sua bike em uma das arvores existentes no final do roteiro. Atenção ao nível das águas, pois para chegar a Cachoeira da Farofa é preciso atravessar o Ribeirão Mascates que pode estar cheio no caso de chuvas.<br />
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:<br />
<a href="http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/58/Cachoeira_da_Farofa">http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/58/Cachoeira_da_Farofa</a><br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/cachoeira_da_farofa_cicloturismo.jpg' alt='cachoeira_da_farofa_cicloturismo.jpg' /></p>
<p><strong>Cachoeira da Farofa (caminhante)</strong><br />
Texto Caminhante: O roteiro que liga a portaria do Parque Nacional da Serra do Cipó à Cachoeira da Farofa é feito por trilha estreita em meio a uma vegetação de cerrado. Já no início da trilha, é possível avistar o paredão onde se encontra a cachoeira. No trajeto, o caminhante enfrentará obstáculos como a travessia de riachos e rios com água na cintura e muita areia. Ao final, um refrescante banho no poço formado pela cachoeira da Farofa.<br />
Dica Caminhante: Prepare-se para muita areia e nesse roteiro com certeza você irá molhar os pés. Reserve um bom tempo para aproveitar a Cachoeira da Farofa e cuidado com o nível das águas, pois para chegar à cachoeira é preciso atravessar o Ribeirão Mascates que pode estar cheio no caso de chuvas. Se o fôlego permitir não deixe de fazer uma visita a Cachoeira da Taioba.<br />
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:<br />
<a href="http://www.bemvindocaminhante.com.br/roteiro/44/Cachoeira_da_Farofa">http://www.bemvindocaminhante.com.br/roteiro/44/Cachoeira_da_Farofa</a><br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/cachoeira_da_farofa_caminhada.jpg' alt='cachoeira_da_farofa_caminhada.jpg' /></p>
<p><strong>Cânion das Bandeirinhas (cicloturista)</strong><br />
Texto: O roteiro que leva a um dos atrativos mais visitados do Parque Nacional da Serra do Cipó é plano, apresenta flora singular simbolizada por sempre-vivas, repleto de singles traks; e travessia de riachos, o ribeirão mascates é um deles, onde é preciso colocar a bike nas costas e meter o pé na água. Depois da travessia, uma subida técnica em meio a raízes de árvores que leva ao Cânion das Bandeirinhas.<br />
Dica: Não é a toa que o Parque Nacional da Serra do Cipó é considerado um paraíso do Mountain Bike, se você tiver que escolher um roteiro para fazer na Serra do Cipó, escolha o Cânion das Bandeirinhas. Leve uma tranca e prenda sua bike em uma das árvores do final do roteiro e não deixe de adentrar pelo menos uns 200 metros no Cânion atravessando poços a nado e escalando algumas pedras, mas cuidado com as chuvas. Na volta aproveite e visite a Cachoeira da Farofa.<br />
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:<br />
<a href="http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/59/Cânion_das_Bandeirinhas">http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/59/Cânion_das_Bandeirinhas</a><br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/canyon_das_bandeirinhas_cicloturismo.jpg' alt='canyon_das_bandeirinhas_cicloturismo.jpg' /></p>
<p><strong>Cânion das Bandeirinhas (caminhante)</strong><br />
Texto Caminhante: O roteiro que leva a um dos atrativos mais visitados do Parque Nacional da Serra do Cipó é plano, apresenta flora singular simbolizada por sempre-vivas, cheio de singles traks, e travessia de riachos, o ribeirão mascates é um deles. Depois da travessia, uma subida em meio a raízes de árvores leva ao Cânion das Bandeirinhas. O Caminhante ainda pode esticar o roteiro avançando por dentro do Cânion, enfrentando travessias de poços e pequenas escaladas.<br />
Dica Caminhante: Para fazer o roteiro é preciso pagar uma pequena taxa de entrada no PN Serra do Cipó. A Caminhada é longa, portanto, não podemos nos esquecer da volta, saia cedo e leve um lanche. Adentre pelo menos uns 200 metros no Cânion, atravessando poços a nado e escalando algumas pedras. Mas, cuidado com as chuvas elas podem atrapalhar a travessia do Ribeirão Mascates ou colocar você em perigo dentro do Cânion devido às trombas d´agua.<br />
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:<br />
<a href="http://www.bemvindocaminhante.com.br/roteiro/45/Cânion_das_Bandeirinhas">http://www.bemvindocaminhante.com.br/roteiro/45/Cânion_das_Bandeirinhas</a><br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/canyon_das_bandeirinhas_caminhada.jpg' alt='canyon_das_bandeirinhas_caminhada.jpg' /></p>
<p><strong>Cipó Velho</strong><br />
Texto Caminhada e Cicloturismo: Um roteiro consagrado que percorre belas paisagens repletas de histórias e cultura mineira.  O percurso passa pelo Rio Cipó, um dos principais atrativos naturais do lugar. Em seguida, um passeio pelo tempo na Fazenda Cipó Velho, um importante conjunto arquitetônico remanescente do período colonial. Por fim visita um antigo moinho d’água e a famosa venda do Zeca, armazém tipicamente mineiro.<br />
Dica Caminhada: Percurso feito, em sua grande maioria, por estrada de terra, com muita sombra na parte da manhã, pode ser realizado por toda família, com bicicletas, a cavalo ou até mesmo de carro. Tente reservar uma visita ao Conjunto Arquitetônico Cipó Velho com a presença de um guia local.  Não deixe de visitar também a Cachoeira Grande e a Cachoeira do Véu da Noiva.<br />
Roteiro não sinalizado<br />
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:<br />
Cicloturista: <a href="http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/60/Cipó_Velho">http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/60/Cipó_Velho</a><br />
Caminhante: <a href="http://www.bemvindocaminhante.com.br/roteiro/46/Cipó_Velho">http://www.bemvindocaminhante.com.br/roteiro/46/Cipó_Velho</a><br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/cipo-velho_cicloturismo.jpg' alt='cipo-velho_cicloturismo.jpg' /></p>
<p><strong>Subida do Juquinha</strong><br />
Texto: Um dos roteiros mais desafiantes da Serra do Cipó e palco de competições de ciclismo, a Subida do Juquinha exige grande esforço físico e proporciona uma bela paisagem. No caminho o ciclista encontrará o Mirante da Serra com vista privilegiada do Morro da Pedreira, um dos maiores destinos de escalada do Brasil, as Duas Pontes, herança histórica, a Pedra do Elefante e o ícone da Serra do Cipó: A Estátua do Juquinha que coroa o esforço do ciclista.<br />
Roteiro não sinalizado<br />
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:<br />
<a href="http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/62/Subida_do_Juquinha">http://www.bemvindocicloturista.com.br/roteiro/62/Subida_do_Juquinha</a><br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/subida_do_juquinha_cicloturismo.jpg' alt='subida_do_juquinha_cicloturismo.jpg' /></p>
<p><strong>Trilha dos Escravos</strong><br />
Texto: A estrada de pedra remanescente construída por escravos no período colonial para escoamento das riquezas minerais, hoje, denominada Trilha dos Escravos, convida o caminhante a vivenciar um pouco da história daquele tempo e ainda apreciar de um mirante, a bela paisagem do distrito da Serra do Cipó. Ao final da trilha, o caminhante se depara com as águas do Ribeirão Soberbo cuja queda forma a conhecida cachoeira Véu da Noiva.<br />
Dica: Trilha curta, porém difícil, com alto grau de inclinação. A Trilha dos Escravos exige um bom preparo físico do caminhante. Reserve um tempo para banho, uma vez lá em cima, desça nos poços do Ribeirão Soberbo, o segundo é o maior e o mais fundo dos três. Se gostou da Trilha dos Escravos, visite também o atrativo Duas Pontes no caminho para Estátua do Juquinha.<br />
Roteiro não sinalizado<br />
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:<br />
http://www.bemvindocaminhante.com.br/roteiro/47/Trilha_dos_Escravos<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/trilha-dos-escravos-roteiro.jpg' alt='trilha-dos-escravos-roteiro.jpg' /></p>
<p><strong>Pico da Lapinha</strong><br />
Texto: Próximo ao pequeno vilarejo de Lapinha da Serra, distrito de Santana do Riacho, o Pico da Lapinha é uma excelente opção para a prática do trekking. A começar pela subida majestosa que chega a 1676m de altitude, segundo ponto mais alto da região. Durante a caminhada vale a pena conhecer a Cachoeira do Rapel com queda de 75m de altura.<br />
Dica: Não se engane com a pequena quilometragem desse percurso. Técnico e difícil a subida ao Pico da Lapinha exige um grande preparo físico do Caminhante. Leve corta vento e lanche. Se der sorte o tempo vai estar limpo para uma foto panorâmica da região. Algumas pessoas começam o trekking às 3h da manhã para ver o sol nascer lá de cima, uma opção para os mais aventureiros.<br />
Roteiro não sinalizado<br />
Baixe a carta de navegação e o arquivo de GPS no link abaixo:<br />
<a href="http://www.bemvindocaminhante.com.br/roteiro/48/Pico_da_Lapinha">http://www.bemvindocaminhante.com.br/roteiro/48/Pico_da_Lapinha</a><br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/pico-da-lapinha.jpg' alt='pico-da-lapinha.jpg' /><br />

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		<item>
		<title>Usando Purificadores de Água em Campings</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/985/usando-purificadores-de-agua-em-campings/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Apr 2010 01:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A prática de camping é uma alternativa barata para quem quer viajar e curtir a natureza, além de ser uma ótima maneira de fazer novas amizades. No entanto, algumas precauções são necessárias para voltar apenas com boas histórias na bagagem. Um dos principais cuidados ao acampar é a atenção redobrada à procedência da água no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A prática de camping é uma alternativa barata para quem quer viajar e curtir a natureza, além de ser uma ótima maneira de fazer novas amizades. No entanto, algumas precauções são necessárias para voltar apenas com boas histórias na bagagem. Um dos principais cuidados ao acampar é a atenção redobrada à procedência da água no lugar do camping ou aos arredores.</p>
<p>“Muitas pessoas não dão importância à qualidade da água que ingerem até passar por alguma experiência desagradável, como ser acometido por uma diarréia ou outras  infecções no meio de uma viagem”, afirma o farmacêutico Edson Chaves, diretor da FSW, empresa especializada em lançar novas tecnologias no mercado brasileiro na área de saúde.</p>
<p>Normalmente, a maioria das áreas de camping sofre com algum tipo de contaminação, principalmente na alta temporada e feriados prolongados, devido ao fluxo de visitantes. Fezes, restos de comida e resíduos de produtos de higiene podem contaminar o lençol freático e cursos de água próximo ao acampamento. Por isso, é indispensável verificar se você está coletando a água em um local confiável.</p>
<p>Embora, em quase todos os lugares você possa encontrar água mineral à venda, nem sempre adquirir esta água é a atitude mais acertada. Além de não se ter certeza da origem dela, a idéia é economizar e não dar para incluir mais este gasto diário no orçamento da viagem, não é?</p>
<p>A sorte é que existem algumas estratégias para tornar a água mais apropriada para o consumo. Uma delas é o uso de filtros de bombeamento, muito eficientes contra protozoários, agrotóxicos e alguns vírus, no entanto a maioria deles acaba entupindo por saturação. Uma outra solução seria o cloro, mas o gosto e o cheiro que deixa na água não agradam muito. A fervura e a pastilha de iodo também são outras boas opções, embora demandem tempo para agir, e tempo é lazer.</p>
<p>Outra alternativa nesse segmento, que acaba de chegar ao mercado brasileiro, é o purificador de água portátil SteriPen, representado no Brasil pela empresa FSW. Usando uma tecnologia de lâmpada ultravioleta de baixada freqüência, este aparelho garante eliminar até 99,99 % das bactérias, vírus e protozoários. “Esta radiação tem forte ação germicida, destruindo o DNA dos microorganismos, evitando sua multiplicação.”, esclarece o farmacêutico Edson Chaves. </p>
<p>Além da eficácia, uma das principais vantagens deste produto é a praticidade. Por ser portátil, o usuário pode levá-lo pra onde quiser. O aparelho também possui um chip interno que indica quando a operação é finalizada. O tempo de espera do tratamento da água depende da quantidade a ser tratada: para 0,5 litros é de 38 a 48 segundos e para um litro a espera é de 90 segundos. </p>
<p>Outras qualidades do purificador SteriPen é que, de acordo com o modelo, funciona a base de pilha ou energia solar, e não deixa cheiro nem gosto na água, além de não causar efeitos colaterais de longo prazo como o iodo.</p>
<p>Serviço:<br />
Para obter mais informações e saber onde adquirir o purificador de água Steripen, acesse: <a href="http://www.fswprodutosparasaude.com.br">www.fswprodutosparasaude.com.br</a> ou ligue: (21) 2501-2584 / 3795-9997<br />

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		</item>
		<item>
		<title>CICLOTURISMO: DE CANANÉIA A GRAMADO PARTE 3</title>
		<link>http://guiadoviajante.com/969/cicloturismo-de-cananeia-a-gramado-parte-3/</link>
		<comments>http://guiadoviajante.com/969/cicloturismo-de-cananeia-a-gramado-parte-3/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 12:31:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>

		<category><![CDATA[Cananéia até Gramado]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 14 de Janeiro – De Laguna SC até Guatá SC -  88 km
Saímos bem cedo de Laguna e andamos pela BR 101 em um trecho bastante perigoso com vários pontos de pista simples, de baixo de uma garoa fina e tempo nublado por 20 km até chegar a cidade de Tubarão. Em Tubarão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dia 14 de Janeiro – De Laguna SC até Guatá SC -  88 km</strong></p>
<p>Saímos bem cedo de Laguna e andamos pela BR 101 em um trecho bastante perigoso com vários pontos de pista simples, de baixo de uma garoa fina e tempo nublado por 20 km até chegar a cidade de Tubarão. Em Tubarão logo achamos a estrada que leva para o interior do estado com destino às cidades de Pedras Grandes, Orleans, e Lauro Muller. No inicio desta estrada paramos em uma padaria para descansar e comer algo, e a chuva que caia mansa resolveu apertar. Depois de 15 minutos na padaria, a chuva passou, e como um toque de mágica o sol apareceu. Voltamos à estrada já sem as capas de chuva e com protetor solar na pele, e com menos de 5 km estrada adentro já se sentia o clima do interior, lugares pacatos e o povo simpático que nos cumprimentava ao longo da estrada. Por todo o trecho a estrada é acompanhada pelo rio Tubarão em um vale, e muitas montanhas altas a sua volta, mas a estrada era plana e nós pedalamos tranqüilos e quando chegamos ao vilarejo de Pedrinhas, já era possível avistar no fundo do horizonte a imponente Serra do Rio do Rastro. Continuamos a pedalar até a bonita cidade de Pedras Grandes, onde paramos em uma lanchonete e ficamos comendo e descansando por quase uma hora. Neste trecho de Pedras Grandes até Orleans pegamos uma estrada de terra, foram cerca de 20 km em uma estrada muito bonita que continuava a seguir o rio Tubarão, com pouquíssimos carros e a estrada estava em boas condições para pedalar. Nesta estrada encontramos uma pequena cachoeira onde o Eliseu e o Mafra aproveitaram para se refrescar. Quando chegamos em Orleans, atravessamos a cidade e fomos direto para Lauro Miller, em uma estrada asfaltada com alguns sobes e desces, tomamos uma garapa na beira da estrada e conversamos com o simpático “tiozinho” da venda. Continuamos a pedalar e já cansados com 80 km rodados neste dia chegamos em Lauro Miller, ali, descobrimos que não havia local para hospedagem e tivemos que pedalar mais 8 km até o distrito de Guatá, local este bem tranqüilo já no pé da Serra do Rio do Rastro. Ficamos em um hotel e da porta do hotel, já víamos a serra bem próxima, já imaginamos as dificuldades do dia seguinte.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc01055.JPG' alt='dsc01055.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc01066.JPG' alt='dsc01066.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc01072.JPG' alt='dsc01072.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc01086.JPG' alt='dsc01086.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc01087.JPG' alt='dsc01087.JPG' /></p>
<p><strong>15 de Janeiro Guatá até Bom Jardim da Serra – Subida da Serra do Rio do Rastro 33 km</strong></p>
<p>Acordamos tarde neste dia devido aos colchões macios que a dias não víamos, arrumamos as bikes com carinho, lubrificamos as correntes, e estávamos ansiosos para a subida da serra, sonhávamos com este dia desde o inicio da viagem, toda subida que subimos até aquele momento sempre nos lembrávamos do dia da “grande subida” brincávamos dizendo que a viagem até ali era apenas um treino para a subida, e ali estávamos nós a poucos quilômetros de realizar a subida.</p>
<p>Por volta do meio dia saímos do hotel, e sem pressa fomos deixando o distrito de Guatá em direção a serra, que a cada pedalada  crescia a nossas vistas. Não demorou para começarmos as subidas, que de inicio iniciaram mansas. Fomos subindo devagar e as primeiras paisagens começaram a aparecer. Com 4 km de subida passamos por um hotel na beira da estrada, neste local, já se tinha belas paisagens, continuamos subindo e tirando muitas fotos, a cada curva era uma surpresa que a estrada nos reservava. Quando carros ou caminhões passavam sempre desviavam da gente, já que a estrada era estreita tínhamos que tomar cuidado para não corrermos riscos desnecessários.</p>
<p>Quase na metade da subida encontramos uma loja com uma bica de água, paramos um pouco e esperamos o Eliseu que vinha um pouco mais atrás. Depois desta loja a subida ficou mais íngreme, neste ponto já havíamos pedalado uns 8 km de subida. Uma neblina forte surgiu e o frio ficou forte nos obrigando a colocar as capas de chuva. Continuamos a subir e dividir o espaço com os caminhões que subiam a serra, sempre desviavam de nós e alguns buzinavam para cumprimentar, os carros de passeio também desviavam e cumprimentavam, admirados com os três malucos que subiam a serra pedalando sorridentes. Na verdade achávamos que as dificuldades de subir a serra seriam maiores, apesar de serem cerca de 16 km de subida, apenas os últimos 7 km são mais íngremes e como subimos devagar e parávamos para curtir as paisagens a todo momento, não nos cansamos.</p>
<p>Quase chegando ao mirante paramos em uma lanchonete do lado esquerdo e comemos um lanche, o frio era intenso, e uma garoa fina caia, a neblina era forte e não nos deixava ver 10 metros a nossa frente. De volta a estrada seguimos por mais alguns metros e chegamos no mirante e tivemos dificuldades de achar a lanchonete tamanha era a neblina, tomamos um chocolate quente e vimos o termômetro que marcava 12 graus mas a sensação térmica era menor. Saímos em direção a Bom Jardim da Serra pegamos muitas descidas que com o frio nos fez “bater o queixo”, encontramos uma bela cachoeira ao lado do portal da cidade, aproveitamos para bater fotos e ficar olhando já que com o frio não tinha como encarar um mergulho.</p>
<p>Na volta a estrada , não demorou para chegarmos na cidade de Bom Jardim, que é pequena, mas tem alguns atrativos como alguns cânions próximos. Encontramos uma pousada e neste dia nem cogitamos a possibilidade de acampar devido ao frio, depois de subir a serra e pegar 12 graus em pleno verão, nada melhor que cama quente. De noite fomos a uma pizzaria e o Gustavo nos ligou dizendo que estava em Guatá e que no outro dia iria subir a serra e provavelmente nos encontraríamos novamente em Cambara do Sul.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc01114.JPG' alt='dsc01114.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc01131.JPG' alt='dsc01131.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc01145.JPG' alt='dsc01145.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc01153.JPG' alt='dsc01153.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc01164.JPG' alt='dsc01164.JPG' /></p>
<p><strong>16 de Janeiro – Bom Jardim da Serra até Silveira 65 km </strong></p>
<p>Saímos da cidade por volta das 10 horas da manhã e ao contrario do dia anterior o tempo estava quente e o sol brilhava. Queríamos chegar neste dia a cidade de São José dos Ausentes, a 84 km, já no estado do RS, mas logo no inicio do dia vimos que seria difícil chegar lá, devida as condições da estrada de terra que tinha muitas pedras, um terreno quase impraticável para as bicicletas, ainda mais cheias de bagagem. Nas subidas era impossível chegar a 5 km por hora e nas descidas era difícil passar dos 20 km por hora, devido as pedras, a trepidação da bicicleta era grande, e não podíamos arriscar a ter um raio quebrado, já que esta estrada era deserta. Cogitávamos neste dia em pegar carona em algum caminhão para adiantar a viagem, mas não vimos caminhão algum durante todo o dia. O que conpensava eram as belas paisagens da estrada, de inicio passamos por plantações de maçã e ameixas, por belos riachos e depois montanhas e pastos de gado e ovelhas foram surgindo as nossas vistas em uma das mais pelas estradas que pedalamos por toda a viagem.</p>
<p>Uma placa no inicio da estrada nos indicava Vila de Santo Antonio. Passamos por algumas casas e continuamos pedalando tranqüilos, procurávamos descansar um pouco depois de uma hora seguida em cima da bicicleta, nossa água estava acabando quando resolvemos parar em uma poucas casas que vimos para pedir um pouco de água, uma senhora e um garoto nos atenderam. Na entrada do sitio, um porco enorme que mesmo com cara de bonzinho estava amarrado com uma grossa corrente nos observava, chamando a nossa atenção. Ao conversar com a senhora que quando viu as bikes perguntou de onde vínhamos, respondemos que era do litoral de SP e ela nos perguntou se ara estado de SC ou RS parecia não conhecer o estado de SP. Senhora simples que vive ali naquele local tão isolado dos grandes centros. Para encerrar a conversa perguntou se nós ganhávamos dinheiro ao viajar de bicicleta, e quando ouviu a resposta negativa, disse que jamais faria este esforço pra não ganhar nada. Soubemos ali que o vilarejo de Santo Antonio já havia passado, eram 4 casas que havíamos passado a quilômetros atrás. Nos despedimos da senhora que ainda avisou que São José dos Ausentes era muito longe. Seguimos em frente e não demorou para encontrarmos um pequeno barzinho na beira da estrada dois garotos moradores do local, estavam ali para atender os clientes que pelo movimento da estrada só deve ter sido nós três durante todo o dia. Comemos um empanado e tomamos refrigerante, os meninos se admiravam quando souberam de onde vínhamos, conversamos bastante e matamos a curiosidade dos dois respondendo a muitas perguntas, aproveitamos também para pegar dicas da estrada. Na estrada pegamos muitos morros, passamos pela divisa dos estados após uma ponte, continuamos a subir muito e as placas indicavam “ Rotas dos Campos de Cima das Serras”  passamos próximo ao Pico do Monte Negro, o ponto mais alto do estado do RS com 1403 metros de altitude. Pedalamos muito e as condições da estrada não melhoravam, ficamos muito cansados neste dia, próximo ao Distrito de Silveiras a estrada melhorou um pouco, nós chegamos bastante cansado a vila, e descobrimos que ali havia um hotel, estávamos a 20 km de São José dos Ausentes e o pessoal da vila nos avisou que em São José estava tendo festa de rodeio, nós decidimos ficar em Silveiras pois não sabíamos se encontraríamos  pousada em São José dos Ausentes e também já estava quase escurecendo. No pousada conhecemos seu Antonio e Dona Maria os proprietários que eram muitos simpáticos, seu Antonio nos levou em uma cachoeira próximo da pousada e dona Maria fez um preço especial para nós, pagamos 30 reais cada, com jantar e café da manhã, jantar este que estava muito bom. A vila de Silveiras tem suas casas de madeira que me fez lembrar a vila de Paranapiacaba próximo a capital paulista.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc01174.JPG' alt='dsc01174.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc01179.JPG' alt='dsc01179.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc01195.JPG' alt='dsc01195.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc01197.JPG' alt='dsc01197.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/03/dsc01234.JPG' alt='dsc01234.JPG' /></p>
<p><strong>17 de Janeiro Silveira até Cambara do Sul RS 80 km </strong></p>
<p>Sabendo que a estrada entre Silveira e Cambara do Sul era de terra e em condições ruins, saímos as 8 horas da manhã neste dia. De Silveiras até São José dos Ausentes eram 20 km de estrada de terra em condições até que boas, mas nas paisagens não eram tão bonitas como a do dia anterior. Chegamos na cidade depois de 1h40 minutos pedalados, fomos ao banco, já que a dias não encontrávamos um, e também aproveitamos para comprar algumas coisas para comermos no caminho. Na saída da cidade pegamos 2 kms de asfalto, mas já estávamos em outra estrada de terra, esta já com muitas pedras, dificultando as pedaladas, esta estrada era bastante bonita, com rios e encontramos uma grande queda de água, chegamos por cima e não tinha como descer para vê-la de baixo, A estrada tinha muitas descidas e subidas continuávamos a pedalar pela “ Rota dos Campos de Cima das Serras” igual no dia anterior. Quando atravessamos a divisa de cidades entre São José e Cambara do Sul, a estrada piorou bastante e voltou a ter muitas pedras como no dia anterior. Não sei como pode uma prefeitura não se importar com as condições das estradas, quase não vimos carros, provavelmente as pessoas evitam trafegar na estrada devido as más condições, para as bicicletas, mesmo equipadas com amortecedor, pneus para terra e muitas marchas, as condições também eram bem ruins. O que seria um trecho tranqüilo se tornou um trecho cansativo demais devido as condições da estrada.<br />
A 16 km de Cambara do Sul, encontramos uma fabrica e um posto de gasolina que estava fechado, bem nesta hora, a chuva que ameaçava cair desde o inicio do dia resolveu dar o “ar de sua graça”. O Eliseu sempre o mais otimista do grupo, sempre dizia que o clima estava a nosso favor, desde o inicio da viagem tivemos sorte com o clima. Chovia sempre depois que chegávamos aos lugares, quando quisermos curtir as praias o sol brilhou, na estrada, pegamos vários dias nublados ótimos para pedalar, apenas dois dias pegamos chuva na estrada na BR 101 mesmo assim foi uma garoa fina, e agora depois de termos pedalados 65 km neste dia praticamente sem nenhum abrigo a chuva resolveu cair forte,quando encontramos o posto.<br />
Ficamos uma hora ali parados, comemos, e até dormimos por um tempo. Depois a chuva foi embora, e nós também seguimos viagem até Cambará, a estrada continuou com muitas pedras e depois da chuva com um pouco de lama. Pedalamos devagar nossos 16 últimos quilômetros do dia, neste meio tempo até o sol voltou a brilhar.<br />
Chegamos a Cambará do Sul por volta das 05h30min da tarde, fomos ao centro de informações turísticas e ali, descobrimos que o cânion Itambezinho ( o mais conhecido e maior da região) fica fechado de segunda e terça feira. Imagine Você. Pedalamos muitos quilômetros sonhando em ver o cânion e ao chegar recebemos esta noticia. Não sei como pode um parque nacional fechar dois dias na semana em plenas férias de verão. Por sorte existem outros cânions tão bonitos e grandiosos quanto o Itambezinho que ficam abertos durante a semana toda.</p>
<p>De noite já hospedados em uma pousada familiar, fomos a uma pizzaria e conhecemos Estefano um rapaz que faz passeio de jipe aos cânions e marcamos para conhecer no dia seguinte o cânion Fortaleza. O Estefano já viajou de bike e ao saber que o pneu da bike do Mafra estava rasgado deu a ele um pneu usado.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/dsc01236.JPG' alt='dsc01236.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/dsc01245.JPG' alt='dsc01245.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/dsc01265.JPG' alt='dsc01265.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/dsc01296.JPG' alt='dsc01296.JPG' /></p>
<p><strong>18 de janeiro Cambara do Sul – visita ao Cânion Fortaleza</strong></p>
<p>Após o café meu telefone tocou e era o Gustavo que havia chegado as 11 horas da noite em Cambará, logo ele também estava conosco para visitar o cânion.<br />
O cânion Fortaleza fica a 23 km da cidade e a estrada é de terra em condições ainda piores do que as estradas que pegamos nos dias anteriores, por isso achamos a idéia de ir de jipe muito boa, aproveitávamos para descansar e curtir as paisagens sem nenhum tipo de preocupação, e alem disso tínhamos o guia que conhecia tudo da região e nos levou a lugares incríveis. Fizemos um belo passeio a pé pelas trilhas por cima do cânion Fortaleza e ficamos impressionados pela beleza do local. O cânion tem cerca de 7 km de extensão e 400 metros de profundidade, lá em baixo passa um riozinho, e tem varias cachoeiras no cânion. O dia estava claro e pudemos apreciar a paisagem ao longe, realmente o clima estava a nosso favor, só não tivemos esta sorte na subida da serra do rio do rastro, mas ali o visual era perfeito.<br />
Na volta a cidade almoçamos em um restaurante muito bacana, e de tarde fomos de bike a uma bela cachoeira próxima ao centro, a queda com 16 metros tinha um poço para banho e nós aproveitamos o final da tarde. De noite jantamos e arrumamos as bikes, o Eliseu, desmontou sua bike para ir de ônibus para campinas a sua jornada de bike acabava ali, devido a compromissos com o trabalho. Eu, Mafra e o Gustavo iríamos no dia seguinte para Gramado.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/dsc01296.JPG' alt='dsc01296.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/dsc01303.JPG' alt='dsc01303.JPG' /></p>
<p>19 de janeiro Cambará do Sul até Gramado 125 km</p>
<p>Acordamos cedo dispostos a encarar os mais de 120 km de pedal até a cidade de Gramado. O Eliseu foi pagar o ônibus para Campinas, nos despedimos dele que foi um grande companheiro de viagem e pouco antes das 9 horas da manhã saímos em direção a Gramado.<br />
O dia estava ótimo para pedalar sem o sol forte, mas um vento lateral nos atrapalhava um pouco, na saída de Cambara do Sul pegamos varias descidas, todo o trecho até Gramado iria ser de asfalto, e com a estrada com pouco movimento foi tranqüilo desenvolver boa velocidade. Eu e o Mafra na ânsia de chegar neste dia a Gramado pedalamos forte, deixando o Gustavo que pedalava em ritmos mais tranqüilo um pouco para trás. Com 20 km pedalados neste dia chegamos a marca de 1000kms pedalados na viagem, ficamos bastante contentes por chegar a esta marca e comemoramos em uma lanchonete no distrito de Tainhas com uma coca gelada. Esta lanchonete a beira da estrada foi a única que encontramos em três horas pedaladas, a estrada era muito pacata, com poucos movimento, em Tainhas pegamos outra estrada em direção a cidade de são Francisco de Paula, esta estrada não tinha muito transito, mas tinha acostamento, mas o asfalto já não era tão bom como o da outra estrada. Nesta estrada o vento lateral já começou a incomodar, muito sobe e desce até chegarmos à entrada de são Francisco de Paula, por volta da 1hora da tarde, logo na entrada da cidade fizemos um lanche na porta de uma venda. Neste momento já havíamos pedalado 70 km neste dia. Voltamos a estrada e depois de 2 quilômetros entramos em outra estrada que nos levaria a cidade de Canela, foi ai que o vento que era lateral se virou contra nós e tivemos muita dificuldade de pedalar até mesmo nas descidas o vento nos brecava bastante. Por outro lado esta estrada era muito boa, o acostamento era de asfalto liso, isso nos ajudava, mesmo assim as subidas eram muitas.<br />
Depois de muito pedalar chegamos na cidade de Canela as 4:30 da tarde, paramos em uma lanchonete e um temporal se iniciou, mais uma vez a chuva esperou nós arrumarmos um bom abrigo para cair.  Na lanchonete o proprietário se entusiasmou com as distancias que havíamos percorrido para chegar ali e nos fez muitas perguntas. Ficamos em canela por mais de uma hora até a chuva acalmar e saímos debaixo de uma garoa, pedalamos os últimos 6 km de nossa viagem por uma larga avenida entre as cidades de Canela e Gramado, nesta avenida, as duas cidades se confundem, muitas lojas de chocolate e belos hotéis em estilo chaimel apareceram, e nós sem perceber já estávamos pedalando na cidade de Gramado. Comemoramos nossa chegada a cidade, encontramos com o Gustavo e fomos para o camping. A 200 metros antes do camping o pneu da minha bicicleta estourou, não agüentou o peso dos alforjes depois de 1100 kms pedalados durante toda a viagem. Ironia do destino cheguei a ultima hospedagem da viagem empurrando a guerreira bicicleta que ali me deixara na mão.<br />
Depois de arrumar um chalé no camping a um bom preço conhecemos o belo centro da cidade nós três ficamos impressionados com a beleza da cidade, belas construções e ruas limpas comemos na rua coberta e voltamos para o camping dormir depois de pedalar 125 km neste dia.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/dsc01384.JPG' alt='dsc01384.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/dsc01390.JPG' alt='dsc01390.JPG' /></p>
<p>Dia 20 de janeiro Gramado</p>
<p>Apesar do dia chuvoso, fomos a pé conhecer a cidade, comprei outro pneu para colocar na bike já que o atual havia rasgado. Caminhamos pelo centro, e aproveitamos para comprar as passagens de ônibus para o dia seguinte, comemos em um pelo restaurante com rodízio de massas ( acho que o mais chique de toda a viagem). No final da tarde pegamos um ônibus até a estrada que leva para a cachoeira do Caracol em Canela, mas no ponto descobrimos que o parque fechava as 5 horas da tarde, então decidimos caminhar pela avenida e aproveitamos para conhecer uma das lojas de chocolate.de volta ao camping arrumamos a minha bike. De noite fomos dormir cedo.</p>
<p>Dia 21 de janeiro Gramado</p>
<p>Fomos cedo de bicicleta para a cachoeira do Caracol, que ara uns 13 km de distancia em estrada asfaltada em poucos minutos já estávamos em frente ao Parque do Caracol e para entrar tivemos que pagar 10 reais ( coisa que não concordo). Conhecemos a bela cachoeira do caracol e descemos aos pés dela, por uma escadaria com mais de 700 degraus deu canseira para subir tudo de volta, mas valeu a pena.<br />
Em ritmo forte voltamos ao camping para arrumarmos nossas coisas e pegar o ônibus para Caxias do Sul e depois as 4:20 da tarde outro ônibus de Caxias pra São Paulo.<br />
Eu e o Mafra fomos pra SP e o Gustavo aproveitou para passar uns dias em  Curitiba.</p>
<p>Não tivemos problemas para embarcar as bikes na viação Citral ( de Gramado até Caxias do Sul). E tambem no ônibus da viação Penha que levou eu e o Mafra pra SP. O Gustavo não teve problemas para embarcar sua bike no bagageiro do ônibus da empresa Reunidas para Lages e depois pagou 5 reais para embarcar o ônibus pela empresa Catarinense entre Lages e Curitiba.<br />
Depois de 16 horas dentro do ônibus eu e o Mafra chegamos em SP não tive problema para embarcar a bike montada no bagageiro da empresa Cometa e o Mafra tambem não teve dificuldades para colocar a bike no bagageiro da empresa 1001 entra as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.</p>
<p>Mais uma viagem realizada, novas cidades e estados conhecidos em cima de uma bicicleta, muitas alegrias, encontros e alguns perrengues, após 27 dias e depois de 1100kms pedalados na estrada, estava de volta ao lar e tenho certeza que valeu muito a pena, espero que outras aventuras venham com meus companheiros de pedalada. E fica a certeza que o espírito de novas aventuras esta vivo em minha mente.</p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/dsc01396.JPG' alt='dsc01396.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/dsc01412.JPG' alt='dsc01412.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/dsc01423.JPG' alt='dsc01423.JPG' /></p>
<p><img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/04/dsc01446.JPG' alt='dsc01446.JPG' /></p>
<p><strong>Agradecimentos mais que especiais</strong></p>
<p>Aos amigos Roberto Mafra, Eliseu Stefani e Gustavo Amorim  por encarar esta viagem comigo,  pela companhia e solidariedade nestes dias.</p>
<p>Agradecimentos </p>
<p>Ao divertidíssimo Nelson Muller e sua família que nos receberam tão bem em sua casa em Guaratuba PR</p>
<p>Aos amigos da web que nós deram muitas dicas entre eles Aramis e Alessandro que nos deram dicas importantes sobre trechos da viagem.</p>
<p>A toda a galera que encontramos pela estrada e nos campings entre eles: galera na  Ilha do Superagui, Pessoal do Camping Pedra do Urubu na Guarda do Embau, ao Adegmar e Família e a muitos outros que fizeram parte desta historia.</p>
<p>Abraços a todos</p>
<p>André Alécio</p>
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		<title>Gomeral - Guaratinguetá - SP</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 10:31:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Gomeral - um paraíso na serra da Mantiqueira

Situado na serra da Mantiqueira, entre Guaratinguetá e Campos do Jordão, com altitudes entre 800 e 2000 metros, o bairro do Gomeral possui inúmeras cachoeiras e trilhas que levam a picos com vistas incríveis do Vale do Paraíba.
A região é vizinha do Parque Estadual de Campos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Gomeral - um paraíso na serra da Mantiqueira</em><br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/02/painel-panoramico.jpg' alt='painel-panoramico.jpg' /><br />
Situado na serra da Mantiqueira, entre Guaratinguetá e Campos do Jordão, com altitudes entre 800 e 2000 metros, o bairro do Gomeral possui inúmeras cachoeiras e trilhas que levam a picos com vistas incríveis do Vale do Paraíba.<br />
A região é vizinha do Parque Estadual de Campos do Jordão e, em breve, integrará o Parque Nacional Altos da Mantiqueira, que está para ser criado.<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/02/noturna.jpg' alt='noturna.jpg' /><br />
Além dos atrativos naturais, a região conta com restaurantes especializados em trutas e comidas caipiras e algumas pousadas.<br />
Há também, nas proximidades, uma linda igreja que foi inaugurada pelo Papa Bento XVI.<br />
De São Paulo até Guaratinguetá são 180 km pela rodovia Presidente Dutra e, de Guaratinguetá ao Gomeral mais 24 km, sendo 16 km de asfalto e 8 km de terra. Daí até Campos do Jordão são mais 21 km.<br />
Para maiores informações e reservas contate: taodogomeral@hotmail.com<br />
<img src='http://guiadoviajante.com/wp-content/uploads/2010/02/cachoeira-gomeral.jpg' alt='cachoeira-gomeral.jpg' /></a><br />
Fotos: Gabriel Photography</p>
<blockquote><p>O Guia do Viajante agradece ao Pedro Dixon por ter enviado estas informações.</p></blockquote>
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